Passaporte em regra, passagem de volta e dinheiro suficiente para a estadia. Não precisa de visto para estadias inferiores aos 90 dias.
Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado confortável, impermeável, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.
O idioma oficial é o inglês. Também fala-se o inglês criollo, francês criollo, grego e chinês.
Protestantes 43%, católicos 28% e outros 29%
A rede elétrica é de 120 voltios e 60 Hz.
A moeda oficial é o Dólar das Bahamas (BSD). Um BSD equivale a 100 centavos. Existem moedas de 1,5,10,15,25, e 50 centavos e de 1,2, e 5 dólares. Notas de 1,3,5,10,20,50 e 100 dólares. Os câmbios podem ser realizados em muitos lugares e o mais aconselhável é viajar com dólares americanos.
Não precisa de nenhuma vacina nem certificado médico para entrar às Bahamas, exceto se chegar de zonas infectadas. Caso de emergência médica ou policial, o mais recomendável é solicitar ajuda nas recepções dos hotéis.
Os telefonemas nacionais e internacionais fazem-se de forma fácil e confortável. Para ligar às Bahamas da Espanha deve marcar 00-1-809, mais o número do assinante.
Os telefonemas nacionais e internacionais fazem-se de forma fácil e confortável. Para ligar às Bahamas da Espanha deve marcar 00-1-809, mais o número do assinante.
A revelação é mais cara, assim como o material fotográfico em geral.
Normalmente, nas cidades mais importantes os bancos e lojas abrem das 9.00 às 15.00 horas. Em alguns lugares até as 17.00 horas.
Normalmente estão incluidas nos serviços dos hotéis, mas é optativa.
Existe uma taxa de saída no aeroporto.
Na parte ocidental do Atlântico situam-se às Bahamas, um arquipélago que extende-se desde as costas da Florida até o norte de Cuba e Haití.
Mais de 22 ilhas habitadas, 700 sem habitar e por volta de 2.000 ilhotas compõem o arquipélago das Bahamas, o qual espalha-se da Florida até o nordeste de Cuba. Dentro deste imenso conjunto de ilhas e ilhotas salientam Nueva Providencia, Andros, Grand Bahama, Inagua, Abaco, Long Island, Cat Island, Mayaguana, Cayo Lobos, Eleuthera e San Salvador (acredita-se que esta última foi a primeira terra descoberta por Cristovão Colombo). A superfície das ilhas em geral é plana e o seu rio principal e o Andros.
A vegetação e o mundo animal mais importante das ilhas encontra-se no mar. A tartaruga carey, a golondrina, a Huita e a jibóia das Bahamas são os animais que poderemos contemplar, embora alguns deles estejam em perigo de extinção.
Acredita-se que os primeiros habitantes do Caribe foram os Arawak. Mais tarde, e visando poder praticar as suas crenças religiosas em novas terras, começaram as chegadas dos primeiros aventureiros Eleutheranos, vindos das Bermudas.
A agricultura ia florescendo enquanto os primeiros piratas faziam escala nestas terras. Um antigo corsario, woodes Rogers, foi nomeado primeiro governador real e afastou aos piratas das Bahamas. A partir de então, o interesse na ilha do país vizinho, os Estados Unidos, cresceu.
Por causa das guerras, muitos norte-americanos fugiam às ilhas pela pressão existente nos seus estados. Em 1964, as Bahamas obtém a sua primeira constituição sem por isso deixar de ser um protetorado britânico. Em 1973 obtém total independência, mas atualmente o contato e aproximação aos Estados Unidos e cada vez maior.
Durante os séculos XVII e XVIII, o tráfico de escravos trouxe milhões de africanos às ilhas caribenhas, muitas das quais são agora países negros ou mulatos, tendo conservado muitos elementos culturais originários dos continentes dos quais os escravos foram trazidos.
Em respeito às manifestações artísticas, a grande maioria das ilhas caribenhas têm conservado as técnicas do trabalho manual tradicional. Salientam os trabalhos em chapa (para o que usam vasilhas velhas), a cesteria (fundamentalmente com folhas de coqueiro e bananeira) e a elaboração de tijelas pintadas a mão. Também trabalha-se o couro, o âmbar e a madeira.
O mais típico das Bahamas é o Caracol Das Bahamas, cozinha-se de formas muito variadas: estufado de caracol, salada de caracol, pastéis de caracol, etc. A sopa de tartaruga é realmente deliciosa. Nas sobremesas, poderá comer pudim de goiaba, doce de abacaxi, sorvete de sopa amarga ou torta de cocoa. O pássaro amarelo e o ponche de Goobay são dois coquetéis de rum ótimos após a refeição.
A população é principalmente de origem africana, sendo o resto norte-americano britânicos e canadenses. O turismo e a agricultura são as principais ocupações destas pessoas, junto com a pesca. Nos últimos anos o petróleo e a indústria química e farmacêutica têm suposto uma importante fonte de ingressos.
A música e as danças populares são elementos fundamentais e cotidianos. Os rítmos e melodias souberam captar as condições históricas das Bahamas, introduzindo nos diferentes rítmos uma proposta novedosa. A música e as danças africanas chegaram ao Caribe traz a chegada dos escravos africanos, origanarios principalmente de Ghana, Alta Guinea e a Yoruba Nigeriana.
Da mesma maneira que o resto de ilhas do Caribe, o Carnaval é, sem dúvida nenhuma, a festa por excelência. Todas as pessoas participam nestas festas e as ruas enchem-se de gente, desfiles, disfarces, máscaras, danças, música e foguetões. A preparação do Carnaval começa no ano Novo, quando os locais trabalham com paciencia e habilidade nas roupas e canções que, durante uns dias, alegrarão a calma vida deste lugar.
As possibilidades que as Bahamas oferecem são quase infinitas. Os amantes dos esportes aquáticos, especialmente os mergulhadores, encontrarão uma paisagem inesquecível. Clubes noturnos, bares, cafés e discotecas completam a oferta de entretenimento.
As festas e as celebrações de acontecimentos assinalados enchem de luz e cor o arquipélago todo. Assim, Junkanoo é o famoso festival nacional surgido das tradições africanas, celebra-se o 26 de dezembro e o Dia do Ano Novo, enquanto que o Festival de Verão de Goombay é uma festa popular de três noites de duração. O dia 10 de julho, data da Independência Nacional, começa a Semana da Independência, festejada com desfiles e foguetões. O dia 28 de agosto celebra-se o Dia da Emancipação e 12 de outubro, como em quase todo o continente, o Dia da Descoberta.
Fonte: www.rumbo.com.br
Imagine que você pudesse criar o local perfeito para tirar férias? Comece com uma ilha? Uma não, mas setecentas ilhas, espalhadas nas águas mornas do Atlântico.
Cerque cada uma com areia prateada, banhada por águas azul turquesas. Decore esta paisagem perfeita com dois mil arquipélagos (pequenas ilhas), algumas mal formam um ponto num mapa e muitas são inabitadas. Agora se inclua nesta foto, no seu Resort Breezes. Quem poderia pedir mais que isto?
As Bahamas, um grupo de 700 ilhas, começando a 96 quilômetros leste da costa da Florida, é impressionante em sua diversidade. Seu arquipélago de 160.000 mil quilômetros quadrados estende-se por mais 800 quilômetros e é conhecido por ter as águas mais cristalinas do mundo. Apesar de estarem muito próximas, cada ilha tem sua própria diversidade, que continua além da geografia e chega à herança Bahamense. Sua cultura rica e seus costumes lembram constantemente os visitantes da paixão do Bahamense por celebração e comunidade. A língua oficial das Bahamas é o inglês, facilitando a movimentação dos visitantes.
A ilha de Nova Providência (New Providence) é dividida em três áreas principais para o turista: Nassau, Ilha do Paraíso (Paradise Island) e Praia do Cabo (Cable Beach).
Os complexos hoteleiros dominam a extensa Praia do Cabo, que passou por uma reforma recente, transformando-a numa Meca para visitantes que preferem passeios na praia com opções de exercício e entretenimento ao vivo. Aqui, os visitantes podem curtir sua gastronomia fina, o entretenimento de nível-mundial, as instalações esportivas (incluindo um campo de golfe) e alguns grandes casinos nunca mais longe do que a alguns passos de distância.
