Com sua impressionante combinação de maravilhas ecológicas e atrações feitas pelo homem, a ilha de Grand Bahama generosamente oferece algo para todos, incluindo duas a três férias em uma. O desafio é decidir o que fazer primeiro.
Grand Bahama, a quarta maior ilha da Comunidade das Bahamas, recebeu seu nome do espanhol “gran bajamar” –que significa “grande mar raso”– devido às muitas águas rasas ao redor da ilha.
A ilha se espalha por 154 quilômetros, margeada com cidades, aldeias e ilhotas que oferecem evidência duradoura dos muitos povos diferentes e culturas que chamaram Grand Bahama de lar.
No início de sua história, Grand Bahama ficou virtualmente desabitada por quase 300 anos. Mas, com o desenvolvimento de Freeport/Lucaya nos anos 50, e devido a localização da ilha, a apenas 88 km da costa leste da Flórida, ela é atualmente uma das ilhas mais visitadas das Bahamas.
Grand Bahama é um destino singular. Ela permite aos turistas uma combinação de férias cosmopolitas em um resort de qualidade internacional com o charme de aldeias históricas de pescadores e tesouros ecológicos não descobertos. Ela possui um dos maiores sistemas de cavernas submarinas do mundo, três parques nacionais, praias intermináveis, águas verde-esmeralda e vida marinha encantadora.
Em 1834, quando a Grã-Bretanha proibiu a escravidão por todo o império, os antigos escravos das Bahamas foram autorizados a reivindicar qualquer pedaço de terra livre que pudessem encontrar, e muitas das cidades mais antigas da ilha, como Pinder’s Point, Russell Town e Williams Town foram fundados por ex-escravos. Estas cidades quase invariavelmente foram batizadas em homenagem aos seus fundadores ou antigo dono de escravos.
Atualmente, muitas das 50 mil pessoas que vivem em Grand Bahama não nasceram na ilha. Elas vêm de todas as ilhas das Bahamas. Mas o que distingue a maioria dos grand-bahamenses dos demais bahamenses é seu espírito empreendedor e dedicação ao ambiente ao ar livre.
Deadman’s Reef é lar de Paradise Cove, onde é possível nadar até alguns dos melhores recifes para mergulho com snorkel, e da família Brown, que vive aqui há 100 anos. Uma recente escavação arqueológica ao longo da praia revelou muitos artefatos pertencentese aos índios lucaios – fogueiras, ossos de animais, pedaços de cerâmica e contas de conchas. É um dos sítios arqueológicos lucaios mais importantes descobertos até o momento, datado de entre 1.200 e 1.300 d.C.
Ninguém pode argumentar que Deep Water Cay, no extremo leste de Grand Bahama, não atende a todos os pré-requisitos de um belo local de fuga tropical: ela tem praias de areias brancas, água azul cristalina e ventos quentes. É isolada e tranqüila, vazia e idílica. Mas dificilmente alguém vem para Deep Water Cay em busca de tais coisas, digamos, triviais.
Elas vêm pelo albula vulpes.
Mais conhecido como ubarana-rato (bonefish), ele é um dos peixes mais desafiadores para os pescadores no planeta, e especialistas concordam que Deep Water Cay é o melhor lugar no mundo para pescá-lo. A ilhota é cercada por 650 quilômetros quadrados de águas rasas e mangues, onde o peixe cinzento se alimenta de camarão, crustáceos e insetos. Quando o albula vulpes morde a isca, ele dispara feito um foguete, se sacudindo, girando e se projetando no ar em uma exibição de incansável resistência. Para seu tamanho (até 1 metro), ele provavelmente luta mais arduamente do que qualquer outro peixe.
Só um local onde ficar em Deep Water Cay –o Deep Water Cay Club, cujo livreto o descreve como um local “criado como santuários para damas e cavalheiros que compartilhavam a paixão de Gill Drake Senior (o fundador) pela pesca da ubarana esquiva...” O clube foi criado em 1958 e é um dos resorts de pesca mais exclusivos do mundo, com seu livro de hóspedes apresentando as assinaturas de todas as pessoas de renome no mundo da pesca. Ele também conta com 11 esquifes e seus guias são conhecidos por seu profissionalismo e amistosidade.
