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Azia

 

O que é?

É um conjunto de queixas que acompanha alterações no esôfago resultantes do refluxo (retorno) anormal do conteúdo estomacal para o esôfago.

Náuseas e vômitos não costumam ocorrer.

Como se desenvolve ou como se adquire?

O esôfago do adulto é um canal de 35 a 40 cm, que liga a boca ao estômago.

Ele é elástico e na espessura de sua parede contem camadas musculares recobertas internamente por uma delicada pele com o nome de mucosa, parecida com o revestimento da boca.

O início do esôfago fixa-se na parte inferior da garganta, desce pelo mediastino e cruza o diafragma através de um orifício chamado hiato, poucos centímetros antes de se abrir no estômago. O mediastino é a região entre os dois pulmões e o diafragma é uma calota muscular que divide o tórax do abdome.

O esôfago tem ligamentos para prendê-lo junto ao hiato diafragmático e que contribuem para formar um tipo de válvula de retenção para impedir o refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago.

Quando o esôfago desliza para cima mais que 2 a 3 cm., puxa o estômago e ambas as estruturas se deslocam para o tórax. Decorre dessa alteração anatômica a Hérnia Hiatal que, por sua vez, prejudica a válvula anti-refluxo.

Quando o conteúdo do estômago, em geral muito ácido, atinge a mucosa esofágica, este tecido reage - inflama - originando a Esofagite de Refluxo.

O que se sente?

A azia é a principal queixa e seu nome técnico é pirose. Pode piorar, por exemplo, quando se dobra o peito sobre a barriga e quando se deita com o estômago cheio. É referida como ardência ou queimação, em algum ponto entre a "boca do estômago" e o queixo, correndo por trás do esterno, o "osso do peito".

A azia pode ser tão intensa como uma dor no peito, causando impressão de infarto cardíaco. Pode ocorrer também um aumento da salivação, a sialorréia, que é um reflexo natural porque a deglutição dessa saliva alivia a queimação, como se fosse um antiácido natural.

O refluxo é a percepção da volta do conteúdo estomacal no sentido da boca, sem enjôo ou vômito, freqüentemente, com azedume ou amargor. Não raro determina tosse, pigarro e alterações da voz. O engasgo - tosse forte e súbita, atrapalhando a respiração - pode despertar do sono e representar uma situação de refluxo gastro-esofágico. A ocorrência de falta de ar com chiado ou miado no peito, como a asma, pode ser desencadeada pelo refluxo.

Sensações, desde bola na garganta e desconforto ao engolir até fortes dores em aperto - espasmos - no meio do peito, representam uma desorganização das contrações faringo-esofágicas responsáveis por levarem ao estômago aquilo que ingerimos. Esses sintomas são considerados complicações do refluxo e levam o nome geral de dismotricidade esofágica.

Na criança, ainda no primeiro ano de vida, pode ocorrer um refluxo gastro-esofágico excessivo, levando à devolução da mamada, a engasgos, a choro excessivo, a sono interrompido e quando repetitivo, predispõe a infecções e distúrbios respiratórios.

Como o médico faz o diagnóstico?

O relato do paciente adulto jovem pode levar ao diagnóstico, sem necessidade de exames num primeiro evento.

A radiografia da transição esofagogástrica, enquanto se deglute um contraste rádio-opaco, pode demonstrar tanto a hérnia, quanto o refluxo.

A Endoscopia Digestiva Superior é um exame para visualizar o esôfago, estômago e duodeno, passando um fino feixe de fibras óticas através da boca.

A evolução da qualidade dos equipamentos, da eficiência da anestesia local da garganta para evitar o reflexo do vômito e a sensação de asfixia, a eficácia e a segurança da sedação do paciente sem anestesia geral, tornaram a endoscopia um exame simplificado, do qual se acorda, não raro, perguntando quando vai ocorrer. Além disto, pode ser repetida para controle de resultado de tratamento e, mais recentemente, para procedimentos terapêuticos especiais.

Uma tela recebe e amplifica com nitidez as imagens das áreas sob inspeção direta, permitindo também fotos e filmes para reexaminar os achados. Pode mostrar a incompetência da válvula de retenção gastro-esofágica e a hérnia. O mais importante é que permite ver manchas vermelhas, placas branquicentas e úlceras, principalmente na mucosa do esôfago inferior, sugestivas de graus variados da Esofagite de Refluxo.

A endoscopia facilita a coleta de material destas lesões para exame microscópico, no qual se pode definir a inflamação, avaliar um potencial cancerígeno e até diagnosticar o câncer.

A Cintilografia do trânsito esôfago-gástrico é um método que tem sido usado mais na criança. Administra-se uma mamadeira normal, contendo uma quantidade inofensiva de substância radioativa. A cintilografia capta e registra imagens da radioatividade descendo para o estômago ou do estômago refluindo para o esôfago. É uma metodologia não invasiva, indolor e ambulatorial. Entretanto, pode não flagrar o refluxo, pois este não é permanente.

O estudo da pressão interna ao longo do esôfago (Manometria) e a verificação do refluxo da acidez do estômago para o esôfago (pHmetria de 24 horas) detectam variações naturais e anormalidades capazes de diagnosticar a DRGE. São métodos que chegaram à rotina clínica há relativamente poucos anos.

Precisam ser usados quando os demais tem resultados insatisfatórios e para estudar parâmetros antes e depois do eventual tratamento cirúrgico da doença do refluxo.

Como se trata?

Em geral, o tratamento é clínico, com medidas educativas associadas aos medicamentos. A vídeo-laparoscopia vem facilitando o método cirúrgico, aplicado a casos selecionados, com resultados muito bons.

Além de combater a obesidade, é importante evitar grandes volumes às refeições e de deitar nas primeiras duas horas seguintes. Algumas pessoas beneficiam-se de dormir numa cama elevada pelos pés da cabeceira, em 20 a 25 cm.

Outras, não se adaptam à posição: incham os pés, doem as costas, etc. Há controvérsias sobre restrição de diversos alimentos, particularmente, cítricos, doces e gordurosos.

Ajudam no controle dos sintomas, algumas medidas, como: evitar a bebida alcoólica, não deglutir líquidos muito quentes, ingerir um mínimo de líquidos durante ou logo após as refeições, evitar a ingestão de chá preto e café puro com estômago vazio.

