Nome Vulgar: Biguá
Nome Científico: Phalacrocorax brasilianus
Classe: Aves
Gênero: Phalacrocorax
Espécie: brasilianus
Ave aquática, mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água.
Para facilitar seus mergulhos, suas penas ficam completamente encharcadas, eliminando o ar que fica entre as penas e dificulta os mergulhos.
Para secá-las é comum vê-los pousados com as asas abertas ao vento. Quase sempre visto em grandes bandos voando próximo d'água, em formação em "V". Quando voam se assemelham a patos, sendo às vezes considerados como tais equivocadamente.
Fazem grandes ninhais junto a garças e outras aves ribeirinhas. Suas penas, patas e bico são inteiramente negras.
Origem: Renctas
Fonte: www.diagnostico.org.br
O biguá é uma ave comum nos rios, lagoas e litoral do Brasil. Mergulha bem e captura peixes com o bico de ponta curva (diferente do bico do biguatinga, que é reto e pontiagudo). Alimenta-se sobretudo de peixes, mas também de rãs, de crustáceos e de insetos aquáticos.
O biguá nada com o corpo semi-submerso e desloca-se sob a água unicamente com o auxílio dos pés, que possuem amplas membranas natatórias e utiliza a cauda como leme.
Nidifica em colônias, onde constrói ninho de gravetos sobre árvores, geralmente em matas alagadas, podendo associar-se a colônias de outras aves aquáticas.
Mede de 58 a 73 cm de comprimento e vive desde o sul dos EUA até a Argentina – e em todo o Brasil.
Uma biguá pode chegar a pesar 1,8 kg.
Os biguás realizam pescarias coletivas. Grandes grupos nadam lado a lado, na mesma direção, bloqueando um rio ou canal e mergulhando para apanhar os peixes que tentam furar o bloqueio. No Pantanal já observei pescarias coletivas no rio Paraguai, com mais de 500 aves juntas.
Os biguás podem mergulhar a mais de 20 metros de profundidade.
A postura é de 3 a 4 ovos e o período de incubação é de cerca de 30 dias.
Tanto biguás como biguatingas encharcam suas penas totalmente durante
os mergulhos, ao contrário de mergulhões e marrecas. Após
várias horas de mergulhos, descansam sobre alguma rocha ou galhada,
mantendo as asas abertas para secar ou para garantir a termo-regulação.
Haroldo Palo Jr.
Fonte: canalazultv.ig.com.br
São aves de cauda, pescoço e bico longos, cabeça muito pequena, pernas curtas e pés palmados.
Nos machos, a maior parte da plumagem é preta ou cinza-escura.
O dorso é castanho, com estrias claras, as asas têm penas branco-prateadas e o peito e a garganta são castanho-claros.
Nas fêmeas a coloração geral é mais clara.
Vivem solitários ou aos pares nas proximidades de rios, lagoas e banhados.
Voam bem e são excelentes nadadores e mergulhadores.
Freqüentemente são vistos em posição característica, pousados com as asas abertas.
As glândulas uropigeanas, que produzem óleo utilizado pelas aves para impermeabilizar as penas, não são tão desenvolvidas nesses animais quanto nas demais aves aquáticas.
Assim sendo, já que não dispõem desse impermeabilizante em quantidade suficiente, devem secar-se ao ar, depois de cada mergulho.
Alimentam-se, principalmente, de peixes, mas também apreciam insetos, crustáceos, anfíbios e pequenos lagartos.
Na época da reprodução reúnem-se em bandos nos ninhais e constróem seus ninhos no alto das árvores ou utilizam-se dos que encontram desocupados.
Botam, em média, 4 ovos alongados e brancos.
Os filhotes são alimentados por regurgitação de peixes e de outras presas apanhadas pelos pais.
Fonte: www.portalpantanal.com.br
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes Pelecaniformes
Família: Phalacrocoracidae
Género: Phalacrocorax
Espécie: P. brasilianus
Phalacrocorax brasilianus
Gmelin, 1789

O biguá (Phalacrocorax brasilianus) é uma ave da família dos falacrocoracídeos. Tais aves habitam boa parte da região que vai do México à América do Sul, medindo cerca de 75 cm de comprimento e com coloração negra, saco gular amarelo e tarsos negros.
Também são conhecidas pelos nomes de biguá-una, imbiuá, mergulhão, miuá e pata-d'água. Esse magnífico animal carece da glândula uropigial, que libera substâncias que deixam as penas impermeáveis a água por isso apresenta vantagem em relação aos outros pássaros na hora da caça, já que com a água suas penas se tornam mais pesadas e retém menos ar, fazendo com que ele mergulhe mais rapidamente.
O nome biguá vem do tupi Mbiguá, que foi aportuguesado com o tempo.
Fonte: pt.wikipedia.org