Nassau, a capital, traz um tom Britânico à vida da ilha. Os prédios cor-de-rosa na Praça Rawson (na verdade um círculo) ficam de frente aos cruzeiros, que trazem seus passageiros para um dia de compras no duty-free, no centro. Um museu novo interpretando a rica tradição Junkanoo está escondido num lado do cais do porto abaixo da sombra dos navios. Pequenos bares e restaurantes enfeitam as ruas estreitas de Nassau. Um movimentado mercado de palha abriga centenas de vendedores prontos para pechinchar seus objetos de lembranças. Você pode até mesmo dar uma volta de charrete.
Atravesse a ponte até a Ilha do Paraíso (Paradise Island) e encontre mais lindas praias, atividades, entretenimento e gastronomia.
Com tantos arquipélagos, e pequenas baías escondidas, estas pequenas ilhas eram os abrigos favoritos de piratas que se aproveitavam destes esconderijos entre ataques contra navios mercantes. Cristóvam Colombo, certo que tinha encontrado a Índia, declarou posse da terra em nome da Espanha. Imigrantes Espanhóis foram trazidos mais tarde para estabelecer fazendas neste novo território tomado por Colombo. Eles logo desistiram, revoltados, mas ninguém sabe dizer porque. Talvez os métodos europeus de cultivo não fossem adequados para o solo tropical. E, além disso, existia o medo de encontrar os navios com a bandeira de ossos e caveira dos piratas no horizonte.
Os franceses foram os próximos a tentar estabelecer uma colônia, com resultados igualmente desastrosos. Um século passou, e o "assentamento" Francês tinha virado uma cidade fantasma há muito tempo. "Os tesouros da Índia" simplesmente não puderam ser encontrados.
Mas a história toma um rumo interessante. Um navio de tesouros Espanhol afundou nas águas Bahamenses: mergulhadores recuperaram quase três milhões de libras em objetos de tesouro. Talvez Colombo tivesse razão o tempo inteiro!
As Bahamas, tendo trocado de mãos tantas vezes tem um ar cosmopolita com ênfase em todas as coisas Britânicas. Houve um tempo onde foi assentada por Americanos que depois da guerra contra a Inglaterra, decidiram que queriam reter cidadania Britânica. O Rei da Inglaterra então cedeu uma parcela de terra ao "fieis" da Carolina do Sul.
A lenda conta que as Bahamas poderiam ter virado uma colônia americana se seu governador tivesse trocado suas calças! Aparentemente, George Washington, que tinha visitado as belas ilhas, mandou um navio americano convidar As Bahamas a se tornarem membros dos recém formados Estados Unidos, esperando uma resposta acolhedora. Ao contrário, o Governador Britânico, acordado em pijama, ordenou que suas tropas segurassem fogo até que ele estivesse vestido de forma adequada para liderar a defesa da colônia. Enquanto ele estava se trocando para vestir um uniforme respeitável as tropas americanas chegaram sem oposição e saquearam os estoques de rum, experimentando a vontade a mercadoria ali guardada. Na manhã seguinte, quando eles finalmente voltaram embriagados aos seus navios, foram facilmente vencidos pelos navios Britânicos. E as Bahamas permaneceram Britânicas; hoje, as belas ilhas são independentes, sendo membro autônomo da Comunidade Econômica Britânica.
Não há nada tão unido por tradição como as Bahamas de hoje. Depois de anoitecer, cabarés, casinos e boates mostram seu brilho, que acaba somente pouco antes do próximo amanhecer do sol.
Quando um novo amigo Bahamense lhe diz "Bush crack man gone" ele está lhe dizendo que um fugitivo desapareceu na selva e não pode ser encontrado. Se ele não quiser mencionar nomes, ele pode acrescentar, "Tingum in bush ain got no name!". Surpreenda um amigo com algumas expressões locais.
Fonte: www.superclubsbrasil.com
Com 2.400 ilhas e ilhotas, espalhadas por 200.000 Km2 de águas cristalinas, paredões de coral e recifes, habitadas por uma variada e abundante vida marinha, as Bahamas são consideradas a meca do mergulho internacional.

