"Desertos e Praias, uma cultura realmente diferente,
um lugar onde todo viajante gostaria de estar"
O Bahrein é um arquipélago de trinta ilhas e ilhotas que fica no Golfo Pérsico, a leste da Arábia Saudita e a noroeste do Qatar. A maior das ilhas é a dhkle Bahrein, com 16km de extensão no sentido leste-oeste e 48km no sentido norte-sul. A ilha principal é unida ás pequenas ilhas de Muharraq e Sitra por uma estrada.

Desde os desertos às praias, as montanhas, até atividades culturais que incluem a aprendizagem do árabe, poderá desfrutar no país. , Só são emitidos vistos para negócios.
Arábiam Airlines, que conta com vôos internos às principais cidades do mundo, os trens são modernos e mais baratos do que o ônibus. Aconselha-se comprar os bilhetes com antecedência.O onibus são cômodos e dispõem de ar condicionado.Pode-se alugar um carro para percorrer o país. A permissões de conduzir dos países ocidentais são válidos

Um prato muito popular que chama-se foul e que prepara-se a base de feijão é bastante saboroso. Cozinha-se também o frango assado. E para pratos rápidos ou comidas a baixo preço estão as comidas hindus e a ocidental estilo fast food.
O mais corrente é a água mineral, os sucos de frutas, e os refrigerantes. O "Champagne Saudita" é feito a base de suco de maçã e Perrier.
A moeda oficial é o Rial Saudí (SAR). Um SAR equivale a 20 qurushou a 100 halalah. Pode-se trocar moeda nos bancos e nos hotéis.
É aconselhável o respeito dos conselhos habituais de segurança:

Gp do Barein Barein se orgulha de participar do circuito da mais importante categoria do automobilismo, a etapa normalmente é realizada em abril, por tanto caso esteja pensando em ir para lá no mês de abril vale apena conferir.
Fonte: www.souturista.com.br

Nome Oficial: Mamlakat al Bahrayn (Reino do Bahrain)
Capital do Bahrain: Manama
Área: 665 km² (175º maior)
População: 667.238 (2003)
Idioma Oficial: Árabe
Moeda: Dinar do Bahrain
Nacionalidade: Barenita
Principais Cidades: Manama, Rifa, Muharraq, Isa Town e Sitrah

Fonte: webbusca.com.br
Nome oficial: Estado de Barein (Dawlat al-Bahrain).
Nacionalidade: barenita.
Data nacional: 16 de dezembro (Independência).
Capital: Manama.
Cidades principais: Manama (140.401) (1992); Ar Rifa (45.956),
Al Muharraq (74.245) (1991).
Idioma: árabe (oficial), inglês.
Religião: islamismo 81,7% (xiitas 57,2%, sunitas 24,5%),
cristianismo 8,5%, outras 9,8% (1995).
Localização: sudoeste da Ásia, golfo
Pérsico.
Hora local: +7h.
Área: 678 km2.
Clima: tropical árido.
Total: 620 mil (2000), sendo árabes barenitas 63%,
outros árabes 12%, afeganes, paquistaneses e indianos 25% (1996). Densidade:
910,03 hab./km2.
População urbana: 91% (1998).
População rural: 9% (1998).
Crescimento demográfico: 4% ao ano (1998).
Fecundidade: 2,9 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 71/75 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 17 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 12,4% (2000).
IDH (0-1): 0,820 (1998).
Forma de governo: Monarquia islâmica (emirado).
Divisão administrativa: 10 cidades (além de
Hammad e Madinat Isa, com estatutos especiais) e 1 arquipélago.
Partidos políticos: não há.
Legislativo: não há, dissolvido em 1975.
Constituição em vigor: 1973.
Moeda: dinar de Barein.
PIB: US$ 5,3 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 1% (1998).
PIB indústria: 40% (1998).
PIB serviços: 59% (1995).
Crescimento do PIB: 2% ao ano (1998).
