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Boldo

Nome Científico: Vernonia condensata Baker
Família: Asteraceae
Sinonímias Botânicos: Vernonia bahiensis Toledo

Boldo

Nomes Populares

Boldo Chinês, Boldo Japonês em Pernambuco

Alcachofra no Ceará

Boldo Bahiano, Árvore do Pinguço em S. Paulo

Boldo Goiano em Minas Gerais

Carriconde, et al 1995 in Silva, E.B. da (1997).

Origem

Regiões do Mediterrâneo, sendo cultivada em todo sul da Europa, na Ásia Menor e ainda, na América do Sul e principalmente no Brasil.

Características Botânicas

Arbusto alto, muito ramificado, atingindo até 5m de altura

Folhas alternas, alongadas ou lanceoladas

Flores esbranquiçadas, reunidas em capítulos terminais, apresentando crescimento rápido (Carriconde et al., 1996).

Considerada durante muito tempo como uma hortaliça rara, é hoje abundantemente cultivada nas regiões Atlânticas com invernos suaves.Plantas de origem africana, adaptou-se bem aos climas quentes do Brasil; encontrada nas regiões do Nordeste (desde o Ceará até a Bahia), Centro-Oeste e Sudeste, estendendo-se até o Paraná

A alcachofra não é só uma planta alimentícia indicada para os diabéticos, mas também uma importante erva medicinal que recebeu dos médicos árabes medievais o nome de al – Kharsaf.

O nome genérico Cynara vem do latim canina, que se refere à semelhança dos espinhos que a envolvem com os dentes de um cachorro.

A parte empregada é a folha. Possui carboidratos (sacarose, frutose e ácido clorogênico). As folhas contém substâncias que apresentam atividades analgésicas, não apresentando efeito colateral e foi observada leve atividade sedativa, que parece estar disssociada da ação analgésica, como também atividades bactericida e fungicida, ainda não especificadas;

No gênero Vernônia muitas espécies contém substâncias tipo sesquiterpenolactonas. Possivelmente algumas destas substâncias podem ser observadas na espécie V. condensata. São ricas em saponinas principalmente nas entrecascas dos ramos; informação confirmada em testes realizados em Recife, nos laboratórios da UFPE (Carriconde, et al, 1995);

As propriedades terapêuticas desta planta são:

Analgésicas

Anti-ulcerogênica

Antibacteriana

Antifúngica

Colagoga/colérica

Carminativa

O sabor amargo auxilia no estímulo das funções hepáticas e vesiculares, melhorando a atividade estomacal, por isso chamada digestiva. Nenhuma ação tóxica foi encontrada na literatura consultada (Carriconde, et al, 1995 in Silva, E. B. da (1997).

Composição Química

Carboidratos

Sacarose, frutose e ácido clorogênico

Sesquiterpeno

Lactonas

Saponinas

Plantas africanas do gênero Vernonia são ricas em Saponinas, principalmente nas entrecascas dos ramos (testes rápidos realizados com Vernonia condensata, em Recife nos laboratórios da UFPE ).

Uso Fitoterápico

Colagoga, colerética, depurativa, diurética, laxativa, hipoglicemiante, reduz a taxa de uréia, reduz o colesterol sangüíneo.

É indicado: anemia, anúria, aterosclerose, cálculos da bexiga, para favorecer a secreção da bile, bócio exoftálmico.

Clorese, colagogo, convalescença, doenças do coração, debilidade geral, diabete melito, diarréia, dispepsia, diurese, escrofulose, febre, doenças do fígado.

Gota, hemofilia, hemorróidas, hidropisia, hipertensão arterial, hipertireoidismo, ictéria, inflamação em geral, malária, nefrolitíase, obesidade, pneumonia, doenças dos pulmões.

Raquitismo, cálculos nos rins, doenças nos rins, sífilis, tosse, toxemia, uremia, uretrite, doenças urinárias.

Farmacologia

Supõe-se que a cinarina seja a principal responsável pelas atividades colagoga e colerética da droga, provocando o aumento da secreção biliar.

O amargo (cinaropicrina) aumenta a secreção gástrica e sua acidez.

A cinarina (derivado da luteolina) abaixa a taxa de colesterol de maneira significativa através de uma estimulação metabólica enzimática. É utilizada para casos de hiperlipidemia e ateromatose interior dos tecidos adipóides.

