Localizada em um ambiente totalmente litorâneo, Maceió destaca-se pela sua beleza exuberante. Encravada entre os coqueiros, mangues e um belíssimo mar, proporciona a todos que a visitam lindas recordações. Hoje, com aproximadamente 750 mil habitantes, é um dos mais belos pólos turísticos do Brasil, triplicando sua população na temporada de férias.
As praias são as mais bonitas do Brasil. Toda a orla marítima é enfeitada por coqueiros que dão um toque mágico à paisagem deslumbrante. Algumas das praias ainda são primitivas e deixam os visitantes em êxtase e sem vontade de deixá-las; elas são banhadas por um mar ora verde, ora azul, incomparáveis para o deleite da vista humana.
A capital de Alagoas tem localização privilegiada. Banhada por 15 praias, Maceió destaca-se no cenário nacional e internacional principalmente pela beleza exuberante de suas praias, mas sempre mornas e cristalinas. As areias, brancas e finas, os arrecifes que formam as piscinas naturais e a imensidão de coqueirais completam o cenário paradisíaco
Maceió está localizada entre a Lagoa Mundaú e o Oceano Atlântico. A história dessa cidade remonta o século XVIII, com o surgimento de um pequeno engenho de açúcar. Seu desenvolvimento começou com a chegada de navios, que ancoravam no porto do histórico bairro de Jaraguá, importante porta de entrada para a economia local.
Com sua arquitetura predominantemente colonial e neoclássica, hoje o velho bairro boêmio está sendo totalmente revitalizado pela Prefeitura de Maceió, para enriquecer o turismo cultural, resgatando a memória e protegendo o patrimônio histórico da cidade. A denominação desse nome, foi derivado da palavra indígena "Macei-o-k" ou "Maçaiyo", que em tupi significa " o que tapa o alagadiço".
Os índios Tupis, maravilhados com os fenômenos da natureza que aqui ocorriam, passaram a chamar de “MAÇAYÓ” ou “MAÇAI-O-K”, que significa “O QUE TAPA O ALAGADIÇO”. E assim surgiu o nome de “MACEIÓ”. A cidade teve sua origem em um antigo engenho de açúcar, por volta do Século XVIII. Seu desenvolvimento começou com a chegada de navios que levavam madeira da enseada de Jaraguá. Com o surgimento dos engenhos, Maceió passou a exportar açúcar, depois fumo, coco, couro e algumas especiarias.
A prosperidade fez com que em 05 de dezembro de 1815, o povoado se tornasse vila. Graças ao seu crescimento, em 09 de dezembro de 1839, Maceió já era a capital da Província das Alagoas.

Associação Comercial de Maceió - AL
Fundada em 22 de julho de 1866, pelo comerciante José Joaquim de Oliveira o Palácio do Comercio, como ficou conhecida, é um dos grandes marcos da história cultural da cidade de Maceió. Sua história é um capítulo á parte. Durante muitos anos, o edifício sobreviveu heroicamente, entre a glória e o abandono, produzindo uma história muito particular sobre sua origem, construção e acervo. Sua sede esteve instalada no Centro da Capital da Província até os idos de 1869, quando foi transferida para o bairro de Jaraguá. O atual prédio, inaugurado em 16 de junho de 1928, encanta por sua imponência e magnitude. Um pórtico monumental de arquitetura neoclássica, cuja suntuosidade se faz através do apoio de quatro colunas greco-romanas, que deixam à mostra as três portas principais, arqueadas, ricamente decoradas, tanto na madeira quanto nos complementos em ferro, permitindo o acesso ao hall de entrada. A partir daí contempla-se a magnitude do grande salão, onde cada espaço, cada porta e janela se harmonizam num ritmo próprio e formal do estilo. As duas escadarias laterais, com corrimão de balaústres contínuos levam o visitante ao terceiro pavimento onde ficam o auditório e o salão nobre, com sua mobília da mesma época. O edifício tem três m2 de área construída, dividido em três pavimentos, onde o térreo serve apenas de plataforma para realçar toda a estrutura.
