O bicho-de-pé (Tunga penetrans) é uma pulga que se aloja na pele do hospedeiro (homem ou animal), causando uma infecção caracterizada por inchaços dolorosos, localizados principalmente ao redor de onde o inseto penetrou. Ainda que seja mais comum sob as unhas ou entre os dedos dos pés, pode-se pegar o bicho-de-pé em qualquer parte do corpo.
O bicho-de-pé pula em direção ao hospedeiro para penetrar em sua pele.
As larvas são de vida livre, e podem ser encontradas em chão de terra, solos arenosos e praias.
O adulto (pulga) possui coloração marrom avermelhada e mede cerca de 1 mm de comprimento.
A fêmea grávida pode chegar a ter o tamanho de uma ervilha. É a fêmea adulta e fertilizada que perfura a pele do homem (e de outros mamíferos). Ela aloja-se no corpo do hospedeiro, ficando com o segmento abdominal paralelo à superfície da pele.
Alimenta-se do sangue do hospedeiro e vai expelindo os ovos maduros pelo ovipositor. Uma fêmea pode produzir de 150 a 200 ovos durante um tempo de 7 a 10 dias. Depois desse período, a fêmea morre e cai no solo.
Evite andar pé descalço ou ter contato direto com locais comumente infestados. No verão, muita atenção nas praias.
O ataque do bicho-de-pé começa com uma leve coceira, mas não se engane.
Se não for retirado, pode ocasionar inflamações e úlceras localizadas. Tétano e gangrena podem resultar de infecções secundárias, e existem registros de auto-amputação dos dedos dos pés.
Procure um médico. O procedimento padrão para o tratamento do bicho-de-pé é removê-lo com uma agulha ou alfinete previamente esterilizado.
É preciso que ele seja completamente retirado de dentro da pele.
Recomenda-se também tratar as infecções secundárias e, se for o caso, vacinar contra tétano.
Fonte: www.essilor.pt
É um inseto da família das pulgas, que se aloja na pele do homem e de outros animais. Chamado de Tunga penetrans pelos cientistas, esse bichinho quase invisível, que não ultrapassa 1 milímetro de comprimento, pode ser encontrado em praticamente todo o continente americano.
Quando descobre uma vítima, ele salta em sua direção e cava um pequeno buraco na pele para sugar o sangue do hospedeiro.
Os alvos prediletos do parasita, também conhecido como pulga da areia, são a sola do pé, a pele sob as unhas e os espaços entre os dedos, mas ele pode perfurar qualquer parte do corpo, provocando reações desagradáveis como coceira e inflamação no local afetado.
O problema quase nunca passa disso, mas a infecção pode abrir uma brecha para doenças mais sérias, como o tétano, e causar até gangrena em casos graves.
O tratamento padrão é a retirada do inseto, mas o melhor remédio é a prevenção. Para ficar longe dessa pulguinha incômoda, o ideal é usar calçados em locais infestados e tratar animais domésticos infectados.
Depois de usar e abusar do hospedeiro, a fêmea põe seus ovos e morre.
1- O bicho-de-pé vive em lamaçais e solos arenosos, quase sempre em locais quentes e secos. Também é comum encontrar o inseto em chiqueiros de porcos
2- Só as fêmeas grávidas penetram na pele. Em sete a dez dias, um único bicho coloca de 150 a 200 ovos, que são jogados no chão e amadurecem por conta própria. Depois disso, a mãe morre e é expelida pelo corpo
3- Ok, ela morre depois de colocar os ovos. Mas o ideal é removê-la antes disso. Uma agulha esterilizada dá conta do recado, mas é preciso tomar cuidado para não deixar nenhum pedaço do bicho na pele, o que pode causar infecções
Alguns vilões que são ainda mais incômodos do que a pulga da areia:
Bicho geográfico
Conhecido pelo nome científico de Larva migrans, é encontrado em fezes de animais (como cachorros) deixadas na areia. Depois de entrar na pele, o parasita anda dentro dela, deixando um rastro visível e causando coceira
Olho de peixe
Nome popular de uma lesão na sola dos pés causada por um vírus do tipo HPV (Papiloma Vírus Humano). Conhecida cientificamente como verruga plantar, ela causa fortes dores e está associada ao excesso de umidade
Fonte: mundoestranho.abril.com.br