Localizada a nordeste do Caribe, as Bahamas foram descobertas por Cristóvão Colombo em 1492. A região ficou sob domínio inglês por 325 anos, conquistando sua independência apenas em 1973. Conta com uma população aproximada de 290.000 pessoas, sendo a maioria de origem africana, descendentes dos escravos trazidos daquele continente durtante a época da colonização. O clima é tropical, com temperatura média variando de 21-27 °C e ventos alíseos constantes. A região está na rota dos furacões, sendo entre junho e novembro a época de maior ocorrência destes fenômenos.
A capital, Nassau, em New Providence Island, possui cassinos, resorts, shopping e o centro do governo e comércio. Conta com uma agitada vida noturna e variedades de esportes aquáticos. Nos últimos anos, um considerável esforço vem sendo feito no sentido de incrementar ainda mais a infraestrutura de turismo na região, com a contrução de cassinos, aquários e parques.
A maioria das ilhas são desabitadas, existindo uma grande preocupação do governo e população local com a preservação ambiental. Iguanas pré-históricos, colonias de pássaros diversos, florestas tropicais e orquídeas raras e exóticas, fazem parte do tesouro natural das Bahamas. Existem à disposição dos turistas várias opções de escursões eco-turisticas por locais selvagens. Um dos maiores atrativos da região são os "Blue Holes", buracos naturais no fundo do oceano, com cerca de 30 a 60 metros de profundidade, sendo a superfície em torno do buraco coberta por recifes e cabeças de coral.
Andros é a maior das ilhas, sendo o paraíso dos praticantes de snorkelling e mergulhadores scuba. Bimini é frequentado pelas celebridades internacionais, sendo ideal para relaxar e aproveitar a tranquilidade do local. Para quem gosta de náutica, o lugar é Exumas, onde ocorrem anualmente várias regatas.
A infraestrutura de mergulho é completa, diversas operadoras fornecem cursos, equipamentos e excursões aos melhores points, inclusive mergulhos com tubarões e golfinhos. As Bahamas são conhecidas pelos "blue holes", piscinas naturais com cavernas e túneis oferecem uma visão fantásticas, explorações nestes locais devem ser feitas com cuidado por causa dos redemoinhos que se formam às vezes. A visibilidade média na região é de 35 metros, o tamanho dos corais e a vida marinha é significativamente mais abundante que nos outros locais no Caribe. Os divers tendem a mergulhar nas ilhas de fora, particularmente em Andros.
A barreira de corais de Andros é a terceira maior do mundo. O paredão começa entre 20 a 27 metros e cai abruptamente para 2000 metros de profundidade. Belas formações de cavernas são encontradas na borda do paredão, a profundidades de 25 a 30 metros, permitindo incursões por túneis fantásticos que levam a enormes salões submarinos. Mergulhos mais rasos podem ser feitos em The Aquarium (7 m) e Elkhorn Park(66 m), nestes locais a limpidez da água aliada ao colorido da vida marinha formam o ambiente ideal para tomada de fotos e imagens sub.Em Small Hope existem dois sítios de naufrágios, ambos entre 18 e 20 metros de profundidade, sendo um aeroplano que afundou a 27 anos e o The Marion, barcaça que foi a pique a 12 anos.
Bimini é outro point muito procurado, provendo uma variedade de tipos de mergulhos, como recifes, paredões e naufrágios. O diferencial do lugar é a variedade e quantidade de vida marinha. Os mergulhos em Bimini podem ser divididos em duas áreas: Bimini e Cat Cay. A primeira é rica em vida marinha e é onde se encontram a maioria dos naufrágios. Cat Cay é numa barreira de recifes, quase sempre com fortes correntes, mais procurada para mergulhos de penetração em túneis e cavernas.
A Grand Bahamas permite mergulhos de vários níveis nos recifes, onde podem ser avistados peixes tropicais coloridos de todos os tipos e tamanhos. Os mergulhos noturnos nos recifes mais rasos são quase que obrigatórios, os melhores point são Silver Reef, Sanctuary Reef, Treasure Reef e Fisch Farm. Para mergulhos a profundidade média (entre 12 e 15 metros), os melhores locais são Angel Campo, Castle Reef e Photo Fantasy, onde é possível observar as grandes cabeças de coral, habitadas por uma infinidade de peixes e animais marinhos. Para mergulhos profundos, entre túneis, canyons e cavernas procure Pygmy Caves, Tunnels e Lady of Lucaya.Em Grand Bahamas é comum o encontro com tubarões, que chegam bem perto do mergulhador, ficam rodeando e vão embora de repente, causando fortes emoções aos mergulhadores. Voce pode ainda visitar uma série de naufrágios e destroços na região.