Eight Mile Rock é o maior cidade de Grand Bahama depois de Freeport/Lucaya, e recebeu seu nome devido aos 13 km de rocha sólida encontrados aqui.
A “cidade” é na verdade uma série de vilarejos, cada um com o nome da família que o estabeleceu e ainda habita o local. Jones Town, Martin Town, Pinedale, Hanna Hill, Bartlett Hill, Wildgoose e Hepburn Town são algumas das suas subdivisões. As respectivas famílias são principalmente descendentes de escravos libertos que atualmente são donos da terra, porque suas famílias as habitam desde meados do século 19.
Freetown, atualmente mais conhecida como (velha) “Old Freetown”, é um das cidades mais antigas de Grand Bahama. Esta comunidade se distingue por estar em uma das áreas em que os escravos se estabeleceram após sua libertação. Grande parte da população natural de Grand Bahama veio de Old Freetown (especialmente os mais velhos) e se mudou para outras áreas à medida que buscavam um melhor modo de vida para suas famílias. Alguns se mudaram para Water Cay por causa da lucrativa colheita de esponjas, agricultura e aldeias de pesca e tartarugas. Outros se mudaram para locais como Sweeting’s Cay, McLean’s Town, Pelican Point, High Rock, West End, Eight Mile Rock, Pinder’s Point, Hawksbill e Freeport.
Alguns dos nomes associados a esta cidade histórica são:
Cooper– descendentes de William e Peter Cooper
Hield– descendentes de Johnny e Margaret Hield
Laing– descendentes de Frank e Polian Laing
Nesbitt– descendentes de John e Addi Nesbitt
Os homens em Old Freetown ganhavam a vida colhendo esponjas em áreas como Andros Mudd, Abaco Birth, Western Rollers (a oeste de Walker’s Cay) e Water Cay. Eles deixavam suas famílias e ficavam no mar por até três meses consecutivos. Eles também pescavam lagostim e tartarugas. Outros produtos comercializáveis eram sisal, casca de corniso, cana-de-açúcar (que era cultivada em abundância), melaço feito localmente, limão e grapefruit (toranja), que eram vendidos em Nassau para sustentar as famílias.
As mulheres cuidavam da agricultura enquanto os homens permaneciam no mar. Elas cultivavam batata-doce, mandioca, feijão, ervilha, milho, repolho, cebola, amendoim e gergelim. O solo em Old Freetown era muito fértil, produzindo muitos tipos de produtos, e os moradores realizavam colheitas abundantes ano após ano para seu sustento. As mulheres também colhiam inhame selvagem, mandioca e araruta, parte dos quais vendiam. Mandioca era usada para fazer fécula para pão e cereal e roupas de fécula. Araruta era usado basicamente para o mesmo.
A colheita de esponjas, a pesca de lagostim e a agricultura eram praticadas até que as esponjas começaram a desaparecer e o modo de vida começou a mudar. Os moradores começaram a procurar emprego em serrarias em Pine Ridge, Burma Road e Oakes Field (Nassau). Algumas pessoas partiram para trabalhar no “The Project” nos Estados Unidos. Lá colhiam maçãs e ervilhas e realizavam outros serviços exigidos pela empesa. Após a Segunda Guerra Mundial, tudo mudou novamente para os moradores de Old Freetown. Os empregos em terra se tornaram abundantes e a vida no mar praticamente acabou.
Hawksbill é uma área residencial criada principalmente para receber os trabalhadores empregados em Freeport/Lucaya. Ela fica localizada em Hawksbill Creek, que recebeu seu nome do Acordo de Hawksbill Creek, que por sua vez abriu o caminho para a criação de Freeport/Lucaya.
