Princípio Ativo: alcalóides (1%): pilocarpina (0,5%), isopilocarpina, pilosina, pilocarpidina; óleos essenciais (0,25%)
Partes Usadas: folha
Uso Popular: chá:
afecções reumáticas, artrites, gota;
anti-térmico;
estimulam a transpiração (diaforético);
tônico;
hipertensão arterial;
depurativo, diurético;
sudorífera;
estimulante da secreção lacrimal;
estimulante do peristaltismo e da secreção das glândulas
gástrica, pancreática, intestinais e salivar;
cólicas intestinais e hepáticas;
blenorragia;
amenorréia;
afeções respiratórias, edema pulmonar;
externamente:
anti queda de cabelo e estimulante do crescimento capilar;
em banhos locais é usado no glaucoma;
Precauções:
A pilocarpina, um dos princípios ativos do Jaborandi é destruído na fervura. Deve ser utilizado na forma de infusão e não de decoto.
Uso Popular:
casca do fruto (15g/1copo de água fervente):
afecções da garganta;
diarréia.
É uma Convolvulaceae. Planta cultivada no Brasil.
Sinonímia Popular: Batata de purga.
Princípio Ativo: é composta de convolvulina e jalapina, principalmente.
Partes Usadas: A raiz.
Uso Popular:
laxativa e purgativa dependendo da dosagem (Pó de 0,1 - 0,4 g/dia);
hidropisias cardíacas e renais;
congestões;
hemorragias cerebrais ou pulmonares;
Contra indicações: não deve ser usada em casos de inflamações intestinais.
Planta de caule ereto, verde, anguloso, espinescente, sulcado longitudinalmente, áfilo, ramificado, flores grandes, solitárias, amareladas. Originário do México.
Sinonímia Popular: Mandacaru, Cardeiro.
Princípio Ativo: Cafeína, carnegina.
Partes Usadas: Flores e suco do caule.
Uso Popular:
suco cozido em forma de xarope serve para afecções pulmonares;
A tintura das flores é:
diurética;
cardiotônica,
infecções da bexiga, hidropisia e retenção da
urina.
Árvore mediana frondosa, de caule acinzentado; folhas opostas, oblongo-lanceoladas, glabras, inflorescência; cacho de flores esbranquiçadas. Originárias do Sudoeste da Ásia.
Sinonímia Popular: Jamelão.
Princípio Ativo: Eugenol, jambosina, antinclina, limoncno, cariopfileno, homuleno, ácido gálico e taninos.
Partes Usadas: Cascas da árvore, folhas e sementes.
Uso Popular:
chá das sementes é:
evita a formação de gases (carminativo), estomacal, anti-espasmódico,
anti-diarréico, estimulante gastrointestinal;
diurético;
hemorragia;
leucorréia;
diabetes;
sudorífico.
cascas: diarréia.
Planta herbácea, protrada, ramificada e semi-carnosa, folhas opostas, longo pecioladas. Comum Na Amazônia.
Princípio Ativo: Espilantina, afinina, espilantol, fitosterina e colina
Partes Usadas: Folhas e capítulos.
Uso Popular:
chá das folhas e capítulos é:
anemia,
dispepsia, afecções da boca e garganta, é sialagogo
e estimulante estomáquico.
Planta herbácea de caule ferrugíneo, folhas inteiras, opostas, lanceoladas, flores violáceas, dispostas em capítulos terminais. É comum na Amazônia.
Princípio Ativo: Ácido slicilico, inulina, euparina, rinderina, eupatorina, equinatina, felandreno e borneol.
Partes Usadas: Folhas.
Uso Popular:
chá das folhas é:
tônico digestivo, cicatrizante de úlceras gástricas,
evita a formação de gases intestinais (carminativo);
sudorífico.
Uso Popular:
depurativo;
diurético, doenças das vias urinárias;
anti-reumático;
cozimento das raízes (2g/copo de água fervente):
manifestações sifilíticas, boubas, escrófulo,
úlceras, dartros, eczemas e outras afeções cutâneas;
reumatismo, artritismo, dores nos ossos.
Uso Popular:
chá das flores:
tônica;
refrescante;
faz vir a menstruação (emenagogo).
Uso Popular:
inflamações da garganta;
inflamações do ovário.
Usada por muito tempo pelo seu efeito antidepressivo e ansiolítico
e atualmente proibida em diversos países (França, Alemanha,
Suíça e Irlanda, etc...) devido ao seu grave efeito hepatotóxico
levando alguns pacientes ao transplante hepático e a morte. Pode desencadear
também quadros semelhantes ao Parkinson.
»» Meseguer E, Taboada R, Sanchez V, et al. Life-threatening parkinsonism induced by kava-kava. Mov Disord 2002;17(1):195-6.
Árvore pequena, espinecente de caule acinzentado, folhas alternas, ovaladas, com pontuações translúcidas, flores esbranquiçadas em cachos axilares. Originária do Sudeste da Ásia.