Maceió Após a sua restauração em 1999, o Palácio do Comércio, cujo acervo retrata a história da vida econômica da cidade, passa a desenvolver uma série de atividade culturais, sendo destinados uma área de 1002,80 m2, para este fim.Além de um auditório com capacidade para 240 lugares, onde regularmente são realizados eventos de várias ordens, o edifício dispõe, ainda de:
- Biblioteca – com 4 mil volumes; - Sala de Treinamento e vídeo – auditório para 50 lugares; - Escritório – Museu – com exposição permanente de móveis antigos, objetos, livros, fotografias, contando a história da entidade, que serve de base para a formação de acervo para a criação do Museu do Comércio de Alagoas; - Salas de exposição de longa duração – onde acontecem exposições permanentes; - Salas de exposição de curta duração - Espaço das Artes – destinado a exposições de artes plásticas e fotografia; - Livraria e Café do Palácio – que em convênio com a Universidade Federal de Alagoas, mantém uma livraria com livros de sua editora e de outras editoras universitárias do país.
Berço da história política, econômica e cultural de Alagoas, nos seus 138 anos, a Associação Comercial de Maceió, edificada para ser um local propício à troca de idéias pelos homens de negócios, continua sendo uma das principais fontes de pesquisa sobre o desenvolvimento do Estado. Muitos são os motivos que fazem desta instituição um manancial da história e da cultura de Maceió.
Está localizado na Rua Sá e Albuquerque, com horário para visitação de segunda a quinta-feira das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00, e sexta-feira das 08h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h00.
Considerada umas das mais badaladas cidades turísticas do país, Maceió apresenta-se para como um recanto abençoado por Deus aquecido por um sol que reina praticamente o ano inteiro, a capital do estado de Alagoas, está na preferência de turistas brasileiros e estrangeiros.
Apresentando um grau de tranqüilidade e segurança, das quais poucas capitais podem contar atualmente, Maceió tem uma atividade urbana equilibrada.
O potencial turístico da orla marítima da cidade se confirma não apenas por suas belas praias de águas mornas e cristalinas, mas também por sua invejável infra-estrutura turística que dispõe de hotéis, de uma a cinco estrelas, pousadas e albergues, além dos bares e restaurante da mais variadas cozinhas.
É a praia mais famosa da cidade de Maceió, muito aprazível e segura para o banho. Sua orla é repleta de bares, boates, hotéis e restaurantes, além de incontáveis barracas de praia, ótima para mergulho submarino e todos os esportes náuticos. Seu diferencial em relação às outras praias da cidade é sua piscina natural, localizada a 2 km da costa. A piscina natural da Pajuçara, um dos mais belos pontos turísticos de Maceió, senão de todo o nordeste brasileiro, é formada por um anel de recifes de corais. O acesso é feito de jangada de pescadores, preferencialmente, nos horários de maré baixa.
É a seqüência da Pajuçara, caracterizando-se pela existência, ao longo da avenida que a acompanha, de excelentes hotéis, bons restaurantes e modernos prédios. Nela existiu, há vários anos, o famoso “Gogó da Ema”, excelente infra-estrutura, praia de águas calmas, excelente para banho de mar.
Mais conhecida como Avenida da Paz, esta localiza, praticamente, no centro da cidade. Aí se concentram restaurantes típicos, casas noturnas, barracas, hotéis e clubes sociais e esportivos. Embora a qualidade da água seja, geralmente, imprópria para o banho, pode ser observado um dos mais bonitos pôr-do-sol da cidade. Atualmente foi revitalizada e ganhou um calçadão maior e mais bonito, ideal para as pessoas passearem no fim de tarde e apreciarem a beleza de seu mar azul.
Praticamente, no final do perímetro urbano de Maceió, distante, aproximadamente, 6 km do centro da cidade. Praia calma, de águas mornas, é muito movimentada nos finais de semana. Muito procurada por surfistas, possui, ainda, bonitos coqueirais.
Localiza-se aproximadamente 12,5 km ao Norte do Centro de Maceió. Começou a despontar como ponto turístico na década de 60, ao ser erigido sobre os recifes de corais, uma sereia de linhas modernas, simbolizando Iemanjá. É própria para o banho, e oferece uma visão deslumbrante de boa parte da faixa litorânea de Maceió. Seu nome significa, em Tupi, “rio que deságua sobre as pedras”.
Também chamada de Rio de Jacarés é uma das mais tradicionais praias de Maceió, distante 8 km ao norte. Destaca-se pela beleza selvagem de seu cenário e por inúmeras casas de pescadores cobertos de palha. É local escolhido para os que se dedicam á pesca.
O Estado de Alagoas é conhecido especialmente por suas belezas naturais e sua fama de “Paraíso das Águas”, deve-se ao fato de ter em quase toda sua extensão dezenas de lagoas dos mais variados tamanhos e de rara beleza. Lagoas paradisíacas, adornadas por ampla vegetação tropical de coqueiros e manguezais.