High Rock recebeu seu nome do penhasco rochoso de 9 metros entre a estrada costeira e o mar. A aldeia é composta basicamente de casas de madeira. Alguns aldeões ganham a vida com a pesca; outros trabalham em Freeport ou no complexo de transbordo de petróleo na vizinha South Riding Point.
Holmes Rock & Seagrape formam juntas uma pequena comunidade conhecida por uma caverna peculiar que fica situada atrás do clube noturno local. Ela tem mais 180 metros de diâmetro e produz água doce na maré baixa e água salgada na maré alta.
Lightbourne Cay é uma ilhota desabitada localizada ao leste de Sweeting’s Cay e acessível apenas por barco. É ideal para piqueniques e mergulho com snorkel na orla da praia. Na maré baixa, a costa se torna uma espetacular expansão de areia, que se estende por metros.
Mather Town fica vizinha de Smith’s Point, após cruzar um pequeno canal. As casas pitorescas nesta aldeia minúscula fornecem um contraste notável com as estruturas modernas que a cercam.
McLean’s Town fica localizada em uma ilhota separada. É a cidade mais distante ao leste com acesso por estrada e consiste de duas ruas paralelas: a rua norte que conta com alguns bares; a rua sul que margeia o Carrion Crow Harbour (porto), batizada segundo o abutre, a ave comedora de carniça. A ilhota conta com uma oferta não confiável de água subterrânea; assim, a água é bombeada da ilha principal. Os aldeões são bons pescadores, e aqueles que possuem barcos transportam passageiros para Deep Water Cay e Sweeting’s Cay.
McLean’s Town é mais conhecida por seu Concurso de Conc Estalado realizado durante o feriado do Heroes’ Day (dia dos heróis, antes conhecido como Descobrimento ou Dia de Colombo) em outubro. O concurso começou em 1972, quando o diretor da McLean’s Town All Age School, Jeffrey David Morgan, um britânico, organizou o primeiro Concurso de Conc Estalado de McLean’s Town para arrecadar fundos para a escola e comunidade.
Atualmente, o concurso é o principal evento em um dia repleto de cultura, no qual você pode provar pratos típicos bahamenses, participar de dança de quadrilha, Junkanoo, escalar o pau-de-sebo, disputas de remo e de beber cerveja. Centenas de pessoas, tanto grand-bahamenses quanto turistas, viajam para esta cidade tranqüila para apreciar as festividades.
Pinder’s Point fica localizada na costa rochosa a leste de Hawksbill Creek, a cerca de 11 km ao leste do International Bazaar. Mas em comparação com a agitação dos turistas em Freeport/Lucaya, cada um dos 11 quilômetros parece dez anos. As casas de ripas de madeira e jardins rústicos da cidade parecem congeladas em um marasmo tropical. Esta é a antiga ilha de Grand Bahama, a ilha de Grand Bahama antes do nascimento de Freeport.
Pinder’s Point antes era na verdade quatro cidades separadas (Pinder’s Point, Lewis Yard, Hunter’s e Mack Town), cada uma delas batizada segundo o proprietário fundador. No final, após os escravos libertados terem tomado as terras e as passado aos seus descendentes, as quatro comunidades cresceram e se misturaram, formando o trecho de moradias de 6,5 km que abriga a mais antiga paróquia católica da ilha, três restaurantes, três bares, duas igrejas e dois boiling holes (aberturas no fundo do mar por onde sai água doce e fria).
Smith’s Point recebeu seu nome do escocês Michael Smith, que serviu no início dos anos 1800 como comissário da ilha. Em vez de dinheiro, ele recebeu 160 hectares de terras, parte das quais um de seus filhos vendeu para a Empresa de Desenvolvimento de Grand Bahama. Ela se tornou cenário de uma tradição nas noites de quarta-feira na ilha – o Peixe Frito.
Sweeting’s Cay é uma pitoresca aldeia de pesca localizada a 88 km a leste de Freeport. É acessível apenas por barco e tem uma população de 400 pessoas, a maioria vivendo da venda de lagosta e conc em Freeport. A aldeia se estende por cerca de 1,5 km e recebeu ruas pavimentadas e eletricidade apenas recentemente.