Sinonímia Popular: Laranja da Terra
Princípio Ativo: Auratiamarina, estaquidrina, hesperidina, quinotina, tiramina, mirceno, limoneno, citrol, linalol, geraniol, canfeno, terpineol, b-pineno, ácidos fenilacético e benzóico, sais de cálcio, fósforo e ferro, vitaminas B1, B2 e C.
Partes Usadas: Frutos, casca e folhas.
Uso Popular:
chá das folhas é:
sudorífico;
anti-espasmódico, carminativo, afeções estomacais,
diarréia e inflamações intestinais;
contra reumático;
taquicardia.
chá das cascas do fruto serve para perturbações digestivas.
óleo e infusão de flores:
estomatite;
insônia;
febre.
Sinonímia Popular: Cordão de Frade, Rubi, Erva macaê.
Uso Popular:
anti espasmódico, afeções intestinais, anti diarreico;
Uso em Acupuntura:
Borrélia;
Clamídea;
Para as Síndromes úricas
Árvore pequena, espinescente, muito ramificada, de caule e ramos castanho-claros, folhas alternas, oblongo-elípticas, com pontuações translúcidas, inflorescência de flores axilares, alvas, em cacho. Originário do Sudeste da Ásia.
Princípio Ativo: Citral, linalol, pectina, ácido cítrico e málico, candineno, felandreno, d-limoneno, citronelal, narcotina, quinolina, estaquidrina, carboidratos, proteínas, sais de potássio, cálcio, fósforo, sódio, ferro, manganês e magnésio, vitaminas A, B1, B2 e C.
Partes Usadas: Os frutos, casca dos frutos e folhas.
Uso Popular:
suco dos frutos serve:
contra acidez estomacal, anti-desintérico;
adstringente (fecha os poros);
é diurético;
antiescorbútico;
anti-reumático, artrite, gota;
anti-térmico;
arteriosclerose;
hipertensão arterial;
depurativo do sangue;
feridas (externo);
chá de limão com alho serve contra a gripe.
gargarejo: inflamações na boca e garganta;
infusão: má digestão, gases, diarréia;
insônia;
conjuntivite;
decocção: malária;
fricção: nevralgia, reumatismo.
Uso em acupuntura: É considerada quente e portanto pode ser empregada nas diarréias por frio.
Uso Popular:
afeções gástricas.
Uso Popular:
óleo: perturbações estomacais, antiespasmódico
e vermífugo;
fruto: dieta de convalescentes.
Princípio ativo: rico em vitamina C e ácido cítrico.
Uso popular:
anti escorbútico;
anti térmico;
expectorante;
carminativo;
digestivo.
Uso popular:
tônico;
desobstruente;
tosse, gripes, bronquite, catarro pulmonar;
dermatoses;
cozimento das folhas: lavagem das feridas e úlceras;
Partes Utilizadas: toda planta
Uso popular:
chá 10-15 g/l (4 x ao dia)
digestivo;
calmante;
relaxante.
Uso popular:
chá
efeito calmante; tônico para os nervos;
nutritivo.
Uso popular:
chá ou tintura
provoca o vômito, antiespasmódico;
expectorante;
provoca transpiração (diaforético).
Sinonímia Popular: Alvina / Absinto / Erva dos Vermes
Princípios Ativos: Azeite essencial (0,02-0,3%): cineol, alcanfor, linalol e tuiona são os componentes majoritários; além disso, contém borneol, alfa-cadinol, espatulenol, monoterpenos e lactonas sesquiterpénicas. Flavonóides: rutósido, isorramnetósido, quercetósido. Cumarinas: esculetina, esculina, escopoletina, umbeliferona. Poliacetilenos, triterpenos pentacíclicos. Fitosteroes: sitosterol, estigmasterol. Carotenóides.
Ação Farmacológica: estimula o apetite,
eupéptica, ativa a secreção e a produção
de bílis (colerética), antimicrobiana, anti-helmíntica,
antifúngica, estrogênica e adstringente (fecha os poros).
Indicações Farmacológicas: Está indicada nos casos
de inapetência, dispepsias hiposecretoras, flatulência, discinesias
hepatobiliares, amenorréia, dismenorréia, oxiuríasis.
Partes Utilizadas: flores e folhas.
Uso Popular:
tintura das flores e folhas:
tônico;
estimulante do apetite, distúrbios biliares e hepáticos, flatulência,
prisão de ventre, má digestão, dispepsias hiposecretoras;
vermífugo (tênia);
calmante;
reumatismo, gota;
febre;
amenorréia, dismenorréia, faz descer a menstruação;
antimicrobiana, anti-helmíntica, antifúngica;
infusão das flores: vermífugo (oxiuríasis);
chá das folhas 5 g/l (3 x ao dia): digestivo, aperitivo e vermífugo
Contra indicações: Não deve ser usada na gestante, durante a amamentação, em crianças pequenas e em epiléticos devido ao teor em tuiona.
Efeitos colaterais: a planta fresca pode produzir dermatite
Uso Popular:
raiz
tônico;
afrodisíaco;
calmante;
provoca o fechamento dos poros (adstringente).
Uso Popular:
como chá ou tempero
carminativo;
estimulante;
expectorante.
