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Babosa ( Aloe Vera )

O Poder Curativo da Babosa

Babosa ( Aloe Vera )

A babosa, podemos dizer que ela é uma das plantas curativas mais perfeitas que encontramos na Natureza.

Basta dizer que dos 22 aminoácidos de que nosso organismo precisa, ela responde com 18. Sem exagero é uma completa farmácia, que Deus pôs gratuitamente à disposição das pessoas. Embora não seja propriamente um remédio... mais do que um remédio é um integrador alimentar. Ela fortalece o sistema imunológico enfraquecido. Noutras palavras, reforça as defesas naturais do organismo, que, ao longo dos anos, podem ir cedendo por fatores físicos (má alimentação, cigarros, bebidas) ou psíquicos (frustrações, fracassos), e cedendo às resistências, abre-se o caminho à instalação de doenças.

Então a babosa começa fazendo uma imensa varredura no organismo, limpando o sangue. E com o sangue limpo, tudo começa a funcionar bem. Mais ou menos como um carro, quando você lhe coloca combustível de boa qualidade.

A maior sensação da babosa é a sua capacidade de curar o câncer. Muitos tipos de câncer: cérebro, pulmão, fígado, intestino, garganta, mama, útero, ovário, próstata, rins, pele, leucemia... Além do câncer, cura outras doenças também, como alergias, aftas, asma, anemia, cólicas, cãibras, artrose, queimaduras, insolação, doenças de pele, gangrena, diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção na bexiga e rins, reumatismo, insônia, icterícia, lepra, dor de ouvido, cabeça, fígado e estômago, picada de insetos, próstata, úlceras gástricas, varizes, verrugas e vermes. Como vê é uma farmácia completa.

AIDS não cura, mas freia, trava o processo do vírus, de tal forma que depois de três ou quatro doses recupera o seu organismo, sobretudo o fígado, que é o primeiro a desmoronar.

Babosa ( Aloe Vera )

Qualquer pessoa por mais simples, até analfabeta, até uma criança que sabe fazer batida de mamão pode preparar a poção. Equipamento especial, nenhum. Um liqüidificador e pronto. Porque a força curativa está na própria planta.

A babosa não tem contra-indicações. Sua múltipla ação como fungicida, bactericida, laxante, diurético, só pode beneficiar o organismo. Só pode restaurá-lo. Não destrói nada, ao contrário, repões o que lhe falta. Criança pequena não faz diferença. Se ela está doente, a dose é mesma de adultos. Mas se quer tomar apenas como reforço ao seu sistema imunológico, aconselharia a começar de uma colherinha de chá e ir aumentando até uma dose maior.

Durante o tratamento, podem acontecer reações estranhas, porque o organismo está se livrando das toxinas que as pessoas têm dentro de si.

Então, por exemplo, ela pode ter desarranjo intestinal; coceiras, pequenas manchas na pele, pode até ter bolhas, fazes mais fétidas, urina mais escura, erupções nas pontas dos dedos e coisas do gênero.

Portadores de câncer, que não suspendam o tratamento, por que isto é bom sinal. É um sintoma ótimo, significa que o preparado está produzindo seus efeitos.

Babosa ( Aloe Vera )

Como preparar: Babosa

1- Duas, três ou mais folhas de babosa, de maneira que postas em fila, somem um metro; meio quilo de mel puro e umas quatro colheres de alguns destes destilados: cachaça de alambique, conhaque, Wisque... Cortar os espinhos das folhas, limpa-las do pó com um pano, pica-las e colocar tudo junto no liqüidificador.

2- A mistura obtida deve ser guardada longe da luz, de preferencia na geladeira.

3- Tomar 3 colheres de sopa ao dia: manhã, meio dia e noite, uns quinze minutos antes da refeição, quando as pepsinas do organismo estão ansiosas para entrar em ação e assim levam os elementos curativos até os confins do corpo. O álcool, que ajuda a dilatar os vasos sanguinios, favorece esta viagem de limpeza geral.

4- O tratamento dura 10 dias e, para repeti-lo deve-se aguardar algum tempo.

5- Quando a coleta das folhas, prefiram-se as mais velhas, colham-se antes do nascer do sol ou depois do sol posto. Nunca em pleno sol, por causa das radiações ultra - violetas e, geralmente uma semana depois da chuva.

Obs: o preparo caseiro da babosa, com casca, não deve ser tomado de forma continuada. Mas só umas quatro vezes ao ano. Aos que são portadores de câncer, aconselha-se um intervalo de 15 dias. Desaconselha-se este preparado para gestantes mães que amamentam. É que a casca da planta possui uma substancia chamada GLICOSIDO BARBALOIN, que age sobre as células do intestino grosso, podendo provocar parto prematuro, por causa do possível aumento de contrações do útero.

