Considerada uma das mais badaladas cidades turísticas do Brasil, Maceió foi fundada em 5 de dezembro de 1815 e faz parte da rota de turistas brasileiros e estrangeiros quando visitam o Nordeste. Saiba mais sobre a cidade nos textos que o IBGE teen preparou especialmente para homenageá-la no dia em que faz aniversário.
ORIGENS
O primeiro governador de Alagoas, Francisco de Melo e Póvoas, iniciou a construção da nova capital em torno do Engenho Massayó. A área era um terreno alagadiço apelidado pelos índios do local de "Maçai-o-ok", cujo significado é "que tapa o alagadiço". Passou a se chamar Maceió com a vinda dos colonizadores, no século XVII.
Antes de se tornar vila, os navios portugueses atracavam na enseada natural de Maceió chamada Jaraguá para escoar os carregamentos de madeira. O lugar funcionava, então, como um porto, servindo mais tarde para embarcar cana-de-açúcar produzida nos engenhos próximos.
O principal produto na região era o algodão - um chamariz para os ingleses que logo desembarcaram no porto de Jaraguá em busca da especiaria.
Em 5 de dezembro de 1815, o povoado foi desmembrado do porto através da assinatura do alvará régio por D. João VI, ganhando status de vila. E em 16 de dezembro de 1839, a sede do governo foi instalada na cidade, tornando-a capital de Alagoas.
PARA VER E APRENDER
O cartão postal mais conhecido de Maceió é a praia de Pajuçara, que abriga o monumento "Sete coqueiros", símbolo da cidade, e uma piscina natural localizada a 2 Km da costa.
Com 200 metros de comprimento e 25 metros de largura, a piscina é formada por arrecifes quando a maré baixa, sendo preservada por uma comissão formada por entidades ligadas ao meio-ambiente.
Além de Pajuçara, outras praias também atraem os turistas. No litoral norte, partindo de Pajuçara, ficam Ponta Verde, Jatiúca, Cruz das Almas, Mirante da Sereia e Paripueira, onde está instalado o Parque Municipal Marinho de Preservação do Peixe Boi. E no litoral Sul, bastante visitado, estão as praias do Francês, Barra de São Miguel e do Gunga.
Outras atrações da cidade são as lagoas Mundaú, que banha a cidade, e Manguaba. Por ambas, é permitido navegar em barcos de passeio.
O artesanato da região é igualmente apreciado, principalmente no bairro do Pontal da Barra. Habitado por pescadores, o Pontal tem barraquinhas que vendem toalhas de mesa rendadas, bordados, saias de renda e peças em ponto-de-cruz confeccionadas por rendeiras e bordadeiras da região.
Próximo ao Centro Comercial, o Mercado do Artesanato, com 160 lojas, também comercializa peças artesanais e outros produtos da região.
As comemorações do aniversário da cidade agitam Maceió todos anos, sendo festejado de 5 a 9 de dezembro. Tem também a festa da padroeira, Nossa Senhora dos Prazeres, homenageada em 27 de agosto e o Maceió Fest, carnaval fora de época que acontece em dezembro.







Fonte: www.ibge.br
Maceió é formada por uma combinação única de áreas de mangue e paisagens tipicamente nordestinas com coqueiros margeando a orla, Maceió tem um dos cenários naturais mais ricos de todo o nordeste, com destaque para as praias.Uma das principais é Pajuçara, de onde partem diariamente jangadas para as piscinas naturais que se formam a cerca de dois quilômetros da costa, na maré baixa. As águas são tão transparentes que os turistas têm oportunidade de observar os peixinhos que se aglomeram no fundo da barreira de corais.
A cidade conta com duas lagoas - Mundaú e Manguaba, que embelezam ainda mais suas paisagens. É das lagoas, aliás, que vem o sururu, marisco típico da região, e um dos ingredientes principais dos cardápios dos restaurantes locais. Um dos passeios que vale bastante a pena é o Passeio das Nove Ilhas , que passa pelos canais formados pelas ilhotas da lagoa Mundaú. O roteiro pode incluir ainda a Prainha, localizada do outro lado da lagoa. Quase deserto, o lugar de águas transparentes é ideal para passar uma tarde sossegada, longe da agitação.
Água não é a única coisa que Maceió tem de sobra. A cidade é famosa pela quantidade de coqueiros - são mais de 800 mil, ou seja, existem mais coqueiros do que pessoas por aqui. Como não poderia ser diferente, a água de coco é extremamente barata e ótima para refrescar em qualquer um dos mais de 300 dias de sol garantidos por ano. As árvores e a grande quantidade de jangadas nas praias contribuem para enriquecer a paisagem da orla, que possui um calçadão de aproximadamente 5 quilômetros, repleto de restaurantes, bares e quiosques, sem contar a variedade de hotéis para todos os bolsos.
Além de frutos do mar e outros moluscos como o sururu, que é um marisco catado nas lagoas, outro quitute apreciado em Maceió é a tapioca. A tradicional é feita com coco, mas lá é possível encontrar tapiocas de diversos recheios, entre os mais concorridos está o presunto e queijo. Quem gosta de doce pode optar por banana, goiabada e outros.
Uma das principais atrações de Maceió é a praia de Pajuçara, onde há uma piscina natural à 2 quilômetros da costa. Os turistas chegam até o local velejando em pequenas jangadas, bastante rústicas e sem a ajuda de motores. As praias são boas, com mar geralmente tranqüilo e com a água sempre verde, cristalina e quentinha, pois há recifes de corais na região que impedem a entrada de correntes geladas. Assim, a temperatura da água pode atingir até 23ºC na área próxima à margem.