Uso Popular:
febres intermitentes;
patologias do estômago e intestinos, problemas gástricos, vômito,
diarréia e gastroenterite.
Uso Popular:
faz transpirar.
Uso Popular:
faz transpirar
Partes utilizadas: Casca do tronco e frutos.
Uso Popular:
fruta: diminuição do colesterol
água de maçãs:
inflamações urinárias,
má digestão, acidez, diarréia, prisão de ventre
febre,
resfriado, rouquidão,
banho de assento: leucorréia
vinho de maçãs: má digestão, acidez.
Uso Popular:
micoses ungueais.
Partes Usadas: Flores e folhas secas
Uso Popular:
infusão e decocção de folhas e flores:
infecção urinária;
prisão de ventre, inflamação intestinal;
obesidade;
tosse;
infusão das flores:
bochechos inflamações na boca, gengiva e garganta;
cataplasma das folhas:
emoliente nas inflamações;
artrite, gota;
abscessos;
dentes.
banho de flores e folhas:
nervosismo.
Uso Popular:
externamente: efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combate o endurecimento dos tecidos e devolve a flexibilidade e maciez (emoliente);
chá das folhas: sedativo.
Planta subarbustiva, ereta, fibrosa e pubescente, folhas alternas ovado-lobadas, flores solitárias, róseo-violáceas, com andróforo. É comum na Amazônia.
Princípio Ativo: Aramina, oxalatos e mucilagem.
Partes Usadas: Folhas, flores e raízes.
Uso Popular:
chá das folhas e flores é:
umidifica e alivia a pele ou outro tecido exposto (emoliente);
combate a tosse (béquico), expectorante, contra infecções
pulmonares;
diurético;
anti-desintérico, anti-espasmódico, contra inflamação
das mucosas, hepatite e infecções pulmonares;
chá da raiz é anti-espasmódico.
Uso Popular:
afeções respiratórias
Planta arbustiva de caule fistuloso e fibroso, marcado pelas cicatrizes salientes das folhas caídas, folhas longo-pecioladas, palmatilobadas, inflorescência em panículas longo-pedunculadas, nas plantas masculinas, nas plantas femininas e hermafroditas, as flores são solitárias, axilares e amarelo-claras. É comum na América Tropical.
Princípio Ativo: Papaína, carica-xantina, papaiotina, carpina, ácido málico, proteínas e gorduras, sais de cálcio, fósforo e ferro, vitaminas A, B1, B2, C e G, taninos e pancreatina.
Partes Usadas: Frutos, látex e sementes.
Uso popular:
fruto é:
digestivo;
diurético;
laxante;
algumas gotas do látex (leite) em água fervida servem para:
asma;
diabetes;
leite puro:
elimina as sardas ou efélides;
é um grande vermífugo;
as sementes secas e moídas, em um chá são ótimo
vermífugo.
Sinonímia popular: Rícino, Bafureira, Baga, Carrapateira, Caturra, Palma cristi.
Partes Usadas: Óleo de rícino e folhas
Uso Popular:
Óleo:
fortalece os cabelos;
queimaduras;
frieiras;
poderoso purgativo na prisão de ventre, vermífugo;
anti tumoral;
colírio.
banho com decocção das folhas:
hemorróidas.
Uso Popular:
diurética;
purgativa;
cozimento da raiz:
sífilis,
reumatismo;
provoca o fluxo menstrual.
Modo de usar: 0,5g em um copo ao dia.
Intoxicação: quantidades elevadas produzem intoxicação violenta: vômitos, tremores, escurecimento de visão.
Planta herbácea, aromática, ereta, muito ramificada, folhas simples, opostas, elíptico-lanecoladas, inflorescência em cimeira espiciforme de flores violáceas, labiadas. Origem mediterrânea.
Sinonímia popular: Alfavaca cheirosa, Manjericão do jardim.
Princípio Ativo: Eugenol, estragol, linaol, cineol, geraniol e citronelol.
Partes Usadas: Folhas.
Uso Popular:
chá das folhas é:
excitante;
estimulante digestivo, evita a formação de gases (carminativo),
antiespasmódico;
soporífico, anti-febril;
diurético;
anti-reumático.
Partes Usadas: Flores secas
Uso Popular:
Óleo e infusão:
antiespasmódica, dilatação do estômago, gases;
anti-álgica;
hipotensiva;
insônia;
expectorante.
Infusão para Inalação: resfriado, expectorante.
O Maracujá é uma planta trepadeira que se acomoda sobre outras plantas, floresce na primavera e possui frutos que são colhidos no verão, ricos em vitamina C, sua polpa é utilizada no preparo de sucos. Originária da América do Sul, América do Norte e Índia, prefere clima quente e úmido, solos férteis e drenados. Existem aproximadamente 400 espécies de Passiflora em todo mundo, muitas com as mesmas propriedades sedativas. Simbolicamente suas flores representam a crucificação de Cristo, de onde se origina o nome popular: flor da paixão, passiflora.
Sinonímia popular: Flor da paixão, Maracujá comum.