Renda per capita: US$ 7.640 (1998).
Força de trabalho: 290 mil (1998).
Agricultura: tomate, tâmara, legumes e verduras.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos.
Pesca: 10 mil t (1997).
Mineração: gás natural, petróleo.
Indústria: refino de petróleo, siderúrgica,
naval, química, metalúrgica (alumínio), química.
Exportações: US$ 3,3 bilhões (1998).
Importações: US$ 3,5 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: EUA, Reino Unido, Austrália,
Japão, Alemanha, Arábia Saudita, Taiwan (Formosa), Índia.
Efetivo total: 11 mil (1998).
Gastos: US$ 394 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net
O país consiste em um grupo de 33 ilhas situadas no Golfo Pérsico.
A maior ilha é a de Bahrein.
Outras ilhas importantes são Muharraq, onde fica um importante distrito industrial, Nabi Saleh , Jiddah e Um-Nasan. O Bahrein está situada a 28 km de Qatar e a 24 km da costa leste da Arábia Saudita.
O povo do Bahrein tem uma longa tradição de associar-se a outras culturas, um governo estável e um forte senso de identidade nacional, já que é um dos poucos países do Golfo onde a população local é maioria.
A população é extremamente jovem, com mais da metade abaixo dos vinte anos de idade.
Todos são alfabetizados, sendo que a maioria dos jovens em Bahrein tem a língua inglesa como língua secundária.
Em torno de 85% da população é muçulmana, mas há também cristãos, hindus, Judeus e Bahais.
Fonte: www.tendarabe.hpg.ig.com.br
Embora, Bahrein seja um dos países mais liberais do Golfo Pérsico não deixa de ser um país muito conservador e com uma cultura islâmica muito arraigada, sobretudo se compararmos com alguns paises árabes que recebem mais turismo. A paisagem do arquipélago é uma mistura de natureza e cultura, que resulta tremendamente interessesante para o vistante.
A pesca de pérolas constituiu durante muito tempo sua principal fonte de riquezas, até ser sustituida depois pelo petróleo, que hoje tão é dependente.
Passaporte em vigor sem o carimbo de Israel é imprescindível visto que pode-se obter nas representações diplomáticas do país.
Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.
O idioma oficial é o árabe. Também fala-se o inglês.
A corrente elétrica é de 230 volts a 50 Hz, em algumas cidades e, de 120 volts e 60 Hz, em outras
Os envios à Europa tardam aproximadamente uma semana. A agência principal de telefones, BATELCO, está em Manama. Oferece serviços de fax, telégrafo e telex. Para chamar a Bahrein deve marcar 00-973, mais o número desejado.
O mais recomendável é viajar com o material fotográfico necessário. É conveniente utilizar filtros polarizadores, devido as particulares condições de luz.
As lojas e agências abrem entre 8 e às 13 horas. Muitas lojas, sobretudo na capital, abrem pelas tardes entre as 16 às 19 horas. A sexta-feira é o dia de festa da semana e muitos comércios fecham, inclusive as quintas-feiras pela tarde, além das sextas-feiras.
Como em muitos países, os prestadores de serviços verão com bons olhos uma gorjeta. Recorde que só emitem vistos de negócios ou de turismo em grupos.
Não tem restrições a entrada ou saida de moedas estrangeiras.
O Estado de Bahrein está na Ásia, situado no Golfo Pérsico entre Qatar e Arábia Saudita. Compreende as Ilhas Bahrein, o Muharraq, Setra, UmmNasan, Hawwar, e outras ilhas menores, muitas delas somente rochas.
A maior ilha do grupo, Bahrein, está enfestada de arrecifes coralinos. Mede 48 quilômetros de comprimento por 16 de largura, elevando-se 149 metros no Jebo Dukhan. Nela encontra-se Manama, a capital do país, o novo porto de Mina Sulman, os campos petrolíferos de Duktem e uma das maiores refinarias de petróleo do Oriente Médio. A ilha de Muharraq, unida a Bahrein por uma calçada, acolhe o aeroporto internacional, Setrah, e também está unida a Bahrein, Nabih Saeh, com preciosos jardins de tamareiras, Jidda com uma estranha cadeia e Umm Nasan.