ELA ATACA A RAIZ DE TODAS AS DOENÇAS

Ana Esmeralda Lucas

Fonte: www.nucleoalquimico.com.br

Babosa ( Aloe Vera )

EFEITOS FITOTERÁPICOS E HOMEOPÁTICOS DA BABOSA

 

1 - INTRODUÇÃO
O nome Aloe vera seria originário do hebráico halal ou do arábico alloeh (= substância amarga, brilhante) e do latim vera (= verdadeira). Ao que tudo indica, ela é considerada uma planta poderosa há muito tempo. Antigos muçulmanos e judeus acreditavam que a babosa representava uma proteção para todos os males e, por isso, usavam as folhas até penduradas na porta de entrada da casa. Alexandre, o Grande, teria conquistado as Ilhas de Socotorá, no Oceano Índico (século IV a.C.), porque lá vegetava abundantemente um tipo de babosa que produzia uma tinta violácea. Há quem diga, entretanto, que na verdade, o conquistador conhecia os poderes cicatrizantes da babosa e seu principal interesse nas ilhas era ter plantas suficientes para curar os ferimentos dos seus soldados após as batalhas. Sendo que personagens importantes na história, como Cleópatra e Alexandre, o Grande, eram seus admiradores (VIANA, 1997).
Desde a antiguidade, as plantas medicinais já eram utilizadas para a cura de inúmeras doenças. Registros históricos de 5 mil anos mostram que os sumérios já usavam ervas para fins medicinais. O primeiro livro sobre ervas já registrado data de 2700 A.C e vem dos chineses com uma lista de 365 plantas (BIAZZI, 2003).
Atualmente, a medicina progride em todos os sentidos, mas o interesse crescente pela fitoterapia e pela homeopatia como opções terapêuticas vem crescendo dia-a-dia (Oliveira, 1992). A fitoterapia consiste no conjunto das técnicas de utilização dos vegetais no tratamento de doenças e na recuperação da saúde. Como método terapêutico, a fitoterapia faz parte dos recursos da medicina natural.
Hoje, das 300 mil plantas conhecidas, umas 2000 são utilizadas pela medicina, e em todos os grandes centros comerciais do mundo (BIAZZI, 2003). Calcula-se que o Brasil disponha de algo entre 60 a 250 mil espécies vegetais, onde 40% delas devem conter propriedades terapêuticas (OLIVEIRA, 1992).
Os índios americanos já a chamavam de varinha de condão celeste quando Cristóvão Colombo a descobriu, dando-lhe o nome de médico vegetal.

Na Grécia antiga, suas aplicações curavam desde a dor de estômago até a queda de cabelo, passando pelas alergias, dores de cabeça, manchas na pele, queimaduras e ferimentos em geral.
Cientistas soviéticos descobriram, recentemente, que ela é capaz de curar também congestão nasal.
Conhecida há pelo menos três mil anos, somente, no último século é que a misteriosa e mágica babosa - chamada também de Aloe vera - conquistou o interesse da ciência oficial.
Hoje em dia, vários centros de pesquisa nos hospitais e na indústria cosmética estão trabalhando para conhecê-la e aplicá-la nas suas múltiplas funções (VIANA,1997).
Dentre as plantas populares, a babosa é uma das mais que merece destaque. Em quase todos os balcões de cosméticos exibem xampus e cremes para a pele contendo o Aloe vera, como também é conhecido. O valor dessa planta reside em sua capacidade de regenerar tecidos danificados, o que faz com bastante eficiência. Provavelmente nativa da África, sendo cultivada em regiões tropicais e subtropicais. A babosa da farmacopéia britânica é um extrato resinoso, indicado por seus efeitos laxantes. A babosa contém glicosideos antraquinônicos semelhantes aqueles da cáscara-sagrada e do sene. A medicina descobriu novas aplicações para a planta, como ungüento para tratamento de queimaduras por irradiação. É possível que a espécie tenha se originado nas ilhas de Cabo Verde e, nos primórdios da história, tenha aparecido no Egito, na Arábia e na Índia.
O presente trabalho procurou apresentar de maneira sintetizada a planta medicinal Aloe vera L., suas denominações, descrição botânica e fins medicinais.

2 - CONTEÚDO
Nome popular: BABOSA
Nome científico: Aloe vera L.