Etnofarmacologia: O Maracujá (Passiflora alata) é uma planta medicinal com os seguintes usos etno-farmacológicos identificados: sedativo, hipnótico, analgésico, antiespasmódico, tranqüilizante, diurético; usado nas excitações nervosas, histeria, neurastenia, cefaléias, provoca sono natural, indicado nas insônias, sem porém alterar a lucidez. Indicado, também, na hiperatividade e falta de concentração das crianças.
Partes Usadas: folhas (principais princípios ativos), fruta e flores.
Princípio Ativo: Alcalóides (harmana, harmina, harmalina, harmol, harmalol). Flavonóides (saponina, vitexina, saponarretina, apigenina, orientina). Glicosídeos cianogênicos (passiflorina, ginocardina). Fração de esteróides contendo: sitosterol, estigmasterol. Gomas. Taninos. Resinas. Ácidos (ácido licânico, ácido parinárico). Maracujina (P.edulis)
Obs: Na composição química da P. quadrangularis
foi encontrada serotonina.
Farmacologia dos princípios ativos: A passiflorina, apesar de ter efeito
narcótico, não deprime o sistema nervoso central. Em estudos
realizados em laboratório, observou-se que as frações
alcalóidicas e flavonóidicas possuem ação sedativa
em ratos e peixes pequenos. A aspergina (flavonóide) possui ação
antiespasmódica e antiinflamatória.
Farmacologia dos extratos: O Maracujá (Passiflora alata) age como depressor suave do sistema nervoso central, resultando em ação sedativa, tranqüilizante e antiespasmódica da musculatura lisa. O seu uso diminui por instantes a pressão arterial e ativa a respiração. Pesquisas feitas com a Passiflora incarnata (espécie nativa da América do Norte), onde foi administrado, por via oral, extrato da planta a ratos, verificou-se efeito sedativo, porém sem alteração da atividade elétrica do sistema nervoso central; em outros estudos com esta planta administrada por via oral e intraperitonial, observou-se prolongamento do tempo de sono, redução da atividade locomotora, e promoveu uma redução dos efeitos convulsivantes provocados pelo pentilenotetrazol.
Uso Popular:
Insônia: como sedativo (maior concentração
na folha), tranqüilizante, e hipnótico, comprovados cientificamente;
Ansiedade: como tranqüilizante, sedativo, menopausa;
Cefaléias associadas ao estresse: como analgésico, sedativo,
tranqüilizante;
Auxiliar no tratamento de hipertensão arterial: como diurético,
sedativo, tranqüilizante, nas hipertensões associadas ao estresse;
Tosse seca por irritação da mucosa respiratória: como
antitussígeno, sedativo, tranqüilizante (indicação
baseada em informações tradicionais);
Perturbações nervosas da menopausa: como tranqüilizante,
sedativo;
Nevralgia do trigêmeo e outras nevralgias: como analgésico,
sedativo, antiespasmódico;
Auxiliar no tratamento de crise convulsiva: como anticonvulsivante, depressor
suave do sistema nervoso central;
Uso pediátrico: Hiperatividade e falta de concentração nas crianças: como sedativo, tranqüilizante.
Efeitos Colaterais:
Sem efeitos colaterais conhecidos
Planta arbustiva, escandente, com gavinhas, folhas alternas, trilovadas, de lobos serrilhados, flores solitárias, violáceas, com anfroginoforo, rodeados por uma coroa de estaminódios. É comum na Amazônia.
Princípio Ativo: Passiflorina, harmina, carboidratos, proteínas e gorduras, sais de cálcio, fósforo e ferro, vitaminas A, B1, B2 e C.
Partes Usadas: Folhas e frutos.
Uso Popular:
suco dos frutos é sedativo nervoso.
chá das folhas é:
calmante cardíaco;
sonífero;
anti-espasmódico.
decocção: usado em clister para hemorróidas;
Existem muitos outros tipos de maracujá:
Maracujá açu: excelente sedativo, indicado nas dores de cabeça;
Maracujá caatinga: as folhas são utilizadas em banhos e na erisipela
e em inflamaçõe em geral;
Maracujá mirim: a decocção das folhas é usada
como diurético e externamente nas hemorróidas;
Maracujá pintado: sementes cozidas combate vermes intestinais.
É uma árvore pequena ou um arbusto originário da Amazônia que dificilmente se adapta em outras regiões.
Partes Usadas: raiz
Uso Popular:
estimulante sexual;
impotência e neurastenia sexual;
usada nas astenias, esgotamentos, tônica, antidepressiva, excitante
do Sistema Nervoso Central;
nevralgias, paralisias faciais, ataxia locomotora;
anti-reumática,
anti queda de cabelo;
dispepsias;
Uso Popular:
chá das raiz, folhas e sementes:
erupções pustulosas;
leucorréias;
hidropsias;
diarréias; disenterias, cólicas abdominais;
sífilis.
Princípio Ativo: alcalóides pirrolidizínicos.
Efeito colateral: hepatotóxico.
Sinonímia Popular: Erva moura, Pimenta de galinha, Araxixu, Erva de Bicho, Maria Pretinha.