Water Cay foi assim batizada devido à quantidade abundante de água doce encontrada lá. Esta pequena ilha se encontra ao norte da ilha de Grand Bahama. Ele foi colonizada há cerca de 100 anos por sete famílias, incluindo os Russells de Peterson Cay, os Youngs de Freetown, os Hields e Cornishes de Abaco, e os Poitiers de Cat Island.
West End é a mais antiga cidade da ilha de Grand Bahama e é considerada sua capital histórica. Esta aldeia pitoresca de pescadores fica localizada a 40 km de Freeport, no extremo oeste da ilha como indica seu nome. Em suas ruas preguiçosas há uma história de contrabandistas de armas, contrabandistas de bebidas alcoólicas e wreckers, pessoas que provocavam naufrágios para saquear os navios.
O auge de West End foi durante a Proibição nos Estados Unidos. Naquela época de contrabando de bebidas alcoólicas, bares e depósitos surgiam quase da noite para o dia e é possível ver algumas de suas ruínas ao longo da estrada que acompanha a orla marítima. West End era basicamente uma base de transferência, um local onde bebidas alcoólicas do Canadá, Inglaterra e Nassau eram armazenadas antes de serem transportadas para os EUA. Se por acaso vir a conhecer alguns antigos moradores enquanto estiver circulando pela cidade, pergunte a eles sobre aquela época. Você poderá ouvir nomes como Al Capone e Augustus Hepburn.
Uma parada no The Star Hotel, o mais antigo hotel da ilha de Grand Bahama, é obrigatória. O mais famoso marco histórico de West End, ele parece um remanescente da época da Proibição, mas na verdade é de 1946, de pouco antes da fundação de Freeport. Austin H. Grant Sr., que veio de Eight Mile Rock, construiu o hotel e ele ainda é de propriedade da família Grant. Em seus primórdios, barqueiros americanos paravam ali para uma refeição no saloon ou para passar a noite. Um de tais hóspedes, os proprietários se lembram orgulhosamente, foi o congressista Adam Clayton Powell Jr., um visitante freqüente em West End. Outros visitantes incluíam aposentados dos tempos de contrabando de bebidas alcoólicas, que gostavam de se sentar ao bar e deleitar os clientes com as histórias de suas escapadas.
Em 1988, as luzes do The Star quase se apagaram quando a cidade passou por tempos difíceis após o fechamento da Jack Tar Village. Apesar de ter deixado de funcionar como hotel, ele ganhou vida como um bar local e restaurante que consegue manter grande parte do clima do passado. Na verdade, seus donos reformaram o antigo bar de Jack Tar para exposição, que vale a pena ser visitada simplesmente por suas qualidades artísticas.
A cerca de 8 km de Freeport/Lucaya, William’s Town é uma comunidade sonolenta situada em meio a uma mata de pinheiros e no que os bahamenses chamam de “terras de geração” – terras que foram colonizadas por uma única família e então passadas aos seus descendentes. Neste caso, a cidade foi fundada pelo bisavô de Joseph Williams, um dos moradores mais velhos. O ancestral de Williams foi um escravo libertado pela Lei de Emancipação britânica de 1834, que libertou todos os escravos em territórios da coroa. Nas Bahamas, todos os escravos libertados foram autorizados a reivindicar as terras não ocupadas que pudessem encontrar.
O prédio mais velho da cidade é um barracão que fica situado ao lado do Traveller’s Rest, o único restaurante nas redondezas. No final da Beach Way Drive também se encontra um antigo cemitério delimitado por um muro de pedra. Em seu interior, há um monumento a 21 haitianos que morreram no mar em 1978. Próximo do mar, a cerca de 180 metros a oeste do cais, se encontra um boiling hole, uma abertura no fundo do mar por onde sai água doce e fria.
