Define-se bronquiolite como lesões das pequenas vias aéreas, aguda ou crônicas, fibrosantes ou não encontradas em um grande número de doenças e não costumam ser específicas ou isoladas. Entretanto, algumas delas ocorrem isoladamente e tem quadro clínico e histopatológico próprios. (Bogliolo) Ela é relativamente incomum nos adultos e atingem vias aéreas menores do que 2mm de diâmetro, causando obstrução da luz e promovendo importantes alterações funcionais.
A bronquiolite viral aguda (BVA) é uma infecção das vias aéreas inferiores do lactente (crianças menores de 2 anos de idade) caracterizada por episódio agudo de sibilância resultante de obstrução inflamatória das pequenas vias aéreas. Cerca de 10% das crianças apresentam quadro clínico compatível com BVA no primeiro ano de vida (Denny,1986). A maioria das crianças que necessita internação, apresenta episódios recorrentes de sibilância após BVA (Henry, 1983).
O pico de incidência desta doença ocorre em crianças com idade entre 2 e 6 meses, e em muitas regiões é a causa mais freqüente de hospitalização de lactentes. Nas regiões com estações definidas, os casos de BVA concentram-se nos meses de inverno e início de primavera. A doença ocorre nas formas esporádica e epidêmica.
A bronquiolite aguda é causada por vírus, sendo o vírus sincicial respiratório (VSR) o mais freqüente.
A etiologia é quase sempre virótica. O vírus sincicial respiratório (VSR) é o agente mais freqüente, representando 44 a 75% dos casos de BVA, mas alguns subtipos desse vírus podem causar maior gravidade da doença na fase aguda e seqüelas graves a longo prazo, como bronquiolite obliterante. Outros reagentes virais incluem vírus parainfluenza tipo 3 (14 a 22%) e tipo 1(11 a 13%) e rinovírus (4 a 7%).
Os casos são esporádicos ou epidêmicos, e quase sempre é possível identificar como fonte de contágio crianças maiores ou adultos com leve infecção das vias respiratórias superiores. Não existe nenhuma evidência sólida de que as bactérias causam bronquiolite. Eventualmente, a broncopneumonia bacteriana é confundida clinicamente com a bronquiolite.
A bronquiolite é mais freqüente em lactentes do sexo masculino, idade entre 2 e 6 meses, baixo peso ao nascer, com ausência de aleitamento materno, mãe fumante, que vivem em condições de aglomeração, freqüência na creche e diminuição prévia da função pulmonar. As crianças maiores e os adultos toleram melhor o edema bronquiolar do que os lactentes e não apresentam o quadro clínico de bronquiolite mesmo quando as vias aéreas pequenas do trato respiratório são infectadas por um vírus. Uma função pulmonar diminuída pode desempenhar um papel na na prevenção da doença grave devida a VSR em lactentes de risco. A prevenção é recomendada aos lactentes menores de 2 anos com uma doença pulmonar crônica ou prematuridade, mas não deve ser fornecida àqueles com uma cardiopatia congênita cianótica devido às complicações aumentadas incluindo uma mortalidade mais alta.
O tratamento deve ser instituído o quanto antes. Evitar o manuseio constante, reduzindo os exames físicos e as coletas de sangue ao mínimo indispensável.
Aquecer a criança. A posição preferencial no leito é o decúbito dorsal, tórax um pouco elevado, cabeça levemente estendida. A maioria dos casos deve ser tratada no domicílio. A alimentação deve ser suspensa se a taquipnéia for muito intensa, devendo ser estabelecida o mais cedo possível, lenta e gradualmente. O fornecimento contínuo de oxigênio é a medida mais importante nos casos graves uma vez que a hipoxemia é uma constante, é preciso mantê-lo constante durante toda a fase crítica e reduzí-lo gradualmente quando se inicia a regressão da dispnéia. Utiliza-se a tenda de oxigênio com uma concentração de 40% o que corresponde a um fluxo de 8 a10 L/min, deve ser usado o oxigênio úmido e se possível aquecido. Isto alivia a hipoxemia, reduz a perda de água insensível pela taquipnéia, alivia dispnéia, cianose e reduz ansiedade e inquietude. Devem-se evitar os sedativos sempre que possível por causa do risco de depressão da respiração.