No lado sul de Nassau está localizado o Clifton Wall, onde o paredão começa aos 10 metros, permitindo mergulhos bem tranquilos, ideal para iniciantes e tomada de imagens. Shark Wall, a 18 km ao sul da cidade de Nassau, é a terra dos tubarões e arraias. Os recifes a sudoeste de Nassau ficam a pouca profundidade (4 a 6 metros), proporcionando o encontro com variadas e coloridas formas de vida marinha. Aqui foi realizado o filme 20.000 Léguas Submarinas.
No lado norte, uma formação triangular de recifes, chamada de Barracuda Shoals, abriga uma grande variedade de garoupas, peixes-anjo e, é claro, barracudas. Trinity Caves é um grupo de cavernas rasas, habitadas por gigantescas lagostas. Deste lado da ilha existem alguns naufrágios muito bons, como o Bahama Mama, onde você vai mergulhar junto a dezenas de tubarões, o Will Laurie, navio postal com 35 metros de comprimento que se encontra a 16 metros de profundidade. Na região, em 1995, foi afundado propositalmente o navio Sea Viking, hoje um interessante sítio de naufrágio. As filmagens submarinas em barcos afundados de dois filmes da série James Bond (Thunderball e Never Say Never Again), foram feitas no local. Os barcos se encontram em bom estado, possibilitando um visual muito bonito.
Todo mergulhador já deve ter visto algum vídeo com mergulhadores em volta de um guia alimentando tubarões com pedaços de carne e sangue. Este é um dos grandes baratos nas Bahamas, normalmente não tem perigo nenhum neste tipo de turismo, mas mantenha suas mãos e pés e braços bem junto ao corpo para não ser confundido com comida por um animal mais afoito. Várias operadoras locais possuem este tipo de saída em seus pacotes turísticos.
A infinidade de points de mergulho nas Bahamas, torna praticamente impossível descrever todas as opções disponíveis. Maiores informações devem ser obtidas junto às operadoras e agências que fazem pacotes para estes locais.
Nome: Bahamas.
Localização: Nordeste do Caribe, próximo aos EUA.
Língua: Inglês
Capital: Nassau
Moeda: Bahamian dollar (equivalente a 1 dollar americano).
População: 290.000 habitantes.
Clima: Tropical
Temperatura da Água:
Documentos necessários: Passaporte / visto americano (para
quem faz escala nos EUA).
Operadoras: Veja a seção calendário de saídas /turismo.
Fonte: www.scubadiver.com.br
A oeste do mar de Sargaços, região do Atlântico em que é comum a alga Sargassum bacciferum, encontra-se o arquipélago das Bahamas, o primeiro território das Américas pisado pelos europeus.
As Bahamas constituem desde 1973 a Comunidade das Bahamas, estado independente associado à Comunidade Britânica de Nações. Situado ao norte de Cuba e separado da costa dos EUA pelo estreito da Flórida, o arquipélago das Bahamas estende-se ao longo de 1.200km desde a Grande Bahama, a noroeste, até a Grande Inágua, a sudeste. Compõe-se de 700 ilhas, das quais só 22 são habitadas, e cerca de 2.400 ilhotas, que somam uma superfície total de 13.939km2. As ilhas mais importantes são Nova Providência (que, embora seja uma das menores, é a mais populosa e abriga Nassau, a capital do país), Andros, Grande Ábaco, Pequeno Ábaco, Grande Bahama, Eleuthera, Cat e Watling (San Salvador).
As ilhas Bahamas erguem-se sobre dois bancos submarinos, o que explica os limites de sua altitude, entre trinta e sessenta metros, e a pouca profundidade do mar que as rodeia. Estão separadas entre si, e dos territórios circundantes, por canais que também alcançam pequenas profundidades, como o que as separa da Flórida, nos Estados Unidos, de 550m, e de Cuba, que oscila entre 200 e 1.000m. A nordeste do arquipélago a plataforma desce bruscamente a mais de quatro mil metros. A topografia é formada de planícies e de suaves colinas. O monte Alvernia, na ilha de Cat, é o ponto mais elevado do país, com 63m. A plataforma submarina constitui-se de rochas sedimentares sobre as quais descansam materiais calcários em cuja superfície se incrustaram corais.
