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Biosfera

Divisões da biosfera

A Terra é formada por grandes ecossistemas que são divididos em biosfera, biociclo, biocora e bioma, dependendo de suas dimensões.

biosfera

É o ambiente biológico onde vivem todos os seres vivos.

Biociclos

São ambientes menores dentro da biosfera. Existem três tipos de biociclos: terrestre (epinociclo), água doce (limnociclo) e marinho (talassociclo).

Biocora

É uma parte do biociclo com características próprias. Assim, no biociclo terrestre, existem quatro biocoras: floresta, savana, campo e deserto.

Bioma

Dentro da biocora podemos encontrar regiões diferentes chamadas biomas. Assim, na biocora floresta podemos encontrar a floresta tropical, temperada, etc.

Fonte: www.objetivo.br

Biosfera

A biosfera é a parte da Terra onde se encontram os seres vivos. Ela compreende a superfície terrestre e a porção inferior da atmosfera e prolonga-se até o fundo dos oceanos. O estado da biosfera é fundamentalmente o estudo do seres vivos e sua distribuição pela superfície terrestre. A biosfera contém inúmeros ecossistemas (conjunto formado pelos animais e vegetais em harmonia com os outros elementos naturais).

biosfera

O hábitat é o "lar" das plantas e dos animais. Nicho é a função de uma planta ou de um animal no ecossistema. Os seres que vivem na superfície terrestre dependem uns dos outros e mantêm relação com as condições do ambiente. Com exceção do homem que consegue se fixar e viver em quase todos os lugares do planeta devido ao alto grau de adaptabilidade que lhe é natural, cada ser vivo tem um ambiente em que se adapta melhor quando à temperatura, à umidade, s condições do solo, etc. Esse ambiente ideal para cada ser vivo constitui o seu habitat.

A degradação da biosfera

biosfera: o espaço da vida na Terra

Com o avanço da ocupação humana sobre os mais diversos ecossistemas, vários têm sido as formas de impacto sobre o equilíbrio ecológico. Os seres vivos e o meio ambiente estabelecem uma integração dinâmica, porém frágil. O grande dilema das sociedades modernas é conciliar o desenvolvimento tecnológico e a carência cada vez maior de recursos naturais com o equilíbrio da natureza.

A tentativa de conciliação ou harmonização começou a ser intensificada na década de 1980, quando se tornaram muito mais visíveis e preocupantes várias conseqüências da profunda interferência do homem na paisagem: o efeito estufa, as chuvas ácidas, as ilhas de calor na cidades, o buraco de ozônio, a poluição dos oceanos, a grande extensão dos desmatamentos e extinção de espécies animais, o rápido esgotamento dos recursos não-renováveis, etc.

O desenvolvimento sustentável proposto desde então define-se pela continuidade das investimentos econômicos, das pesquisas tecnológicas e da exploração de matéria-prima, de tal forma que se leve em consideração não só o presente, mas também as gerações futuras. As diferentes nações têm procurado encontrar os meios de atingir a formula, como explorar sem destruir ou, pelo menos, diminuir os impactos ambientais.

A degradação ambiental pode ser das formações vegetais, como a destruição das florestas. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, 61% das terras que hoje pertencem ao nosso país eram cobertos por matas. No Brasil, a preservação ambiental ocupa um espaço cada vez maior nos meios de comunicação que veiculam quase diariamente materiais de esclarecimento, alerta e denúncia sobre o assunto. Vários movimentos organizados, como o S.O.S Mata Atlântica trabalham em prol da defesa das florestas brasileiras. Quando a o rompimento do equilíbrio natural (o desmatamento das florestas) rompem-se a relação vegetação/solo que possibilita o desenvolvimento da vida vegetal e animal.

Representação Esquemática de um Ecossistema

A degradação dos ecossistemas marinhos correm risco, dos 71 grupos de formas de vida de todo o mundo, 43 são espécies marinhas e somente 28 compreendem espécies terrestres. Além de reunir ecossistemas riquíssimos, os oceanos funcionam como fonte de alimento para milhares de pessoas em todo o mundo. Um dos principais problemas que atinge os ecossistemas próximas ao litoral, como mangues e os pântanos, é a grande concentração populacional ao longo da costa em vários países.

No caso dos recifes, sua destruição provocada pela exploração de mergulhadores, que retiram material para colecionar e vender, mas, principalmente, pela poluição das águas dos próprios oceanos.

