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Benin

BENIN, A MAGIA DO VUDU

Conta a lenda que Benin foi o berço do vudu e deste país foi levado à América Latina pelos escravos.

A lenda deve ser real porque a magia percebe-se ao longo e largo de todo o território nacional: maravilhosas praias de águas transparentes e areias brancas com coqueiros, exuberante savana onde habitam os mais belos animais como leões, olifantes, búfalos, guepardos, crocodrilos, antílopes, entre outros muitos exemplares da fauna africana, lagoas costeiras pelas que navegar contemplando frondosas paisagens e uma grande variedade de aves para fazer as delícias dos amantes da ornitologia, além de formosas zonas montanhosas habitadas pelos valentes guerreiros Somba.

A estes atrativos naturais há que somar a riqueza tradicional de suas etnias, os Ioruba com seus ritos ancestrais, os Aizos, Pedah e Mina, três povos peixeres que habitam em originais casas construidas a três metros das águas das lagoas, os Fom e os Adja que durante o reinado de Ghezo fundaram um grande exército no qual estavam incluidas mais de 3.000 valentes amazonas, os Taneka com suas construções de tetos cônicos adornados com jarras, e os Bariba, Basseda, Itcha, Boko-Tienga, Dendi, Gurma, Tyokossi, Gangamba, Niendi e outros muitos mais. Um verdadeiro mosaico de culturas a conviver em paz em um maravilhoso território. Benin, efetivamente, deve estar sob o influxo da magia.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

A República do Benin tem uma extensão de 112.622 quilômetros quadrados limitados por Burkina Faso e Níger ao norte, Nigéria ao leste, Togo ao oeste e ao sul o Oceano Atlântico em pleno Golfo de Guiné. O país tem forma alongada com uma longitude de 750 quilômetros.

A zona costeira é arenosa e retilínea com numerosas lagoas e pântanos. O terreno vai subindo em altitude e na medida que se adentra no interior do país, aparecem pequenos planaltos muito fértis, e mais para o norte o solo eleva-se ainda mais com os Atakora, até os 900 metros de altitude. No noreste as terras são planas extendendo-se até o vale do rio Níger.

A rede fluvial conta com rios como o Quémé com seus afluentes, o Okpara e o Zu, o Cuffo e o Mono. O rio Níger serve de fronteira com a República de seu mesmo nome. São muito importantes as lagoas costeiras formadas graças às correntezas marinhas que movimentaram a areia. Destacam Grand-Popo a extender-se pelo oeste até Togo, a de Porto Novo, ao leste, que comunica com o porto de Lagos e Ouidah e Cotonu, entre outras.

FLORA E FAUNA

A paisagem do Benin varia bastante dependendo da zona. No norte é típicamente montanhosa no Maciço de Atakora sendo a vegetação muito escassa; na fronteira com Nigéria a selva é entupida sobretudo nas regiões de Abomey e Paraky; nas planícies da Terra do Barro a espécie mais abundante é a palmeira, enquanto que no resto do país aparece a savana arbórea-herbácea.

As aves encontram um habitat natural estupendo nas lagoas costeiras de Grand Popo, Ouidah, Cotonu e Porto Novo, entre outras, convirtindo-se em verdadeiros paraísos ornitológicos. Também podem-se contemplar leões, búfalos, hipopótamos, guepardos, crocodrilos, olifantes, girafas, antílopes e uma grande variedade de répteis.

HISTÓRIA

DADOS HISTÓRICOS

Benin é um desses países africanos com uma história apaixonante. Na antigüidade estaba habitado por distintas tribos, entre elas os Aya, embora na Idade Moderna o Reino de Dahomey era conhecido pelas valentes e formosas amazonas que caçavam aos homems com a ousadia de penetrar seu território.

No século XVII o povo Fom divide-se em três reinos: Alada, Porto Novo e Dahomey, este último acabará absorvendo aos outros dois. No século XVIII o reino de Dahomey sofre a invassão dos Ioruba procedentes do Níger, e isso própricia a intervenção dos estados europeus. Esta intervenção foi aproveitada para potenciar o comércio de escravos, chegando a conhecer-se este território na segunda metade do século como a "Costa dos Escravos" - inclusive construiram-se fortes para assegurar este comércio. No interior, os reinos de Savalu, Fitta, Bariba ou Savé viveram fugindo destas incursões escravistas e tiveram uma existência menos duradoura que o Reino de Dahomey.