Fonte: www.bahamasturismo.com.br
É esta a ilha mais famosa das Bahamas e o centro turístico mais completo do trópico. Ao longo de 5 quilômetros de areia branca extende-se Cable Beach, uma praia de miuda e bela areia branca.
Nassau, na ilha de New Providence (Nova Providência), é a capital e o centro comercial e financeiro das Bahamas. Esta cidade ainda conserva o encanto da época colonial britânica. A Praça do Parlamento, a Avenida Elizabeth, a Casa do Governador ou o Forte Fincastle são uma boa mostra disso.
Water Tower (A torre de água) é, com 75 metros de altitude, o maior edifício da ilha toda, onde os turistas chegam para gozar da extraordinária vista oferecida desde o mirante situado no mais alto da torre. Queen's Staircase (A escada da Rainha) é um dos outros lugares que não podem ficar sem ser visitados, pois desde acima contempla-se impressionante vista da cidade inteira assim como o seu porto.
No fim da Avenida Elisabeth acha-se o Forte Fincastle, uma fortaleza construida em 1793 que imita a forma da proa de um barco. Se quiser passeiar pelas pequenas ruas do velho Nassau, a Praça Rawson Square -situada entre a Doca do Príncipe George e Bay Street- será o melhor local de saída. E para conhecer de perto a alegre vida dos habitantes de Nassau, não deixe de percorrer o Woodes Rogers Walk, um belo passeio situado a beira mar.
Os lugares mais importantes para o visitante são a Praça do Parlamento, no centro da cidade (esta é a sede do governo das ilhas), o Palácio do Congresso, a Antiga sede do Secretario Colonial, o Tribunal Supremo e um monumento dedicado à Rainha Victória. Muito perto dali está a Biblioteca Nacional Pública, antigo cárcere. Bay Street é a rua principal.
Aqui você pode ter aceso a uma grande quantidade de restaurantes e lojas. No Mercado do Artesanato, encontrará tudo o que procura, pois trata-se de um dos mercados mais importantes da zona.
Príncipe George Wharf, uma doca na qual encostam e partem os cruzeiros com diversos destinos
Rawson Square, situada entre a doca do Príncipe George e Bay Street.
Casa do Governador, interessante mansão, atualmente residência do governador.
Um maravihoso jardim com lagoas com peixes à cores e também cactus.
Perto de Nassau. Um belo observatório submarino, Desde o interior e através de umas janelas pode-se espreitar o fundo do mar.
Situado na West Bay Street. O forte foi construido em 1788 e possui poços, almenas e cárceres.
Ao pé de Fort Charlotte acham-se estes jardins tropicais onde poderá contemplar os originais flamingos rosados.
Foi construido em 1771 e durante alguns anos foi uma propriedade norte-americana.
Em baixo da ponte de Paradis Islands. Conta com um popular mercado onde pode-se comprar uma grande variedade de artigos comestíveis.
Situada em Paradis Islands. É um mosteiro agustino do século XIV, deslocado da França e reconstruido pedra por pedra.
Nesta ilha, situada a só meia hora de distância de Miami, pode-se praticar todo tipo de esportes aquáticos. Para gozar da exótica natureza desta ilha, o melhor será visitar o Rand Memorial Natural Centre, os Jardins Of the Groves e as cavernas do Parque Nacional de Lucaya. O Museu Grand Bahama mostrar-lhe-á a história e as tradições dos índios lucayanos. Grande Bahama convida o turista a relaxar e gozar do fundo dos seus mares.
Os locais de maior interesse são:
Um importante centro administrativo e comercial.
A muito poucos minutos de distância de Freeport, muito interessante pelo seu bosque autoctono.
Este é um grande museu junto com um jardim cemitério dos lucayanos, os primeiros povoadores das ilhas.
Um interessante tesouro natural com cavernas de pedra caliça.
Não deixe de visitá-la.
Mais de 700 ilhas e ilhotas paradisíacas sem muito turismo, perfeitas para deixar tudo para trás.