Os medicamentos mais usados são os que diminuem o grau da acidez já lançada no estômago (os populares antiácidos) e aqueles que inibem a produção de ácido pelas células do estômago ("antiácidos sistêmicos"). Outros remédios de um grupo chamado de pró-cinéticos destinam-se a facilitar o esvaziamento do conteúdo estomacal em direção ao intestino, minimizando a quantidade capaz de refluir para o esôfago.

Uma queixa importante dos pacientes é a recidiva dos sintomas, particularmente da azia, poucos dias após o término dos medicamentos. Nesse momento, surge o questionamento do tratamento por tempo indeterminado ou do tratamento cirúrgico.

Vale dizer que o tratamento clínico combate muito bem os sintomas, mas não modifica a hérnia hiatal e poucas vezes muda o refluxo gastro-esofágico, propriamente dito.

Como se previne?

Na prática clínica há a prevenção da recidiva dos sintomas, que se resume no seguimento das medidas ditas educativas instituídas quando do primeiro tratamento.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

Para que serve o tratamento?
Devo tomar os remédios mesmo quando estiver bem? E se estiver bem há muito tempo?
Se eu parar de tomar os remédios, os sintomas vão voltar?
O que faço quando acabar a receita?
A doença tem cura?
Vou precisar repetir exames? De quanto em quanto tempo?
O que faço se os sintomas piorarem durante o tratamento?
Posso precisar de cirurgia? Se operar vou ficar curado? A doença pode voltar?
Devo mudar algo na minha alimentação ou hábitos de vida por causa dessa doença?

Cláudio H. Wolff

Fernando Wolff

Fonte: gastro-centro.com

Azia

O que é azia?

Azia ou pirose é uma desconfortável sensação de queimação localizada na parte superior do abdome ("boca do estômago"), ou que se move partindo do estômago para cima, em direção à garganta.

Por que ocorre a azia?

Todos nós temos uma espécie de válvula muscular na região onde o esôfago – tubo muscular que transporta o alimento desde a garganta até o estômago – se une ao estômago. Por algumas razões, esta válvula não funciona em certas pessoas, permitindo o refluxo de ácido do estômago para o esôfago, provocando um mal chamado Doença por Refluxo Gastroesofágico (DRGE).

Quais são os sintomas da DRGE?

O sintoma mais comum é justamente a azia ou pirose, mas existem outros sintomas associados ou não à azia.

Entre eles, merecem destaque: regurgitação do conteúdo do estômago para a boca, sobretudo após as refeições; eructações (arrotos); sialorréia (produção excessiva de saliva); disfagia (dificuldade para engolir);rouquidão; engasgos ou crises de asma quando se está deitado; dor no peito, simulando problemas cardíacos.

Por que ocorre o refluxo?

A razão pela qual o conteúdo do estômago reflui para o esôfago tem a ver com o funcionamento de um anel muscular chamado esfíncter do esôfago, localizado na junção entre os dois órgãos. Este anel existe para evitar que o conteúdo do estômago volte para o esôfago. Ele deve se abrir apenas quando você engole algum alimento; no restante do tempo, ele deve permanecer fechado, evitando assim o refluxo.

Nos pacientes com DRGE, este esfíncter não funciona adequadamente: ou é muito fraco ou se abre em momentos impróprios.

Por que o suco gástrico é nocivo para o esôfago e não para o estômago?

O revestimento interno do tubo digestivo é feito de acordo com a função de cada segmento. Desta forma, o esôfago, que tem a função apenas de conduzir o alimento da boca até o estômago, apresenta um revestimento bastante simples. Já o estômago produz grandes quantidades de ácido clorídrico e outras substâncias corrosivas, fundamentais para a digestão dos alimentos. Por isso o seu revestimento é reforçado e protegido. Quando o seu conteúdo atinge o esôfago, pode provocar inflamação, erosões e até úlceras.

Quando devo procurar o médico?

Se você tem azia freqüentemente (mais de três vezes por semana) ou apresenta sintomas sugestivos de refluxo noturno (tosse, rouquidão, crises de asma noturna), você deve procurar ajuda médica.

Como posso prevenir o refluxo, a azia e a queimação?

Se seus sintomas são leves ou pouco freqüentes, é possível evitá-los, na maioria das vezes, com as seguintes precauções: comer devagar e mastigar bem os alimentos; evitar refeições volumosas; não se deitar logo após as refeições; evitar alimentar-se duas a três horas antes de dormir; diminuir o consumo de bebidas alcoólicas; abolir o fumo; perder peso, se necessário; reduzir o estresse; tentar manter postura adequada; não usar roupas ou cintas apertadas.

Como é feito o diagnóstico da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)? O diagnóstico é feito com a história clínica, ou seja, com os sintomas e a realização de endoscopia digestiva.

Em alguns casos, os sintomas são tão característicos que são suficientes para se fazer o diagnóstico. Mesmo nestes casos, a endoscopia é importante para a sua confirmação. Trata-se de um exame simples que consiste na introdução de uma microcâmera no interior do esôfago, permitindo não só visualizar todo o órgão, mas também fotografar, filmar e, se necessário, coletar material para exame. Este processo não é doloroso e, para sua realização, é necessário apenas anestesia local da garganta, utilizando-se anestésico em spray ou geleia, e leve sedação.

Boas novas: seu médico pode ajudar muito:

O tratamento da DRGE normalmente é demorado e requer visitas freqüentes ao médico. É preciso lembrar que a doença não é igual em todos os pacientes. Os sintomas surgem por diversas causas e em diferentes ocasiões.

Além disso, a doença apresenta vários graus de gravidade. Além de uma série de recomendações a respeito da dieta e dos hábitos de vida, existem hoje medicamentos muito eficazes não só para aliviar os sintomas, mas também para cicatrizar as lesões.

Os mais utilizados são de dois grupos: os que visam neutralizar ou inibir a secreção de ácido do estômago e aqueles que promovem o funcionamento adequado da válvula que existe entre o esôfago e o estômago.

É importante ter em mente que somente o médico pode dar a orientação correta para o seu caso. Evite, portanto, tomar remédios por conta própria ou por recomendação de terceiros, pois alguns medicamentos podem melhorar os sintomas encobrindo doenças mais graves, ou ainda interagir com outras substâncias e causar sérios problemas à sua saúde.

Fonte: www.saocaetano.ca.g12.br

Azia

Talvez seja o sintoma mais freqüente do aparelho digestivo.

