
Na Grécia antiga já se falava das oliveiras, Olea Europea, árvores que podem viver até 1.000 anos, cujo fruto é a Azeitona e que surge bem verde.
Depois, a casca adquire tons acinzentados e logo fica dourada. Em seguida, torna-se castanha e o próxima passo da metamorfose é ir ficando arroxeada e ir escurecendo até ficar preta. Quanto mais escura, constata-se que mais tempo ficou no pé.
De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes, há quase dois séculos.
Cerca de 20% de sua composição é azeite de oliva, repleto de bom colesterol (HDL) que mantém sua circulação sangüínea livre de obstáculos. Apesar de ser muito benéfica, a azeitona tem essa quantidade de gordura, o que a torna muito calórica. Por isso, nutricionistas recomendam beliscá-la moderadamente como aperitivo e experimentar acrescentá-la aos pratos de carnes, massas e saladas.
Têm vitamina A, vitaminas do complexo B, vitamina C e minerais tais como: potássio, sódio, cálcio, fósforo, silício, magnésio, cloro e ferro.
Azeitonas de sal, são originadas do preparo as azeitonas, na região do Algarve, dentre outras.
Como se sabe, este fruto não é doce, mas utilizado como petisco ou tempero, tem primeiro que ser "curtido", para se tirar o sabor amargo que tem, quando apanhado da árvore. Fica em imersão, por vários dias em molho de sal. Depois é lavada em água fervente e finalmente condimentada em banho de ervas aromáticas.
Fonte: www.viaintegral.com
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Lamiales
Família: Oleaceae
Género: Olea
Espécie: O. europaea
Nome binomial: Olea europaea

A azeitona é o fruto das oliveiras (Olea europea), árvore predominantemente mediterrânica e que pode chegar até aos mil anos de longevidade.
Na Grécia antiga já se falava das oliveiras.
Contam eles que durante as disputas pelas terras onde hoje se encontra a cidade de Atenas, Posêidon teria, com um golpe de seu tridente, feito surgir um belo e forte cavalo.
A Deusa Palas Atenas, teria então trazido uma oliveira capaz de produzir óleo para iluminar a noite e suavizar a dor dos feridos, fornecendo alimento rico em sabor e energia. Do outro lado do mediterrâneo, os italianos contam que Rômulo e Remo, descendentes dos deuses fundadores de Roma viram a luz do dia pela primeira vez sob os galhos de uma oliveira.
O fato concreto é que vestígios fossilizados de oliveiras são encontrados na Itália, no Norte da África, em pinturas nas rochas das montanhas do Saara Central, com idade de seis mil a sete mil anos, entre o quinto e segundo milênio a.C. Múmias da XX Dinastia do Egito foram encontradas vestidas com granalhas trançadas de oliveira e em Creta, registros foram encontrados em relevos e relíqueas da época minóica (2.500 a.C.).Os estudiosos de história concluem que o azeite, óleo advindo das oliveiras, faz parte da alimentação humana há muito tempo.
Concluem que a oliveira é originada do sul do Cáucaso, das planícies altas do Irã e do litoral mediterrâneo da Síria e Palestina, expandindo posteriormente para o restante do mediterrâneo. Ela surgiu no Mediterrâneo, provavelmente na ilha de Creta, no sul da Grécia.
Na oliveira, a azeitona surge bem verde, depois, a casca adquire tons acinzentados e logo vira dourada.
Em seguida, torna-se castanha e o próxima passo da metamorfose é ir ficando arroxeada e ir escurecendo até ficar preta. Quanto mais escura, constata-se que mais tempo ela ficou no pé. Cerca de 25% de sua composição é azeite de oliva, que, como todos os óleos vegetais, não contém colesterol mas é rico em ácidos graxos insaturados, que são benéficos para aumentar os níveis do "bom colesterol" (HDL).
Apesar de ser muito benéfica, a azeitona tem essa quantidade de gordura, o que a torna muito calórica. Por isso, nutricionistas recomendam beliscá-la moderadamente como aperitivo e experimentar acrescentá-la aos pratos de carnes, massas e saladas.
Antes de estar própria para consumo, a azeitona retirada do pé precisa ser processada.
Um dos processos que podem ser utilizados é próprio da região de Algarve e dá origem às azeitonas de sal.
Azeitonas de sal são originadas de uma forma de preparar as azeitonas na região do Algarve.