Formam um grupo de ilhas ao longo de 210 quilômetros. De águas cor de esmeralda. Em 1783 chegaram os primeiros colonizadores. O Faro de Hope Town ainda funciona com querosene e é impulsionado a mão.
Perto da pequena localidade de Green Turtle Cay, muito poular pelas cores brilhantes das suas casas, estão situados o Parque Nacional de Pelican cay e a Reserva de Aves do National Trust, sendo o primeiro o principal atrativo para os mergulhadores e a segunda, para os ornitólogos.
O mais importante para ver:
Porto de entrada com aeroporto próprio. Como curiosidade, também possui o único semáforo da ilha.
Com as suas riscas brancas e vermelhas, ainda é impulsionado com querosene.
É uma localidade muito pequena, de casas que pelas suas cores e formas, parecem vir de uma época longínqua.
Ateleiros onde os trabalhadores construirem barcos seguindo o estilo dos seus antepassados há 200 anos.
Uma das mais belas praias destas ilhas.
Um parque subaquático onde os mergulhadores podem gozar de uma maravilhosa paisagem, no meio do mar.
Um paraíso para os ornitólogos.
90 quilômetros fora de Nassau, está Andros, a ilha menos explorada do arquipélago. Possui dois bosques tropicais nos quais, segundo a lenda indiana, mora o lendário Chickcharine, uma criatura de olhos vermelhos com três dedos nas maõs e três nos pés. Nichol's Town e Mastic Point são dois lugares ótimos para conhecer a gastronomia local pode-se escutar música Goobay ao vivo.
Esta é a maior e menos turística das ilhas e uma autêntica barreira de coral, um sonho encantador para os mergulhadores. A corrente doce do oceano está cheia de uma grande variedade de fauna e flora marinha. Um verdadeiro paraíso. Andros é conhecida como a Ilha do Espírito Santo. O seu interior tem densas florestas e a morada do Chickcahrine, duende da floresta segundo a lenda índigena.
Eleuthera é uma palavra grega que significa Liberdade. Esta ilha foi descoberta há 300 anos. Em Eleuthera poderá visitar o Glass Wind Bridge, uma ponte com o Atlântico de um lado e o Mar Caribe do outro.
Ao norte da ilha está Gregory Town, onde fabrica-se rum de abacaxi. Spanish Wells, o primeiro assentamento europeo, tem ainda o encanto arquitetônico e artístico de há alguns séculos. A vila do Governor's Harbour é outro dos mais antigos das ilhas Bahamas. Salientam também Harbour Island, com uma bela praia de areia miuda e Ocean Hole, uma lagoa interior muito funda ligada ao mar por buracos.
As exumas estão formadas por uma cadeia de 365 ilhas de entre as quais salientam Great Exuma e Little Exuma, ligadas por uma ponte. O principal atrativo destas ilhas está no Parque Nacional Marinho e Terrestre de Exuma, para chegar até lá deverá ir de barca através de uma zona de arrecifes de coral e cavernas submarinas. A capital é George Town.
Esta é a zona de pesca mais extensa do mundo. Os locais mais importantes são: Blue Marlin Cottage e o Museu, onde Hemingway viveu e procurou a inspiração para muitos dos seus romances, e o Mercado da Palha de Alice Town.
Esta ilha é recomendada pela sua espetacular vegetação. As Cavernas dos Arawak são muito interessantes pois podem-se contemplar alguns restos pre-colombianos.
Nesta ilha acha-se uma das maiores colônias de flamingos do mundo (perto de 40.000 exemplares vivem na Lagoa Windsor) e, em Cat Island, será possível visitar as cavernasas dos índios arawak nos arredores do Port Howe.
Os flamingos e as águas pantanosas da Lagoa Windsor é o melhor do lugar.
Estas ilhas oferecem um interessante contraste. De uma parte as brancas praias e de outra as falécias rochosas.
São Salvador foi -segundo a crença- a primeira ilha que pisou Cristovão Colombo. Após cinco séculos continua a ser, em muitos aspectos, a mesma ilha virgem desses tempos.
Fonte: www.rumbo.com.br