Quando um paciente nos afirma que não sabe o que é Azia, podemos ter certeza de que o mesmo nunca a teve. É um sintoma que se auto define no momento em que se apresenta.

Qualquer patologia do aparelho digestivo superior pode tê-la como um dos sintomas, porém a sua manifestação mais importante e severa, ocorre na Esofagite de refluxo (ER).

Azia
O refluxo do conteúdo gástrico provoca a inflamação da mucosa esofágica conforme mostra este exame endoscópico

ER é a inflamação da mucosa esofágica, causada por refluxo do conteúdo gástrico.

Foi em 1823, que W.Proust demonstrou ser o HCL um dos principais componentes do Suco Gástrico e foi em 1825 que William Beoumonte pôde comprovar o poder corrosivo deste ácido, graças ao acompanhamento de um paciente que apresentava uma fístula gástrica externa crônica, devido a um ferimento à bala.

O conteúdo gástrico ao refluir para o esôfago, dá início a um processo inflamatório que pode chegar à ulceração até com hemorragia.

Qualquer paciente que apresente Azia, deve imediatamente se submeter a um exame de Endoscopia Digestiva, para identificar sua causa, pois a partir daí é que poderá ser instituído um tratamento correto.

A Endoscopia Digestiva é um exame extremamente importante e extremamente simples para se realizar. Cada vez mais, os aparelhos tornam-se mais finos, maleáveis e com melhor visão, tornando possível realizar o exame com o mínimo de desconforto.

ESSA SENSAÇÃO DESAGRADÁVEL AFETA 30% DA POPULAÇÃO E QUANDO SE TORNA FREQÜENTE É SINAL DE DOENÇAS MAIS SÉRIAS

O QUE É?

É o principal sintoma do refluxo gastroesofágico (DRGE), a doença mais comum do aparelho digestivo.

COMO OCORRE A DRGE

Azia
O alimento triturado pela mastigação é deglutido e passa pelo esôfago. Ele conduz o
alimento da boca até o estômago, levado pela força da gravidade e pelos movimentos
involuntários chamados de peristálticos

Azia
Em sua parte final, o esôfago possui uma espécie de válvula
(esfíncter), que se abre para o alimento descer para o estômago

Azia
Em seguida, o esfíncter se fecha, impedindo que o suco gástrico e os
alimentos voltem para o esôfago

Azia
Quando esta válvula não funciona, o ácido clorídrico, produzido no estômago, retorna ao esôfago. É o refluxo gastroesofágico.
O ácido, em contato com a mucosa do esôfago, provoca uma desconfortável sensação de queimação, a popular azia

SINTOMAS DA DRGE

A azia começa no estômago e sobe até a garganta, espalhando a sensação de queimação no meio do peito Além da azia, a pessoa sente que o alimento voltou do estômago para a boca ou para as vias respiratórias.

É a regurgitação Dores no peito.

Chegam a ser confundidas com problemas cardíacos

PREVENÇÃO

Evite alimentos fritos, pesados e ricos em gorduras, além de chocolates, cafés e chás. O intervalo entre as refeições deve ser de três horas. Prepare um cardápio que inclua arroz, leite, cereais, peixe e frango grelhado
Evite álcool e cigarro.A fumaça do cigarro irrita as mucosas do esôfago. O álcool também prejudica, pois relaxa o esfíncter e permite que os sucos gástricos subam para o esôfago
Tome água ou líquido que não seja ácido caso os sintomas da azia apareçam depois que você ingeriu chocolate, café, álcool, cebola crua, frutas cítricas e comidas picantes para lavar a substância que está provocando a irritação em seu estômago
Emagreça. O excesso de peso aumenta o abdômen e comprime o estômago, o que possibilita o retorno do ácido pelo esfíncter inferior do esôfagoEvite comer e deitar. Quando você está em pé ou sentado, a força da gravidade impulsiona o alimento para baixo, o que impede o seu retorno ao esôfago. Deitar-se de duas a três horas depois da última refeição evitará esse risco
Deite sobre o lado esquerdo do corpo para evitar a azia, pois o esôfago entra no estômago pelo lado direito. Quando alguém se deita do lado direito, o esôfago fica abaixo da abertura do estômago, o que facilita o refluxo de ácido
Coma devagar e em lugar tranqüilo, mastigando bem a comida. Evite os líquidos antes e durante a refeição. O ideal é beber apenas uma hora antes e uma hora depois de comer

COMPLICAÇÕES

É o principal sintoma do refluxo gastroesofágico (DRGE), a doença mais comum do aparelho digestivo.

TRATAMENTO

Medicamentos: diminuem a produção e secreção de ácidos e o seu uso pode ser por tempo prolongado
Cirurgia:
é indicada para pacientes que não melhoram com medicamentos. Na cirurgia laparoscópica, o médico coloca um bisturi com uma pequena câmara no abdômen do paciente até atingir o esôfago para restaurar o funcionamento da válvula
Endoscopia:
consiste em injeções de substâncias, pontos cirúrgicos e passagem de corrente elétrica no esôfago para diminuir o refluxo gastroesofágico

Fonte: www.santalucia.com.br

Azia

Azia é uma condição penosa que envolvem o sistema digestivo, e não o próprio coração. Porque muitas vezes a dor se irradia a partir da região central do tórax, alguns pacientes confundem os sintomas de azia com um ataque cardíaco.

Azia é realmente o resultado de ácidos estomacais reagir fortemente a certos alimentos durante a digestão. Uma pequena quantidade de ácido do estômago é forçado até o esôfago desprotegido e química resultante queimadura causa dor moderada a grave.

Sob circunstâncias normais, o esôfago, que conduz desde a boca até o estômago não deve ser exposto a ácidos do estômago. O estômago contém em si uma camada de muco que protege o forro do poderoso sucos digestivos.

O esôfago não tem essa proteção, mas ele tem um músculo do esfíncter perto do estômago, que deveria funcionar como uma válvula unidirecional. Se esse esfíncter se torna fraco ou oprimido, o conteúdo do estômago pode ser forçado a voltar até o esôfago e causar queimaduras.

Esta condição é chamada de DRGE, curto para doença do refluxo gastroesofágico.

Mesmo se um sofredor azia não tem DRGE, ele ou ela pode ter uma condição temporária chamado refluxo ácido. O estômago pode ser oprimido por uma quantidade excessiva de alimentos ou alimentos que são muito picantes.

