Distribuição: Águas tropicais e subtropicais de todos os oceanos, tanto em áreas costeiras como oceânicas. É a única baleia que não realiza grandes migrações, podendo permanecer na mesma área durante todo o ano realizando grandes deslocamentos no sentido costa-mar e vice versa. Na costa brasileira, existem registros da baleia-de-bryde no Rio Grande do Sul e do Paraná até o nordeste. Concentrações tem sido notadas em várias áreas do mundo em áreas oceânicas como Japão, Peru, Venezuela, Brasil, África do Sul e Golfo da Califórnia.
Peso, medidas e características: O comprimento médio dos machos e fêmeas é de 13,7m e 14,5m, respectivamente. O maior animal já registrado era uma fêmea com 15,5m. As formas oceânicas em geral são maiores que as formas costeiras. O peso médio varia entre 16 e 18,5 toneladas. Seu corpo é longo e esguio. Cabeça larga e plana, com uma quilha central proeminente e duas quilhas laterais, característica que as diferenciam das baleias-sei (Balaenoptera borealis) devido a sua semelhança. A nadadeira dorsal é alta e falcada e localiza-se atrás da metade do dorso. Sua coloração é cinza-prateada no dorso e esbranquiçada na parte ventral. Podem existir manchas claras nos lados do corpo ou entre a cabeça e a nadadeira dorsal. É comum a presença de marcas e cicatrizes ao longo do corpo. As nadadeiras peitorais são relativamente pequenas, estreitas e pontudas. Apresenta de 40 a 50 pregas ventrais que se estendem até o umbigo. Possuem de 250 a 370 pares de barbatanas, de cor escura e com comprimento médio de 45 cm. O borrifo é em forma de coluna e pode atingir até 4m de altura. As vocalizações são de baixa freqüência, principalmente pulsos.
Como nascem e quanto vivem: A maturidade sexual é alcançada com cerca de 12,3m; entre 7 e 10 anos de idade. A gestação dura aproximadamente um ano. As fêmeas dão à luz a um único filhote que ao nascer medem cerca de 3,4m e pesam 560 Kg. A amamentação dura 6 meses e o intervalo médio entre as crias é de 2 anos. Chega a viver 72 anos.
Comportamento e hábitos: Possuem hábitos solitários mas podem se deslocar aos pares ou, menos freqüentemente, formar grupos de até 10 indivíduos. É ativa e costuma saltar totalmente fora da água. Aproxima-se de embarcações e é curiosa. Pode formar grupos mistos com outros cetáceos. A alimentação e a reprodução parecem ocorrer o ano todo.
Alimentação: Basicamente peixes que formam cardumes e ocasionalmente pequenos crustáceos. Quando está se alimentando, desloca-se com súbitas acelerações e mudanças de direção, em profundidades que podem variar desde águas rasas até 300m.
Identificação Individual: É feita através de marcas e cicatrizes no bordo posterior da nadadeira dorsal.
Inimigos Naturais: As orcas (Orcinus orca) e provavelmente os grandes tubarões (Família Carcharhinidae).
Ameaças: A baleia-de-bryde foi extensivamente caçada em todo o mundo. No Brasil, capturas para fins comerciais ocorreram na região de Cabo Frio, Rio de Janeiro, e costa nordeste. Este tipo de caça continuou até 1986, quando a Comissão Internacional da Baleia (CIB) decretou a moratória a caça comercial dessa baleia. Atualmente, capturas acidentais em redes de pesca e a degradação do hábitat, constituem as principais ameaças. Em janeiro de 1983, um macho juvenil de baleia-de-bryde foi encontrado agonizante na Baía da Guanabara, Rio de Janeiro. Seus pulmões e estômago, estavam impregnados de óleo.
Fonte: petfriends.com.br

Características Principais: A Baleia-de-bryde possui o corpo longo e esguio. A sua cabeça é larga e plana.
Tamanho: O comprimento médio para o macho é de 13,7m (máximo de 14,3m) e para a fêmea é de14,5m (máximo de 15,5m).
Peso: A Baleia-de-bryde pesa entre 16 e 18,5 toneladas, mas já foi encontrado um exemplar pesando 20 toneladas.
Gestação e cria: Aproximadamente 1 ano, nasce apenas uma cria medindo cerca de 3,4 metros.
Alimentação: Basicamente pequenos peixes que formam cardumes.
Distribuição: Águas tropicais e subtropicais de todo o mundo. No Brasil ocorre do Paraná até o nordeste.
Ameaças: Captura intencional pela indústria pesqueira japonesa.
Status: Insuficientemente conhecida.
Fonte: Bia Hetzel e Liliane Lodi. 1993. Baleias, Botos e Golfinhos. Guia de identificação para o Brasil. Rio de Janeiro-RJ. Nova Fronteira. & Bia Hetzel e Liliane Lodi. 1996. Baleias, Botos e Golfinhos. Baía da Ilha grande. Rio de Janeiro-RJ. Manatí.
Fonte: www.lbm.com.br