
O BMW Z4 A soma de todos os sentidos
O BMW Z4 está te esperando. Um conversível de dois lugares que une a sensualidade com o luxo. Um roadster que foi criado para ser dirigido com o puro prazer.
O BMW Z4 integra um estilo completamente unificado. O interior, o desenho da carroceria, cada linha acentua a pura identidade de um roadster. Deixe-se levar pelo vento, capture a chuva. Experimente o poder do motor seis cilindros do BMW Z4, com o seu som encantador, o desempenho suave e a surpreendente confiabilidade.

A liberdade do Puro Prazer de Dirigir O desenho do BMW Z4
A mistura de superfícies côncavas proporciona ao BMW Z4 o seu caráter inconfundível. As curvas suaves e os ângulos pronunciados o acentuam. O efeito é surpreendente: O BMW Z4 transforma-se em um jogo de cores, de luz e sombra. De qualquer ângulo , o roadster revela um elemento diferente do seu caráter. Detalhes finamente esculpidos – as luzes traseiras, os indicadores laterais, os faróis – enfatizam a integridade de um veículo desenhado para desfrutar o prazer de dirigir.
Fonte: www.sudmotors.com

BMW Z4
Uma espécie de dois em um. Eis a melhor forma de definir o novo BMW Z4, que substitui os anteriores Z4 Roadster e Z4 Coupé, graças ao tejadilho retráctil em alumínio de comando eléctrico (porventura a sua mais relevante inovação, atendendo à tradição da marca), o qual lhe confere uma postura mais luxuosa e uma expressão mais valiosa. O novo Z4 sucede aos 315/1 (1934-36), 319/1 (1934-36), 328 (1936-1940), 507 (1956-59), Z1 (1988-91), Z3 (1995-2002), Z8 (2000-2003) e Z4 (2002-2008). Ao contrário do anterior, não é produzido em Spartanburg, mas em Regensburg, juntamente com Série 1 e Série 3, ficando a fábrica de Spartanburg encarregue apenas da produção dos SUV.
Segundo os responsáveis da BMW, não estão previstas, pelo menos por enquanto, versões de quatro cilindros, de tracção integral ou Diesel. Ao contrário de uma desportiva versão M. É caso para dizer: esperar para ver...
As mulheres têm um papel cada vez mais activo na indústria automóvel. E ainda bem. A segunda geração do Z4 é um dos melhores exemplos desta realidade. Quer por fora, quer por dentro, neste roadster foi aplicado um dedo feminino. Enquanto o design exterior teve a contribuição de Juliane Blasi, o estilo interior mereceu toda a dedicação de Nadya Arnaout.
Mas vamos por partes. Começando, como habitualmente, pelo exterior. Com um coeficiente de penetração aerodinâmica de 0,34 (0,35 na versão mais potente), o novo Z4 é cerca de 15 cm mais comprido do que o anterior e entre 90 a 100 kg mais pesado. O estilo, esse, é bem mais apelativo: já não tem capota de lona (para muitos, um verdadeiro roadster deve manter esta característica), mas exibe um porte mais atlético e um visual mais actual.
Os grupos ópticos dianteiros bi-Xénon, os vincos da secção lateral (iniciam-se na frente), a grelha mais vertical, o capot de nova concepção, os pilares A pintados de escuro e os farolins dotados de tecnologia LED são os pormenores estilísticos que merecem destaque. A estes junta--se o novo tejadilho retráctil em alumínio, de comando eléctrico, na cor da carroçaria. Composto por duas partes, inclui óculo traseiro em vidro e demora 20 segundos para ser aberto ou fechado. O mecanismo (electrohidráulico) só funciona se o veículo estiver parado.
Dotado de uns comandos inspirados nos do Z8, o habitáculo assinala, também, uma evolução face ao do anterior Z4. Os espaços de arrumação surgem em maior número. O design é mais agradável (a combinação de superfícies côncavas com convexas resulta bem). A tecnologia está presente um pouco por toda a parte. Prova disso é o sistema iDrive e o travão de estacionamento eléctrico. Quanto à mala, oferece 180 litros caso o tejadilho esteja para baixo, subindo para 310 litros caso ele esteja para cima.