O resultado é uma sensação de agitação seguida por uma súbita vontade de vomitar. O esôfago de toda as cordas vocais para o estômago pode ser afetado pela dor azia. azia incidentes graves pode levar à dor excruciante localizado e dificuldade para falar.

O tratamento mais comum para a azia é o consumo imediato de comprimidos antiácidos. Como a produção excessiva de ácido é a causa raiz de azia, esses comprimidos contêm uma 'base' de cálcio e carbonatos. Quimicamente, um ácido torna-se neutralizado quando combinada com uma base.

O excesso de ácido torna-se essencialmente de água, quando comprimidos antiácidos chegar ao estômago. Os comprimidos efervescentes, como Alka-Seltzer trabalho da mesma maneira, embora as bolhas de gás adicionais ajudam a eliminar o ar aprisionado e analgésicos tratar outros sintomas.

Mais recentes avanços na investigação azia resultaram em nova receita e ácido over-the-counter drogas redutoras. Azia, RGE e sofrem de refluxo ácido pode agora ter uma pequena pílula antes de ingerir alimentos problemáticos.

Estes medicamentos, tais como Prilosec e alvo Tagamet o mecanismo de produção de ácido do estômago em si.

Se menos ácido é produzido durante a digestão, o ácido, em seguida, menos vai chegar ao esôfago, se um incidente ocorrer refluxo ácido. Isso deve reduzir a intensidade ea freqüência de dores de azia.

É importante compreender a diferença entre a dor do heartburn severo e um verdadeiro ataque cardíaco ou angina.

Azia é a dor localizada na área central do tórax, enquanto que a dor pode irradiar ataque cardíaco através da parte traseira para baixo e um braço.

Azia sofrem frequentemente relatam uma série de dores aguda no peito, enquanto muitas das vítimas de ataque cardíaco sentir mais de um peso aborrecido.

Em caso de dúvida, é sempre uma boa idéia visitar a sala de emergência mais próximo. É melhor ser enviado para casa com uma receita de anti-ácidos que se auto-diagnosticar dores cardíacas, como azia.

Fonte: www.patopor.com

Azia

DOENÇA DO REFLUXO GÁSTRO-ESOFÁGICO - DRGE

Quase todos sentimos ocasionalmente, geralmente depois duma refeição abundante ou com muita gordura, o refluxo do ácido do estômago para o esôfago o que nos dá uma sensação de queimadura ( no Brasil dizem queimação ), de ardor, de azedo, que pode ir do estômago até à garganta.

Esse refluxo esporádico, ocasional, do conteúdo do estômago ( ácido clorídrico, pepsina, bílis etc. ) é considerado normal, mas pode tornar-se incomodativo, anormal, transformar-se numa doença e necessitar de tratamento.

A Doença do Refluxo Gastro-esofágico ( DRGE ) é a afecção mais frequente do esôfago, e uma das doenças mais frequentes do Aparelho Digestivo, embora só a tenhamos conhecido melhor nos últimos anos.

Como se manifesta o refluxo ?

O sintoma mais frequente é a sensação de queimadura por detrás do externo (a palavra pirose que os médicos utilizam, para traduzir essa sensação, deriva do grego pyrosis que significa ação de queimar). É este significado que devemos dar à palavra azia.

Assim o entende também o Dicionário Houaiss de Sinonimos: azia, acidez, pirose, queimação.

A regurgitação do conteúdo do estômago para o esôfago é quase sempre uma sensação evidente, que acompanha a sensação de queimadura.

A Doença do Refluxo pode causar outros sintomas para além da sensação de queimadura e da regurgitação. Pode ser causa de dor no epigastro ou no tórax.

A dor no tórax pode pôr problemas de diagnóstico diferencial com a dor torácica de origem cardíaca ou de outra origem: óssea, articular, muscular etc. Se tiver dúvidas, o nosso médico, pergunta-nos pormenores sobre o aparecimento da dor e recorre a exames complementares ( Rx do tórax, Electrocardiograma etc.) para chegar a um diagnóstico certo.

Com alguma frequência a DRGE manifesta-se com sintomas da orofaringe ou sintomas respiratórios: ardor,  sensação desagradável na garganta, rouquidão, tosse, asma. 

Em alguns casos, se houver aperto do esôfago, pode haver dificuldade na passagem dos alimentos para o estômago ( disfagia ) ou essa passagem ser dolorosa ( odinofagia ).

Porque é que o refluxo gastro-esofágico acontece ?

O esôfago é um tubo com cerca de 20 cm que leva os alimentos até ao estômago. Nos 2 centímetros finais do esôfago existe uma zona de maior pressão que constitui o Esfíncter Esofágico Inferior ( EEI ). O EEI depois da deglutição dos alimentos abre-se para os deixar passar para o estômago mas contrai-se de seguida para impedir que o conteúdo do estômago reflua do estômago para o esôfago.

No entanto, esse esfíncter ( EEI ) nem sempre funciona bem, nem sempre faz uma tensão suficiente e deixa que o conteúdo do estômago reflua, retroceda, para o esôfago. Chama-se a isso refluxo gastro-esofágico.

As refeições volumosas aumentam a pressão dentro do estômago e facilitam o refluxo mas outros fatores podem contribuir para diminuir a tensão do EEI e facilitar o refluxo:

Nicotina - qualquer tabaco
Alimentos com gordura
Cafeína
Álcool
Gravidez
Hérnia do hiato ( é controversa a importância da hérnia na DRGE. A hérnia do hiato observa-se na maior parte das pessoas depois de 50 anos de idade e não causa qualquer sintoma, há estudos que provam que nalguns casos, a hérnia do hiato, agrava os sintomas da DRGE.
Alguns medicamentos que diminuem a pressão do EEI ( esfíncter esofágico inferior) ou diminuem o movimentos propulsivos. É muito usada a associação dum ansiolítico, com o antiespasmódico clidínio, comercializada com o nome Librax e que pode agravar o refluxo

A doença do refluxo gastro-esofágico é uma doença grave ?

Não. É uma doença muito frequente - atinge 30% ou mais, da população do mundo ocidental - e pode ser muito incomodativa, pode ser causa de má qualidade de vida, mas raramente, muito raramente, tem complicações graves.

Como se faz o diagnóstico do refluxo ?

Na maior parte dos casos os sintomas, são o suficiente, para fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento.