A presência francesa era cada vez mais forte e embora no último rei de Dahomey, Behanzin, encontraram uma fera resistência, em 1884 este território irá convertir-se em colônia.

O período colonial francês finaliza em 1959 passando Dahomey a ser estado autônomo da Comunidade Francesa e o 1 de agosto de 1960 consegue ser um estado independiente com Hubert Maga como presidente.

Três anos depois assume a presidência J. Ahomadegbe após um golpe de estado, mas será derrubado por um novo golpe do general Soglo. Em 1967 surge outro governo provisório promulgando no ano seguinte uma nova Constitução sob a presidência do geral E. D. Zinsou, destituido em 1969 por um diretório militar dirigido por P. E. de Souza. Outro golpe de estado em 1972 coloca o poder em mãos do maior Mathieu Kérékou que proclama dois anos depois um estado marxista-leninista.

Em 1975 Dahomey muda seu nome pelo de República Popular do Benin e em novembro de 1979 Kérékou é releito e estabelece um governo civil. Um ano mais tarde será nomeado Presidente da República Popular Democrática do Benin. Em julho de 1984 Kérékou é releito por segunda vez e em janeiro de 1987 converte-se em um governante civil.

O 24 de março de 1991 celebram-se as primeiras eleições libres do país nas que Nicéphore Soglo derrota Kérekou convertendo-se no Chefe do Estado e do Governo da República do Benin. Porém, nas eleições do ano de 1996 Kérekou é releito presidente da república, designando como primeiro ministro a Adriem Houngbédji.

ARTE E CULTURA

A arte do Benin tem dois eixos principais: por um lado a arte cortesâ herdada do antigo Reino de Dahomey, cujas principais mostras são jóias (braçaletes, colares, brincus e outros objetos tudos eles realizados em ouro, prata e cobre pelos magníficos ourives do país); e por outro, o artesanato dos distintos grupos étnicos, sem esquecermos dos tapizes e tapetes.

Deste artesanato tradicional tem especial fama a Arte Ioruba com distintos elementos arquitetônicos como colunas ou portas esculpidas e outros objetos como tronos ou máscaras realizadas para as danças tribais, tronos, portas esculpidas, colunas, etc. Os Bariba decantam-se por uma arte guerreira plasmada em armas e aparelhos para a luta, enquanto que os Popo realizam uma arte muito simples e esquemática sem decoração. Destacam também quanto à arquitetura as moradas dos guerreiros Somba que na realidade são pequenos castelos construidos em barro - denominados "tata"- de uns quatro metros de altitude.

GASTRONOMIA

Benin conta uma gastronomia deliciosa baseiada, sobre todo, em platos simples mas muito saborosos, graças à excelente qualidade dos ingredientes utilizados na preparação.

A cuzinha tem como platos típicos os preparados com verduras e peixe. O peixe tanto de água doce como salgada é muito fresco e simplesmente grelhado resulta delicioso. As verduras e cereais mais utilizados, tanto como acompanhamento como em platos únicos, são a mandioca, batata, arroz e gergelim.

A carne também resulta excelente, sobre tudo a de vaca, cabra e ovelha com a que se preparam saborosos guisados. Também pode-se comer um bom bife de gazela, mais original e muito delicioso.

Como sobremesa, fruta fresca ou doces preparados com amendoim, bananas, cacau ou batatas.

Bebidas

O café e o caco que se cultivam em Benin são de boa qualidade. Se aconselha beber água engarrafada.

COMPRAS

Benin oferece uma ampla mostra de artesanato tradicional que faz as delícias dos visitantes tanto pela qualidade e originalidade como pelos preços.

As jóias são especialmente atrativas. Trabalhadas em ouro, prata e cobre pelos ourives que apreenderam dos antepassados da corte do Reino de Dahomey, destacam os colares, brincus, aneis e diademas trabalhados com exquisito cuidado; os desenhos resultam elegantes e muito atrativos. Também pode-se encontrar outros objetos realizados nestes materiais preçosos como caixas, figuras e copas.

Os tecidos, tapizes e tapetes de Abomey gozam de merecida fama pela qualidade e desenhos, os preços são moderados.