Uso Popular:
anti tumoral
Contra indicações: as folhas cruas e os frutos verdes podem ser venenosos.
Princípio Ativo: o latex possui 60 alcalóides dos quais 6 são usados em medicações para leucemia (como o leucovorin).
Uso Popular:
leucemia.
Uso Popular:
raízes e cascas nas hemorragias uterinas.
Planta herbácea, rizomática e bulbosa, de bulbos avermelhados, folhas verticiladas, linear-lanecoladas, com nervuras longitudinais, inflorescência em panículas de flores róseas, no ápice de um escapo. É comum na Amazônia.
Princípio Ativo: Sapogenina esteroidal.
Partes Usadas: Os bulbos avermelhados.
Uso Popular: O chá dos bulbos cortados serve para diarréia e amebíase.
Uso Popular:
catarros broncopulmonares, bronquites crônicas e agudas, laringites,
escorbuto;
infecções das vias urinárias, diurético;
raquitismo;
escrofulose;
doenças digestivas;
doenças do sistema linfático;
tuberculose.
Uso Popular:
purgante.
Planta herbácea, anual, prostrada, muito ramificada, com gavinhas, folhas palmatilobadas, longo-pecioladas e híspidas, flores solitárias, unissexuais amareladas. Origem Africana.
Princípio Ativo: Miriocarpina, carboidratos, proteínas, sais de cálcio, fósforo e ferro, vitaminas A, B1, B2 e C.
Partes Usadas: Os frutos.
Uso Popular:
chá dos frutos serve para:
inflamação dos rins e cálculos renais;
anti-emético e anti-hemorroidal.
Uso Popular:
reumatismo;
vermífugo;
disfunção ovariana e uterina.
Uso Popular:
sedativa;
doenças digestivas.
Sinonímia Popular: Hortelã.
Partes Utilizadas: folhas, haste.
Uso Popular:
digestivo, antiespasmódico;
anti-séptico.
Sinonímia Popular: Milefólia
Partes Usadas: Toda a planta.
Uso Popular:
dores de dente;
hematúria;
Infusão das folhas e flores:
diarréia, gases;
incontinência urinária;
hemorragia;
preventivo de aborto;
infusão das folhas e flores para cataplasma:
chagas, feridas, fissuras nos seios;
hemorróidas, ulcerações;
reumatismo;
febre;
varizes;
chá - folhas, flores 10 g/l (4 x ao dia):
estimulante;
depurativo;
digestivo;
regula e induz a menstruação normal (emenagoga).
Uso Popular:
Cabelo do milho:
diurético, afeções renais, evita a formação
de cálculos urinários
Uso Popular:
afeções digestivas e intestinais
Uso Popular:
chá das folhas, óleo, extrato:
analgésico;
emenagogo;
anti-térmico;
rejuvenescimento;
resina: cicatrizante, provoca o fechamento dos poros (adstringente) e anti-séptica
Partes Usadas: Folhas
Uso Popular:
Partes Usadas: Folhas, raiz e frutos secos.
Uso Popular:
Decocção da raiz:
inflamações na boca e garganta, intestino;
diurético, elimina cálculos renais;
vermífugo;
Compressas:
chagas, feridas, úlceras, pequenas queimaduras.
Suco:
dor de dentes;
febre;
gota;
cálculos.
Planta subarbustiva, aculeada, levemente pilosa, folhas alternas, longo-pecioladas, plamati-partidas, de 5 a 7 folíolos lanceoladas, inflorescência terminal de flores róseo-esbranquiçadas, longo-pedunculadas, com ginóforo. Comum na América Tropical.
Princípio Ativo: Brassicina.
Partes Usadas: Raiz, folhas e flores.
Uso Popular:
chá das folhas ou flores é:
tônico digestivo;
chá da raiz é:
para tosse, asma e bronquite;
sumo das folhas serve para:
otites supuradas;
lavagem de feridas.
A casca desta leguminosa papilionácea é largamente usada na medicina popular devido à presença de alcalóides de ação sedativa. Usado pelos índios no Brasil.
Sinonímia Popular: Bico de Papagaio.
Uso Popular:
calmante, sedativo, tranqüilizante, hipnótico, para histeria
e ansiedade;
insônia;
patologias pulmonares crônicas, bronquite, asma, coqueluche, asma,
tosses;
nevralgias crônica;
cefaléias;
dores reumáticas;
afecções hepáticas;
bloqueio neuromuscular e relaxante da musculatura lisa;
Uso em acupuntura:
Borrélia.
Efeito colateral: em excesso tem efeito hipnótico.
Uso Popular:
provoca o fechamento dos poros (adstringente);
excitante;
provoca transpiração;
externamente: leucorréias.
Uso Popular:
febres intermitentes;
patologias do estômago e intestinos, problemas gástricos, vômito,
diarréia e gastroenterite
Uso Popular:
tônico;
depurativo;
provoca o fechamento dos poros (adstringente);
nas debilidades;
linfatismo;
escrofulose;
raquitismo;
tuberculose;
bronquite;
diabete;
anemia;
gota, reumatismo;
diarréia;
teníase,
hemorróidas;
anti hipertensão arterial;
afecções cutâneas, eczema, acne, dermatite herpetiforme,
danos ocasionados pelo frio;
manifestações sifilíticas.