Se não for possível hidratar por via oral, completa-se pela via intravenosa.
Broncodilatadores tem ação discutível, mas são indicados no tratamento inicial, porém a aminofilina não está indicada. Os antibióticos não tem nenhum valor terapêutico, a menos que haja pneumonia bacteriana secundária. Nos casos muito graves e de evolução progressiva, com taquipnéia extrema ou crises de apnéia, indica-se a ventilação mecânica.
Nosso tratamento consistiu de manobras fisioterapêuticas convencionais como vibração manual, reexpansão pulmonar, drenagem postural, estímulo à tosse e propriocepção diafragmática, apesar de haverem literaturas relatando a contra indicação de manobras que comprimam o tórax do lactente.
Drenagem postural
A drenagem postural tem sua fundamentação no princípio físico da ação da gravidade e do grau de inclinação que irão variar de acordo com a área do pulmão a ser drenada. O posicionamento específico deve ser capaz de possibilitar que a gravidade atue na drenagem do excesso de secreção deslocando-as das ramificações brônquicas para as lobares e a partir destas para os brônquios principais e traquéia para finalmente ser eliminada pela tosse.
Vibração manual
A vibração consiste na aplicação de movimentos ritmados que se executam na parede torácica do paciente apenas durante a fase expiratória, aumentando o nível do fluxo expiratório para se conseguir o deslocamento das secreções já soltas, conduzindo-as das vias aéreas de pequeno calibre para as de maior calibre, onde serão mais facilmente expectoradas através da tosse.
Tosse
A tosse é uma ação reflexa de defesa do organismo e sua função é remover substâncias estranhas e secreções acumuladas na árvore brônquica A tosse é a parte mais importante da terapia de higiene brônquica, já que a maioria das técnicas só ajudam a mover a secreção para as vias aéreas centrais.
Reexpansão pulmonar
Consiste em acompanhar com as mãos o gradil costal na fase expiratória, bloqueando no fim da expiração, em seguida retira-se bruscamente as mãos na inspiração. Esse mecanismo proporciona ao paciente maior expansibilidade do tórax e dos pulmões melhorando a ventilação pulmonar.
Paciente L.C. 3 meses, sexo feminino, branca, natural da cidade de Barbacena, foi internada no setor de pediatria do hospital Santa Casa de Misericórdia de Barbacena no dia 30/06/2003, apresentando quadro de tosse intensa acompanhada de cianose, dispnéia e gripe. Foi diagnosticada então bronquiolite. Mãe e pai fumantes, tendo sua mãe fumado durante toda a gestação com maior intensidade nos últimos meses pois sentia-se mais ansiosa. SIC da mãe o parto foi cesariana, a criança nasceu prematura de 7 meses e nunca tinha sido internada anteriormente. Eles residem numa casa que possui tapetes, mofo e muita poeira. A criança alimenta-se exclusivamente por mamadeira, não apresentando boa alimentação durante o tempo de internação. Foi realizada a avaliação fisioterapêutica da paciente no dia 01/07/2003 e esta encontrava-se na tenda de oxigênio, em uso de soroterapia, bom estado geral e as vezes agitação, boas condições de higiene, dispnéica, taquipnéica, acianótica, afebril com diurese e evacuação normais. Está em uso dos seguintes medicamentos: Berotec, Ampicilina, nebulizações.