As máscaras e estatuinhas ioruba realizadas em madeiras nobres são muito formosas. As máscaras estão destinadas aos dançantes de bailes rituais pelo que resultam verdadeiramente curiosas. As armas e arte guerreira dos Bariba podem ser um excelente presente para os amantes deste tipo de objetos, enquanto que as peças simples e esquemáticas realizados pelos Popo resultam, quizá pela ausência de decoração, muito atrativas.

Também podem-se adquirir productos naturais de excelente qualidade como café, amendoim e azeite de palma.

POPULAÇÃO E COSTUMES

A população do Benin está formada por numerosos grupos étnicos repartidos por todo o território, embora a maior concentração se centra no sul do país. Os Fom e Adja convivem no Bajo Benin dedicados principalmente à agricultura, enquanto que os Ioruba, a partilhar esta zona, têm no comércio seu modo de vida.

Os Bariba, Baseda e Itcha ocupam as regiões centrais dedicados também à agricultura. Os Dendi, Gurma, Tyokosi e Peul habitam no Alto Benin, os três primeiros cultivam o terreno enquanto que os Peul são criadores de gado.

O Maciço de Atakora no noroeste do país é território dos Somba, Gamgamba e Niendé, agricultores, enquanto que nas lagoas costeiras vivem os Aizos, Pedah e Mina sendo a pesca su principal atividade.

O promédio de esperança de vida da população é de 51 anos e a alfabetização atinge a um 2 % da população. A mortalidade infantil é muito elevada.

ENTRETENIMENTO

Benin oferece uma atrativa oferta para ocupar os momentos de lazer, sobre tudo, para os amantes da natureza.

Em suas praias paradisiacas pode-se desfrutar enormemente praticando distintos esportes náuticos como vela, windsurfing ou submarinismo embora é convenente ter cuidado com as ondas da costa. Preferendo algo mais sossegado pode-se nadar nas águas transparentes ou curtir o sol nas brancas areias.

As lagoas costeiras permitem a navegação em pequenas embarcações tanto para admirar o exótico paisagem como para praticar a pesca, a qual também pode realizar-se no Oceano Atlântico se busca a pesca de altura.

Para os amantes do montanhismo e o trekking o Maciço de Atakora é uma excelente opção enquanto os que escolherem a observação da fauna e flora do país podem dirigir-se aos Parques Nacionais, com búfalos, leões, olifantes, guepardos, hipopotamos, crocodrilos, antílopes e uma grande variedade de aves em seu entorno natural.

Nas cidades e povoados pode-se desfrutar com os espetáculos tribais cheios de encanto e vida, ou visitar seus museos, templos religiosos e animados mercados muito barulhentos e coloridos.

FESTIVIDADES

Os feriados oficias do Benin começam o 1 de janeiro com a celebração do Novo Ano para continuar o 15 de julho, o 1 de Agosto, Dia da Nação, o 15 de Agosto, Dia da Ascensção e o 1 de Noviembre, Dia de Todos os Santos. Também são festivos Segunda-Feira de Pascua e o Primeiro de maio.

O 30 de novembro se comemora a Independência do país com desfiles e diversões variadas, a população sai às ruas a celebrá-lo enchendo as cidades de cor e animação. É uma excelente oportunidade para conhecer as pessoas e conviver com elas. As festas oficiais continúam o 25 de dezembro com a celebração do Natal. Também são feriados oficiais as festas islâmicas que variam segundo o calendário lunar.

Durante todo o ano realizam-se diferentes festas tradicionais nas que as distintas etnias exibem seus melhores enfeites para homenagear seus deuses. Os ritos e as danças são espetaculares, com muita cor e animação a fazerem o visitante desfrutar enormemente com elas.

TRANSPORTES

O transporte em Benin está bastante desenvolvido comparado com outros países africanos.

Avião

As companhias Sabena, Air France, Aeroflot e Air Gabom ofrecem vôos diretos desde as principais cidades europeas. Benin conta com cinco aeropuertos, Cotonou, Kandi, Natintingou, Parakou e Cana.

Barco

A costa do Benin não favorece o transporte marítimo por ter um difícil acesso, mas o país conta com dois portos de importância: Cotonu e Ouidah.

Podem-se realizar curtas travessias pelas lagoas costeiras desfrutando da paisagem ou praticando a pesca.

