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Boldo

BOLDO-DO-CHILE

Nome Científico: Peumus boldus Molina

FAMÍLIA: Monimiaceae
Nome Popular: boldo-do-chile; boldo ( espanhol, inglês, italiano )

Flor de boldo

Parte Utilizada: as folhas, frutos e óleo essencial.

Principio Ativo:

Encontra-se isolado em uma cadeia de alcaloides derivados da aporfina (0,25-0,50%): boldina, isoboldina, laurotetanina, laurolitsina. Óleo essencial (1-3%: carburos monoterpérnicos (paracimeno, alfa e bata-pineno, gamma-terpineno), monoterpenos oxigenados (ascaridol, cineol, linalol, alcanfor).

Flavonoides: Ramnetol, isorramnetol, kenferol. Taninos(1,2%)

Mecanismo De Ação:

Tem uma ação hepatoprotetora, aperitiva, digestiva, colerética, colagoga, atiinflamatória, antihelmíntica, fungicida e diurética. As doses elevadas são anestésica, sedante e hipnótico.

Indicação:

Hepatites, dispepsias hiposecretoras, mal estar, afecções do fígado e da vesícula, cálculo biliar, diarréia, digestão, febre, fraqueza orgânica, gota, insônia, má-flatulência, previnir icterícia, prisão de ventre, problemas diuréticos, reumatismo, uréria.

Contra-Indicação:

Problemas na amamentação, pela presença de alcalóides, hipotensão. Obstrução das vias biliares. Não prescrever forma de dosificação com álcool a crianças menores de dois anos nem a pacientes em processo de desintoxicação alcoólica. Não utilizar na gravidez.

Precaução / Toxicidade:

Não passar das doses recomendadas. Prescrever tratamentos descontínuos.

O óleo essencial, devido a seu conteúdo em ascaridol, não deve ser empregado por via interna (a essência, a partir de 300mg pode provocar vômitos e diarréia; doses mais elevadas podem produzir um efeito narcótico ou convulcivante). Não usar como antihelmíntico em crianças para tratamento de litiase biliar sem supervisão médica.

Efeitos colaterais: em alta dose pode provocar vômitos, diarréias e alteração do sistema nervoso ( efeito narcótico ). Pode ser abortivo e provocar hemorragias internas.

Forma Galênica / Posologia:

Folha desidratada: 60 a 200mg ou por infusão: 3x dia.

Extrato líquido: (1:1 em álcool 45%) 0,1 a 0,3ml; 3x dia

Tintura (1:10 em álcool 60%): 25 a 50 gotas 3 x dia.

Referências Bibliográficas

1.FETROW, C.W.; AVILA, J.R.; Manual de Medicina Alternativa para o profissional. Guanabara Koogan, 2000.
2.NEWALL, C.A; ANDERSON L.A. PHILLIPSON, J. D. Plantas Medicinais – Guia para profissional de saúde. Editora
Premier, 2002.
3.TESKE, M.; TRENTINI, A M.M. Herbarium – Compêndio de Fitoterapia, 3ºedição revisada, Curitiba.

Fonte: www.opcaofenix.com.br

Boldo

Boldo da Terra

Boldo da Terra

O Boldo-da-terra ou boldo-de-jardim (Coleus barbatus ou Plectranthus barbatus) é um arbusto originário da África.

Atinge de 1 a 2 metros de altura, apresenta folhas aveludadas e produz flores azuladas. Indicado como analgésico, estimulante da digestão e combate azias. Quando usado por longos períodos, pode causar irritação gástrica.

Boldo do Chile

Boldo do Chile

O Boldo-do-Chile (Peumus boldus) é uma árvore que atinge de 12 a 15 metros de altura e pertence à família das Monimiaceae. É comumente confundido com o Boldo-da-Terra ou Boldo-da-Terra (Coleus barbatus ou Plectranthus barbatus), arbusto de propriedades medicinais semelhantes, mas com contra-indicações diferentes.

As propriedades fitoterápicas de suas folhas eram conhecidas das comunidades indígenas sul-americanas que habitavam os Andes chilenos, tornando-se conhecidas mundialmente a partir da colonização européia da América.

Uso medicinal

Empregado em casos de desconforto digestivo e do fígado, o seu princípio ativo é a boldina, um alcalóide, principal responsável pelas suas propriedades hepatoprotetoras e coleréticas.

O boldo traz benefícios principalmente para o fígado. Ajuda-o a trabalhar melhor, e é ótimo para quem tem hepatite ou problemas freqüentes ligados ao fígado, como dor de cabeça, suores frios e mal estar.

O boldo, tomado antes das refeições ajuda na digestão e nas funções do aparelho digestivo. É ótimo para quem tem intestino preso, cálculos biliares e gastrite.

Boldo-baiano

O boldo-baiano, assa-peixe ou alumã(Vernonia condensata Baker; Asteraceae) é uma das plantas mais cultivadas em jardins e hortas brasileiros. A sua origem é africana, tendo sido trazido com os escravos desde a época colonial.

As suas folhas são utilizadas pela medicina popular sob a forma de chás ou sucos, no tratamento da azia, da indisposição gástrica, no controle da gastrite, contra a ressaca e como um tônico amargo, estimulante da digestão e do apetite.

Pode produzir irritação da mucosa do estômago, se utilizado em doses elevadas.

Fonte: pt.wikipedia.org

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