As duas maiores representantes são as Lagoas Mundaú, formada pelo rio Mundaú e Manguaba, oriunda do rio PARAÍBA. A interligação destas duas lagoas numa região repleta de ilhas e canais forma o COMPLEXO ESTUARINO-LAGUNAR MUNDAÚ/MANGUABA.
Localizado ao sul de Maceió e na porção central do litoral alagoano, este Complexo Esturaino- Lagunar possui uma superfície de cerca de 600 km2 e representa um dos mais importantes ecossistemas presentes no território alagoano, perpassando por aspectos históricos, culturais, sociais, econômicos e ambientais.
Além de sua beleza, o Complexo impressiona pela diversidade de sua fauna e flora. Em sua vegetação, predominantemente de restingas e manguezais, é possível encontrar espécies como alecrim-da-praia, capim-da-praia, salsa-da-praia ou ainda, mangue vermelho, mangue branco, mangue preto e guaxuma. Os peixes estão representados pelas espécies: arraia pintada, bagre, pescada, tainha, carapeba, curimã. Entre os moluscos pode-se encontrar o sururu, muito utilizado na culinária alagoana, a unha de velho, taioba, maçunim. Os crustáceos: siri-azul, siri-grajaú, camarão branco, caranguejo-uça, guaiamum e camarão de água-doce.
È através dos canais que interligam estas duas lagoas, que se dá o escoamento das águas provenientes das mesmas em direção ao mar. Sinuosos eles permitem a navegação entre ilhas e cidades ribeirinhas, cujas populações são formadas basicamente por pescadores, rendeiras, jangadeiros e extrativistas vegetais.
Cenário ímpar que proporciona inspiração infinita, a Lagoa Mundaú surge como uma das mais poéticas paisagens de Maceió. Por seus encantos, tornou-se num dos principais destinos turísticos da cidade. O visitante depara-se com um ambiente de indescritível beleza ao tempo que desfruta de uma rica gastronomia a base de frutos da lagoa, ou ainda deslumbra-se com a singularidade do artesanato encontrado nos lugarejos que a margeiam.
Maceió Perfeita para passeios - que em sua imensidão, parecem não ter fim – a Lagoa Mundaú é um convite incessante ao delírio visual, pois tem o pôr do sol mais belo que o imaginário humano pode vislumbrar.
O Passeio das 09 Ilhas, realizado diariamente por barqueiros do charmoso bairro do Pontal da Barra, leva o visitante a um indescritível contato com uma região rica em atrativos naturais, culturais e estruturais: a beleza da imponente Mundaú, o patrimônio histórico, artístico e cultural dos vilarejos, engenhos de açúcar, ilhas lacustres, gastronomia, folclore, artesanato, isto sem falar das inúmeras lendas, fruto da criatividade dos seus pescadores locais.
A culinária alagoana é bastante saborosa e diversificada, encabeçada pelos frutos do mar e da lagoa. Os peixes, crustáceos, moluscos e mariscos fazem de Maceió o lugar ideal para quem gosta de saborear o que há de melhor na cozinha regional. Carapeba e cavala frita, lagosta, camarão, fritada de siri, massunim ao coco, sururu (molusco rico em fosfato e abundante em nossas lagoas), servido ao coco, ao vinagrete ou na casca (sururu de capote), e as tradicionais peixadas ao molho de camarão, encanta os olhos e o paladar dos nativos e visitantes, e são facilmente encontrados nos diversos restaurantes espalhados pela cidade e principalmente nos localizados à beira mar. Maceió
Além dos frutos do mar e da lagoa, é possível encontrar restaurantes com cardápios variados, pratos de origem indígina e africana, a feijoada, tapioca, comidas à base de milho e de mandioca, e atendendo aos paladares mais rigorosos Maceió dispõe de restaurantes de bandeiras internacionais: Chinês, Japonês, Português, Mexicano, Peruano, Francês e Italiano. Maceió possui uma grande variedade de frutas, jaca, caju, manga, pinha, banana, pitanga, sapoti, graviola, mangaba, abacaxi, cajá e acerola, algumas são comercializadas nas feiras livres e nas estradas de acesso a cidade, e outras são transformadas em suco. Um produto que merece destaque são as cocada de coco e de frutas da época, vendidas nas estradas do litoral norte e sul . Nas praias é comum encontrar vendedores de água de coco, caldo de cana, batida de frutas tropicais e caldinhos variados. Nos bares da orla marítima, ninguém resiste aos tira-gostos, casquinha de siri, agulhinha frita, patinha de uca, siri de coral, carangueijo entre outros. É por esses e outro motivos que Maceió consegue deixar seus moradores e visitantes com água na boca. Fonte: Maceió 180 anos de história, Prefeitura Municipal de Maceió (Instituto Théo Brandão).