Trem

Os trens do Benin são bastante corretos, ligando as principais cidades e outros países africanos. Os preços são assequiveis.

Ônibus

Os ônibus são algo desconfortaveis mas sus preços são bastante econômicos.

Carro

Benin conta com um regular traçado de estradas pavimentadas por todo o país. Na estação das chuvas é recomendavel informar-se préviamente sobre seu estado antes de empreender uma viajem. Pode-se alugar carro nas grandes cidades e tanto se aluga um como levando o próprio é necessário ter a carteira internacional de dirigir e um seguro.

Fonte: www.rumbo.com.br

Benin

A República do BENIN é cheia de atrações turísticas naturais, ricas e diversificadas que cobrem o território nacional inteiro.

O turista estrangeiro encontra em uma área reduzida tudo o que oferece a África turística: praias de coqueiros na areia fina, rios cheios de peixes, vilarejos lacustres suspensos em pilares, museus históricos e etnográficos, habitações suspensas nas encostas nuas de colinas, fortalezas em miniatura, cavaleiros intrépidos, fauna e flora abundantes e diversificadas, parques nacionais e reservas, folclore e arte vivos, clima sadio e agradável, hospitalidade legendária...

PRINCIPAIS ATRAÇÕES TURÍSTICAS

EM COTONOU

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Cotonou

A maioria dos turistas estrangeiros inicia sua visita no BENIN a partir de Cotonou, a capital econômica onde se encontra o aeroporto internacional e de onde pode ser organizada com facilidade deslocamentos em direção ao interior do BENIN. Os turistas apreciam as vezes os restaurantes, os mercados e a vida noturna em Cotonou.

Na cidade de Cotonou, o turista pode ser atraído por:

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Artesanato

O CENTRO DE PROMOÇÃO DO ARTESANATO onde se encontram objetos de arte do BENIN inteiro, em madeira, metal assim como tambores e tapeçarias aplicadas realizadas por nativos.

A FEIRA DANTOKPA que é uma das grandes feiras da África de Oeste. Podem-se comprar todos os tipos de artigos, dos tecidos africanos coloridos aos sapatos em couro fabricados à mão, objetos de arte trabalhados em madeira, artigos domésticos e produtos alimentares.

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Feira Dantokpa

BELAS PRAIAS onde se pode tomar sol o dia inteiro.

É particularmente o caso da praia de FIDJROSSE e a da MARINA.

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Praias

EM OUIDAH

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Ouidah

Situada a cerca de quarenta quilômetros de Cotonou, Ouidah é uma grande cidade turística e religiosa do BENIN.

Outrora, o único porto do BENIN, Ouidah era o centro do comércio negreiro na região e uma cidade comercial ativa.

Hoje, a prática da religião tradicional conhecida como vodun permanece forte e constitui uma das principais razões pelas quais os visitantes vão à Ouidah.

A cidade de Ouidah oferece as seguintes atrações:

Museu de História que reconstrói atualmente a história do Dahomé (antigo nome do país).

A Rota dos Escravos que é o caminho original onde passavam os escravos, do centro da cidade de Ouidah até a costa onde os mesmos eram embarcados em navios que os levavam para o Novo Mundo, Brasil e Caribes.

O caminho faz cerca de 3,500 km de cumprimento está ladeado de obras de arte simbolizando etapas marcantes do percurso.

Um belo monumento, erguido à inesquecível memória de Beninenses que deixaram sua pátria e, chamado, "A PORTA DO NÃO RETORNO" se encontra no final do caminho bem na praça de embarque dos escravos.

O Templo das serpentes ou Templo dos Pítons. Essas serpentes carregam todos os tipos de significações simbólicas na cultura Vodun. o A Floresta Sagrada de Kpassè representa um belo parque que é o sítio dominado por uma árvore muito alta que, dizem, surgiu do solo logo depois que desapareceu o antigo Rei de Kpassè, fundador de Ouidah. Encontra-se no parque uma variedade de estátuas de divindades africanas.

EM GANVIE

Ganvie se encontra sobre o lago Nokoué, a 8 quilômetros de Abomé Calavi e a 26 quilômetros de Cotonou passando pelas águas.

Um serviço de embarcação permite chegar em GANVIE, saindo de Abomé Calavi, com barcos motorizados, pirogas de remo para circular facilmente de uma aldeia para outra.