Mais de 80% da poluição oceânicas vem do continente, trazida pelos rios, chuvas e ventos. Entre os principais poluentes, estão: produtos agrotóxicos utilizados em plantações; materiais plásticos, latas, metais, madeiras e materiais de pesca, resíduos industriais como metais pesados (chumbo, mercúrio, cobre, estanho), esgotos lançados sem tratamento, principalmente em países mais pobres e povoados do Terceiro Mundo, como Índia, o Paquistão, a Indonésia ,etc., leo e petróleo derramado devido a acidentes com navios-tanques, rompimentos de dutos e emissários submarinos, lixo radiativo depositado por alguns países no fundo do mar.

Muitos desses poluentes trazem conseqüências devastadores para a cadeia alimentar marinha. Peixes e outros animais contaminam-se com pesticidas, resíduos industriais, o que é repassado a diante para outros animais da cadeia, de maneira que o próprio homem acaba ingerindo peixes e mariscos contaminados.

O esgoto e o escoamento da áreas cultivada levam às águas oceânicas grande quantidades de nitrogênio e fósforo presente em detergentes e fertilizantes. Esses elementos aumentam a quantidade de algas principalmente nas regiões costeiras. Seu grande crescimento diminui o nível de oxigênio da água, sufocando as demais espécies, formando-se algas vermelhas e marrons que resulta na "Maré Vermelha".

As águas que apresentam baixo nível de oxigênio são conhecidas como "Zonas Mortas". Como no Golfo do México, no Mar Adriático e no Golfo Pérsico.

BIODIVERSIDADE

Patrimônio da Humanidade

Numa pesquisa realizada recentemente por cientistas em nenhum outro lugar do planeta a biodiversidade é tão grandiosa quanto a Amazônia, o Pantanal e a Caatinga, três regiões que são tesouros naturais da Terra.

Nem mesmo a África, o berço da humanidade, cuja dimensões continentais arregimentam paisagens tão distintas quando o deserto do Saara, as verdadeiras florestas do Congo a as pradarias africanas onde reinam os mais diversos animais. Entre os grandes blocos tropicais de vida selvagem, a Amazônia abriga o maior números de plantas e animais exclusivos em seus seis milhões de quilômetros quadrados espalhados por nove paises. Com menor dimensão, mas igualmente ricas, as florestas do Congo cobrem sete países da África Central, e na ilha de Papua-Nova Guiné, Um raro cenário tropical no oceano Pacífico, ao norte da Austrália, vivem animais exóticos.

A exploração e a ocupação humana já faz suas vítimas nesses locais a algum tempo e algumas espécies correm o risco de desaparecer. O cerrado restam somente 10% e a Mata Atlântica, reduzida a menos de 8% do tamanho original. As ameaças ao maior tesouro do mundo continuam as mesmas: o fogo que destrói 17 mil quilômetros quadrados de terra ao ano, o desmatamento que ameaça os 750 mil índios da Amazônia Legal e a destruição dos recursos naturais dos quais dependem os 21 milhões de amazônidas. Por oito estados do semi-árido nordeste, a caatinga só perde em extensão territorial para o cerrado, a Mata atlântica e a própria Amazônia. Os 735 mil quilômetros quadrados de sertão já foram mar, há 65 milhões de anos. Ali vivem em um cima imprevisível, 27 milhões de brasileiros, e uma fauna e flora praticamente desconhecidas da ciência.

A região abriga ainda duas espécies-símbolos em risco.

A ararinha-azul, que foi considerada extinta, vista pela última vez em 2000, na Bahia. Sua parente próxima, a rara-de lear também corre perigo. As araras da caatinga são parentes das araras-azuis, as aves que voam aos pares e se tornaram um símbolo do Pantanal. O esforço de preservação conseguiu melhorar sua situação e hoje a epécie está apenas na categoria de animais vulneráveis. Sobre os 210 mil quilômetros quadrados do pantanal, a maior área alagada do mundo, dividida entre Brasil, Bolívia e Paraguai, não se sabe ao certo se voam 325 ou 650 espécies de aves, mas é certo que em suas águas nadam pelo menos 325 tipos de peixes.

A espécie mais famosa da região é a temida onça-pintada, cujas 200 quilos a tornam o maior felino, depois do tigre e do leão.Entre os 37 tesouros naturais da Terra há ainda vastos corredores de desertos, onde proliferam vegetações exclusivas, sem contar as florestas geladas que abrangem a Rússia, o Canadá, o Alasca e a Groelândia.(Dados-2003)

Fonte: paginas.terra.com.br

Biosfera

biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas da Terra.

É um conceito da ecologia, relacionado com os conceitos de litosfera, hidrosfera e atmosfera. Incluem-se na biosfera todos os organismos vivos que vivem no planeta, embora o conceito seja comumente alargado para incluir também os seus habitats.