Ao exame físico apresentava tórax com leve aumento no seu diâmetro ântero posterior sugerindo hiperinsuflação, padrão respiratório tóraco abdominal com predominância abdominal, esforço respiratório inspiratório com retração de fúrcula e expiratório com tiragens subcostais, ausência de uso da musculatura acessória e de batimentos de aletas nasais. Ausência de desvio de traquéia e ausência de lábios franzidos. Flexibilidade e expansibilidade torácica levemente diminuídas, ritmo regular, drive satisfatório, musculatura e estrutura de caixa torácica íntegras, pele e extremidades sem alterações, boa perfusão capilar. Sinais Vitais: FC: 102 bpm, FR: 49irpm, Temp. Axilar: 35,5
Ausculta Pulmonar: Murmúrio Vesicular presente ?? em bases pulmonares com roncos e sibilos intermitentes e difusos.
Todo este estudo bem como a publicação deste contou com a autorização prévia e consentimento da mãe e da comissão de ética do hospital Santa Casa de Misericórdia de Barbacena para que fosse realizado. Em nenhum momento, no decorrer do estudo, a paciente foi submetida a qualquer tipo de situação constrangedora. Os dados foram apresentados de forma a resguardar a privacidade e o anonimato do paciente.
Paciente L.C. 3 meses, residente na cidade de Barbacena, foi selecionada para participar deste estudo. O objetivo foi constatar a eficácia das manobras fisioterapêuticas na higiene brônquica, redução da dispnéia e melhora da função pulmonar. Foram realizadas 12 sessões de 20 minutos 2 vezes ao dia no período de 01/07/2003 à 08/07/2003 na própria Santa Casa. Eram realizadas durante as sessões vibração manual, reexpansão pulmonar, drenagem postural, estímulo a tosse e propriocepção diafragmática. Eram sempre coletados os sinais vitais e realizada a ausculta pulmonar no início e no final de cada sessão o que nos dava parâmetros para constatar a eficácia das manobras. No decorrer do tratamento foram observados variações em relação a freqüência cardíaca e respiratória e estado geral do paciente, porém ficou evidente a melhora gradativa em relação ao quadro clínico.
Nossos resultados foram obtidos através da análise da ausculta, dos exames radiológicos e da melhora do quadro clínico geral do paciente.
As manobras realizadas proporcionaram desprendimento, mobilização e eliminação da secreção sugerindo conseqüente melhora da função pulmonar. A paciente eliminou secreção que foi deglutida e observada por sua mãe nas fezes.
No início e no final de cada sessão era realizada ausculta pulmonar que nos deram bases para constatar ou não a evolução do paciente. Inicialmente, o murmúrio vesicular encontrava-se bem diminuído nas bases pulmonares e rude em ápices pulmonares, presença de ruídos adventícios como roncos e sibilos intermitentes difusos eram freqüentes. Era notória a diferença entre a ausculta inicial e final que mostrava sempre melhora. Ao final do tratamento, o murmúrio vesicular encontravase audível e normal nas bases e ápices pulmonares, ausência de sibilos e os roncos ainda se faziam presentes porém diminuídos e menos freqüentes. A freqüência respiratória era colhida no início e final de cada sessão, onde houve melhora significativa desta. No final do tratamento foi possível observar ainda paciente alegre, eupnéica, afebril, ausência de esforço respiratório, ou seja, bom aspecto geral. Isto deixa claro a importância do tratamento fisioterapêutico para a resolução das conseqüências da bronquiolite.
Segundo BEHRMAN, 1999 a incidência de bronquiolite é mais alta durante o inverno e início da primavera, e em lactentes que não foram alimentados ao seio. A paciente relatada em nosso estudo confirma estes dados uma vez que ela apresentou o quadro de bronquiolite no final do mês de Junho e não amamentou no peito sendo sua alimentação exclusivamente de mamadeira. Ainda segundo BEHRMAN, 1999 os lactentes cujas mães fumam são mais propensos a apresentar bronquiolite que os lactentes de mães não fumantes. No caso relatado a mãe é fumante, não interrompeu o hábito de fumar durante a gestação e ainda aumentou o número de cigarros fumados ao final da gestação.