A noz de cola é uma planta de uso tradicional na África. Foi trazida pelos escravos ao Brasil e depois incorporada às religiões afro-brasileiras.
Sinonímia Popular: Colateira, Órobo, Oubi.
Princípio ativo: alcalóides como a cafeína.
Partes utilizadas: noz e a folha.
Uso Popular:
afrodisíaco;
reduz o apetite;
diurético;
digestivo;
fortificante, estimulante, reduz o cansaço.
Nativa da África.
Sinonímia Popular: Gur.
Partes utilizadas: noz e a folha.
Uso Popular:
afrodisíaco;
reduz o apetite;
estimulantes.
Uso Popular:
estomáquico, flatulências, arrotos, cólicas intestinais,
diarréias, dispepsias, fraqueza do estômago, soluços;
afonia;
timpanismo
Uso Popular:
afeções respiratórias;
Uso Popular:
balsâmico, nas bronquites, tosse e asma, aumentando a expectoração e acalmando a tosse.
Uso Popular:
nos banhos como estimulante;
antiespasmódico e carminativo
Sinonímia Popular: Colônia, cana do mato, cardamomo do mato, cardamomo falso, paco seroca.
Partes Usadas: folha, sementes, rizoma.
Uso Popular:
estomáquico, evita a formação de gases no estômago
e intestinos, dispepsias atônicas, cólicas;
reumatismo, artritismo e dor na coluna;
hipotensora e sedativa;
afecções respiratórias.
Uso Popular:
diurético forte;
sífilis,
doenças da pele, dartros, blenorragias;
reumatismo.
Subarbusto de caule e ramos nodosos, folhas alternadas, oblongo acuminadas de nervuras salientes na face dorsal, flores diminutas, amareladas, dispostas em espigas carnosas. É comum na Amazônia.
Sinonímia Popular: Óleo Elétrico.
Princípio Ativo: Maticina, chavicina, jamborandina, piperetina, pirrolina, mirceno, citral, safrol e taninos.
Partes Usadas: Folhas.
Uso Popular:
chá das folhas é:
promove o fechamento dos poros (adstringente);
digestivo, anti-diarreico;
hemostático local.
Sinonímia Popular: Fura parede, erva de santana, quebra pedra.
Partes Usadas: Folhas e sumo.
Uso Popular:
diurético e efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas,
combate o endurecimento dos tecidos e devolve a flexibilidade e maciez (emoliente);
inflamações do aparelho urinário, cistite, uretrite,
blenorragia, dissolvente de cálculos e areias.
Uso Popular:
ingurgitamento do fígado e baço, doenças do fígado, vesícula preguiçosa; azias, e gastralgias.
Planta arbustiva escandente, de ramos sub-tetragonos, folhas compostas, trifoliadas, de fólios oblongo-lanceoladas, flores campanuladas, róseo-lilacinas, em panículas terminais. É comum na Amazônia.
Sinonímia Popular: Crajiru.
Princípio Ativo: Ácido ansico, carajurina, taninos, ferro assimilável e cianocobalamina.
Partes Usadas: Folhas.
Uso Popular:
chá das folhas em descanso noturno é:
promove o fechamento dos poros (adstringente);
serve para diarréias;
anemia;
leucemia;
lavagem de feridas.
Uso Popular:
doenças renais;
doenças digestivas e estomacais
Princípio Ativo: esteróis, flavonóides (rutina e quercetina); pinitol, taninos, alcalóides, cumarinas.
Partes Usadas: folhas.
Uso Popular:
diurético;
usado na elefantíase;
hipoglicemiante (no diabetes).
Uso popular:
gripes;
externamente: reumatismos.
Partes Usadas: raiz e casca.
Uso Popular:
diabetes;
afecções broncopulmonares, tosse, catarro, coqueluche e asma;
afecções cutâneas e bucais;
ulceras gastroduodenais;
helmintos (ancilostomídeos), enterocolite, diarréia;
hemorragias, contusões.
Uso Popular:
cozimento das cascas: febre;
dores de estômago, prisão de ventre. digestão difícil;
inapetência;
tontura.
Planta arbustiva, bastante ramificada, de caule e ramos tortuosos castanho-claros, folhas opostas, elíptico-acuminadas e glabras, inflorescência em panículas de flores esbranquiçadas. É comum na Amazônia.
Sinonímia Popular: insulina vegetal.
Princípio Ativo: Mircina e taninos.
Partes Usadas: Folhas e cascas da planta.
Uso Popular:
chá das folhas e das cascas serve para:
diarréias;
diabetes.
Planta herbácea, semidecumbente, de raiz tuberosa, folhas opostas, oblongas e sinuosas, flores apetaladas, purpúreas, longo-pedunculadas, em panículas. É comum no Brasil.