O nosso médico pode, no entanto, mandar fazer alguns exames para nos sossegar, para nos garantir que não há nenhum tumor e para se certificar se há ou não lesões no esôfago causadas pelo refluxo:

A endoscopia alta é o exame mais utilizado e, permite observar o esôfago, o estômago e o duodeno. Em cerca de 50% dos casos a observação endoscópica não mostra nenhuma alteração apesar de haver Doença do Refluxo. A lesão que o endoscopista observa com maior frequência são as erosões na zona final do esôfago. As lesões mais graves, estenose ( aperto ) do esôfago, úlcera do esôfago e esôfago de Barrett, são pouco frequentes.
A manometria e a pHmetria esofágica são testes que permitem medir a pressão e o pH na extremidade do esôfago mas o médico raramente necessita de recorrer a estes testes..

Complicações do refluxo gastro-esofágico:

Em cerca de 50% dos casos a endoscopia não mostra nenhuma alteração. É a chamada Doença do Refluxo Endoscopicamente Negativa ( DREN ) ou Não Erosiva. ( DRNE ).

As complicações graves são felizmente raras. A DRGE é causa frequente de má qualidade de vida mas, a mortalidade, é praticamente nula.

Azia
Na extremidade distal do esôfago observam-se erosões

Azia
Estenose do Esôfago
Na extremidade do esôfago observam-se erosões e um estreito orifício onde só passaram alimentos líquidos.

As erosões do esôfago, que constituem a esofagite péptica, podem ser mais ou menos exuberantes e podem desaparecer com o tratamento. O sangramento destas erosões é pouco frequente mas, pode dar origem a hemorragia aparente ou a pequenas perdas de sangue que causam anemia.

O aperto ou estenose do esôfago é uma complicação rara que pode exigir a dilatação do esôfago para alargar o diâmetro. O aperto do esôfago leva a que os alimentos, sobretudo sólidos, tenham dificuldade em passar para o estômago ( disfagia ). Os alimentos ficam empancados ou empachados no esôfago e não chegam ao estômago.

O esôfago de Barrett é outra complicação rara da DRGE. A mucosa da parte final do esôfago é substituída por mucosa com características histológicas semelhantes à mucosa do estômago e do intestino. É uma complicação rara que exige vigilância com endoscopias e biopsias periódicas porque o esôfago de Barrett pode evoluir para tumor do esôfago.

Complicações da orofaringe são frequentes e são motivo de frequentes consultas ao otorrinolaringologista: ardor, rouquidão.

Complicações pulmonares são possíveis: asma, bronquite, pneumonia.

Tratamento

Há atitudes simples que diminuem o refluxo e podem resolver os casos mais simples:

Não fazer refeições muito volumosas nem com muita gordura
Não nos deitarmos logo após a refeição
Se há excesso de peso emagrecer
Não fumar - o tabaco diminui a pressão do EEI facilitando o refluxo
Beber álcool e café moderadamente
Dormir numa cama com a cabeceira mais alta - medida pouco prática, desagradável e pouco eficaz.

Tomar um antiácido em SOS ( são medicamentos de venda livre). Se estamos com azia, deixar dissolver um comprimido de Maalox (hidróxido de alumínio + hidróxido de magnésio) na boca pode ser o suficiente para obter alívio durante algum tempo. Há muitos anti-ácidos comercializados em Portugal mas alguns contêm cálcio ou/e sódio e devem ser evitados - infelizmente são os mais utilizados. Também se apresentam em saquetas na forma de gel mas são pouco práticas para transportar e ter sempre à mão.

Tratamento farmacológico

A Doença do Refluxo Gastro-esofágico pode manifestar-se por sintomas muito ligeiros que aliviam com um anti-ácido ou mesmo com modificações do estilo de vida e dietéticas como atrás ficou escrito.

Com frequência, para se obter alívio é necessário um tratamento mais eficaz e necessitamos da orientação do nosso médico. O nosso médico ensina-nos a manejar medicamentos inibidores do ácido clorídrico, muito eficazes, que impedem completamente ou quase completamente o aparecimento de sintomas.

Devemos tomar os inibidores do ácido clorídrico ou diariamente ou em dias alternados ou em SOS ( on demand ) quando tivermos queixas. Cada um de nós encontra a melhor maneira de não ter sintomas e ter boa qualidade de vida. A muitas pessoas basta-lhes tomar um comprimido antes das refeições que já sabem que lhes vão causar azia.

Mas o nosso médico ensina-nos também que estes inibidores do ácido clorídrico, tão úteis para impedir o aparecimento da azia de nada servem quando já estamos com azia. Neste caso devemos mastigar um antiácido. Trazer um antiácido na mala de mão é absolutamente necessário para quem quer obter alívio deste sintoma desagradáve.

A DRGE é uma doença crônica, recorrente

Não conhecemos tratamento que cure definitivamente a doença. Quando paramos o tratamento podemos estar tempos longos sem sintomas mas, com frequência, algum tempo depois reaparecerem e então temos que retomar o tratamento.

Como já atrás ficou dito em cerca de 50% dos casos de DRGE a endoscopia é normal. Esta variante da doença chama-se doença do refluxo não erosiva, DRNE, e deve ser tratada como a DRGE erosiva.

Tratamento cirúrgico:

O tratamento cirúrgico anti-refluxo utiliza-se pouco. A moderna técnica laparoscópica pode ser considerada nos indivíduos jovens.
Os casos de DRGE que respondem mal ao tratamento médico também respondem mal ao tratamento cirúrgico. Este argumento, da má resposta ao tratamento médico, para justificar o tratamento cirúrgico é muitas vezes invocado mas é um argumento falso.

Tratamento endoscópico:

O tratamento endoscópico da DRGE está ainda a dar os primeiros passos. Os primeiros resultados da gastroplastia endoscópica feita com um aparelho de sutura começam a aparecer na literatura médica. É ainda cedo para tirar conclusões sobre a eficácia desta técnica.

Fonte: www.gastroalgarve.com

Azia

Azia, também conhecida como refluxo gastroesofágico, ou simplesmente refluxo, é a sensação de queimação causada pelo retorno do suco gástrico para o esôfago.

Quando comemos, os alimentos percorrem o esôfago e, antes de chegar ao estômago, atravessam o esfíncter esofágico inferior que deve manter-se fechado após a passagem do bolo alimentar para impedir que os ácidos digestivos refluam pelo esôfago acima. Às vezes, porém, os músculos desse esfíncter perdem a elasticidade e permanecem abertos, permitindo o refluxo que causa dor e a queimação típica da azia.