O clima é tropical, de chuvas constantes no verão e no outono. Entre julho e novembro, as ilhas ficam expostas a devastadores furacões. As temperaturas oscilam entre as médias de 21o C no mês mais frio e de 27o C no mais quente. O sol é forte durante todo o ano, o que favorece o desenvolvimento do turismo.
O tipo de solo, a distribuição irregular das precipitações e a intensa evaporação explicam a existência de somente dois cursos de água permanentes em todo o arquipélago, ambos na ilha de Andros. Há uma grande quantidade de lagunas de água salgada que provém do subsolo. A vegetação primitiva das Bahamas foi muito alterada, mas ainda perduram algumas árvores naturais de madeira dura, como o sabicu. No interior das ilhas encontra-se uma vegetação de savana e nas costas estendem-se manguezais.
A ilha de Nova Providência concentra mais da metade da população total das Bahamas. Nassau, além disso, é a única cidade importante do arquipélago. Aproximadamente 85% da população é de origem africana, enquanto a minoria branca descende de colonos ingleses e dos realistas que fugiram dos Estados Unidos após a independência. O idioma oficial é o inglês. (Para dados demográficos, ver DATAPÉDIA.)
A produção agrícola destina-se ao consumo local (milho, trigo, frutas) e à exportação (cana-de-açúcar, bananas, algodão, sisal e verduras). A exploração florestal abastece de madeira a construção. A pesca de crustáceos, do mero e de esponjas produz importante receita para algumas ilhas. A indústria é pouco desenvolvida. A produção de cimento, sal, rum e outras bebidas se complementa com o refino de petróleo, concentrado na usina de Freeport (Grande Bahama), que conta com um terminal para grandes petroleiros e um complexo petroquímico.
O turismo é a principal fonte de renda do país. A proximidade da costa da Flórida, a suavidade do clima, a beleza das praias e a rede hoteleira atraem dezenas de milhares de turistas, principalmente americanos. As Bahamas possuem também uma legislação tributária muito liberal, o que favorece as operações financeiras. O intercâmbio comercial desenvolve-se quase exclusivamente com os Estados Unidos. A balança comercial, deficitária na segunda metade do século XX, se equilibra com o capital gerado pelo turismo.
Em 12 de outubro de 1492, Cristóvão Colombo avistou pela primeira vez as terras da América e desembarcou provavelmente em uma das ilhas das Bahamas, San Salvador (atual Watling), denominada Guanahaní por seus primeiros habitantes (estudos mais recentes sugerem Cabo Samaná, São Domingos, como o lugar possível de chegada das naus de Colombo). Durante o século XVI os espanhóis não se instalaram nessas ilhas, que denominaram Lucaias. Apenas utilizaram a população nativa, os índios arawak, cujo número chegava a quarenta mil, como mão-de-obra escrava para a mineração e a agricultura. Em 1550 os índios já haviam desaparecido totalmente do arquipélago.
O desinteresse dos espanhóis permitiu que os ingleses se apossassem das ilhas. Em 1629 o rei da Inglaterra, Carlos I, nomeou Sir Robert Heath como governador-geral das Bahamas. Teve de esperar, porém, até 1647 para que um grupo de dissidentes religiosos, os aventureiros eleutérios, vindos das Bermudas, empreendessem a colonização de uma ilha a que deram o nome de Eleuthera. O intento não prosperou, mas no ano de 1656 outros colonos, também provenientes das Bermudas, se instalaram em Nova Providência.
Em 1670, o rei Carlos II entregou as Bahamas a seis lordes ingleses, latifundiários de Carolina do Sul, que se responsabilizaram pela colonização e governo das ilhas. Os novos proprietários, porém, se desinteressaram de sua missão e as ilhas se transformaram em um refúgio de piratas. A coroa britânica recuperou o arquipélago em 1717 e um ano depois enviou como governador Woodes Rogers, que em pouco tempo restabeleceu a autoridade real, promovendo o comércio e acabando com a pirataria. Em 1776, a armada americana ocupou as Bahamas durante alguns dias e em 1872 os espanhóis se apossaram do arquipélago até o ano seguinte, quando o Reino Unido o recuperou em virtude dos acordos de paz de Versalhes.