A faixa setentrional das ilhas de Bahrein conta com importantes reservas aquíferas, proporcionando tâmaras, frutos frescos e verduras. A pesca tem encontrado uma nova prosperidade com a inauguração de uma fatoria congeladora de camarões, destinados à exportação. Porém, tem diminuido a pesca das célebres pérolas de Bahrein.
A história de Bahrein remota-se à da civilização humana. Um dos grandes impérios da antigüidade, os Dilmun, localizaram-se aqui na Idade do Bronze. Este era um lugar muito estratégico nas rotas da Mesopotâmia à Índia. Entre os séculos IX e XI, Bahrein, fez parte do Império Umayyad, e depois foi desputado pelos Abisidas. Os Omanis conquistaram Bahrein e Murraqad no século V.
No século XVI esteve dominado por Portugal, depois caiu nas maõs do Irão, que continuou revindicando-o até 1971. Em 1782 a família al-Jalifa, depois de expulsar os persas, criou o emirato de Bahrein. No século XIX, Grã-Bretanha impôs seu protetorado e a partir de 1957, concedeu-lhe uma progressiva autonômia. Finalmente, após renunciar o Irão à suas pretensões e retirar as tropas britânicas, o emir Isá bin seulmam al-Jalifa, proclamou a independência do país em 1971, ano em que ingressou na ONU e na Liga Árabe.
Promulgada a constituição, constituiu-se um governo sob a presidência do primeiro ministro Jalifa Ibn Sulmam al-Jaliva, irmaõ do emir, cujas medidas autoritárias originaram grande oposição na assembléia, na que dominavam os progressistas. Em 1975 disolveu-se a Assambléia e o irmão do emir continuou a frente do governo.
Nos anos 90, enquanto que as relações com Irão tem melhorado, tem-se deteriorado com Iraque, já que não esquecem o ataque de um míssil, ordenado por Hussein na Guerra do Golfo, embora finalmente acabara no mar. As relações com Qatar são frágeis, devido as disputas quanto à administração da Ilha Hawar.
Bahrein é uma monarquia absoluta, embora o emir Sheikh Isa Bin Salmam al-Khalifa, consulta com os ministros do governo e os cidadãos. O primeiro ministro é o irmão do emir Sheikh Khalifa Bin Salmam al-Khalifa. O príncipe da coroa, Sheikh Tem ad Bin Isa al-Khalifa é o chefe das forças de defessa. Bahrein é o único país do Golfo que segue um modo absoluto as normas de sucessão dentro da família real.
Na secretaria de turismo de Bab al-Bahrain poderá encontrar diversos artigos interessantes para levar. Porém, é adentrando-se no país, onde descubrirá centenas de artigos de artesanato, que poderá levar como lembrança.
Os países do Golfo pérsico encontram-se entre os mais conservadores da terra, sobre tudo quanto as roupas, e mais ainda nas áreas rurais. Bahrein tem uma população de 620.000 habitantes.
Embora, Bahrein seja um país que pode oferecer diversas alternativas turísticas, apenas emitem visto de negócios ou de turismo em grupo, porque as possibilidades de entretenimento reduzem as propostas desorganizadas.
16 de Dezembro, Dia Nacional e as festas islâmicas que variam dependendo do calendário lunar.
Gulf Air voa várias vezes por semana desde as principais cidades da Europa. As tarifas em geral são caras.
A infra-estrutura dos transportes por mar tem melhorado notavelmente. Tem serviços entre as ilhas.
Não tem estradas de ferro.
