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Aromaterapia

História da Aromaterapia

A Aromaterapia tem suas origens no uso de ervas para fins curativos, religiosos e estéticos. Civilizações como Egito, China e Índia usavam ervas para os mais diversos fins e de formas variadas.

A destilação dos óleos essenciais ocorreu apenas em 1.000 d.C. e revolucionou o mercado de perfumes internacional.

No século 16, os alquimistas já acreditavam ser o óleo essencial a parte da planta responsável em produzir a cura.

A Aromaterapia como é hoje conhecida é relativamente recente, descoberta quando René-Maurice Gatefossé, um químico francês sofreu um acidente em seu laboratório e providencialmente mergulhou seu braço ferido em um pote de lavanda, percebendo que com isto, seus ferimentos não infeccionaram e cicatrizaram rapidamente.

Após este incidente, passou a pesquisar os poderes dos óleos essenciais, cunhando o termo Aromaterapia.

Tudo isto no início do século 19, na França, sendo o precursor de muitos outros estudiosos na Europa, como Jean Valnet, Marguerite Maury e Robert Tisserand, do Instituto Tisserand, um dos maiores expoentes da atualidade em aromaterapia.

O que é Aromaterapia?

Aromaterapia é a arte e a ciência de utilizar óleos essenciais para proporcionar bem estar físico, mental e emocional. É um tipo de terapia extremamente simples em seu uso, apesar de exigir conhecimento e cuidados por parte do usuário e principalmente do profissional da área de saúde ou estética pois, por serem altamente concentrados, os óleos essenciais devem ser usados diluídos ou em baixas concentrações, para evitar reações de sensibilização e irritações, entre outras. Também pode ser considerada democrática, uma vez que a Aromaterapia combina-se bem com os mais diversos tipos de tratamentos, sejam convencionais ou alternativos. Além de tudo isto, a Aromaterapia é prazerosa, mexe com nossas emoções, nossos sentimentos, nossa VIDA.

Como funciona a Aromaterapia

Podemos absorver o óleo essencial através da pele e do nariz, que são as vias mais seguras.

Na pele deve-se tomar cuidado extra, para evitar reações alérgicas, sensibilizações, queimaduras, irritações, etc. Para o uso seguro, deve-se diluir os óleos essenciais em veículos carreadores, como cremes neutros e óleos vegetais. Penetrando na pele, os óleos essenciais entrarão na corrente sangüínea e agirão nos órgãos internos, sendo excretadas as quantidades não metabolizadas. Pode-se fazer isto através de cremes e óleos corporais, massagens, tratamentos estéticos, compressas, etc.

Via olfato deve-se tomar cuidado com tempo de exposição e concentração. Uma parte do aroma inalado vai para os pulmões via traquéia, penetrando nos brônquios, bronquíolos e alvéolos, passando para a corrente sangüínea nas trocas gasosas, agindo da mesma forma da penetração cutânea. Outra parte do aroma vai para o cérebro, atingindo o Sistema Nervoso Central e mais especificamente o Sistema Límbico, que é nosso antigo Cérebro das Emoções, responsável por nossas emoções, nossos comportamentos e atitudes, nossa memória e nossos humores. Para esta via, pode-se usar aromatizadores pessoais, aromatizadores à vela ou elétricos e pot pourris.

Desta forma, cada óleo essencial agirá de uma forma diferente no nosso corpo, físico mental e emocionalmente, de acordo com sua composição química. Por isto, podemos dizer que a Aromaterapia é Holística, pois podemos atacar diversos males sob todos os aspectos, pois não podemos tratá-los isoladamente.

Fonte: www.bioessencia.com.br

Aromaterapia

A aromaterapia, praticada há milhares de anos é, tal como o seu próprio nome indica, uma terapia que cura através dos aromas – aromas 100% naturais, extraídos de flores, raízes, folhas, sementes, ervas, madeiras e resinas, e transformados em óleos essenciais que são utilizados na prevenção e no tratamento de doenças físicas e psicológicas.