Transmitida de geração a geração, oralmente ou na prática, algumas manifestações folclóricas de Maceió são de inigualável riqueza visual, com grande beleza plástica, coreografia e cadência. Pode-se, até, afirmar que, em Maceió, respira-se folclore o ano inteiro.
Dentre os folguedos populares de Maceió, os mais significativos são: Reisado, Guerreiro, Quilombo, Pastoril, Presépio, Caboclinho, Chegança, Fandango, Taieira, Baianas, além dos torneios chamados Cavalhada e Vaquejada.
Grandes Nomes do Folclore Alagoano: Silvio Romero, Júlio de Albuquerque, Pedro Teixeira, Silveira Camerino, Abelardo Duarte, Theo Brandão, Felix Lima Junior, Jose Maria Tenório Rocha, Joana Gajuru, Virgínia Moraes, Mestre Izaldino, Mestra Hilda, Mestre Venâncio, Mestre Verdelino, Mestre Benon
“... ô minha gente dinheiro só de papé, carinho só de muié e capita só Maceió”. Característico de Alagoas, o guerreiro nasceu da mistura do Reisado, Auto dos Caboclinhos, Chegança e Pastoril, guardando com o primeiro uma grande semelhança, quebrada apenas pelo maior número de figurantes e episódios, além de trajes mais ricos e cantigas mais belas.
È uma seqüência de cantigas dançadas por um conjunto de bailarinos paramentados de vestimentas multicoloridas, imitando antigos trajes da nobreza colonial. È justamente a vestimenta que mais chama a atenção neste folguedo. Nestes paramentos, as seda, o brocado e os metais e pedras preciosas são substituídos, pelo gosto e possibilidade econômica do povo, por fitas, espelhos, enfeites de árvore de natal, contas coloridas, diademas e coroas de imitação.
A coreografia é basicamente variada, apresentando “entremeios”, como no Reisado, destacando-se, entre estes, o da Estrela de Ouro, da Lira, da Sereia, do Índio Peri e do Sapo.
Seus personagens são: o rei e a rainha, mestre e contra-mestre, embaixadores, general, lira, Índio Peri e seus dois vassalos, mateus, palhaço, catirina, caboclinho, estrela de ouro, estrela brilhante, estrela republicana, borboleta, sereia, banda da lua e figuras – personagens que só cantam e dançam, apenas para dar mais beleza ao folguedo.
É de tradição ibérica, assimilados e adaptado pelo nosso povo desde os primórdios da colonização. Trata das lutas marítimas entre mouros e cristãos, a exemplo das mouriscadas da Península Ibérica.
Quase todo cantado e bailado, é representado numa barca arrumada especialmente para tal fim, com os participantes caracterizados conforme seus postos e patentes: Almirante, Capitão-de-Mar-e-Guerra, Mestre Piloto, Mestre-patrão, Padre-Capelão, Doutor-Cirurgião, oficiais inferiores, marujos e, na ultima parte do auto, o embaixador, os guerreiros e o Rei Mouro.
Os motivos da cantoria passam a ser, quando da chegada dos cantadores no barco, as características da embarcação e as peripécias da viagem, cujo ponto alto, é a disputa entre o Patrão e o Mestre Piloto. Na ultima parte do auto, ocorre o encontro entre os “cristãos” e os “mouros”, e, após a troca de embaixadas, os dois grupos entram em luta, que culmina com a vitória dos cristãos e a conversão dos mouros.
Oriundo do Sul de Pernambuco, este folguedo penetrou em nossa cultura, inicialmente, como clube de carnaval, fixando-se posteriormente, como função natalina. È uma modificação rural do Maracatu, em que elementos do Pastoril e dos Cocos se misturam a danças e canções de nítida influência religiosa negra, sem a participação da corte e da boneca, como caso daquele.
As dançadoras, vestidas em estilizações ou adaptações do clássico traje de baiana (vestidos compridos de florões, blusas de cor, torços de seda e balangandans de imitação), dançam e fazem evoluções ao som de bombos, ganzás e outros instrumentos de percussão.
