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Bicicleta

A bicicleta é um veículo movido pela força humana que consiste de duas rodas, uma atrás da outra, unidas por uma estrutura.

A primeira bicicleta era uma veículo muito simples; foi inventada pelo francês De Siorac, no ano de 1790 e era composta por duas rodas do mesmo tamanho, ligadas por uma travessa de madeira. Possuía também um cabo ou manivela para o apoio das mãos. O homem, sentado a cavalo na madeira transversal, empurrava o veículo tocando o chão com os pés. Mais tarde, em 1818, o alemão Carlos Drais aperfeiçoou este veículo, fazendo com que a roda anterior ou dianteira pudesse mover-se para a direita e para a esquerda. A Draisina, como se chamava, era ainda impelida pelos pés.

Em 1885, o francês Michaud lançou um novo modelo, o biciclo que possuía uma roda dianteira muito grande e a trazeira muito pequena demais. A roda dianteira apresentava pedais. Estes, forçados pelo ciclista que ia sentado em um selim altíssimo, fazia com que a roda se movesse.

Era o primeiro biciclo que apresentava um mecanismo produtor de movimento. Sua velocidade era de 12 km por hora. Não tinha muita estabilidade por causa da desproporção entre as duas rodas e não era prático, pois era difícil de montar.

O francês Sargent fez depois as duas rodas de mesmo tamanho e deu-lhes as dimensões que hoje conhecemos. Inventou também a cadeia de transmissão de movimento à roda posterior e os pedais foram inseridos em um sistema de duas rodas dentadas, unidas por uma cadeia.

Assim nasceu a bicicleta.

Em 1890, o inglês Dunlop colocou pneumáticos nas rodas deste meio de transporte.

No início do século 20 a bicicleta havia se transformado em uma forma barata de transporte pessoal no trabalho e lazer. A partir da década de 20 a ascensão do automóvel diminuiu a importância da bicicleta no Ocidente, mas na década de 60 houve um ressurgimento do interesse por este veículo.

Como se movimentam as bicicletas?

Na figura acima podemos verificar que a bicicleta possui uma corrente ( T ) que liga uma coroa dentada dianteira, movimentada pelos pedais, a uma coroa dentada de raio menor, chamada pinhão e fixada no eixo da roda traseira. Quando o ciclista pedala, a roda traseira gira com a mesma velocidade angular do pinhão (w).

O número de voltas dadas pela roda traseira a cada pedalada depende do tamanho relativo das coroas dentadas. Para uma coroa que tenha um raio cinco vezes maior que o do pinhão, por exemplo, para cada volta completa do pedal (e, portanto, da coroa maior), o pinhão dá cinco voltas completas - e a roda traseira faz o mesmo, pois pinhão e roda traseira têm a mesma velocidade angular.

Diz-se que uma bicicleta possui marchas quando ela tem um conjunto de coroas, cujo funcionamento consiste em fazer com que cada marcha seja uma combinação de uma das coroas dianteiras com uma das coroas traseiras. Assim, por exemplo, para uma bicicleta que tenha duas coroas dianteiras e quatro traseiras, temos um total de 2.4 = 8 marchas possíveis.

Fonte: br.geocities.com

História da Bicicleta

Cuidados com sua Bicicleta

Todo equipamento mecânico necessita de cuidados para que possa funcionar satisfatoriamente.

Sempre que passear em locais com lama, maresia (praia), ou chuva forte é necessário limpar sua bicicleta e relubrificar a corrente.

Nunca lave a bicicleta com querosene ou outro solvente, que podem penetrar, retirando a graxa interna dos rolamentos.

Nunca usar óleo de cozinha (comestível ) na bicicleta: em hipótese alguma.

Não exagere na quantidade do óleo lubrificante (Singer) na corrente - é prejudicial.

Limpeza

1- Limpe bem a corrente com uma escova ou pincel embebida com querosene, não deixando escorrer para outras partes da bicicleta.

2 - Escove também com querosene as engrenagens próximas à corrente, com cuidado para não deixar entrar no cubo ou no eixo da roda.

3 - Lave a bicicleta com água e sabão neutro com uma esponja suave por causa da pintura . Depois enxague e seque com pano macio.

4 - Seque e limpe as sapatas de freio com thinner ou acetona.

5 - Relubrifique a corrente com duas a três gotas em cada junção de elos da corrente.

Calibragem

Apesar da calibragem ser uma preferência individual, nunca ultrapasse as recomendações do fabricante escritas na lateral de cada pneu.

Calibre sempre seus pneus antes de sair, pois é normal que as câmaras de ar percam pressão quando paradas.

Pneus muito cheios (muito duros) podem estourar numa pequena pedra, ou fazer a bicicleta vibrar demasiado.

Pneus muito baixos furam rápido, e no contato com obstáculos não amortecem os impactos, podendo danificar as rodas.

Calibragens Ferramentas

Dianteiro Traseiro Alicate / Chave inglesa
Chave Phillips
Chave de fenda
Uma chave de boca regulável
Chaves fixas de 8 e 10 mm
Chaves Allen de 4, 5 e 6 mm
Espátulas de tirar pneus
Chave de raios
Bomba de encher.
Kit:cola, remendos e lixa.
Mountain.Bikes 36 a 40 psi 38 a 42 psi
Estrada (asfalto) 90 a 100 psi 90 a 110 psi
Moutain / Estrada 50 a 60 psi 50 a 70 psi

Quando o pneu furar

Solte o cabo dos freios, solte os freios

Solte a roda

Coloque a corrente na menor engrenagem

Tire a roda

Use espátulas especiais e tire um dos lados do pneu para fora da roda. Cuidado para não machucar a câmara de ar

Cuidadosamente tire-a

Depois de enchê-la com a bomba de ar, localize o furo

Localizado o furo, usando uma lixa fina, lixe o local. Isto tira a sujeira, preparando o local para o melhor contato com a cola

Coloque a cola

Assim que a cola começar a secar, aplique o remendo de borracha e aperte firmemente

Espere secar, recoloque a câmara de ar, reponha o pneu, monte a roda e as marchas e siga em frente

Troca de marchas I

O cambio é muito útil quando usado de forma correta, facilita as subidas e aumenta a velocidade no plano.
Mas deve ser usado com critério.

Não se deve usar a corrente na relação da coroa mais a esquerda com o pinhão mais à direita.

Assim você estará torcendo a corrente levando a um desgaste prematuro das peças sem grandes resultados práticos na velocidade da bicicleta.

Troca de marchas II

Só troque a marcha enquanto estiver pedalando.

Diminua a força exercida nos pedais enquanto estiver trocando de marcha.

Nunca troque de marcha pedalando para trás.

Evite trocar de marcha enquanto a bicicleta estiver sofrendo muita trepidação.
A corrente pode saltar.

Má e Boa relação de Marchas

Fonte: www.fazfacil.com.br

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