Família: Liliáceas
Origem: Sul da África
Sinonímia: Erva-babosa e caraguatá

DESCRIÇÃO
Plantas perenes, arbustivas, raízes longas e de um amarelo intenso internamente. Caules tenros, eretos ou levemente decumbentes. Folhas simples, alternadas, sésseis, tenras e engrossadas, longas, lanceoladas, acuminadas, bordos com fortes dentes espinhosos. São também inodoras ou de aroma fraco, suculentas e mucilaginosas, de sabor muito amargo. Esta espécie tem as folhas verde-escuras e sem manchas em ambas as faces.
Flores vermelhas, actinomorfas, hermafroditas com o perigônio tubuloso formado por seis pétalas, com filetes subulados e anteras longas. Ovário trilocular com os lóbulos pluriovulados e o estilete filiforme. Inflorescência em rácimos, florescimento no inverno, geralmente de maio a junho.
Frutos na forma de cápsulas trigonas e deiscentes, com três lóculos. Sementes pequenas, nas rosas e escuras (CASTRO & CHEMALE, 1995).
Constituintes químicos principais: Barbalodina, aloína (purgativo), aloquilodina, aloetina, aloeferon (cicarizante), ácido pícrico, resinas, mucilagem e vitaminas E e C.
Indicações: O suco das folhas são emolientes (amaciante de pele) em muitas loções e cremes para a pele, ungüentos, xampus e resolutivo, quando usado topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda de cabelos.
A polpa é antioftalmica, vulneraria e vermífuga. A folha, despida de cutícula é um supositório com efeito calmante nas retites hemorroidais. É ainda utilizada externamente nos casos de entorces, contusões, dores reumáticas e muito utilizado em casos de ferimentos e queimaduras menos importantes, sendo tanto de uso doméstico, quanto de uso farmacêuticos.

Partes usadas: Folhas, polpa e seiva.
Outros usos: A polpa macerada com açúcar ou mel é usada na alimentação de certos povos asiáticos. As fibras são utilizadas para a fabricação de cordoalhas, esteiras e tecidos grosseiros.
Toxicologia: Não deve ser ingerida por mulheres durante a menstruação ou gravidez. Também deve ser evitado o seu uso interno nos estados hemorroidários. Não usar internamente em crianças.
Preparo e dosagem:

Suco – uso interno do suco fresco como anti-helmíntico
Cataplasma – Aplicar sobre queimaduras três vezes ao dia
Supositório – Em retites hemorroidais
Resina – É a mucilagem após a secagem. Prepare-se deixando as folhas penduradas com a base cortada para baixo por um ou dois dias. Esse sumo é seco ao fogo ou ao Sol, e quando quebradiço pode ser transformado em pó. Tomar 0,1g a 0,2g dissolvida em água com açúcar, como laxante
Tintura – Usa-se 50 g de folhas descascadas, trituradas com 250ml de álcool e 250 ml de água, a tintura é coada em seguida. Deve ser utilizada sob a forma de compressas e massagens nas contusões, entorces e dores reumáicas
Tintura – Utiliza-se 2,5g de resina em 100 ml de álcool a 70º GL. Deixa-se em recipiente fechado, em local quente, durante 7 dias, findos os quais filtra-se e completa-se o volume restante para 1 litro. Usam-se 5 a 10 gotas como estomacal e 20 a 40 gotas como laxativos, dissolvidas em meia xícara de água com açúcar.

3 - CONCLUSÃO
Concluiu que as pessoas anseiam em voltar ter um modo de vida mais natural, utilizando plantas naturais para tratar doenças dores e incômodos, como nossos ancestrais. E hoje com os estudos comprovaram-se vários benefícios trazidos pelo uso da Aloe vera L.

4 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BIAZZI, E. O Maravilhoso poder das plantas. Casa Publicadora BrasileiraTatuí-SP. 14 edição, 2003. 126p.
BLANCO, R. A. Disponível em:
www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/babosa1.html.Acesso em 16/09/2007
CASTRO, L. O. & CHEMALE, V. M. Plantas Medicinais, condimentos e aromáticas: descrição e cultivo. – Guaíba: Agropecuária, 1995. 196p.
MARTINS, E. R. et al. Plantas Medicinais. – Viçosa: UFV, 2000. 220p. VIANA, P.; ALOE VERA, A PLANTA MILAGROSA.Disponível em;
www.nossosaopaulo.com.br/AloeVeraForever/FLP_AloePlantaMilagrosa.htm. Acesso em 16/09/2007

PALHARIN, Luiz Henrique Di Creddo
FIGUEIREDO NETO, Eliseu
CAMARGO LOPES, Matheus Pereira
BOSQUÊ, Gisleine Galvão

Fonte: www.revista.inf.br

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