O equipamento de série, embora melhorado, varia em função da motorização, sendo mais completo à medida que se vai subindo na gama. O posto de condução continua óptimo. A qualidade situa-se num patamar elevado. A aplicação do tejadilho retráctil em alumínio permitiu, também, ganhar espaço (ao nível da cabeça, dos ombros e dos cotovelos), facilitar o acesso ao habitáculo (até porque as portas dispõem de um ângulo de abertura 26 mm mais amplo) e melhorar a visibilidade (14% na área circundante do veículo e 52% na traseira, sendo os vidros laterais 40% maiores).
No que à segurança diz respeito, o novo Z4 dispõe de quatro airbags (frontais e laterais dianteiros, estando estes últimos integrados nos bancos e destinando-se a proteger a cabeça e o tórax), cintos dianteiros com pré-tensores e limitadores de esforço, arcos atrás dos encostos de cabeça cujo intuito é minimizar os riscos de ferimento em caso de capotamento, ABS, CBC, DSC (desligável em duas fases), DTC e ADB.
Os pneus largos, o châssis equilibrado, o baixo centro de gravidade, a correcta distribuição de peso em ambos os eixos, as vias largas, os travões potentes e a direcção precisa conferem ao novo Z4 um carácter masculino. Equipado com a opcional caixa automática de sete velocidades com dupla embraiagem e patilhas no volante (DKG), motor 3.0 biturbo de 306 cv, opcionais jantes de 19” (com pneus de medida 225/35 na frente; 255/30 na traseira) e suspensão adaptativa M com controlo electrónico do amortecimento (o veículo fica 10 mm mais baixo e o condutor tem a possibilidade de, através do comando do Dynamic Drive Control, situado no prolongamento da consola central, escolher os modos Normal, Sport ou Sport+), é fácil prever o resultado... Esta foi, aliás, a única versão que esteve disponível para conduzir na apresentação internacional.
Mais eficaz e, sobretudo, mais fácil de controlar, o novo BMW Z4 aposta, agora, num tejadilho retráctil em alumínio
Com uma frente muito mais comprida do que a traseira, o que faz com que o condutor pareça eastar sentado quase em cima das rodas posteriores, o novo Z4 não só é mais eficaz como transmite, acima de tudo, mais confiança do que o seu antecessor. A direcção, de assistência eléctrica (em opção, pode ser complementada pela Servotronic), comanda com extrema precisão o eixo dianteiro, a tracção é sempre óptima em todas as condições (o controlo de estabilidade dispõe, também, da conhecida função ADB, que funciona como uma espécie de diferencial autoblocante, travando a roda interior da curva se necessário for) e a rapidez das passagens de caixa permite explorar de forma única os 306 cv do motor 3.0, que encanta, ainda, pela sonoridade.
As performances são uma delícia. A apetência para o eixo traseiro rodar sobre si próprio é pouca (mesmo quando muito provocado), fazendo com que as curvas sejam desenhadas com muita souplesse. Exagerando na entrada, o temperamento é subvirador.
Quando é necessário travar, contamos com a eficácia dos travões de discos ventilados nas quatro rodas (348 mm de diâmetro na frente; 324 mm na traseira), que ajudam a colocar este roadster nos eixos. Quem não der assim tanta importância às performances, pode sempre optar pelos mais acessíveis sDrive23i de 204 cv ou sDrive30i de 258 cv, disponíveis ambos com caixa manual ou automática Steptronic (qualquer delas de seis velocidades).
Refira-se que o conceito EfficientDynamics faz, também, parte do elenco técnico do novo Z4. Tal como o Start-Off Assistant, que impede que o veículo descaia, por instantes, nas subidas, sendo muito útil nas manobras de estacionamento.
Fonte: www.automotor.xl.pt