Segundo ROZOV, 1999 devido a obstrução com hiperinsuflação pulmonar as manobras fisioterápicas que visam à remoção de secreções são difíceis de serem justificadas. Sugere ainda que esta técnica não acrescenta benefícios ao paciente. Neste estudo o nosso tratamento foi realizado através de manobras fisioterapêuticas convencionais que conseguiu constatar a eficácia através da melhora do quadro clínico e da ausculta pulmonar, isto nos leva a concluir que a fisioterapia juntamente com o tratamento médico adequado é capaz de trazer benefícios ao paciente.
O baixo peso ao nascer e mãe fumante são os principais fatores determinantes para o desenvolvimento do quadro de bronquiolite em lactentes que foram expostos ao VSR ou a pessoas com problemas respiratórios leves.
A bronquiolite deve ser diagnosticada e tratada precocemente uma vez que esta pode favorecer a instalação de asma brônquica e anos mais tarde a formação de bronquiectasias.
Ao final deste estudo, concluímos que as técnicas utilizadas atenderam as nossas expectativas, as quais eram promover uma higiene brônquica eficaz e melhorar a função respiratória, portanto a fisioterapia respiratória auxilia no tratamento da bronquiolite e melhora a qualidade de vida do paciente.
SILVA, Luiz Carlos Corrêa da. Condutas em pneumologia. Volume 2. Revinter, 2000-2002.
SILVEIRA, Ismar Chaves da. O pulmão na prática médica sintoma, diagnóstico e tratamento. Vol. 1. 4 ed. Rio de Janeiro: EPVB,1998
SILVA, Luiz Carlos Corrêa da. Compêndio de Pneumologia. 2 ed. São Paulo: BYK, 1997.
BETHLEN, Newton. Pneumologia. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2000.
TARANTINO, Affonso Berardinelli. Doenças Pulmonares. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabra Koogan, 2002.
FILHO, Geraldo Bogliolo. Patologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
MORETTO, Renato. Atenção de Saúde em Pediatria. 1 ed. Rio de Janeiro: Damadá, 1985.
BEHRMAN, Richard E. KLIEGMAN, Robert M. LONSON, Hal B. Tratado de Pediatria. 16 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
LEÃO, Enni O. CORRÊA, Edison José. VIANA, Marcos Borato. MOTA, Joaquim Antônio C. Pediatria Ambulatorial. 2 ed. Belo Horizonte: Coopmed, 1989.
Jornal de Pneumologia. Vol. 21, número 6, Nov/Dez, 1995. P. 301 a 305.
Fonte: www.respirafisio.com.br
A bronquiolite é uma infecção viral aguda que afecta sobretudo os bronquíolos (vias aéreas que conduzem o ar entre os brônquios e os alvéolos). Em quase 80% dos casos é causada pelo vírus respiratório sincicial.
A infecção pelo vírus provoca inflamação da mucosa que reveste as vias aéreas, sobretudo nos “pequenos tubos” que são os bronquíolos.
Como há edema e congestão, o calibre dos bronquíolos é reduzido dificultando a passagem do ar para os alvéolos onde se dão as trocas gasosas.
Surge então dificuldade respiratória que é mais intensa quando a criança esvazia o ar do pulmão na expiração, ouvindo-se nessa altura pieira (“apito” audível com a saída do ar do pulmão).
Normalmente a bronquiolite inicia-se como uma vulgar constipação, com obstrução e corrimento nasal, surgindo tosse seca e febre geralmente baixa.
Ao longo de 1-2 dias a situação agrava-se, a tosse é mais intensa, ouve-se pieira e a criança tem dificuldade respiratória de grau variável (mete para dentro os espaços entre as costelas e a barriga por baixo das costelas, abre as asas do nariz, a respiração torna-se muito rápida).