Sinonímia Popular: Solidônia
Princípio Ativo: Ácido boerthavina, punarnavina, oxalato de cálcio, nitrato de potássio, carboidratos e substâncias pécticas.
Partes Usadas: raiz e folhas.
Uso Popular:
chá da raiz é:
diurético, anúria, cistite, nefrite, albuminúria;
expectorante, béquico;
hipotensor;
para perturbações hepáticas e da vesícula biliar,
contra icterícia, hepatite;
reumatismo;
as folhas cozidas em cataplasma, serve para mordedura de insetos.
Uso Popular:
dilatações venosas com ou sem sangramento, varizes e hemorróidas;
tônico e calmante;
Planta herbácea rastejante, com gavinhas, de caule e ramos angulosos
e ásperos, folhas palmatilobadas, de lobos triangular agudos, flores
unissexuais, amarelas, solitárias (masculinas) ou em cachos, é
originário do Sudeste
da Ásia.
Princípio Ativo: Carboidratos, proteínas, e gorduras, sais de potássio, fósforo, cálcio, sódio magnésio e ferro, vitaminas A, B1, B2 e C.
Partes Usadas: O fruto.
Uso Popular:
fruto comido cru, em saladas, é:
diurético;
sedativo;
anti-reumático;
sonífero.
Sinonímia Popular: ginseng brasil.
Partes Usadas: tubérculos
Uso Popular:
tônico geral;
combate colesterol;
diabetes.
Uso Popular:
doenças renais, diurético;
doenças hepáticas, icterícias.
Uso Popular:
doenças renais, diurético;
dores reumáticas;
doenças das vias respiratórias;
febres intermitentes;
palpitações;
vertigem;
doenças hepáticas.
Uso Popular:
doenças renais, diurético e litíase renal
Uso Popular:
diurético; doenças renais e da próstata
Uso Popular:
abrasivo;
carminativo;
estimulante;
hemostático, muito útil nas hemorragias do estômago.
Planta herbácea glabra, de ramos sub-angulosos, esverdeados, folhas alternas, oval laceoladas, flores solitárias, rotadas, brancas. Originário da América Tropical.
Princípio Ativo: Solanidina, capsicina, carboidratos, proteínas, sais de cálcio, potássio e sódio, vitaminas A, B1, B2 e C.
Partes Usadas: O fruto.
Uso Popular: O fruto cru em saladas, ou cozido é sialagogo, estomáquico, ativa a peristalse dos intestinos.
Planta arbustiva de caule e ramos sinuosos, glabros e castanho-claro, folhas opostos, oval-agudas e verde-escuras, inflorescência racemosa, de flores alvacentas com muito estames. Comum na América Tropical.
Sinonímia Popular: Ginja.
Princípio Ativo: Jambosina, taninos, sais de cálcio e ferro, vitamina C.
Partes Usadas: Folhas e frutos.
Uso Popular:
os frutos contêm vitamina C e são calmantes.
chá das folhas é:
anti-reumático;
anti-disentérico;
anti-térmico;
contra diabetes.
Sinonímia Popular: Erva de São Lourenço.
Partes Usadas: folhas
Uso Popular:
broncodilatador, bronquite, asma, tosse, rouquidão,
afecções gástricas, digestivo e evita a formação
de gases intestinais (carminativo).
Pequena árvore muito comum no Brasil nos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Acre. Atinge de 8-12 m de altura com 30-40 cm de diâmetro do tronco.
Sinonímia Popular: Chá de Bugre, Cafezinho, Café do Mato, Chá do Frade.
Princípios Ativos: alantoína, cafeína e potássio.
Uso Popular:
supressor do apetite para emagrecimento;
diurética;
herpes de tipo 1;
citotóxico em células cancerígenas;
cardiotônico, estimula a circulação, previne o depósito
de gordura nas veias.
Princípio Ativo: fonte de ácido gama linolênico.
Uso Popular:
Combate os sintomas físicos e emocionais da tensão pré-menstrual tais como: cefaléia, insônia, dor muscular, depressão e ansiedade.
Devido ao grande uso associado aos fitoterápicos foi colocado aqui.
Uso Popular:
excelente antibiótico natural;
para acne usar 20 gotas em 1 copo de água, passar no rosto e fica
uma película ou gel.
Uso Popular:
laxante suave, normalizador da função intestinal, colites,
diverticulites, obstipação crônica;
sedativo e calmante leve.
efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combate o endurecimento
dos tecidos e devolve a flexibilidade e maciez (emoliente).
Partes Usadas: folhas e flores.
Princípio Ativo: Heterósideos: ranunculina, que se transforma facilmente em protoanemonina e posteriormente em anemonina. Esteróis e taninos.
Ação Farmacológica: a protoanemonina tem ação antibacteriana, anti-tussiva, antiespasmódica, principalmente a nível uterino e digestivo.
Uso Popular:
espasmos a nível uterino
espasmo gastrointestinal;
tosse espasmódica;
dismenorréias;
dor de cabeça hemicrânica;
melancolia.
Contra indicações: gravidez, lactação e hepatopatias.