Feira lacustre semi-flutuante que acontece dentro de pirogas onde os habitantes comprar e vender os produtos de sua pescaria.

As construções são feitas de palhas de bambus espalhadas sobre palafitas de galhos ou de postes. Uma escada dá acesso aos habitantes cujo cômodo principal ocupa um segundo nível da plataforma interna. Algumas cubatas possuem balcões e são pintadas por dentro com motivos geométricos e multicolores.

GANVIE - A VENEZA AFRICANA - abriga hoje mais de 30.000 habitantes. A praça aquática da aldeia é muito colorida e a animação que acontece ali merece de ser vista, pois ela é inédita e muito pitoresca.

EM GRAND POPO

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Grand Popo

Ideal para um descanso balneário, a maravilhosa cidade de Grand Popo se encontra a 85 Km de Cotonou. Nessa cidade turística de pequenos maquis, restaurantes, lojas de objetos de arte, pousadas e hotéis, você pode contemplar cidades coloniais à afro-brasileira, assim como cubatas de pescadores perfeitamente integradas na natureza.

Essa magnífica cidade balneária possui belas praias de areia fina e com majestosos coqueiros. O mar azul vós convida a banhar.

LES BOUCHES DU ROI

Super estuário do rio MONO, situado a cerca de uma hora de piroga de Grand Popo, les BOUCHES DU ROI é um lugar espetacular onde os navios portugueses deram o nome Bouche du Roi para traduzir seu aspecto majestoso.

EM POSSOTOME E EM BOPA

São os centros por excelência de importantes fontes termais. A de POSSOTOME tem a fama útil para o tratamento do fígado e a de BOPA para o tratamento do reumatismo.

EM LOKOSSA

A cidade de LOKOSSA é situada a 106 quilômetros de Cotonou. Nos redores dessa cidade, você pode contemplar os hipopótamos em certas estações do ano nos rios, lagunas, lagos e poças gerados pelo rio Mono.

PORTO NOVO

PORTO NOVO é a capital constitucional do BENIN e a segunda cidade dos Afro-brasileiros. A cidade possui três nomes por causa de seus diversos apelidos (ADJATCHE, HOGBONOU, PORTO NOVO).

Essa cidade dispõe de atrativos e de sítios turísticos abaixo:

ARDIM DA PRAÇA BAYOL: Nesta grande praça onde se encontra a estátua do primeiro rei de Porto Novo.

MUSEU ETNOGRÁFICO: é o primeiro museu instalado no BENIN (nos anos 60). Encontram-se ali muitos objetos culturais fabricados no país inteiro muitos deles trazem a história de Porto Novo.

MUSEU DA SILVA: Esse museu foi erguido por uma família da Silva de origem brasileira de Porto Novo e conta com muitos artigos lembrando os primeiros momentos da história do BENIN.

PALACIO REAL (CHAMADO TAMBÉM MUSEU HONME): era outrora o palácio do Rei TOFFA quem estabeleceu os primeiros laços entre BENIN e a FRANÇA. Esse museu mostra aos visitantes a maneira de como uma realeza africana viveu durante a segunda metade do século 19 e a primeira parte do século 20. Entre os objetos expostos, temos o porto real do Rei TOFFA e muitas fotos antigas.

A ARQUITETURA DA CIDADE DE PORTO NOVO: a cidade oferece um patrimônio arquitetural diversificado. Ao longo das ruas da cidade, é possível admirar, no bairro OGANLA, a arquitetura afro-brasileira típica das casas AGUDAS.

OUTROS ATRATIVOS TURISTICOS NÃO LONGE DE PORTO NOVO

AGUEGUES: pequenas ilhas de acumulação aluviais do rio Ouémé de 52 Km2 de superfície, os AGUEGUES abrigam uma população composta de Toffins e de Ouéménous. Com seus monumentos históricos e culturais, seus templos e suas florestas sagradas do culto vodun, sua flora e sua fauna aquáticas, particularmente aviárias, os Aguégués apresentam atrativos dignos de interesses.

KETOU E POBE

KETOU: A porta mágica chamada <<AKABA IDENAN>>, (em Yorubá: o portão que barra a estrada), é uma grande atração. KETOU dispõe de um museu orientado particularmente para atividades de cultos e rituais do território tais como as cerimônias de instalação ORIXA ou reuniões da sociedade secreta GUELEDE.