É comum o agravamento da dificuldade respiratória ao longo dos primeiros dias, a criança come menos que o habitual e pode vomitar.
A partir do 4º dia começa uma melhoria progressiva, a tosse passa a ser produtiva com farfalheira, a respiração torna-se mais lenta desaparecendo a pieira e, a partir do 8º-10º dia, a criança está praticamente normal, apenas com tosse esporádica.
Muitas vezes a bronquiolite é ligeira, todos estes sintomas são pouco marcados e a evolução é mais rápida e favorável.
Algumas crianças mais afectadas têm sintomas mais importantes que podem exigir internamento hospitalar (20% dos casos).
O diagnóstico da bronquiolite baseia-se nestes aspectos clínicos e na observação da criança. Geralmente não são necessários exames complementares para o diagnóstico (radiografias ou análises), excepto nas crianças mais afectadas.
A bronquiolite ocorre em epidemias anuais entre Outubro e Abril, sobretudo em crianças abaixo dos 2 anos. É uma infecção comum, que afecta cerca de 10% das crianças durante o 1º ano de vida.
A transmissão é fácil pelo contacto directo com secreções contaminadas o que pode ocorrer através do beijo, tosse ou espirro, ou tocando em objectos contaminados.
A lavagem das mãos antes de lidar com os bebés é das medidas mais importantes para diminuir o contágio.
Quando uma criança é infectada, é previsível que 45% dos familiares que vivem com ela sejam afectados; nas creches e infantários a transmissão pode atingir 98% das crianças.
Todos os infectados pelo vírus têm sintomas, mas enquanto que as crianças abaixo dos 2 anos têm bronquiolite, nas crianças mais velhas e nos adultos a doença surge como uma banal constipação.
Os doentes eliminam o vírus durante pelo menos 6-10 dias e, portanto, são contagiosos ao longo deste período.
Na maior parte dos casos a bronquiolite cura sem deixar problemas importantes, se bem que não seja raro que a criança possa repetir um ou outro episódio análogo ao longo de 1-2 anos.
Tratando-se de uma infecção viral, a evolução é para a cura sendo necessário apenas tratamento dos sintomas. Como em muitas outras doenças, é vulgar que a criança não queira comer.
Nestas situações o mais importante é oferecer-lhe líquidos e não forçar a alimentação, dando-lhe refeições pequenas e mais frequentes.
A desobstrução nasal com soro fisiológico é importante, sobretudo antes das refeições. O vapor de água, ou aerossóis com soro fisiológico, podem ajudar a manter as secreções fluidas.
É útil elevar a cabeceira da cama o que facilita a respiração. São também importantes o controlo da febre e evitar que se fume ao pé da criança.
Por vezes os medicamentos broncodilatadores podem melhorar a dificuldade respiratória e daí serem geralmente prescritos. Como se trata de uma infecção viral, os antibióticos não têm interesse no tratamento da bronquiolite.
Principais cuidados a ter em caso de bronquiolite, são:
não forçar a alimentação, oferecer líquidos
e refeições mais pequenas e mais frequentes;
vapor de água ou aerossóis com soro fisiológico;
desobstruir o nariz com soro fisiológico, sobretudo antes das refeições;
elevar a cabeceira da cama;
controlar a febre, se for elevada.
Medicamentos broncodilatadores podem ser úteis.
Quando consultar o médico especialista
Geralmente, após os primeiros 3-4 dias começa a haver melhoria dos sintomas. Se isso não suceder, se a criança ficar mais prostrada, gemendo ou com mais dificuldade respiratória, ou se a febre persistir para além do 4º dia, deverá ser reobservada pelo médico.
São sinais de alarme:
prostração, gemido ou agravamento da dificuldade respiratória;
vómitos persistentes ou recusa alimentar;
respiração não melhorando a partir do 4º dia;
febre alta ou persistindo para além do 4º dia.
Fonte: www.phar-mecum.com.br