Acabada a guerra da independência americana, um grande número de colonos leais à autoridade britânica emigrou para as Bahamas com numerosos escravos. Em 1841, conseguiram aumentar a autonomia com relação à metrópole mediante a criação de um conselho legislativo. As dificuldades econômicas terminaram graças ao contrabando de bebidas efetuado durante a guerra civil americana, na época da lei-seca nos Estados Unidos, entre 1920 e 1933.
Em 1940, o Reino Unido arrendou aos Estados Unidos uma base militar na ilha de Mayaguana. A partir da década de 1960, com o auge da exploração do turismo, as Bahamas viveram uma época de grande prosperidade econômica, que gerou o movimento nacionalista por um autogoverno interno. Este foi alcançado em 1964 e resultou na independência, concedida em 1973. As ilhas Turks e Caicos, situadas a sudeste do arquipélago, continuaram a pertencer ao Reino Unido.
Em 1973 as Bahamas adotaram uma constituição democrática, segundo a qual a soberania reside em um Parlamento bicameral: o Senado, formado por 16 membros nomeados pelo governador-geral, representante da coroa britânica, e a Assembléia, com 38 membros eleitos por sufrágio universal. O poder executivo é exercido pelo primeiro-ministro e por um gabinete ministerial.
A independência estimulou o desenvolvimento da pintura e da literatura nacional, enquanto o sucesso do turismo tem favorecido a criação de diversos grupos dedicados a resgatar as tradições musicais e danças de origem africana, praticadas no arquipélago
Fonte: www.coladaweb.com
O arquipélago das Bahamas é formado por cerca de 700 ilhas e 2400 recifes
localizados no nordeste do Caribe. A ilha de Nova Providência é a mais importante.
Outras ilhas são Andros e San Salvador. Cerca de 85% da população é negra;
os brancos correspondem a 15%. As religiões predominantes são: Batista, Anglicana
e Católica Romana.
Índios Arauaques habitavam as ilhas quando Cristóvão Colombo pisou pela primeira
vez no "Novo Mundo", em São Salvador, em 1492. O estabelecimento dos ingleses
nas ilhas começou em 1647, se tornando estas colônias britânicas em 1783.
Desde que conquistou a independência do Reino Unido em 1973, a Comunidade
das Bahamas prosperou por meio do turismo e da gerência de bancos internacionais
e investimentos.
Território dividido administrativamente em 21 distritos: Acklins and Crooked Islands, Bimini, Cat Island, Exuma, Freeport, Fresh Creek, Governor's Harbour, Green Turtle Cay, Harbour Island, High Rock, Inagua, Kemps Bay, Long Island, Marsh Harbour, Mayaguana, New Providence, Nichollstown and Berry Islands, Ragged Island, Rock Sound, Sandy Point, San Salvador and Rum Cay.
Poder Executivo: o chefe de Estado é a Rainha Elizabeth II, representada pela Governadora Geral Dame Ivy Dumont, que ocupa o cargo desde maio de 2002. O Gabinete é formado por indicação do Governador Geral, observando orientações do Primeiro-Ministro. O Governador Geral é nomeado pelo Monarca, assim como o Primeiro-Ministro é indicado pelo Governador-Geral. O chefe de Governo é o Primeiro-Ministro Perry Christie, desde 3 de maio de 2002.
Poder Legislativo: Congresso bicameral, composto pelo Senado, com 16 membros nomeados pelo Governador-Geral, seguindo orientações do Primeiro-Ministro e do líder da oposição, para mandato de 5 anos, e Assembléia, com 40 membros eleitos por voto direto para igual mandato de 5 anos.
Poder Judiciário: a Constituição de Bahamas coincide com a independência do país, em 1973, em relação ao Reino Unido. O Judiciário engloba a Corte Suprema e a Corte de Apelação, preservando-se o direito de apelação ao Conselho Privado, em Londres.
O turismo representa cerca de 60% do PIB e emprega metade da força de trabalho do País. A oferta abundante de empregos nesse setor dá origem a tentativas de imigração ilegal dos vizinhos haitianos. O setor financeiro é o segundo da economia bahamiana, representando cerca de 15% do PIB. A manufatura e a agricultura representam um décimo do PIB e têm experimentado pouca expansão.
