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Baru

Nome científico: Dipteryx alata Vogel
Nome popular: Baru, cumbaru; cumaru; coco-feijão
Família: Fabaceae

Baru

Planta

Árvore grande de até 25 m de altura com tronco ereto podendo atingir 70 cm de diâmetro, casca áspera, clara, descamante em placas em árvores velhas, copa densa e arredondada. Folhas alternas, compostas imparipinadas, de 6 a 12 folíolos de coloração verde intensa e pontuações translúcidas no limbo. Flores pequenas e alvas, de outubro a janeiro.

Regiões de ocorrência

Matas e cerrados do Brasil Central.

Paçoquinha de baru?

Se você acha que paçoquinha só pode ser feita de amendoim, está extremamente enganado!

O baru é um fruto marrom, de casca fina, com cerca de 5 cm de comprimento, produzido pelo baruzeiro nos meses de setembro a outubro. Esse fruto envolve uma amêndoa dura e comestível, de sabor parecido com o do amendoim, que atrai homens e animais nessas épocas do ano.

O fruto apresenta alto valor nutricional, com cerca de 26% de teor de proteínas, o que o coloca acima do coco-da-bahia em termos nutritivos. Quando maduros, servem de complemento nutricional para os rebanhos de gado nos períodos de estiagem.

A amêndoa pode ser consumida crua, mas quando torrada emprega-se no preparo de paçoquinha, rapadura e pé-de-moleque. Além disso, pode substituir a contento a castanha-de-caju.

A população utiliza, ainda, o óleo extraído da amêndoa para aromatizar fumo e como anti-reumático. Também se lhe atribuem propriedades afrodisíacas, por ter sabor parecido com o do amendoim. É crença popular que nas épocas em que o baru é colhido ocorre um aumento no número de mulheres grávidas.

Dadas as suas qualidades gastronômicas e nutricionais é estranho não encontrarmos esse fruto facilmente nas feiras e nas cidades.

O baruzeiro pode chegar até 25 metros de altura, proporcionando amplas e preguiçosas sombras. Sua madeira é bastante forte, pesada e resistente a fungos. Tais características fazem dela alvo de grande procura para a construção de mourões, tábuas e dormentes, podendo ser também utilizada na construção civil e naval.

Por esses e outros motivos, o baruzeiro vem sumindo de nossas paisagens e está ameaçado de extinção. Até meados de 1960, o Cerrado era bastante visado para a criação extensiva de gado, e áreas enormes de matas foram derrubadas.

Hoje o foco mudou, mas o problema ainda continua: a extração madeireira e a derrubada para cultivo de grãos não param, até mesmo transgredindo leis de proteção ambiental, o que contribui para a diminuição do número de exemplares nativos do baruzeiro.

Por que não se aproveitar do fato de sua madeira ser forte e resistente, além da árvore apresentar um rápido crescimento, e utilizar o baruzeiro em empresas de reflorestamento?

Fonte: www.ibb.unesp.br

Baru

Nome Popular: cumbaru; cumaru; coco-feijão
Nome Científico: Dipteryx alata Vog.
Família Botânica: Leguminosae – Papilionoideae
Origem: Matas e Cerrados do Brasil Central.

Baruzeiro

Baru

Características da Planta

Árvore de até 25 m de altura com tronco podendo atingir 70 cm de diâmetro. Copa densa e arredondada. Folhas compostas por 6 a 12 folíolos de coloração verde-intensa. Flores pequenas, de coloração esverdeada que surgem de outubro a janeiro.

Fruto

Fruto castanho com amêndoa e polpa comestíveis que amadurecem de setembro a outubro.

Cultivo

Planta característica de cerrados e matas em terrenos secos. De crescimento rápido, cultiva-se por sementes. Um quilograma de frutos contém cerca de 30 sementes.

O baru, cumbaru ou cumaru, árvore fruteira nativa do planalto central do Brasil, na região dos cerrados do centro-oeste, está ameaçada de extinção.

Fonte: www.todafruta.com.br

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