As linhas de ônibus cobrem as distâncias entre as cidades mais importantes
Deverá obter a permissão de conduzir internacionalmente, para entrar no país, se quizer alugar um carro. Tem 30 quilômetros de estradas asfaltadas.
Deverá acordar a tarifa antes de iniciar a viagem.
Fonte: www.rumbo.com.br
A enorme riqueza petrolífera determinou o progresso do pequeno arquipélago do Bahrein e o transformou em centro nevrálgico de comércio e finanças no Oriente Médio.
O Bahrein compreende o arquipélago do mesmo nome, situado no golfo Pérsico, a noroeste da península do Qatar e a leste da Arábia Saudita. Consta de cerca de trinta ilhas e ilhotas, a maior das quais é a de Bahrein, com aproximadamente 16km de leste a oeste e 48km de norte a sul. Unidas à ilha principal por estradas de rodagem ficam as pequenas ilhas de Muharraq e Sitra. Em 1986 foi inaugurada uma ponte que liga Bahrein à Arábia Saudita. A superfície total do arquipélago é de 692km2.
Geografia física. Não existem nas ilhas acidentes orográficos importantes. A altitude máxima, na colina de Jabal Dukhan, na ilha principal, alcança pouco mais de 130m. O clima é árido, com temperaturas muito altas no verão, superando uma média de 28o C, e moderadas no inverno (21o C). As precipitações não ultrapassam oitenta milímetros anuais e se concentram na estação hibernal. Apesar da escassez de água, as ilhas são habitadas desde tempos antigos, e possuem algumas culturas de irrigação concentradas em torno dos mananciais da costa norte. O arquipélago conta com cerca de 200 espécies vegetais. A fauna compõe-se de mamíferos como a gazela, a lebre e o mangusto, este último provavelmente trazido da Índia.
População. Apesar da pequena extensão, o Bahrein é densamente povoado (mais de 500 habitantes por quilômetro quadrado). As maiores cidades são Manama, a capital, situada no noroeste da ilha principal, e Muharraq, na ilha do mesmo nome. As duas estão unidas por um molhe e constituem, na verdade, uma só aglomeração urbana.
A população é árabe na maioria, embora haja uma pequena presença de técnicos europeus e americanos. Uma considerável proporção da mão-de-obra se compõe de trabalhadores imigrantes, na maior parte egípcios, paquistaneses e indianos. (Para dados demográficos, ver DATAPÉDIA.)
Economia. A utilização de águas subterrâneas permite a prática de uma horticultura mínima, insuficiente para as necessidades da população. A coleta de ostras perolíferas, ocupação tradicional dos habitantes do arquipélago, quase desapareceu, já que não oferece rentabilidade ante a competição das pérolas cultivadas.
Em 1932 descobriu-se petróleo em Awali, no centro da ilha de Bahrein; a extração, originariamente controlada por empresas americanas, passou em grande parte para a jurisdição da Bahrein Petroleum Company (BAPCO). A extração de petróleo e de gás natural adquiriu importância fundamental na economia do país. Além de centro produtor, o arquipélago é notável ponto de refinação e embarque do óleo cru procedente da vizinha Arábia Saudita, que o envia para Bahrein por um oleoduto submarino.
A riqueza petrolífera estimulou nas ilhas a criação de outras indústrias, como as de cimento, alumínio e a construção naval, esta última muito enraizada na tradição artesanal do país. As antigas atividades semipiratas dos nativos do arquipélago foram substituídas pelo tráfego de uma moderna frota mercante. Por outro lado, o desenvolvimento das atividades bancárias e de serviços transformou Bahrein num dos principais centros comerciais e financeiros do Oriente Médio, para o que contribuem a moderna rede de comunicações e o importante aeroporto internacional situado na ilha de Muharraq. (Para dados econômicos, ver DATAPÉDIA.)
História. Desde a antiguidade as ilhas de Bahrein foram cobiçadas por seu interesse estratégico. Dois milênios antes da era cristã, já constituíam escala obrigatória na rota comercial entre a civilização suméria e o vale do Indo.