A alcachofra não dissolve os cálculos biliares, mas diminui as cólicas, exercendo um efeito preventivo nas pessoas predispostas a desenvolverem litiase. O incremento da eficiência metabólica o fígado deve-se aos componentes polifenóicos que provocam a diminuição plasmática do colesterol.

A cinarina possui propriedades antihepatotóxicas, estimulando a função

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Boldo

Nome Científico: Peumus boldus Mol./ Família: Monimiaceae
Nomes populares: Boldo - do- Chile; Boldo verdadeiro
Outras espécies: Coléus sp - falso boldo

Boldo

Características

Árvore pequena, dióica, de folhagem permanente, originária das regiões montanhosas do Chile,mais precisamente dos Andes. No Brasil é encontrado somente no comércio;

Suas folhas são opostas, coriáceas, inteiras, ovais ou oval-elíptica, medindo de 3 a 6cm de comprimento por 2 a 4cm de largura, apresenta curto período, margens levemente enrolados para o lado da face dorsal e limbo de cor cinza - esverdeado. A face ventral possui pequenas protuberâncias mais escuras dotados de pêlos no centro, tornando-as ásperas ao tato As folhas do boldo, intensamente aromática e de sabor picante.

Uso e Indicações

Partes usadas

Folhas

Suas folhas possuem alcalóides derivados principamente do núcleo da aporfina. Entre os alcalóides isolados ocorrem boldina, iso-coridina, nor-isocoridina, laurotetanina e outros.

Contém ainda taninóides dentre eles o boldosídio, peumosídio.

As folhas fornecem ainda óleo essencial ascaridol, linalol etc... e são usadas popularmente no tratamento de problemas hepáticos apresentando também ação estomáquica, sedativa, e anti-helmíntica.

Apresenta atividade colerética devido aos derivados flavônicos; ação colagoga atribruida a boldina e aos óleos essenciais.

O boldo é usado como fonte de boldina e matéria prima de preparações farmacêuticas, tinturas, extrato fluído e vinho. É muito comum seu uso em forma de chás caseiros,onde são usadas suas folhas de sabor amargo. Atividade biológica da boldina é descrita como colagoga, que produz um aumento gradual do fluxo da bile em animais de laboratórios.

Em dose moderada é excitante das funções digestivas.

É tônico e excitante.

Combate também as afecções do fígado; hepatites, prisão de ventre, fraqueza orgânica, litíase biliar, reumatismo, dispepsia, digestão difícil, cólicas hepáticas, congestões do fígado, dores do estômago, embaraços gástricos e inapetência.

É empregado ainda contra insônia, quando age como tranqüilizante.

Boldo

O boldo limpa as manchas da pele especialmente as do rosto causada por distúrbios do fígado. Emprega-se o suco das folhas e talos tenros, em gotas, nos casos de fortes dores de ouvido usam-se as folhas de varias formas em razão de suas propriedade terapêuticas (chás, tintura e extrato).

Tomado diáriamente auxilia na função da bilis, substância produzida pelo fígado que é importantíssima na decomposição de gorduras.

Por isso mesmo o boldo é um ótimo auxiliar nos regimes de emagrecimento.

Diurético,também é utilizado em casos de icterícia.

As folhas do boldo desprendem um perfume semelhante ao da Hortelã e da melissa.

Facilita a digestão e trata de distúrbios biliares; diurético; diminui o reflexo de blefarospasmo (tique de piscar o olho).

Popularmente também é utilizado para icterícia.

Infuso

2 gramas de folha em 100 ml de água frevente por 20 minutos. Tomar três vezes ao dia, antes das refeições

Boldo

Cosmética

Tratamento de 1 semana ingerindo maceração de boldo, dá realce especial à pele, acabando com cansaço da pele.

Maceração

Colocar duas folhas de boldo em 1 copo de água filtrada ou mineral à noite e tomar pela manhã. Preparar outra dose para tomar à noite.

Aromaterapia

Efeitos colaterais

Em caso de overdose pode provocar vômitos.

Composição Química

Alcalóides - A substância boldina é o princípio químico ativo encontrada nas folhas

Flavonóides

Óleo essencial - encontrado nas folhas

Tanino

Boldo

Fonte: br.geocities.com

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