As raízes

Aromaterapia

Parte integrante da medicina alternativa, a aromaterapia existe há mais de seis mil anos, tendo sido ativamente praticada nas antigas civilizações da Grécia, Roma e Egípcio. Aliás, o médico egípcio Imhotep recomendava o uso de óleos com fragrâncias no banho, nas massagens e, claro, no embalsamento dos mortos. O pai da medicina moderna, Hippocrates, seguiu os mesmos princípios e reza a história que terá realizado fumigações aromáticas para travar a praga em Atenas. Porém, o declínio do Império Romano levou ao desaparecimento destes conhecimentos aromáticos, que voltaram a dar que falar e cheirar por volta do ano 1000 d.C. na Pérsia. Nesta altura, os árabes iniciam a prática de destilação e o estudo das propriedades terapêuticas das plantas volta a ganhar força. Graças às Cruzadas, estes saberes regressam à Europa e, já em 1200 d.C. se produzia, na Alemanha, óleos essenciais com ervas e especiarias provenientes de África e do Extremo Oriente.

Quando a América do Sul foi invadida pelos Conquistadores, a descoberta de novas plantas medicinais e óleos aromáticos foi impressionante e a verdade é que também no Continente Americano os índios nativos passaram a ser conhecidos pela confecção de bálsamos e poções à base de plantas medicinais. Apesar desta prática consistente, foi apenas no século XIX que os cientistas europeus decidiram dedicar-se ao estudo dos efeitos destes óleos essenciais no homem. A palavra “aromaterapia” é uma invenção do químico francês René Maurice Gattefosse que, em 1910, descobriu os poderes curativos do óleo de lavanda quando se queimou no seu laboratório de perfumes e, procurando um alívio imediato, mergulhou a mão num recipiente com óleo de lavanda.

O alívio da dor foi imediata e o processo de cicatrização rápido, indolor e sem marcas posteriores. A partir daí dedicou a sua vida ao estudo dos poderes curativos dos óleos essenciais, tendo realizado vários tratamentos de êxito nos hospitais militares durante a I Guerra Mundial, experiências essas que documentou em diversos livros. Hoje em dia, a busca de uma forma de vida natural, com a mente, corpo e espírito em equilíbrio, aumentou a procura da aromaterapia.
Sentido de olfato

Um dos cinco sentidos, o nosso poder de cheirar é, em si só, extremamente potente, com efeitos curiosos. Por exemplo, um certo aroma pode despertar memórias de infância bem guardadas ou o cheiro de determinado alimento pode abrir o apetite a uns ou provocar náuseas a outros. Quando inalamos óleos essenciais, as nossas células olfativas são estimuladas e esse impulso é encaminhado para o sistema límbico – o centro emocional do cérebro – ligado à memória, à respiração, à circulação sanguínea e às hormonas. Na aromaterapia, as propriedades, a fragrância e os efeitos dos óleos essenciais estimulam estes diferentes sistemas.

Da mesma forma que a ligação estreita entre o olfato e o cérebro desencadeia um efeito indireto no sistema imunitário, que potencia a capacidade do corpo se sarar a si próprio. Enquanto medicina holística, a aromaterapia é uma forma de auto-cura porque incentiva o equilíbrio interno do organismo, mas também se manifesta ao nível físico uma vez que os óleos essenciais são conhecidos pelas suas poderosas acções revigorantes, anti-oxidantes, anti-bacterianas, anti-virais, anti-fungos, anti-inflamatórias, ansiolíticas e anti-espásticas.
Benefícios físicos, emocionais e espirituais

Escolhidos os óleos essenciais apropriados (sendo, por isso, importante procurar sempre um profissional de aromaterapia), os benefícios são mais que muitos e sentem-se a diversos níveis.

Mente – tratamento de cansaço mental, stress, tensão, certas fobias, insónias e outras perturbações do sono; aumento dos níveis de concentração, memória e produtividade.

