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Becquerel Antoine Henri

Em 1896, Henri Becquerel descobriu que o urânio e seus compostos emitiam uma radiação penetrante, mas interpretou o fenômeno como um tipo de fosforescência invisível. Assim como Charles Henry, Gaston Niewenglowski e outros autores, Becquerel foi guiado pela sugestão de Poincaré de que os materiais luminescentes talvez emitissem raios X.

Assim como outros pesquisadores da época, Becquerel descreveu fenômenos inexistentes, atribuindo à radiação do urânio propriedades como reflexão regular, refração, polarização e aumento de intensidade quando estimulado por luz.

Apenas a partir de 1898 o estudo da radioatividade começou realmente a se desenvolver, com a gradual correção dos erros de Becquerel, a descoberta de outros elementos (além do urânio) que emitiam radiações penetrantes, e a própria formulação do conceito de "radioatividade" por Marie Curie. Somente em 1899 começou a ser esclarecida a natureza das próprias radiações emitidas pelos corpos radioativos, mostrando-se que não se tratava de raios X, e em 1902-03 foi finalmente formulada a teoria da transformação radioativa, por Rutherford e Soddy. Foi graças a esse trabalho coletivo, e não ao trabalho de Becquerel, que a radioatividade foi descoberta e compreendida.

Fonte: www.ifi.unicamp.br

Becquerel Antoine Henri

Físico francês, nascido em Paris, fomoso como descobridor do fenômeno da radioatividade desenvolvendo experiências com urânio (1896). Neto do patraiarca da famosa família de cientistas franceses, Antoine-Cesar Becquerel (1788-1878), filho de Alexandre Edmond Becquerel (1820-1891) e pai de Jean Antoine Becquerel (1878-1953), recebeu sua educação científica na Ecole Polytechnique (1872-1874) e engenharia na Ecole des Ponts et Chaussees (1874-1877), tornando-se engenheiro de pontes e calçadas.

Ensinou física na École Polytechnique e no Muséum d'Histoire Naturelle. Influenciado pelos estudos de Michael Faraday (1791-1867) desenvolveu estudos sobre magnetismo, polarização da luz e fosforescência e absorção da luz por cristais. Após a descoberta dos raios X (1895), por Wilhelm Konrad Röentgen (1845-1923), imaginou que haveria uma relação entre essa radiação e a luz visível, de forma que todos os materiais luminescentes emitiriam, naturalmente ou quando estimulados, raios X. Após verificar o comportamento de alguns cristais fosforescentes, depositados sobre uma placa fotográfica, exposto à luz solar durante várias horas, descobriu após a revelação do filme, que certos cristais de sais de urânio emitiam radiação continuamente, mesmo quando não estimulados pela luz solar, e relatou sua descoberta à Academia de Ciências (1896), poucos meses depois da descoberta dos raios X. E assim, embora profundo pesquisador em luz visível e radiação, luminescências e cristais fosforescentes e revelações fotográficas, ficou mais conhecido como o descobridor da Radiatividade, termo então criado por Madame Curie (1867-1934) e empregado para designar a desintegração espontânea do núcleo atômico de alguns elementos como urânio, polônio e rádio, resultando em emissão de radiação.

A esse fenômeno o casal Curie chamou radioatividade, e assim seu nome está mais ligado a descoberta das radiações do urânio. Verificou também que, além de luminosidade, as radiações emitidas pelo urânio eram capazes de penetrar a matéria. Criou, então, a unidade de medida de radioatividade definida como a atividade de um material radioativo no qual se produz uma desintegração nuclear por segundo. E ainda demonstrou experimentalmente que um feixe de raios, canalizados por um anteparo de chumbo, subdivide-se, sob a ação de um campo magnético, em três feixes distintos, dois dos quais se desviam em sentidos opostos, enquanto o terceiro mantém a direção primitiva. Rutherford denominou alfa, beta e gama os três raios emitidos pelos corpos radioativos. Durante muito tempo, porém, os raios gama foram conhecidos como raios de Becquerel. Tornou-se membro do Instituto da França e da Academie des Sciences (1889) e dividiu o Prêmio Nobel de Física (1903), com Pierre (1859-1906) e Marie Curie (1867-1934), com quem mantinha estreita colaboração, por sua descoberta da radioatividade natural. Foi nomeado secretário-perpétuo da Academia de Ciências de Paris (1908) e morreu em Croisic, na Bretanha.