EM POBE: A floresta sagrada e as mascaras GUELEDE constituem um patrimônio cultural e cultual importante.

EM ABOMÉ

Situada a 145 km no norte de Cotonou, a Cidade de Abomé é considerada para muitas pessoas como a capital histórica do BENIN. Abomé era o centro do reino do DANHOMEY que controlava a região antes de ser colonizada pelos Franceses. As ruínas dos Palácios reais, entre os quais um foi restaurado e abriga o museu histórico de Abomé, constituem as curiosidades as mais apreciadas desta cidade.

Abomé representa, igualmente, um dos centros da religião tradicional do BENIN, onde as cerimônias e as danças tradicionais constituem ali uma grande atração. De maneira geral é o Museu Histórico Royal de Abomé que oferece a principal atração da cidade. Esse museu está inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. Ele conta toda a história do Reino do DANHOMEY antes da colonização francesa. Abomé foi outrora um dos sítios mais importantes como KANO e BENIN-CITY na NIGERIA e o país DOGON no Mali.

NAS COLINAS

EM DASSA-ZOUME

Muito conhecida por causa da gruta mariale (ref. em Maria mãe de Jésus), lugar de peregrinação religiosa, a cidade de DASSA-ZOUME, com suas 41 colinas, tem uma história, que se pode descobrir visitando os lugares sagrados, lugares de cultos e o palácio real onde se pode visitar o rei.

A gruta mariale chamada <<Gruta Nossa Senhora de Arigbo>> se encontra abaixo das colinas. Uma peregrinação que atraí a cada ano milhares de peregrinos.

EM SAVALOU

Construída de baixo de um morro, SAVALOU é uma das principais cidades onde se pode presenciar freqüentes e grandiosas cerimônias Vodun.

A festa de 15 de agosto que junta os MAHIS e seus convidados para descobrir várias danças Vodun é uma ilustração.

SAVALOU é cheia de lugares sagrados e místicos como o palácio real de SAHA ou GBAGUIDI 1º reinou de 1557 a 1618.

EM SAVE

SAVE, chamada cidade de mamas por causa de suas colinas que parecem com seios de mulher, é famosa por causa da dança de máscara GUELEDE, gênero oral que foi inscrito na lista do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade da UNESCO em 2001.

Os seios, o palácio real são lugares ricos em cor.

EM PARAKOU

Situada a 450 quilômetros de Cotonou, a cidade de Parakou, Capital econômica do Norte do BENIN oferece um grande charme e muitos atrativos.

Existe um museu em pleno ar inaugurado em 1969, as paradas de cavalos etc... As danças acontecem na ocasião de festas e de grandes manifestações. Os cavaleiros BARIBA têm reputação por suas belas paradas. O palácio real de KOBA, o mercado internacional AZEKE, o túmulo do valioso resistente guerreiro BIO GUERA que tem feito uma determinante resistência à chegada da colonização francesa são lugares dignos de um grande interesse turístico.

EM NIKKI

NIKKI, o reduto de um antigo grande reino do BENIN estabelecido no século XV BARIBA, que chegaram de Busa na Nigéria.

É um centro importante da vida cultural no BENIN, particularmente por causa de festividades, geralmente no mês de dezembro, da GANI que oferece a ocasião de uma festa rica em core e cheia de sons.

NO ALIBORI

Essa região apresenta vastos horizontes de savana apenas animados por algumas colinas, campos de inhames, de amendoins, mandioca, de grandes árvores de karité assim como mangueiras, cajus, Kapotiers, florestas de teças etc...

Depois de KANDI, descobre-se os vales formados pelo rio Niger onde sopra um vento quente e seco chamado harmattan que torna a região quente.

O sítio de elefantes de Alfakoara situado a uma dezena de quilômetros da cidade de KANDI e o Parque W, incluso na lista do patrimônio mundial da UNESCO em 1996 e que se estende sobre 500.000 hectares no BENIN são dignos de interesse para os turistas.

EM NATITINGOU E NOS REDORES

A cidade charmosa e espetacular de Natitingou se encontra abaixo de um morro, quase ao meio.

Pode-se descobrir nessa cidade e seus arredores:

O Museu Regional - Criado em 1991, esse museu de artes e tradições portuguesas está consagradas às artes e tradições das populações de Atacora e permite descobrir fotos, conjunto de bijus, tecidos, instrumentos de musica e maquete de Tata Somba.