Como se sabe, este fruto não é doce, mas utilizado como petisco ou como tempero mas, para ser utilizado, tem primeiro que ser "curtido", ou seja, processado para lhe tirar o sabor amargo que tem quando apanhado da árvore.
Uma das formas de processar a azeitona é deixá-la de molho em água durante vários dias, mas no Algarve existe esta forma de a preparar em que se acrescenta sal de cozinha à água da curtimenta.
Para a azeitona não ficar salgada, ela é depois passada por água a ferver, novamente posta de molho e finalmente temperada com ervas aromáticas. Uma outra forma de consumir o fruto pode ser através de seu processamento em azeite de oliva, processo no qual o fruto passa por uma prensa, dando origem ao sumo, originalmente mediterrâneo.
Na gastronomia portuguesa, a azeitona é principalmente utilizada como aperitivo, mas também utilizada como ingrediente de alguns pratos típicos, tais como o bacalhau à Gomes de Sá.
O azeite é um produto alimentar, produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras.
Um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas. Alem dos benefícios para a saúde o azeite adiciona a comida um sabor e aroma peculiares.
A região mediterrânea é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com sol e clima seco.
Os principais tipos de azeitona são:
Cada 100 gramas de azeitonas verdes em conserva contém:
Calorias - 140kcal
Proteínas - 1,5g
Gorduras - 10g
Vitamina A - 250 U.l.
Vitamina B1 (Tiamina) - 10 mcg
Vitamina B2 (Riboflavina) - 15 mcg
Vitamina C (Ácido ascórbico) - 6 mg
Potássio - 1530 mg
Sódio - 130 mg
Cálcio - 100 mg
Fósforo - 15 mg
Silício - 6 mg
Magnésio - 5 mg
Cloro - 4 mg
Ferro - 1 mg

Olea europaea (Olea europaea sativa – oliveira cultivada; Olea europaea oleaster – oliveira silvestre ou brava, usada como porta-enxerto).
Oleáceas
Oliveira, oliva, oliveira doméstica, oliveira mansa, “olivo”, “olive tree”
parte oriental do Mediterrâneo
A oliveira é uma planta de grande porte, mas, nos plantios comerciais, devido as podas, a copa não atinge grandes alturas.
O seu tronco é retorcido e a planta pode sobreviver por mais de 1.000 anos. As folhas são pequenas, alongadas, boa consistência e de coloração verde-escura na parte superior e acinzentadas ou verde-esbranquiçadas na parte inferior. A planta é exigente em condições de clima seco no verão e um inverno frio e úmido. O florescimento e frutificação ocorrem no ramo de um ano de idade e cada inflorescência (cacho) pode ter até 30 flores. As flores têm os dois sexos na mesma flor e são autoférteis. O tamanho e a forma dos frutos podem variar em função de variedades. A propagação é feita principalmente através de enxertia, porque, a partir de sementes, as plantas podem ser desuniformes, tanto na produção como no desenvolvimento de plantas, e retardam o início de frutificação. Outra técnica usada para produção de mudas é o enraizamento de estacas.
A região do Mediterrâneo é responsável pela produção de 95% da produção mundial de azeite de oliva.
No Brasil, na década de 1960, nos estados de São Paulo e do Paraná, as tentativas na produção de azeitona não se firmaram porque as plantas se desenvolveram muito bem, porém não floresceram e nem frutificaram. As causas prováveis para esse fracasso podem ser atribuídas às condições climáticas inadequadas e à utilização de variedades não aclimatadas.
O Brasil não tem tradição na produção de azeitona, embora em algumas regiões serranas dos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo tenham apresentado resultados positivos. No município de Maria da Fé, região sul do estado de Minas Gerais, a oliveira vem sendo pesquisada pelo órgão do governo do estado com resultados animadores.
Algumas variedades mais conhecidas no Brasil são: Arbequina, Arauco, Ascolana, Frantoio, Morinelo, Santa Catarina e Santo Agostinho.
Os frutos só podem ser consumidos depois de processados, na forma de conserva ou de azeite.
A produção de azeite ou de conserva depende da variedade, sendo mais comum a utilização de azeitonas maiores para conserva.
Rica em vitaminas A, B1, D e E, a azeitona ganhou fama internacional depois que a bíblia correu o mundo.
O Jardim das Oliveiras, em Jerusalém, foi um dos cenários da vida de Jesus Cristo. Lá, por sinal, ainda existem exemplares daquela época remota, com mais de dois mil anos.
Fonte: www.frutas.radar-rs.com.br