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

Becquerel Antoine Henri

Becquerel Antoine Henri

Antonie Henri Becquerel herdou da família o interesse pela Física. O avô realizara trabalhos na área da eletroquímica e o pai pesquisara os fenômenos da fluorescência e da fosforescência. Aos 40 anos, Becquerel também viria a ocupar, no Museu de História Natural de Paris, um posto que fora do pai e do avô.

As pesquisas por ele realizadas transformariam a concepção que se tinha sobre a estrutura da matéria.

Em 1895, Roentgen descobriu que os raios X podiam provocar fluorescência em certos materiais. Becquerel ficou, então curioso para saber se o contrário também era possível: se uma substância fluorescente emitiria raios X. Para verificar essa possibilidade, envolveu uma chapa fotográfica com papel preto, colocou sobre ele cristais de um material fluorescente (um composto de urânio) e expôs o conjunto à luz solar. Caso a luz provocasse fluorescência nos cristais e eles passassem a emitir raios X, a chapa seria impressionada.

Isso de fato ocorreu. Procurou então repetir a experiência nos dias seguintes, mas eles foram todos nublados. Na última tentativa, desmontou o conjunto e resolveu revelar a chapa assim mesmo. Surpreso, verificou que ela fora intensamente impressionada. A radiação que atingira não dependera, então, da incidência de luz solar nos cristais. Eles emitiam radiações por si mesmos!

Isso ocorreu em 1896. Dois anos depois,Marie Curie daria a essa nova forma de radiação o nome de raios de Becquerel e, depois, de radioatividade.

Em 1899, Becquerel descobriu que a trajetória

Fonte: ftp.cat.cbpf.br

Becquerel Antoine Henri

Becquerel Antoine Henri

Antoine Henri Becquerel nasceu na França, em 1852. Ele era doutor em Ciências e professor de física aplicada.

Becquerel desenvolveu trabalhos no campo da luz polarizada, fenômenos da fosforescência, absorção de luz por cristais e magnetismo terrestre. Em 1896, Becquerel resolve investigar se há alguma relação entre a radiação-X, recentemente descoberta, e o fenômeno da fosforescência natural. Ele verifica que todos os sais de urânio, quando colocados próximos a um filme fotográfico, marca-os. A partir disso, conclui se que este fenômeno é relativo ao átomo de urânio.

A radiação emitida dos átomos de urânio não era radiação-X, como provou Becquerel, pois ela sofria desvios, quando submetida, a um campo elétrico.

Em 1903, junto com o casal Curie, ganha o prêmio Nobel de Física pela descoberta da radiação natural. Em 1908, na Grã Bretanha, Becquerel morre.

Fonte: www.quiprocura.net

Becquerel Antoine Henri

Becquerel Antoine Henri

Físico Francês, filho de Alexandre-Edmond Becquerel, Antoine Becquerel nasceu em Paris a 15 de Dezembro de 1852 e morreu a 25 de Agosto de 1908 em Croisic, na Bretanha. Estudou na École Polytechnique e era "engenheiro de pontes e calçadas". Ensinou Física na École Polytechnique e no Museu Nacional de História Natural. Continuou os trabalhos dos seus pai e avô, descobrindo em 1896 a radioactividade dos sais de urânio. Esta importante descoberta valeu-lhe a atribuição do Prémio Nobel da Física em 1903, juntamente com o casal Pierre Curie e Marie Curie. Foi membro da Academia das Ciências Francesa.

Seu pai, Alexandre Becquerel estudou a luz e a fosforescência, inventando a fosforoscopia. Seu avô, Antoine César Becquerel, foi um dos fundadores da eletroquímica.

No ano de 1895 Antoine Becquerel descobriu acidentalmente uma nova propriedade da matéria que, posteriormente, denominou de radiatividade. Ao colocar sais de urânio sobre uma placa fotográfica em local escuro, verificou que a placa enegrecia. Os sais de urânio emitiam uma radiação capaz de atravessar papéis negros e outras substâncias opacas a luz. Estes raios foram denominados, a princípio, de Raios B em sua homenagem.

Alem disso realizou pesquisas sobre a fosforescência, espectroscopia e absorção da luz.

Entre suas obras destacam-se:

Investigação sobre a fosforescência ( 1882-1897 ) Descobrimento da radiação invisível emitida pelo urânio ( 1896-1897 ).

Fonte: pt.wikipedia.org

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