O crescimento da economia, a curto e médio prazo, depende pesadamente da evolução do setor de turismo. Houve, por exemplo, uma significativa queda da renda do setor após os atentados nos EUA em setembro de 2002, em consequência da retração do turismo norte-americano, responsável por mais de 80% das atividades do setor.
O Governo busca incentivar o comércio eletrônico para, através do seu desenvolvimento, criar um terceiro "pilar" da economia.
PIB: PPC US$ 5,1 bilhões
PIB per capita: PPC US$ 17,012
Inflação: 1,2% (setembro 2004)
Desemprego: 10,2% (est. 2004)
- Agricultura: 3%
- Indústria: 7%
- Serviços: 90%
US$ 834 milhões
Pauta de exportação: pesca, rum, sal, produtos químicos,
frutas e vegetais.
Destino: EUA, Alemanha, Espanha, França, Peru, México, Polônia e Suiça.
US$ 3.3 bilhões
Pauta de importação: maquinária, equipamento de transporte,
manufaturas, químicos, combustíveis minerais, alimentos e animais vivos.
Origem: EUA, Coréia do Sul, Alemanha, Noruega, Japão e Itália.
Principais parceiros comerciais: EU, UE, Reino Unido, Japão, Dinamarca.
Não obstante as reduzidas dimensões de sua economia e pequena população, as Bahamas têm uma política externa ativa, sobretudo no plano multilateral. Nos primeiros anos após sua independência (1973), sua política externa praticamente alinhou-se a dos Estados Unidos da América. Porém, em 1983, opuseram-se à intervenção americana/caribenha em Granada, qualificando-a de "reação excessiva e prematura".
Mantêm relações diplomáticas com cerca de 45 países, mas possuem missões diplomáticas permanentes em apenas quatro: Canadá, Grã-Bretanha, Haiti e Estados Unidos. Por razões de segurança, a Embaixada junto ao Governo haitiano passará a ser residente em São Domingos, na República Dominicana.
A política externa pode ser classificada como conservadora, procurando evitar confrontos com interesses norte-americanos.
No âmbito da CARICOM, as Bahamas têm papel relevante.
As Bahamas têm 25 % da população, assim como cinco de seus Ministros de Estado
atuais, de origem haitiana. São favoráveis à reinserção do Haiti à CARICOM,
apresentando posição mais flexível do que a de outros membros da Comunidade.
Um acordo bilateral na área consular, que está para ser assinado, pretende
que os cidadãos de origem haitiana nascidos nas Bahamas depois de 1973 sejam
considerados bahamenses, se assim optarem ao completarem 18 anos de idade.
As relações do Brasil com a Comunidade das Bahamas têm-se caracterizado pela cordialidade e, mais recentemente, têm-se pautado pelo reconhecimento mútuo do potencial para seu estreitamento. Tomados em conjunto, os países caribenhos representam um mercado bastante atraente, relativamente aberto e receptivo a produtos brasileiros.
As relações bilaterais ganharam maior densidade no contexto dos recentes esforços desenvolvidos pelo Governo brasileiro para aproximar-se da CARICOM na busca de coordenação com os países da Comunidade no tratamento da questão haitiana (participação brasileira na MINUSTAH, cooperação técnica, visita do Presidente Lula, visitas do MRE, missões políticas, reuniões de coordenação com a CARICOM em Barbados, Nova York e São José da Costa Rica).
Após longas tratativas, o Governo das Bahamas decidiu assinar Acordo de Cooperação Judiciária em Matéria Penal, conforme nota enviada, nesse sentido, em 12 de agosto de 2004, visando o combate à lavagem de dinheiro e a operações fraudulentas ao fisco por parte de cidadãos brasileiros que se utilizam do sistema financeiro bahamense.
Quando as Bahamas tencionavam reabrir sua Embaixada em Porto Príncipe, fechada por questões de segurança, o Brasil gestionou junto à MINUSTAH fornecimento de segurança à referida Embaixada, que poderia servir como ponto de apoio às atividades da CARICOM em seu intuito de reaproximação diplomática com o Haiti.
Fonte: www2.mre.gov.br