Efeitos colaterais: a planta fresca pode produzir vesículas na aplicação tópica.
Intoxicação: a planta fresca contém anemonina e protoanemonina, que produzem a perda da sensibilidade e depressão dos centros nervosos cardíacos e respiratórios. Entretanto estas substâncias desaparecem na planta seca.
Planta arbustiva, ereta, pouco ramificada, castanho-acinzentado, folhas alternas, compostas, imparipenadas, de raque alado e folíolos elíptico-agudos, flores tuberosas, vermelhas, em racemos terminais. Comum na América Tropical
Sinonímia Popular: Quina.
Princípio Ativo: Quassina, pectina e taninos.
Partes Usadas: Folhas e cascas da planta.
Uso Popular:
febrífugo
fechamento dos poros (adstringente)
serve para atonia do aparelho digestivo
Planta herbácea, anual, ereta, esverdeada, râmulos peniformes de folhas alternas, ovaladas glabras, flores solitárias, esverdeadas, nas axilares dos folíolos. Comum na América Tropical.
Princípio Ativo: Filantina, filalvina, cineol, cimol, linalol, salicilato de metila, securimina, filantidina, ácido salicílico.
Partes Usadas: Toda a planta.
Uso Popular:
diurético, anti-infeccioso das vias urinárias, infecções
urinárias, anúria, albuminúria, hidropisia, cálculos
renais;
dores lombares, dores do quadril e das juntas;
síndromes úricas;
cálculos biliares, hepatite B;
corrimentos.
Partes Usadas: Casca.
Uso Popular: (decocção da casca)
anemia, convalescença;
afecções febris, principalmente malária;
dispepsias atônicas, má digestão;
gripe;
arritmia cardíaca;
anorexia.
Uso Popular:
anti-dispéptico;
Uso Popular:
leucorréias, tratamento de doenças do útero
Uso Popular:
tratamento da hemorróida.
Partes Usadas: Raiz, casca, folhas, flores e polpa.
Uso Popular:
infusão
gengiva, inflamações na garganta;
diurético;
Decocção da casca
cólicas, diarréia;
verminoses, especialmente na tênia.
Arbusto sarmentoso, aculeado, esverdeado, folhas pecioladas, alternas compostas de 5 folíolos ovado-agudas, dentados, pubescentes, flores vermelhas, solitárias, ou em cachos terminais. Origem asiática.
Princípio Ativo: Geraniol, citronelol, farnesol, veranina, cianina, quercetina, pectina, taninos, ácidos gálico, tânico e málico.
Partes Usadas: Flores
Uso Popular:
chá das flores é:
fecha os poros (adstringente);
anti-diarreico; contra atonia digestiva; má digestão, mau-hálito,
cardiotônico;
vermes;
gargarejos:
para afecções da garganta e da boca;
infusão para compressas :
olhos;
vinagre de rosas para lavagens :
urticária, picada de abelhas, queimaduras;
lavagens:
leucorréia;
banhos:
energético.
Uso Popular
tônico nervoso, calmante;
emenagogo.
Sinonímia Popular: Ruibarbo
Princípio ativo: o rizoma possui ácido crisofânico que é purgativo
Uso Popular
estomáquico, laxativo, purgativo e tônico, na atonia gástrica acompanhada de constipação, nas afecções crônicas do fígado e do baço.
Farmacologia dos extratos:
ativação direta dos receptores adrenérgicos pós
juncionais alfa 1 e alfa 2;
deslocamento da norepinefrina acumulada das extremidades do nervo adrenérgico;
in vivo.
Farmacodinâmica:
tonifica as veias;
normaliza a permeabilidade capilar;
atua na redução do edema.
Sinonímia Popular: raiz.
Princípio ativo: o rizoma possui ácido crisofânico que é purgativo
Uso Popular
Varizes - diminuição do diâmetro e melhora do fluxo
das veias.
Hemorróidas
Uso Popular
Reumatismo, processo inflamatório das juntas;
Processo inflamatório dos olhos.
Arbusto ramificado, verrucoso-pardacento, dotado de medula branca, folhas compostas de 5 a 7 folíolos ovado-acuminados e denteados, inflorescência corimbiformes de flores esbranquiçadas e terminais. Origem européia.
Princípio Ativo: Colina, rutina, quercina, sambunigrina, taninos, mucilagem e vitamina C.
Partes Usadas: Folhas, flores e casca da planta.
Uso Popular
O chá das flores é:
sudorífico,
béquico;
anti-espasmódico;
purgante;
contra o sarampo;
O chá da casca e das folhas é:
diurético;
purgatvo;
para resfriados.
Cataplasma das folhas:
abscessos;
hemorróidas.
Infusão das flores:
amamentação: aumenta a secreção láctea;
bronquite, gripe;
olhos (lavagens);
sudorífero;
sarampo e escarlatina;
Decocção da casca e flores:
gota, ácido úrico;
depurativo, diurético, hidropisia;
obesidade;
resfriado, rins, prisão de ventre.
Uso Popular
para afecções do fígado, notadamente hepatite crônica