Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  Boldo - Página 2  Voltar

Boldo

Boldo

Peumus boldus

Hepatoprotetor

Digestivo

Diurético

Colerético e colagogo

O boldo é um fitoterápico com propriedades estimulantes e tônicas, indicado no tratamento de doenças hepáticas e da vesícula biliar como hepatoprotetor, tônico das funções hepáticas e na constipação intestinal como laxativo.

O boldo ativa a secreção de saliva e do suco gástrico, com acentuada atividade colerética e colagoga.

Os princípios ativos encontrados no boldo são: Óleos voláteis (ascaridol), alcalóides (boldina, isoboldina, laurotetanina, laurolitsina e outros), taninos, Glicosídeos (boldoglicina), flavonóides (peumosídeo, boldosídeo, ramnetol, isorramenetol, kaempferol), farnesol, alfa e gama-terpinol, p-cimeno, eugenol e outros.

A boldina é considerada um dos principais ativos do boldo, e é responsável por sua ação colerética e colagoga (ela produz um aumento gradual no fluxo da bile e aumenta os sólidos totais da bile excretada), corrigindo a mádigestão.

Os glicosídeos flavônicos e a mistura de suas agliconas apresentam acentuada atividade espasmolítica.

O terpineol, um dos componentes do óleo essencial, é responsável pela ação diurética.

Devido à presença do ascaridol, o boldo chegou a ser indicado como vermífugo, porém essa indicação perdeu todo o valor, dado o número de agentes anti-helmínticos de baixa toxicidade disponíveis no mercado.

INDICAÇÕES

Má digestão

Afecções hepáticas

Cólica e litíase biliar (não complicada por obstrução)

Flatulência

Cálculos renais

Constipação intestinal

Reumatismo

Gota

CONTRA-INDICAÇÕES e PRECAUÇÕES

Grávidas, lactantes e crianças não devem fazer uso do produto sem orientação médica.

Contra-indicado em portadores de disfunção renal, oclusão das vias biliares e doenças graves do fígado (insuficiência hepática, hepatite crônica ativa, hepatite aguda)

Quando consumido em doses excessivas o boldo pode provocar alucinações cromáticas e auditivas, tonturas, vômitos, diarréias e até convulsões

DOSAGEM USUAL

Boldo do Chile Pó

3.000 a 6.000mg / dia , divididas em 3 tomadas às refeições (ou a critério médico)

Fonte: www.pharmaspecial.com.br

Boldo

Nome popular: Falso-boldo, Boldo, Boldo-brasileiro
Nome científico: Plectranthus barbatus Andrews
Família: Labiatae (Lamiaceae).
Origem: Índia.

Boldo

Propriedades

Tônica (restaura energia), eupéptica (facilita digestão), hepática, colagoga (aumento da secreção da bílis), colerética (estimulador da bílis), calmante, carminativa (eliminador de gases intestinais), anti-reumática, estomáquica (favorece a digestão).

Características: Planta herbácea ou subarbustiva, perene, de até 1,5 metros de altura. Folhas suculentas e aromáticas, de sabor muito amargo. Não são conhecidas as substâncias que geram os efeitos benéficos da planta, nem as que causam o sabor amargo característico.

O verdadeiro boldo (Peumus boldus) é uma arvoreta do Chile cujas folhas secas e quebradiças com cheiro de mastruço são encontradas no comércio, mas não é cultivado no Brasil.

Parte usada

Folhas.

Usos

Informações etnofarmacológicas incluem o uso das folhas desta planta em todos os estados do Brasil como medicação afamada para tratamento dos males do fígado e de problemas da digestão.

Estudos farmacológicos feitos com seu extrato mostraram que possui ação hipossecretora gástrica, reduzindo não só o volume de suco gástrico, como a sua acidez. Pode ser usada, portanto, no tratamento para controle da gastrite, na dispepsia, azia, mal-estar gástrico (estômago embrulhado), ressaca, e como amargo estimulante da digestão e do apetite.

Forma de uso / dosagem indicada

Usa-se o chá ou extrato aquoso feitos de preferência com a folha fresca. O chá é do tipo abafado (infuso), feito com 3 a 4 folhas com água fervente, em quantidade bastante para uma xícara (de chá). Toma-se 1 a 3 xícaras do chá, adoçado ou não, opcionalmente.

Cultivo

É facilmente reproduzida por meio de estacas, feitas com os ramos ou folhas.

Referências bibliográficas

Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.

Fonte: www.cultivando.com.br

voltar 1 2 3 4 5 6 7 8 9 avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal