
A raça Brasileira de Hipismo em formação no Brasil iniciou-se em 1977 com a função da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos de Hipismo sob o patrocínio da Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional (CCCCN).
Está sendo feita através de cruzamentos de garanhões de raças especializadas nos esportes hípicos de salto, de boa conformação, ossatura forte e grande rusticidade. Os garanhões normalmente utilizados são da raça Puro Sangue Inglês, considerados indispensáveis na formação de qualquer raça de esportes hípicos.
As éguas chamadas éguas-de-base, são puras e mestiças das diversas raças criadas no País .
O cavalo Brasileiro de Hipismo, zootecnicamente está incluído entre os meio-sangue de sela e não constitui ainda um tipo de cavalo pela heterogeneidade de seus exemplares. No entanto, pela seleção dos reprodutores e registro de seus cavalos, através da Associação, dentro em pouco tempo, teremos realmente uma raça Brasileira de Hipismo para o salto, pólo, adestramento e concurso completo.
A Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo de Hipismo tem também seu cargo a serviço de registro genealógico das raças de pequenas contingentes no País, tais como: Hanoveriana, Trakhener, Orloff e Anglo-Argentino, raças que irão contribuir para a formação do Cavalo Brasileiro de Hipismo.
Fonte: www.criareplantar.com.br

No início da década de 70, o criador Ênio Monte resolveu criar uma raça brasileira destinada ao hipismo. Para tanto, cruzou as raças Orloff, de origem russa, com Westfalen e trakehner, alemãs.
A receita inclui ainda pequenas doses de PSI, hanoveriano, Holsteiner e Hackney, pitadas de Oldenburg, Sela-argentina, Sela-francesa etc. cavalos importados dessas raças são registrados na associação Brasileira de criadores de cavalo de hipismo, fundada em 1975.
Desde então, o chamado BH, ou Brasileiro de Hipismo, vem se firmando nacionalmente, embora ainda sejam necessárias mais algumas décadas, depois de concluídos os cruzamentos, para se firmar uma raça.
São Paulo.
Macho 600 Kg e fêmea 550 Kg.
Macho 1,68m e fêmea 1,64m.
Castanha, alazã, tordilha e baia (não aceitam pampa). Especialização: Salto, adestramento e concurso completo de equitação. Inseminação artificial:Congelada e a quente. ABCCH A associação Brasileira dos criadores do cavalo de hipismo, ABCCH, tem como objetivo a seleção do cavalo BH (Brasileiro de hipismo), raça nacional em desenvolvimento, e de todas as raças estrangeiras especializadas em esportes hípicos.
O cavalo BH é desenvolvido e selecionado visando a participação com sucesso nos esportes hípicos, predominante os olímpicos (salto, adestramento e CCE-concurso completo de equitação), e também enduro, atrelagem e outros esportes.
O BH é resultado do cruzamento de garanhões puros importados,sobretudo alemães, sobre éguas base nativas, de boca estrutura e conformação, e éguas PSI (puro-sangue de corrida), a exemplo do que se realiza em outros países, como estados Unidos e Argentina.
Atualmente contamos com muitas éguas BH na reprodução, e alguns garanhões BH também já se posicionam ao lado dos importados. Linhagens de sucesso internacional são constantemente incorporadas ao criatório, como por exemplo, a francesa.
A ABCCH congrega 250 sócios ativos, produzindo o cavalo BH, e, às vésperas de comemorar os 20 anos de sua fundação, teve reconhecida mundialmente a qualidade de seus produtos ao conquistar a Medalha de bronze por equipe na Olimpíada de Atlanta.
Nesta equipe, comporta por quatro conjuntos (cavalo + cavaleiro0, três cavalo são nacionais, registrados na ABCCH: dois Holsteiners puros (brasileiros!) e um BH, este ultimo ficando em oitavo na disputa individual, entre os quarenta melhores conjuntos do mundo- o melhor resultado individual da equipe brasileira.
Na ABCCH, funciona também o stud book Brasileiro do cavalo de Hipismo, SBBCH, órgão ligado ao ministério da agricultura, responsável pelo controle, finalização e registro da criação do cavalo BH, assim como todas as outras raças especializadas, em todo o território nacional.
É o SBBCH que garante a veracidade das informações contidas nos documentos dos animais, tais como o "pedigree" (a árvore genealógica), a data e o local do nascimento, o criador, além de outras características próprias dos animais, como pelagem, sexo, raça, e os sinais de identificação-a resenha.
Fonte: www.revistadaterra.com.br