
O arquiteto paulista Domingos Pascali investiu em linhas retas e materiais sóbrios pensando num espaço masculino e contemporâneo. A bancada de mármore branco thassos (Marmoraria Palácio) parece ainda mais leve instalada diante da parede forrada de espelhos. Como havia poucos cosméticos para guardar, o arquiteto dispensou armários, trocados por nichos rasos no tampo – como se fossem bandejas – e uma prateleira baixa, que funciona ainda como banco. No piso, granito preto absoluto. Poucos e bons: repita o material da bancada em frontões, saia e cuba para obter um visual harmônico.

Em lugar de duas cubas, a arquiteta paulista Cristina Bozian adotou uma espécie de tanquinho. “Assim, o morador dispõe de um modelo maior [100 x 40 cm] que o usual com duas torneiras para ser compartilhado”, diz. O visual rústico foi alcançado com a bancada de travertino romano (feita pela Amazonas Pedras), que conserva os furinhos naturais da rocha – leva apenas proteção de resina incolor. Em paredes e pisos, assoalho de peroba-rosa de demolição (Hydrotech) bruta e escovada. Dois ou um: avalie se, em sua casa, é preciso ter duas cubas para usar ao mesmo tempo. Elas roubam um espaço precioso da bancada.

Aqui, a ideia era melhorar a claridade do ambiente. Daí a escolha da arquiteta fluminense Paloma Yamagata pelo mármore branco piguês, polido e impermeabilizado pela Marmoraria Elite. Em busca de poucos elementos visuais e resultado clean, ela preferiu as cubas de embutir. Também instalou uma sanca de gesso, valiosa para acomodar a iluminação indireta e os spots (luminotécnica da Spectra Iluminação). Modelo retangular: práticas, as cubas desse formato permitem usar bancadas menos profundas (esta tem 45 cm) e oferecem bom aproveitamento do tampo.
Fonte: casa.abril.com.br