Geralmente, a acidez estomacal ocorre após as refeições. O estômago cheio pressiona o suco gástrico que flui para o esôfago, porque o funcionamento do esfíncter está alterado.

A hérnia de hiato, causa mais freqüente do mau funcionamento do esfíncter esofágico inferior, é responsável por muitos casos de azia.

Recomendações

Faça refeições mais leves. Sente-se e coma sem pressa, mastigando bem os alimentos
Não pratique exercícios físicos, nem se abaixe ou se curve após as refeições
Evite beber durante as refeições. Bolo alimentar mais consistente tem menor probabilidade de causar refluxo
Não use cintos ou roupas apertadas na região do abdome
Tente perder peso. A obesidade pode aumentar a incidência de azia
Evite chás, café, bebidas alcoólicas, chocolate e comidas gordurosas. Procure analisar os alimentos ingeridos antes das crises para identificar os possíveis causadores dos sintomas
Não fume
Aumente a salivação com gomas de mascar ou balas duras. A saliva pode aliviar a dor
Evite refeições perto do horário de deitar-se. Durma com travesseiros mais altos ou eleve a cabeceira da cama com um calço
Antiácidos podem aliviar os sintomas, mas seu uso excessivo deve ser sempre evitado, especialmente por portadores de glaucoma, diabetes, doenças cardíacas porque o sal neles contido pode elevar a pressão arterial.

Advertência

A dor provocada pela azia pode confundir-se com a dor da angina. No entanto, difere-se desta por não estar relacionada a esforços físicos e normalmente piorar quando a pessoa se deita.

Se os sintomas vierem acompanhados de náusea, tontura ou falta de ar, ou ainda a dor no peito irradiar-se para o braço ou mandíbula, procure assistência médica imediatamente, pois esses sintomas podem indicar um ataque cardíaco.

Azia: sintoma de mal crônico

Cerca de 10% dos adultos sofrem de azia quase todos os dias, e de 35% a 40% apresentam ocasionalmente esse sintoma.

A azia é o sintoma mais característico de refluxo do suco gástrico para o esôfago (refluxo gastro-esofágico).

A sensação de azia ou queimação costuma surgir nas duas primeiras horas depois da refeição, especialmente quando a pessoa se deita, e melhora com antiácidos.

Os sintomas incluem os casos clássicos de queimação no trajeto do esôfago e gosto ácido na boca, até crises de asma noturna, tosse e dores no peito que simulam ataques cardíacos.

Além desses, podem surgir outros conseqüentes a complicações do refluxo: ulcerações no esôfago, diminuição do diâmetro esofágico causada por cicatrização de úlceras e o chamado esôfago de Barrett, caracterizado por alterações específicas da mucosa do órgão e aumento da probabilidade de câncer.

O diagnóstico de refluxo geralmente é estabelecido através da endoscopia, seguida ou não de biópsia da mucosa do esôfago para documentar sinais de inflamação. Cerca de 50% das pessoas com queixa de azia, no entanto, não apresentam alterações inflamatórias sugestivas de esofagite.

Por isso, o teste de monitorização do pH esofágico durante 24 horas é considerado o exame definitivo para o diagnóstico de refluxo. Se o aparelho acusa uma queda no pH no instante em que surgem sintomas, o refluxo está caracterizado mesmo que a endoscopia esteja normal.

A tendência moderna é considerar o refluxo como doença crônica. Seus sintomas podem desaparecer com o tratamento, mas retornam rapidamente com sua interrupção.

Mudanças do estilo de vida podem aliviar significativamente os sintomas. Elevar a cabeceira da cama a uma altura de 15 a 20 centímetros (muitos usam listas telefônicas como calços), pode dificultar a subida de suco gástrico pelo esôfago. Da mesma forma, dormir deitado sobre o lado esquerdo costuma reduzir o refluxo (enquanto deitar sobre o lado direito, de bruços ou de costas aumenta).

Como o refluxo surge quase sempre depois das refeições, é importante não comer exageradamente nem tomar muito líquido para evitar distensão do estômago.

Dietas gordurosas não são recomendadas, porque a gordura retarda o esvaziamento gástrico.

Quem sofre de refluxo só deve deitar-se três horas depois de uma refeição. É importante, também, não ingerir bebidas alcoólicas antes de ir para a cama e não fumar, porque a nicotina estimula o refluxo.

Medicamentos como os chamados antagonistas do receptor-H2 (cimetidina, ranitidina e outros) reduzem a produção de ácido no estômago e podem ser muito úteis. Por razões desconhecidas algumas pessoas respondem melhor a um desses agentes do que a outros, mas a regra geral é de que, quando não ocorre resposta a um deles, dificilmente haverá a outro medicamento dessa classe.

Supressão mais eficaz da produção de ácido pode ser conseguida com os chamados inibidores de bomba de prótons (omeprazol, lansoprazol, esomeprazol e outros), o que explica a preferência dos médicos por essas drogas.

Uma vez que o controle da produção de ácido tenha sido obtido, o tratamento deverá ser mantido indefinidamente. Os inibidores de bomba parecem ser drogas que podem ser mantidas por muito tempo sem efeitos indesejáveis. A experiência européia de vinte anos com o uso continuado desses medicamentos reforça a confiança neles.

Medicamentos que promovem a motilidade e ajudam o esvaziamento gástrico podem ser úteis, também. A descrição de arritmias cardíacas associadas a um deles (cisaprida), entretanto, reduziu muito o emprego desses agentes.

Em certos casos, uma cirurgia pode evitar o inconveniente de tomar medicação pelo resto da vida: a fundoplicação, procedimento feito por laparoscopia, através do qual uma área do estômago é usada para "encapar" a parte terminal do esôfago. Embora alguns cirurgiões experientes relatem um índice de sucesso de até 90%, a experiência com esse tipo de operação ainda é limitada porque o procedimento passou a ser utilizado em larga escala apenas nos últimos cinco anos.

Vale lembrar que muitas pessoas com refluxo não apresentam sintomas típicos. Elas se queixam de tosse (principalmente noturna), irritação na garganta e crises de asma disparadas por espasmos dos brônquios provocados pela microaspiração de suco gástrico.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

Azia

Para facilitar a compreensão vamos considerar azia, como uma sensação de ardor/dor no “estômago”, que pode irradiar ao longo da face anterior do peito.

Definida desta forma, sabemos que uma percentagem muito elevada da população portuguesa, sofre ocasional ou continuamente de azia e, com frequência tem azia durante a noite.