A população do Bahrein converteu-se ao islamismo no século VII. Em 1521 o país foi ocupado pelos portugueses e em 1602 caiu em poder do império persa. Em 1783, Ahmad ibn Khalifa, oriundo da Arábia Saudita, obteve a independência e fundou a dinastia reinante até hoje. Sucessivos tratados negociados ao longo do século XIX acabaram fazendo do arquipélago um protetorado britânico. O Bahrein recuperou a independência em 1971 e se transformou em emirado. Dois anos mais tarde, promulgou-se uma constituição que consagrou o regime monárquico tradicional e estabeleceu uma câmara parlamentar.
Sociedade. A população de Bahrein goza de uma das rendas per capita mais altas do mundo. O governo proporciona diversos serviços sociais, sobretudo os relativos à educação e à saúde. Apesar do desenvolvimento econômico, os costumes sociais permanecem muito ligados à tradição.
A religião majoritária é a muçulmana, professada nas variantes xiita e sunita em partes quase iguais. Os xiitas em geral descendem da população persa que ocupou a ilha no passado, enquanto que os sunitas são árabes e constituem a classe dominante, ligada à dinastia que governa o país.
Num estado cujas principais necessidades humanas estão satisfeitas, as fontes de instabilidade social são sobretudo a presença cada vez maior de trabalhadores imigrantes e a pressão do setor xiita, que se considera politicamente submetido ao sunita.
Fonte: www.coladaweb.com
O arquipélago de Bahrein, situado na costa oriental da península Arábica, é formado por cerca de trinta ilhas do Golfo Pérsico, constituídas quase na totalidade por bancos de areia e recifes de corais. Do ponto de vista climático, a região é marcada por verões extremamente quentes, com temperaturas que no mês de julho superam 35º C, e por invernos amenos (em janeiro a média é de 17º C). Não chove quase nunca. Pouco tempo atrás, o país fez notícia nos jornais mundiais graças ao petróleo e a Fórmula Um, com o Grande Prêmio que desde 2004 tem lugar em Manama, a capital. Na realidade, Bahrein tem uma história muito mais antiga, que remonta às origens da civilização humana. O arquipélago foi habitado pelo homem desde a pré-história. No III milênio a.C., foi a sede do império comercial de Dilmun, sobrevivendo durante cerca de 2000 anos. A epopéia de Gilgamesh descreve a ilha principal como um verdadeiro paraíso, onde os heróis tinham o dom da imortalidade, e segundo alguns estudiosos em Bahrein se encontrava o bíblico Jardim do Éden.
No curso dos séculos, a região foi conquistada pelos gregos e sucessivamente pelos árabes. No século XVI foram os portugueses a se apoderarem de Bahrein e a utilizarem as ilhas como escala para o comércio. No século seguinte, foi a vez da dominação persa e, entre 1810 e 1970, o arquipélago foi um protetorado britânico. Em 1971 foi o primeiro país do Golfo Pérsico a alcançar a independência. Nos anos setenta teve início uma forte expansão econômica e financeira ligada aos grandes recursos petrolíferos. Hoje, Bahrein é um país que concilia de forma perfeita a história milenar com a modernidade e o progresso, sendo particularmente interessante para os turistas.
Na capital Manama merece uma visita o Museu Nacional, uma construção moderna que ilustra os 7000 anos de história de Bahrein, com atenção especial para a expansão da cultura e da tradição islâmica, da escrita e das grafias árabes. Na Bait al-Qur'an, a Casa do Corão, é possível admirar esplêndidos manuscritos islâmicos e principalmente, como é fácil intuir, uma grande coleção de Corões, alguns deles do século VII. Quem conhece a língua árabe e deseja tentar ler alguns versos do livro sagrado escritos sobre um grão de arroz não pode dispensar uma lente de aumento. Em Manama, como no resto do país, a religião islâmica está presente por toda parte, e naturalmente também nas numerosas mesquitas. A de Al-Khamis, cujo núcleo originário remonta ao ano 692 d.C., é um esplêndido exemplo de arquitetura religiosa.