Corpo – as propriedades anti-bacterianas dos óleos essenciais auxiliam na cicatrização de feridas externas; atuam no melhoramento da circulação sanguínea, na drenagem linfática e na eliminação das toxinas do corpo; tratamento de doenças de pele, perturbações digestivas, desequilíbrios hormonais, dores musculares e de articulações; aumento dos níveis de energia e bem-estar geral.

Estado emocional – os óleos essenciais também podem funcionar como um anti-depressivo potente, ajudando a acalmar e a aliviar estados de nervosismo, tristeza, pânico, ansiedade e de depressão; aumento dos níveis de auto-estima e de auto-confiança.

Estado espiritual – a aromaterapia também é utilizada para aumentar os níveis de consciência, percepção e de comunhão com forças maiores, sendo ainda parte integrante na prática da meditação.

Óleos essenciais

Os óleos essenciais utilizados na aromaterapia são extraídos de plantas, flores, raízes, folhas, sementes, ervas, madeiras e resinas e, posteriormente misturados com outras substâncias – caso do óleo, álcool ou loção – o que permite a sua utilização de forma prática. Executado por profissionais especializados, o método de extracção é um processo moroso e caro: são necessários 100 quilos de pétalas de rosas para produzir 5 colheres de chá de um óleo essencial! Um processo que também encarece o produto final, no entanto, e como se utilizam poucas gotas de cada vez e os efeitos são altamente eficazes, o investimento é considerado válido.

Utilizados a solo ou misturando mais que uma variedade, os óleos essenciais estão divididos em três categorias, ou seja, conforme as suas “notas” ou índice de evaporação.

Óleos de nota elevada – os mais estimulantes e revigorantes, têm um aroma forte, mas o seu perfume dura apenas entre 3 e 24 horas. Alguns exemplos incluem: basílico, bergamota, salva, coentro, eucalipto, laranjeira-amarga, hortelã-pimenta e tomilho.

Óleos de nota média – atuam ao nível das funções corporais e metabólicas e, embora menos potentes, a sua fragrância só evapora passados 2 ou 3 dias. Alguns exemplos incluem: erva-cidreira, camomila, funcho, gerânio, hissopo, junípero/zimbro, lavanda e alecrim.

Óleos de nota baixa – o seu aroma doce e calmante, tem efeitos relaxantes no corpo e é a fragrância que mais tempo dura, até uma semana. Alguns exemplos incluem: cedro, cravinho, gengibre, jasmim, rosa e sândalo.

Aplicação

Na aromaterapia, os óleos essenciais têm múltiplas aplicações:

Externa – aplicado diretamente na pele (diluído ou não), tratam feridas superficiais ou problemas de pele, ativando, em simultâneo, os receptores térmicos do corpo, matando micróbios e fungos.

Interna – ingerido através da diluição em água ou adicionado à alimentação, ativam o sistema imunitário.

Massagem/Banhos – largamente associados às massagens e banhos de aromaterapia, nestes casos os óleos essenciais são inalados, mas também são absorvidos pela pele, entrando no sistema circulatório que os transporta para os órgãos e restantes sistemas do corpo.

Difusão no ar – queimados como incenso ou colocados em recipientes ao ar livre, os óleos essenciais são captados pelas células olfativas e direccionados para o sistema límbico.

A aromaterapia é segura?

Enquanto tratamento 100% natural, a aromaterapia só poderia ser segura, no entanto, existem sempre algumas precauções que não devem ser descuradas, nomeadamente se é um principiante neste género de tratamentos. Antes de procurar a aromaterapia, informe e peça a opinião do seu médico de clínica geral. A aromaterapia não deve ser praticada por mulheres grávidas (alguns óleos como junípero, alecrim e salva podem provocar contracções uterinas); por crianças com menos de 5 anos (são muito sensíveis aos óleos); por pessoas com doenças crónicas; por pessoas com problemas de pulmões como asma, alergias respiratórias ou doença pulmonar crónica (podem causar espasmos respiratórios).

Salvo indiciação específica, os óleos essenciais não devem ser ingeridos; e deve evitar o contato com os olhos e a boca; estando sempre atento a qualquer sinal de reacção alérgica.

Fonte: www.bemtratar.com

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