Este folguedo não possui um enredo determinado, sendo constituído de uma variedade de cantigas de ritmo vivo, por isso mesmo denominadas “pancada-motor”. O grupo canta uma seqüência de marchas: de entrada (ou abrição da sede), peças variadas e, por ultimo, a despedida; com nítida influência da emboladas, com temas sentimentais, líricos e amorosos.
Manifestação que celebra o boi, representado em quase todo o Brasil, com pequenas variações de nome e estilo. O “boi”, uma armação de madeira recoberta de tecido vistoso, é conduzido por dois vaqueiros, entre danças e trejeitos no meio da multidão. Durante o auto, é comum a apresentação de pequenas coreografias relativas a outros animais. Repente, o boi é atingido por um forte golpe certeiro de um dos vaqueiros e morre. As cantorias passam, então, a deplorar a morte do animal, seguindo-se sua partilha e o banquete. Depois seja pela ciência ou feitiçaria, o mesmo ressuscita para regozijo geral.
Apesar de serem figuras do ciclo natalino, os bois se transformam no Carnaval e dão um colorido especial à folia carnavalesca. Em Maceió, o Concurso de Bois, realizado pela Secretaria Municipal de Turismo, durante os quatro dias da festa de momo, já se tornou um tradição na cidade. O evento movimenta várias comunidades da cidade, onde crianças e adolescentes dedicam-se incansavelmente na preparação para o concurso.
Maceió possui um artesanato rico e variado, encantando aqueles que visitam a cidade. Tem como característica marcante a diversidade de cores e formas. São trabalhos em rendas e bordados, em palha, madeira, cerâmica, ou ainda com a fibra do coqueiro, que chamam a atenção pela beleza e riqueza de detalhes. Criações cujas técnicas são passadas de mãe para filha através das gerações. Verdadeiras obras de arte que tomam a forma de toalhas, parâmetros para mesa, blusas, vestidos, bolsas, etc..
Nos diversos pontos de comercialização de artesanato, é possível encontrar peças de filé, labirinto, rendendê, rendas de bilro. Os traçados em palha de ouricuri, de extraordinária beleza e perfeição dão formas a bolsas, sacolas, porta-copos e outros. Ou ainda, esculturas em madeira, réplicas quase perfeitas de animais da fauna brasileira ou representando santos.
Vir a Maceió e render-se à arte local significa encantar-se não apenas com as belezas naturais da cidade, mais principalmente, interagir com nordestinidade deste povo.
O Filé, é uma renda tipicamente alagoana, mais precisamente do bairro do Pontal da Barra, onde as rendeiras tecem com habilidade transmitida de geração a geração, há mais de 200 anos. Este artesanato é caracterizado pela confecção de uma rede similar á de pesca, presa nas extremidades a um tear de madeira, sendo trabalhado em agulha e linha de algodão, transformando-se em um bordado com vários pontos geométricos e multicoloridos. No bucólico bairro do Pontal da Barra, a ágil agulha das rendeiras vai em movimentos rápidos e cadenciados, compondo a malha de rede de pescar, enquanto a “prosa” corre a solta á beira da Lagoa Mundáu.
Com uma grande estrutura montada a beira mar, possui cerca de 200 lojas que ofertam artigos do artesanato local e regional, além de jóias, roupas, artigos decorativos e souvenirs. Está localizada na Praia de Pajuçara, na Av. Doutor Antonio Gouveia. Funciona diariamente das 09h00 às 23h00. Informações pelo telefone: (82) 9983-1807
Localizado às margens da Lagoa Mundaú, o Pontal da Barra é um bairro de pescadores, cuja economia tem como base a confecção e venda de artesanato, especialmente o Filé. Possui cerca de 280 lojas espalhadas pelas ruas do bairro, que funcionam diariamente das 08h00 às 18h00. Informações pelo telefone: (82) 8805-9784
Pode ser chamado de Shopping do artesanato de Maceió, localizado no bairro da Levada, próximo ao centro da cidade. Conta com aproximadamente 250 lojas onde são encontrados os mais variados tipos de artesanato do Estado. Pela variedade de peças, pode ser considerado como uma vitrine do artesanato do Estado. Trabalhos em couro, cerâmica, madeira, rendas, barro, e tantos outros. Funciona de segunda à sábado das 07h00 às 18h00 e aos domingos das 07h00 às 12h00.
Fonte: www.maceiotur.com.br