A Mesquita de Al-Fatih, que é a maior de todo o estado e pode ser visitada pelos não muçulmanos, é um gigantesco edifício capaz de acolher até 7000 fiéis. Um outro exemplo interessante de arquitetura árabe é o Forte Arad, construído no século XVI. É um dos mais bonitos exemplos de engenharia militar da época. Como em todos os países islâmicos, os souks têm um papel fundamental na vida da cidade, e nestes mercadinhos é possível comprar de tudo mas não sem deixar de negociar o preço. Os produtos mais vendidos são os artigos de eletrônica, o ouro e a prata, as roupas e todos os produtos típicos do artesanato local.
A cerca de dois quilômetros de Manama pode-se visitar Qal'at Bahrein, conhecido também como "Portuguese Fort", o principal sítio arqueológico do país. As escavações, iniciadas na metade do século passado e ainda não concluídas, trouxeram à luz o forte construído sobre uma colina formada pelas ruínas de cidades antigas. Foram descobertos nada menos que sete níveis arqueológicos diferentes que remontam a diferentes fases do passado da cidade. O primeiro remonta ao ano 2800 a.C. aproximadamente, início do período Dilmun, e o Templo de Ad-Dira também é deste mesmo período. Na vizinhança encontra-se o interessante sítio arqueológico de Barbar, um conjunto de templos do II e do III milênio dedicados a Enki, o deus da sabedoria.
Fonte: www.costacruzeiros.com
O clima é caracterizado pela alta humidade ao longo de todo o ano. No Verão, de Maio a Outubro, as temperaturas médias rondam 31 oC. No Inverno, as precipitações são escassas e as temperaturas médias aproximam-se de 20 oC.
O Bahrein tem uma economia que assenta na exploração do petróleo e do gás natural. O sector industrial tem sofrido um grande desenvolvimento, destacando-se a produção de alumínio e a construção e reparação naval. Com uma importância crescente, menciona-se ainda o sector financeiro. Os principais parceiros comerciais do Bahrein são a Arábia Saudita, os EUA, o Reino Unido e o Japão.
Indicador ambiental: o valor das emissões de dióxido de carbono, per capita (toneladas métricas,1999), é de 29,4.
A população é de 645 361 habitantes (est. 2006), o que equivale a uma densidade de 1035,04 hab./km2. As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 17,8%o e 4,14%o. A esperança média de vida é de 74,45 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,839 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,829 (2001). Estima-se que em 2025 a população seja de 866 000 habitantes. Os naturais do Bahrein representam 66% da população total. Os muçulmanos xiitas são o grupo religioso mais representativo (57%), seguindo-se-lhes os muçulmanos sunitas (25%) e os cristãos (9%). A língua oficial é o árabe.
Os Portugueses ocuparam o Bahrein de 1521 a 1602. Após o domínio dos Persas, a família Khalifah assumiu o poder em 1783. Em 1832, o território passou a constituir um protectorado britânico, até à sua completa independência em 1971. Em termos políticos, o país é um emirato constitucional, governado pela família Khalifah. O emir é o chefe de Estado que governa com o primeiro-ministro e com um Conselho Consultivo.
Fonte: www.infopedia.pt
O Bahrein ou Bahrain (por vezes aportuguesado como Barém, e por vezes utilizado no Brasil como Barein, Bareine ou Baharem) é um pequeno estado insular do Golfo Pérsico, com fronteiras marítimas com o Irão a nordeste, com o Qatar a leste e com a Arábia Saudita a sudoeste. Capital: Manama
As ilhas de Bahrein foram cobiçadas por seu interesse estratégico desde a antigüidade. A posição privilegiada na região do Golfo constituia as ilhas como escala obrigatória na rota comercial entre os sumérios e o Vale do Indo há dois milênios.