A azia noturna é um elemento perturbador do sono, causa uma incomodidade significativa e com frequência afeta a capacidade para o exercício da profissão no dia seguinte. Mas, não é apenas a incomodidade ou a repercussão negativa no desempenho laboral que tornam a azia nocturna preocupante.

Na realidade, uma maior intensidade e frequência das queixas de azia e o seu aparecimento durante o sono, determina muitas vezes inflamação do revestimento interior do esôfago, denominada esofagite de refluxo, úlceras esofágicas e, à medida que os anos decorrem e as queixas persistem, é maior a probabilidade de ocorrência de cancro do esôfago.

Que podemos fazer?

Durante a noite, quando deitados, será mais fácil em certas condições, que o conteúdo do estômago possa refluir para o esôfago e aí permanecer por longos períodos.

Esta é a razão do aparecimento de azia nocturna, que nos acorda, que pode ocasionar acessos de tosse durante o período de sono e ainda determinar uma sensação de engasgamento.

Podemos talvez reduzir as crises de azia nocturna, se não comermos nada nas 3 ou 4 horas antes de deitar e se elevarmos ligeiramente a cabeceira da cama durante a noite. Também pode contribuir para minorar a frequência e intensidade da azia, uma redução de peso, do consumo de tabaco, álcool e café.

O recurso a refeições menos volumosas, com pouca gordura e poucas bebidas gasosas, pode também diminuir a frequência ou intensidade das queixas de azia.

Azia – devemos procurar o seu tratamento

A Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva aconselha o tratamento adequado destes sintomas, o que é hoje fácil uma vez que dispomos de medicamentos muito eficazes para aquele objetivo.

Todas as pessoas com queixas frequentes de azia devem consultar o seu médico assistente, ou gastrenterologista, no sentido de obterem os melhores conselhos para a sua saúde.

Fonte: www.gastroweb.com.br

Azia

Azia - o que é?

Para facilitar a compreensão vamos considerar azia, como uma sensação de ardor/dor no estômago, que pode irradiar ao longo da face anterior do peito.

Definida desta forma, sabemos que uma percentagem muito elevada da população portuguesa, sofre ocasional ou continuamente de azia e, com frequência tem azia durante a noite.

A azia nocturna é um elemento perturbador do sono, causa uma incomodidade significativa e com frequência afeta a capacidade para o exercício da profissão no dia seguinte. Mas, não é apenas a incomodidade ou a repercussão negativa no desempenho laboral que tornam a azia nocturna preocupante.

Na realidade, uma maior intensidade e frequência das queixas de azia e o seu aparecimento durante o sono, determina muitas vezes inflamação do revestimento interior do esôfago, denominada esofagite de refluxo, úlceras esofágicas e, à medida que os anos decorrem e as queixas persistem, é maior a probabilidade de ocorrência de cancro do esôfago.

Que podemos fazer?

Durante a noite, quando deitados, será mais fácil em certas condições, que o conteúdo do estômago possa refluir para o esôfago e aí permanecer por longos períodos. Esta é a razão do aparecimento de azia nocturna, que nos acorda, que pode ocasionar acessos de tosse durante o período de sono e ainda determinar uma sensação de engasgamento.

Podemos talvez reduzir as crises de azia nocturna, se não comermos nada nas 3 ou 4 horas antes de deitar e se elevarmos ligeiramente a cabeceira da cama durante a noite. Também pode contribuir para minorar a frequência e intensidade da azia, uma redução de peso, do consumo de tabaco, álcool e café. O recurso a refeições menos volumosas, com pouca gordura e poucas bebidas gasosas, pode também diminuir a frequência ou intensidade das queixas de azia.

Fonte: www.sped.pt

Azia

Preste atenção aos sintomas: queimação na altura do estômago e parte superior do abdome

Uma leve azia, que vai se tornando freqüente e mais intensa. Aí surge a dúvida e se procura um médico. Um dos possíveis diagnósticos é a gastrite, que, segundo definição do presidente da Fundação de Gastroenterologia e Nutrição de São Paulo (Fugesp), Antonio Laudanna, é 'um processo inflamatório do tecido que reveste o estômago internamente, a mucosa.'

Loudanna, que é professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), explica quem sofre de gastrite, de um modo geral, pode apresentar queimação na altura do estômago e na parte superior do abdome. 'A sensação de pirose (termo médico para queimação), pode se estender até o esôfago, na altura do esterno (osso localizado no meio do peito)', diagnostica o médico.

Além das dores e queimação, estão entre os sintomas de alguns casos de gastrite soluços, eruptações (arrotos), perda de apetite, náuseas, sensação de estômago cheio e vômitos. Nas formas mais graves, podem ocorrer hemorragias.

Azia

Muita gente confunde a gastrite com a azia ou uma má digestão, que é a dificuldade do estômago em digerir os alimentos.

A azia é uma queimação no peito, mas não tem relação com o coração. Na verdade, está relacionada ao esôfago (o tubo que conecta a garganta ao estômago) e ao estômago propriamente dito. O esôfago para trás do esterno (nome do osso que fica no meio do peito, unindo as costelas), e, portanto, sua inflamação causam sensação de queimação no peito/coração.

A azia ocorre porque o ácido do estômago 'volta' (reflui) para a parte inferior do esôfago, provocando dor e azia (queimação). O termo médico para este fato é refluxo gastroesofágico. Os ácidos do estômago, liberados para fazer a digestão, não atacam o estômago porque este tem uma camada protetora que não existe no esôfago, o que o torna vulnerável à ação dos ácidos.

Mal-estar

Na má digestão, normalmente, a pessoa pensa que está com azia, sente o estômago cheio, sente mal-estar geral. É que na má digestão, geralmente, a causa está nos mesmos fatores que provocam a azia. Neste caso, no entanto, deve-se destacar a ação da herança, do estresse, dos distúrbios psicológicos e alterações dos movimentos do estômago e dos intestinos.

Em geral a administração de antiácidos a base de hidróxido de aluminio promove alivio imediato da azia e da má digestão.

Fonte: www.saude.df.gov.br

Azia

Azia

Reunir os amigos e comer aquela feijoada deliciosa e suculenta é tudo de bom, o problema é depois quando uma queimação começa e dá vontade de “cuspir fogo”, o que será que está acontecendo?

