
Aloe Vera é uma das mais de 400 espécies do gênero: Aloe, usada principalmente pelas suas propriedades medicinais ou como planta ornamental. As folhas de Aloe Vera contém um tipo de gel e é essa substância que é utilizada pela medicina alternativa. No Brasil, a Aloe Vera também é conhecida como babosa.
Externamente, o gel de Aloe vera é utilizado principalmente para tratar de problemas de pele como queimaduras(pelo sol ou por exposição ao fogo), para cicatrização de feridas, como tratamento para problemas causados pela pele seca, como eczemas.
O gel de Aloe vera também pode ser usado para fins cosméticos, como hidratantes, sabonetes, xampús, entre outros. O gel de Aloe vera também pode ser encontrado em produtos de consumo como iogurtes e bebidas, que contém pedaços da polpa.
Para uso interno, estudos indicam que a Aloe Vera também tem efeitos laxativos, porém, outros estudos indicam que laxantes que contém Aloe Vera podem aumentar o risco de câncer. Nos Estados Unidos, o órgão que controla os remédios (USFDA) proibiu a venda de laxantes que utilizam as propriedades da Aloe Vera.
Fonte: www.dietaesaude.org

A Babosa tem auxiliado no tratamento de vários tipos de câncer: cérebro, pulmão, rins, pele, leucemia. É antitetânica. Também é de grande ajuda nos tratamentos de: alergias altas, asma, anemia, cólicas, câimbras, artrose, queimaduras, insolação, doença de pele, gangrena , diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção da bexiga e rins, reumatismo, insônia, icterícia, lepra, dor de ouvidos, de cabeça, de fígado, de estômago, picadas de insetos, próstata, úlceras gástricas, varizes, verrugas e vermes.
É uma das plantas curativas mais perfeitas que encontramos na natureza (é uma farmácia completa). Dos 22 aminoácidos que o nosso organismo precisa, ela responde por 18. Mais que remédio, é um integrador alimentar.
Ela fortalece o nosso sistema imunológico enfraquecido. Noutras palavras, reforça as defesas naturais do nosso organismo que ao longo dos anos, podem ir cedendo por fatores físicos (alimentação errada, cigarro, bebida, etc.) ou psíquicos (frustrações, fracassos, etc.). E cedendo as resistências, abre-se o caminho à instalação de doenças. Então, a Babosa começa fazendo uma varredura no organismo, limpando o sangue. E, com o sangue limpo, tudo começa a funcionar bem: é como um carro, quando você lhe coloca um combustível de boa qualidade.
Toda a planta apresenta maior ou menor grau de toxicidade. No caso específico da babosa, o FDA (órgão governamental que controla os remédios e alimentos nos Estados Unidos, antes de liberá-los para o consumo público), declarou-a uma planta absolutamente segura.
A Babosa tem auxiliado no tratamento de vários tipos de câncer: cérebro, pulmão, rins, pele, leucemia. É antitetânica. Também é de grande ajuda nos tratamentos de: alergias altas, asma, anemia, cólicas, câimbras, artrose, queimaduras, insolação, doença de pele, gangrena , diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção da bexiga e rins, reumatismo, insônia, icterícia, lepra, dor de ouvidos, de cabeça, de fígado, de estômago, picadas de insetos, próstata, úlceras gástricas, varizes, verrugas e vermes.
Não cura, mas freia, trava o processo do vírus de tal forma que a pessoa, depois de 3 ou 4 doses, recupera seu organismo, sobretudo o fígado, que é o primeiro órgão a desmoronar.
1- Na coleta das folhas, prefira as mais velhas; colha-as antes do nascer do Sol e depois do Sol posto. Nunca em pleno Sol, por causa das radiações ultra-violetas e, geralmente, uma semana depois da chuva (Na Universidade de Israel – onde chove pouco – as pesquisas concluíram que as folhas, quanto menos água contém, mais eficazes são). Não colher a Babosa em flor (toda a energia da planta estará direcionada para a flor).
2- Escolha duas, três ou mais folhas de babosa, de maneira que postas em fila somem um metro (300 a 400 gramas); meio quilo de mel puro e 40 a 50ml de bebida destilada: cachaça de alambique, gaspa, conhaque, uísque, tequila, etc. Limpe as folhas do pó com um pano ou esponja; corte os espinhos das folhas; e, depois picá-las (sem remover a casca); colocar os pedaços no liquidificador juntamente com os outros ingredientes e bater, não sendo necessário coar;
3- A mistura obtida deve ser guardada longe da luz e, de preferência na geladeira (envolver o frasco em embrulho escuro, folha de alumínio ou vidro de cor âmbar). Fora da geladeira não azeda.
Tomar 3 colheres de sopa no dia: manhã, meio dia e noite, uns quinze minutos antes da refeição, quando as pepsinas do organismo estão prontas para entrarem em ação, e assim, levarem os alimentos até os confins do corpo. O álcool ajuda a dilatar os vasos sanguíneos e favorece esta viagem de limpeza. Agitar o frasco antes de tomar. Iniciado o tratamento tomar todo o frasco.
Se está doente, a dose é a mesma do adulto. Mas, se for tomá-la como reforço ao seu sistema imunológico, deve-se começar com uma colher de chá e ir aumentando até a dose maior.