Há alguns monumentos nos bairros centrais. As construções históricas ficam na parte alta de Maceió, onde também estão os mirantes e praças extremamente charmosas. Em Jaraguá, onde fica o porto responsável por ter impulsionado o desenvolvimento da cidade, existem vários armazéns antigos que hoje estão restaurados e agora abrigam bares e boates.
Quem vai de carro não precisa estranhar ao ver imensas plantações de capim ao redor da cidade. Na verdade, não é capim, é cana-de-açúcar. Alagoas é o segundo maior produtor de cana do País, atrás somente de São Paulo.
O que você não pode deixar de fazer em Maceió:
Assistir ao encontro das águas da Lagoa Mundaú com o mar, num passeio de escuna que revela o encanto das Nove Ilhas, ao sabor dos nossos sucos e frutas tropicais;

Conhecer a Praia de Guaxuma e dar um mergulho no Rio do Arroz, em Ipioca;
Experimentar e se deliciar com as iguarias de Riacho Doce, como o bolo de macaxeira ou de mandioca, o beiju, o pé-de-moleque e tantas outras;
Visitar a Casa da Arte, em Garça Torta, e se encantar com a magia do lugar;
Dançar forró nos quiosques à beira-mar e se apaixonar à luz da lua de Maceió;
isitar a casa onde nasceu o Marechal Floriano Peixoto, em Ipioca;
Fazer um romântico passeio de jangada à piscina natural de Pajuçara, a 2Km da costa;
Extasiar-se com o verde azul-turquesa do mar de Pajuçara, descobrindo várias espécies da fauna e da flora existentes na piscina;
Lambiscar os pescados servidos pelos bares flutuantes da piscina natural;
Circular pelo Centro Histórico da cidade e apreciar suas igrejas e prédios históricos;
Apreciar a arte sacra e contemporânea no Museu Pierre Chalita e na Galeria Karandash, no Centro;
Contemplar a beleza, cartão-postal de Maceió, do alto dos Mirantes de São Gonçalo e Ambrósio Lyra;
Caminhar, ao pôr-do-sol, na orla de Pajuçara e Ponta Verde, saboreando a tapioca de coco, queijo coalho, banana e canela e, obrigatoriamente, dando uma paradinha na Feirinha de Artesanato da Pajuçara;
Paquerar ao gosto de uma cervejinha gelada nos badalados bares do Stella Maris;
Aproveitar o pôr-do-sol da Lagoa Mundaú, nas ruas do Pontal, para comprar uma peça de filé, o autêntico artesanato do bairro;
Desembarcar no Pontal da Barra e experimentar o afrodisíaco sururu ao molho de coco;
Passear pelo Bairro Histórico de Jaraguá.
Visitar o Artesanato dos Guerreiros (antigo Cheiro da Terra) em Jaraguá, aonde o turista encontra artesanado, camisetas com temas de Maceió, toma água de coco gelada. Tudo isso ao lado do memorial da Republica.
Passeio nas 9 ilhas
Cada uma dessas ilhas tem uma história peculiar ligada ao seu nome.
Ilha das Andorinhas
Leva esse nome por pertencer ao roteiro migratório das andorinhas, no verão é possível encontrar vários ninhos desta ave;
Ilha do Irineu (Pescador)
Tem esse nome em homenagem ao Senhor Irineu, velho pescador da região, conhecido em todo o Brasil por ser um dos poucos trígamos do país;
Ilha do Fogo
Leva o nome devido a um alambique de pinga que havia no local, que foi à falência motivado pelo grande consumo do produto pelos próprios funcionários;
Ilha de Santa Marta
Seu nome é uma homenagem à Santa Marta;
Ilha do Almirante
Guarda esse nome devido a uma homenagem ao seu antigo dono, um Almirante da Marinha que ali viveu até falecer;
Ilha de Um Coqueiro Só
Durante uma enchente em 1989, a ilha foi totalmente devastada pelas águas da lagoa, restando apenas um coqueiro que acabou dando nome ao local;
Ilha das Cabras
Tem esse nome porque seu antigo morador possuía um rebanho de cabras, do qual foi obrigado a se desfazer devido ao impacto prejudicial ao meio ambiente;
Ilha Bora Bora
Ganhou o nome pela pronúncia do povo em resposta ao convite de um passeio até a ilha, reduzindo a palavra 'embora' para 'bora'. Um projeto de hotelaria para o local foi bloqueado pelo IMA;
Ilha de Santa Rita
É a maior ilha lacustre do país (com mais de 12 km² de superfície) e área de preservação ambiental, é formada pelos povoados de Santa Rita, Siriba, Jacaré e Barra Nova, seu nome também é em homenagem a uma Santa.
Durante todo o trajeto percorrido pela escuna nas águas das lagoas, podemos ver diversas paisagens até chegar na prainha, onde há uma parada para banho, gula e diversão. O local tem uma estrutura simples, um pequeno barzinho flutuante que serve vários tira-gostos, caiaques e banana boat. O passeio dura cerca de quatro horas, incluindo a parada. Recomendamos a escuna que parte 13h30 do Pontal, retornando por volta das 16h30, pois você vai poder contemplar um belíssimo pôr-do-sol, fechando o dia com chave de ouro.
Fonte: www.bairrosdemaceio.net