As quedas de água de KOTA - Situadas a quinze quilômetros de Natitingou na estrada de KOUANDE, as quedas de água de KOTA são uma maravilha da natureza.

As cascatas de TANOUGOU - A oitenta e um quilômetros de Natitingou, a aldeia de Tanougou, que se atravessa antes de chegar ao Parque Nacional de PENDJARI, possua uma espetacular cascata de uma beleza rara e um dos sítios turísticos mais visitados do BENIN.

O Parque Nacional de PENDJARI - Com uma superfície de 275.000 hectares, esse parque é situado a 93 quilômetros de Natitingou. É uma das mais belas reservas da África Ocidental. Tombado reserva da biosfera pela UNESCO, esse parque abriga leões, búfalos, elefantes, guepardos, vários tipos de pássaros. Na periferia do parque se encontram zonas cinegéticas como de PORGA e BATIA.

QUANDO VISITAR AS RESERVAS DE FAUNA DO BENIN?

Do dia 1º de novembro a 30 de junho, os visitantes podem se dar o prazer de descobrir animais selvagens, paisagens pitorescas nas mais belas e mais amplas parques nacionais da sub-região oeste-africana que são os parques da PENDJARI e do W.

De novembro a junho o sítio para elefantes de Alfakoara oferece um festival incrível animado por dezenas de paquidermes que desfilam todas as tardes até uma hora avançada da noite.

Para o turismo cinegético respeitoso do meio ambiente os colecionadores de belos troféus de animais podem praticar sua atividade favorita na zona de caça da DJIONA, de BATIA, de PORGA e de KOMPA de 15 de dezembro a 15 de maio.

Fonte: www.beninemb.org.br

Benin

Nome oficial: República de Benin (République du Bénin).

Nacionalidade: Beninense.

Data nacional: 1º de agosto (Independência).

Capital: Porto Novo (administrativa), Cotonou (sede do governo).

Cidades principais: Cotonou (750.000), Porto Novo (200.000), Djougou (132.000), Parakou (120.000) (1994), Abomey (125.525) (1992).

Idioma: francês (oficial), bariba, fulani, fon, ioruba.

Religião: crenças tradicionais 62%, cristianismo 23,3% (católicos 21%, protestantes 2,3%), islamismo 12%, outras 2,7% (1991).

GEOGRAFIA

Localização: oeste da África.
Hora local: + 4h.
Área: 112.622 km2.
Clima: tropical.
Área de floresta: 46 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 6,1 milhões (2000), sendo fons 39%, iorubas 12%, gouns 12%, baribas 12%, adjas 10%, sombas 4%, aizos 3%, minas 2%, dendis 2%, outros 4% (1996).
Densidade:
54,16 hab./km2.
População urbana: 41% (1998).
População rural: 59% (1998).
Crescimento demográfico: 2,7% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,8 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 52/55 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 88‰ (1995-2000).
Analfabetismo: 62,5% (2000).
IDH (0-1): 0,411 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa: 12 departamentos.
Chefe de Estado e de governo: presidente Mathieu Kérékou (desde 1996, reeleito em março de 2001).
Principais partidos: Renascimento de Benin (RB), da Renovação Democrática (PRD), Frente da Ação para o Renascimento e o Desenvolvimento (Fard-Alafia).
Legislativo:
unicameral - Assembléia Nacional, com 83 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Constituição em vigor: 1990.

ECONOMIA

Moeda: franco CFA.
PIB: US$ 2,3 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 39% (1998).
PIB indústria: 14% (1998).
PIB serviços: 47% (1998).
Crescimento do PIB: 4,6% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 380 (1998).
Força de trabalho: 3 milhões (1998).
Agricultura: fruto de palma, algodão em pluma, cará, mandioca, milho.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 43,8 mil t (1997).
Mineração: mármore, calcário.
Indústria: alimentícia (principal: óleo de palma), beneficiamento de algodão.
Exportações: US$ 420 milhões (1998).
Importações: US$ 657 milhões (1998).
Parceiros comerciais: França, Holanda (Países Baixos), EUA, Tailândia, Portugal, Brasil, Marrocos, Índia.

DEFESA

Efetivo total: 4,8 mil (1998).
Gastos: US$ 32 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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