Iniciado o tratamento, ingerir o conteúdo todo do frasco. Se o problema for câncer, terminada a primeira dose, submeter-se a exames médicos. O resultado das análises dirá a atitude cabível. Se não houver cura nem melhoras, é preciso repetir a operação, observando-se curto intervalo de tempo (três, cinco ou sete dias). Tal procedimento (de repetir a dose) deve-se tê-lo tantas vezes quantas forem necessárias para eliminar o mal. Somente após os primeiros três a quatro frascos sem êxito desejado deve-se recorrer a uma dose dupla, ou seja, duas colheres de sopa antes das refeições. Há casos de pessoas que, mesmo em fase terminal, com um frasco e uma colher antes de comer, conseguiram livrar-se do mal.

As reações podem surgir devido ao organismo estar eliminando as toxinas: desarranjo intestinal, coceiras, pequenas manchas na pele (podem aparecer até bolhas), fezes mais fétidas, urina mais escura, erupções nas pontas dos dedos, etc. os portadores de câncer não devem suspender o tratamento porque isso é um bom sinal; um bom sintoma que significa que o preparado está produzindo os seus efeitos.
Desaconselha-se este preparo para gestantes e mães que amamentam. A casca da planta possui uma substância chamada Glicosídeo Barbalóide, que age sobre as células do intestino grosso, podendo provocar parto prematuro por causa do possível aumento das contrações internas.
Referências“O Câncer tem cura” do Frei Romano Zago, Editora Vozes.
Fonte: www.florais.com.br

Aloe Vera é uma planta da família das Liliáceas que possuí inúmeras propriedades
regeneradoras, curativas, umectantes, lubrificantes e nutritivas.
Chamada de a planta da saúde e beleza, tem seu uso documentado
desde a época do antigo Egito, com passagens na Bíblia e antigos documentos
fenícios.
Inúmeras e renomadas instituições científicas e docentes, como o Instituto
de Ciências e Medicina Linus Pauling, de Palo Alto, Califórnia; Instituto
Weisman de Israel, Universidade de Oklahoma e outros, têm efetuado estudos
formais sobre a Aloe Vera.

Apoiados por provas de laboratório e experiências químicas mencionam as seguintes propriedades:
1 Inibidora da dor: Seus princípios ativos têm uma
notável capacidade de penetração até os planos mais profundos da pele, inibindo
e bloqueando as fibras nervosas periféricas (receptores da dor) interrompendo
de modo reversível a condução dos impulsos. Além disso, reduz a dor por possuir
uma poderosa força antiinflamatória.
2 Anti-inflamatória: Aloe Vera tem uma ação similar
a dos esteróides, como a Cortisona, mas sem seus efeitos nocivos colaterais,
Por isso é útil em problemas como bursites, artrites, lesões, golpes, mordidas
de insetos, etc.
3 Coagulante: Por conter cálcio, potássio e celulose,
Aloe Vera provoca nas lesões a formação de uma rede de fibras que seguram
as plaquetas do sangue, ajudando na coagulação e cicatrização. 0 cálcio é
parte do sistema nervoso, o potássio da atividade muscular e a celulose da
coagulação.
4 Queratolítico: Faz com que a pele danificada dê
lugar a um tecido de células novas.
5 Antibiótica: Sua capacidade bactericida, fungistática
(antivirótica), elimina bactérias (inclusive Salmonela e Estafilococos) que
causam infecções, inibindo sua ação daninha.
6 Regenerador celular: A Aloe Vera possui um hormônio
que acelera a formação e o crescimento de células novas. Graças ao cálcio
que contém, elemento vital na osmose eclular (intercâmbio de líquidos), ajuda
as células a manter seu frágil equilíbrio interno e externo.
7 Energético e nutritivo: Uma das características de maior importância da Aloe Vera é que contém 19 aminoácidos essenciais, necessários para a formação e estruturação das proteínas, que são a base das células e tecidos, e também minerais corno cálcio, fósforo, cobre, ferro, manganês, magnésio, potássio e sódio, todos elementos indispensáveis para o metabolismo e atividade celular.
Fonte: www.plantasonya.com.br