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História da Bicicleta

O esporte do pedal é dos mais belos e emocionantes. Não simplesmente pela associação entre homem e máquina; mas também pelo preparo físico, inteligência, arrojo e raça necessários aos atletas do pedal. A história da invenção da bicicleta é cercada de mistérios e mitos, pois na época de sua criação veio para preencher uma necessidade na vida do homem e até hoje é algo totalmente integrado com o ser humano.

A invenção e o inventor são cercados de discussões, pois em um museu da Alemanha há um modelo chamado de bicicleta de Kassler, que data de 1761, mas os franceses afirmam que ela foi exportada da França.

Os registros começam a ficar mais precisos a partir de 1790 (Alves, sd), onde após uma série de estudos, o Conde francês Sivrac inventou o "Celerífero", ou cavalo de duas rodas, como foi chamada pelos parisienses essa estranha máquina.  1761,mas os franceses afirmam que ela exportada da França (Oliveira, 2001).

Os registros começam ficar mais precisos a partir 1790 (Alves, sd), onde após uma série estudos, Conde francês Sivrac inventou o Celerífero", ou cavalo de duas rodas, como foi chamada pelos parisienses essa estranha máquina.

O esporte pedal dos belos emocionantes. Não simplesmente pela associação entre máquina; também pelo preparo físico, inteligência, arrojo raça necessários aos atletas pedal.

A cercada mistérios mitos, sua criação veio para preencher necessidade na vida homem até hoje é algo totalmente integrado com ser humano.Embora tal informação não seja absolutamente concreta, nesse mesmo ano surgiu viatura leva crer parece ter começado nessa época história do ciclismo SD).

A invenção e inventor são cercados discussões, pois em museu Alemanha há um modelo chamado bicicletaKassler, data Embora tal informação não seja absolutamente concreta, foi nesse mesmo ano que surgiu a viatura de duas rodas, o que leva a crer que parece ter começado nessa época a história do ciclismo (Alves, SD).

A forma e a propulsão do invento do Conde Sivrac se davam com a sola dos pés, exercendo repetidas pressões contra o solo. Um detalhe importante era que não existia uma direção móvel, certamente o veículo só andava em linha reta.

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Em 5 de abril de 1817, o Barão Karl Von Drais, na Alemanha, apresenta um modelo similar ao celerífero de Conde Sivrac e ainda com o mesmo tipo de propulsão, porém com um jogo de direção. O modelo foi batizado de "Draisina" e foi muito bem aceito.

Em 1840, a bicicleta toma outra forma, quando um ferreiro escocês cria uma máquina diferente, com a roda dianteira bem mais alta, e bem aceita, pois foi introduzido um pé de vela, onde o homem sentado fazia a máquina se locomover. Nasceu então o velocípede "Rebaptisé", nome dado à patente de uma máquina desenvolvida para que se alcançasse maior velocidade, mas era muito desgastante fazer a máquina se locomover, pois a roda dianteira era enorme, com cerca de 80 a 85cm de diâmetro e todo peso do usuário recaía justamente sobre essa roda, que somado ao peso da bicicleta, que era de cerca de 50kg, tornava o transporte desconfortável e perigoso, pois era algo do tipo "acrobacia".

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O velocípede foi sofrendo transformações e aperfeiçoamentos, como a inclusão de freios e dos pneus, que a princípio, eram tiras de borracha presas aos aros. Isto começou com Robert Thompson e depois foi aperfeiçoado pelo inglês John Bloid Dunlop, que criou um rolo feito de pano engomado cheio de ar, mas ainda tinha o inconveniente da manutenção, que foi mais tarde resolvida por vários estudos através dos irmãos Michelin, que por fim criaram um pneu com válvula para encher de ar e que era também capaz de ser removido e substituído facilmente em caso de dano.

Em maio de 1861, os franceses Pierre e Ernest Michaux trazem uma evolução decisiva que põe o velocípede finalmente dentro da cidade com a descoberta e aperfeiçoamento do pedal, o que trouxe um avanço comercial nas bicicletas. Toda a Europa multiplica esforços para aperfeiçoar este velocípede e novidades seguem uma após a outra, depressa. Esses veículos começaram a ser usados com todo o tipo de equipamento de acampamento nas excursões longas pelas estradas e caminhos da Europa, que passou a levar o nome de cicloturismo.  Starley e seu sobrinho, em 1880/1881, desenvolveram uma bicicleta que assumiu as características das bicicletas que conhecemos. Foram introduzidos os pedais no centro a bicicleta e a tração passou para a roda traseira, através de uma corrente de transmissão.

Com a introdução dos pneus clássicos inventados e produzidos pelos irmãos Edouard e André Michelin, foram resolvidos os problemas das rodas que ainda nas primeiras bicicletas eram de madeira e ferro (Oliveira, 2001). As conseqüências dessa inovação e a popularidade que atingiu a já chamada bicicleta foram enormes.

Em 1890, somente na França existiam cinco mil ciclistas. Em 1900, esse número aumentou para dez milhões. Muito usada como meio de transporte, bastante econômica, a bicicleta requer espaço reduzido e a sua manutenção não requer gasto exagerado, o que a orna ainda mais atraente (Alves, s/d). A bicicleta moderna é um instrumento cômodo e ligeiro, que pela sua estrutura esquemática descende desses remotos antepassados, mas tanto na linha geral como nos pormenores mecânicos, deles difere absolutamente, pois é já o somatório dos esforços técnicos de cento e cinqüenta anos de progresso. Com as novas modificações nos acessórios que sempre vão surgindo, principalmente nas utilizadas em corrida, a bicicleta proporciona hoje aos gigantes das estradas e das pistas velocidades recordes, que seriam verdadeiras utopias 100 anos atrás.

Atualmente a introdução cada vez mais específica de novas tecnologias na fabricação das bicicletas está incorporando mudanças em relação a características referentes ao aspecto aerodinâmico e ergonômico das mesmas. O marco inicial pode ser considerado o ano de 1984, onde foi estabelecido por Francesco Moser um recorde que durou por 10 anos: ele percorreu 51,15 km em uma hora no velódromo da Cidade do México. A diferença da sua bicicleta estava centrada no tamanho desigual das rodas, Moser usava uma bicicleta com a roda dianteira menor que a traseira e o quadro desenhado para que o tronco ficasse inclinado, numa posição mais aerodinâmica.

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Uma outra inovação na geometria da bicicleta rendeu ao ciclista inglês Graeme Obree, em 1993, a quebra do recorde de hora, numa tradicional prova do ciclismo internacional. Seu posicionamento inovador, batizado com seu nome, "Obree Position" agia de modo a reduzir o coeficiente de atrito dinâmico em até 15%, fazendo com que ele ganha-se teoricamente a velocidade de 2 a 50km/h.

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Sua invenção foi considerada a maior inovação desde o surgimento do guidão aero. Ainda assim a UCI - Union Ciclism International - proibiu sua utilização, e ela foi adaptada e rebatizada então como "Superman position".

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Fonte: www.ufsm.br

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