Isso é a clássica Pirose ou mais conhecida popularmente como azia que é causada pelo retorno do suco gástrico para o esôfago e isso acontece quando o estomago está cheio, aquele ardor ou queimação é provocado pelo ácido gástrico (e por sua vezes também de bílis).

Vale ressaltar que a azia é ocasionada pela ingestão de alimentos inadequados, que são temperados em excesso, gordurosos, café, refrigerantes, bebidas alcoólicas e fumo, excesso de frutas cítricas e alguns medicamentos usados a longo prazo.

É recomendado que :

Se coma refeições leves
Evite chás, café, bebidas alcoólicas, chocolate e comidas gordurosas
Diminua as Frituras
Não coma antes minutos antes de dormir
Não beba durante as refeições
Tomate e molho de tomate
Não Fume
Coma devagar e mastigue vagarosamente
Pratique exercícios físicos

Em crises de azia um antiácido ajuda a aliviar o sintoma de queimação, mas tenha em mente que o uso contínuo pode dar reações adversas como a diarreia.

Se o sintoma persistir procure um médico imediatamente e se for o caso ele recomendará uma endoscopia, é importante dar atenção a azia, pois ela pode ser um aviso de uma possível gastrite ou até mesmo uma úlcera.

Fonte: www.zevariedades.com

Azia

A azia é um prejuízo da função de digestão, caracterizado por desconforto epigástrico após as refeições. (indigestão).

É importante determinar a causa desse desconforto, já que pode estar caracterizando doenças como câncer, doenças da vesícula biliar, apendicite crônica, gastrite ou úlcera.

Tem-se como causas de indigestão o estresse, mastigação rápida, excessos, alergia alimentar, entre outros.

A obesidade e o fumo também prejudicam a boa digestão.

De uma maneira geral, a dieta deve ter uma consistência macia, ser fracionada em intervalos regulares e em pequenos volumes, além disso manter uma mastigação adequada , exclusão de cigarro e a atentar-se a alimentos que causem mal-estar, como por exemplo: Bebidas alcoólicas (nocivo à mucosa), pimenta, mostarda, cravo, canela, noz moscada (nocivos à mucosa), carnes (purina),café e chás pretos e refrigerantes cola (cafeína), chocolate chás café (metilxantinas) (estimulam a secreção ácida), excesso de cálcio e proteínas (estimulam a secreção ácida) , refrigerantes (gás) , e frituras (acroleína) (estimulam a secreção ácida).

Fonte: www.rgnutri.com.br

Azia

Um problema muito comum

Às vezes, depois de comermos, sentimos uma sensação de queimação que sobe do estômago em direção à garganta.

É a popular azia, um problema estomacal que afeta as pessoas quando elas comem exageradamente alimentos muito condimentados ou bebem demais. Esse sintoma desagradável também atinge as mulheres durante a gestação. Saiba um pouco mais sobre esse desconforto e como evitá-lo.

A azia também é conhecida como refluxo gastroesofágico e é causada pelo retorno do suco gástrico do estômago para o esôfago. Quando a comida é engolida, ela passa pelo esôfago, atravessa o esfíncter esofágico interior (uma musculatura que regula o trânsito do bolo alimentar) e chega ao estômago. Depois que o alimento passa, essa musculatura é fechada para impedir que os ácidos voltem pelo esôfago. Porém, pode acontecer do esfíncter perder a elasticidade e não conseguir manter a musculatura contraída, o que faz o líquido retornar provocando dor e queimação.

No caso das grávidas, a mulher passa por um processo de retenção de líquido muito grande e a musculatura funciona de forma alterada, desregulando o controle da passagem dos alimentos. Com isso, elas estão propensas a ter mais azia que o habitual. Outro fator que contribui para o desconforto é o crescimento do útero que pressiona gradativamente o estômago para cima e com isso o refluxo de líquido é mais freqüente nessa época.

Não faça uso de remédios

É muito comum beber leite quando sentimos azia, mas isso deve ser evitado. O leite não é remédio e, por isso, não tem a capacidade de neutralizar os ácidos do estômago. Ao contrário, como é alimento, induz o órgão a uma nova produção de ácidos para digeri-lo. O efeito momentâneo pode até ser de alívio, mas algum tempo depois a queimação volta.

Popularmente conhecidas, as cápsulas de antiácido ajudam na neutralização dos ácidos no estômago, mas ninguém deve fazer uso delas freqüentemente. Além delas, outros remédios em pílulas ou líquidos (o famoso leite de magnésia) podem ajudar, porém devem ser indicados por um médico. Se os sintomas persistirem, o melhor é procurar um especialista para verificar se o quadro não se agravou ou se a azia age como sintoma de alguma outra inflamação.

Alimentação influencia

A sensação de queimação provocada pela azia costuma ocorrer depois das refeições, principalmente após a ingestão de alimentos condimentados, picantes, ácidos, gordurosos, bebidas alcoólicas ou até mesmo pelo exagero de comida. Hábitos ruins de alimentação influenciam, pois prejudicam o bom funcionamento do organismo. Quando o esôfago já está lesado pelos ácidos e ainda recebe mais alimentação condimentada, o quadro tende a se estender ou a se agravar.

Para evitar a azia ou outros problemas decorrentes da ação dos ácidos estomacais, o melhor caminho é corrigir hábitos alimentares. Frituras, frutas ácidas e outros alimentos mais condimentados devem ser consumidos com moderação. Bebidas gasosas ou que contenham cafeína (chá e café) também podem contribuir para a azia. Consumir mais legumes, verduras e frutas contribui para uma melhor qualidade de vida.

Dicas

Modere a quantidade de comida, evite ficar em jejum e passe a fazer refeições regulares sem pular nenhuma delas.
Observe o que vai para o seu prato. Modere a quantidade de frituras, alimentos condimentados, apimentados, ácidos e com muito tempero. Molhos de tomate, pimenta e mexicano podem contribuir para a azia.
Evite beber sucos ácidos, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Eles também contribuem para aumentar a acidez.
Beba muito líquido para deixar o corpo sempre hidratado.
Não tome remédio sem saber se deve. Às vezes o antiácido não é recomendado e o quadro fica agravado sem querer. Procure um médico antes.
A reeducação alimentar pode ser a saída para acabar com os problemas. Peça a orientação de um nutricionista e monte um cardápio saudável. - Se a azia for freqüente, o melhor é procurar um médico gastroenterologista. Ela pode ser o sintoma de alguma inflamação e só um especialista pode identificar.

Fonte: www.igeduca.com.br

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