O homem, como ser vivo, faz parte da biosfera, e adapta o seu lar da maneira que ele precisar, causando modificações positivas e negativas à biosfera, como por exemplo a chuva ácida (negativo) e a agricultura (positivo).

Os seres que vivem na superfície terrestre dependem uns dos outros e mantêm relação com as condições do meio ambiente. Com exceção do homem, que consegue se fixar e viver em quase todos os lugares do planeta, devido ao alto grau de adaptabilidade que lhe é natural, cada ser vivo tem um ambiente em que se adapta melhor quando à temperatura, à umidade, às condições do solo, etc. Esse ambiente ideal para cada ser vivo constitui o seu habitat e deve ser preservado, para que a biosfera possa subsistir.

A degradação da biosfera

Com o avanço da ocupação humana sobre os mais diversos ecossistemas, vários têm sido as formas de impacto sobre o equilíbrio ecológico. Os seres vivos e o meio ambiente estabelecem uma integração dinâmica, porém frágil. O grande dilema das sociedades modernas é conciliar o desenvolvimento tecnológico e a carência cada vez maior de recursos naturais com o equilíbrio da natureza.

A tentativa de conciliação ou harmonização começou a ser intensificada na década de 1980, quando se tornaram muito mais visíveis e preocupantes várias conseqüências da profunda interferência do homem na paisagem: o efeito estufa, as chuvas ácidas, as ilhas de calor na cidades, o buraco de ozônio, a poluição dos oceanos, a grande extensão dos desmatamentos e extinção de espécies animais, o rápido esgotamento dos recursos não-renováveis, etc.

O desenvolvimento sustentável

O desenvolvimento sustentável proposto desde então define-se pela continuidade dos investimentos econômicos, das pesquisas tecnológicas e da exploração de matéria-prima, de tal forma que se leve em consideração não só o presente, mas também as gerações futuras. As diferentes nações têm procurado encontrar os meios de atingir a formula, como explorar sem destruir ou, pelo menos, diminuir os impactos ambientais.

A degradação das florestas

A degradação ambiental pode ser das formações vegetais, como a destruição das florestas. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, 61% das terras que hoje pertencem ao nosso país eram cobertos por matas.

No Brasil, a preservação ambiental ocupa um espaço cada vez maior nos meios de comunicação que veiculam quase diariamente materiais de esclarecimento, alerta e denúncia sobre o assunto. Vários movimentos organizados, como o "S.O.S Mata Atlântica" trabalham em prol da defesa das florestas brasileiras. Quando a o rompimento do equilíbrio natural (o desmatamento das florestas) rompem-se a relação vegetação/solo que possibilita o desenvolvimento da vida vegetal e animal.

A degradação dos ecossistemas marinhos

A degradação dos ecossistemas marinhos correm risco. Além de reunir ecossistemas riquíssimos, os oceanos funcionam como fonte de alimento e de trabalho para milhares de pessoas em todo o mundo. Um dos principais problemas que atinge os ecossistemas próximos ao litoral, como mangues e os pântanos, é a grande concentração populacional ao longo da costa em vários países.

No caso dos recifes, sua destruição é provocada pela exploração de mergulhadores, que retiram material para colecionar e vender, mas, principalmente, pela poluição das águas dos próprios oceanos.

Mais de 80% da poluição oceânica vem do continente, trazida pelos rios, chuvas e ventos. Entre os principais poluentes, estão: produtos agrotóxicos utilizados em plantações; materiais plásticos, latas, metais, madeiras e materiais de pesca, resíduos industriais como metais pesados (chumbo, mercúrio, cobre, estanho); esgotos lançados sem tratamento, principalmente em países mais pobres e povoados do Terceiro Mundo, como a Índia, o Paquistão, a Indonésia e muitos outros; óleo e petróleo derramado devido a acidentes com navios-tanques, rompimentos de dutos e emissários submarinos, lixo radiativo depositado por alguns países no fundo do mar.

Muitos desses poluentes trazem conseqüências devastadoras para a cadeia alimentar marinha. Peixes e outros animais contaminam-se com pesticidas, resíduos industriais, o que é repassado a diante para outros animais da cadeia, de maneira que o próprio homem acaba ingerindo peixes e mariscos contaminados.

O esgoto e o escoamento da área cultivada levam às águas oceânicas grande quantidades de nitrogênio e fósforo presente em detergentes e fertilizantes. Esses elementos aumentam a quantidade de algas principalmente nas regiões costeiras. Seu grande crescimento diminui o nível de oxigênio da água, sufocando as demais espécies, formando-se explosões de algas que resultam na "Maré Vermelha".

Fonte: pt.wikipedia.org




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