Desde o inicio dos tempos os barenitas são cobiçados pelas suas grandes florestas e por causa do petróleo. A população barenita converteu-se ao cristanismo no séc. VII. De 1521 a 1602, o país foi ocupado pelos portugueses Data deste período a construção do Forte do Bahrain - Qal’at al-Bahrain, actualmente classificado como Património Mundial. Em 1602, as ilhas foram tomadas pelo Império Persa. Ahmad ibn Khalifa, oriundo da Arábia Saudita, obteve a independência em 1783, e fundou a dinastia que reina o país até hoje. Vários tratados feitos no séc. XIX determinaram o arquipélago um protetorado britânico. O Bahrein novamente conseguiu a independência em 1971, e se transformou em emirado. Em 1973, foi promulgada uma constituição, que estabeleceu o regime monárquico tradicional e criou uma câmara parlamentar.

Mapa de Bahrein
O Bahrein é um arquipélago de trinta ilhas e ilhotas que fica no Golfo Pérsico, a leste da Arábia Saudita e a noroeste do Qatar. A maior das ilhas é a dhkle Bahrein, com 16km de extensão no sentido leste-oeste e 48km no sentido norte-sul. A ilha principal é unida ás pequenas ilhas de Muharraq e Sitra por uma estrada. Em 1986 uma ponte que liga Bahrein à Arábia Saudita foi inaugurada. A superfície total do país é de 692km².
A altitude máxima no arquipélago barenita é a colina de Jabal Dukhan, com 130m, e que fica na ilha principal. O clima no país é árido, com temperaturas elevadas no verão, superando uma média de 28º C, e moderadas no inverno, com média de 21º C. As precipitações de chuvas não passam oitenta milímetros anuais, e se concentram no inverno. A escassez de água não impediu que as ilhas tenham algumas culturas de irrigação em torno dos mananciais na costa norte do país. O arquipélago possui cerca de 200 espécies vegetais. A fauna é formada por mamíferos, como a gazela, a lebre e o mangusto.
A produção e o refinamento de petróleo responde a aproximadamente por 60% das exportações, 60% dos rendimentos do governo local e 30% do PIB. Com uma rede desenvolvida de transporte e comunicação, Bahrein sedia diversas firmas multinacionais com negócios no Golfo.
Em 1932, foi descoberto petróleo em Awali, no centro da ilha de Bahrein. A extração do óleo era controlada por petrolíferas norte-americanas, mas passou em grande parte para a administração da BAPCO (Bahrein Petroleum Company). A extração de gás natural e petróleo adquiriu fundamental importância ao país. O arquipélago se tornou centro produtor e ponto de refinação e embarque do óleo cru vindo da Arábia Saudita, que o envia por um oleoduto submarino.
Com a renda do petróleo, diversos projetos industriais em outros segmentos estão em andamento, nas áreas de cimento, alumínio e construção naval. As antigas atividades piratas dos nativos foram substituídas pelo tráfego de frota mercante moderna. O desenvolvimento das atividades bancárias e de serviços transformou Bahrein num dos principais centros financeiros e comerciais do Médio Oriente. Esta situação é exemplificada por uma moderna rede de comunicações e pelo aeroporto internacional situado na ilha de Muharraq.
O uso das águas subterrâneas possibilita a prática da horticultura, porém, em quantidade insuficiente para atender toda a população. A tradicional coleta de ostras perolíferas quase desapareceu, em detrimento da menor rentabilidade que a cultura oferece perante a competição das pérolas cultivadas.
Entretanto, o desemprego, especialmente entre os jovens, e a deterioração dos lençóis subterrâneos de água são as principais preocupações nacionais a longo prazo.
Michael Jackson vive no Bahrein desde que foi absolvido das acusações de pedofilia.
Fonte: pt.wikipedia.org