Nome oficial: Reino do Butão (Druk-Yul).
Nacionalidade: butanesa.
Data nacional: 17 de dezembro (Proclamação do Reino).
Capital: Timfu.
Cidade principal: Timfu (30.300) (1993).
Idioma: zoncá (oficial).
Religião: budismo 69,6%, hinduísmo 24,6%, islamismo
5%, outras 0,8% (1980).
Localização: centro-sul da Ásia.
Hora local: +8h20.
Área: 47.000 km2.
Clima: de montanha.
Área de floresta: 28 mil km2 (1995).
Total: 2,1 milhões (2000), sendo butaneses 60%, nepaleses
25%, charchopes 15% (1996).
Densidade: 44,68 hab./km2.
População urbana: 7% (1998).
População rural: 93% (1998).
Crescimento demográfico: 2,8% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,5 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 59,5/62 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 63 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 52,7% (2000).
IDH (0-1): 0,483 (1998).
Forma de governo: Monarquia.
Divisão administrativa: 18 distritos.
Partidos políticos: não há.
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 150 membros
(105 eleitos por voto direto, 10 representantes religiosos, 35 oficiais, ministros
e membros do Conselho Real Consultivo), com mandato de 3 anos.
Constituição em vigor: não há.
Moeda: ngultrum.
PIB: US$ 398 milhões (1998).
PIB agropecuária: 38% (1998).
PIB indústria: 36% (1998).
PIB serviços: 26% (1998).
Crescimento do PIB: 7% ao ano (1998).
Renda per capita: US$ 470 (1998).
Força de trabalho: 360 mil (1998).
Agricultura: laranja, maçã, noz-moscada e cardamomo.
Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Pesca: 330 t (1997).
Mineração: carvão, gipsita, calcário,
dolomita, ardósia.
Indústria: materiais de construção (cimento).
Exportações: US$ 108 milhões (1997).
Importações: US$ 164 milhões (1997).
Principal parceiro comercial: Índia.
Efetivo total: 6 mil (1998).
Gastos: US$ 18 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net

Nome Oficial: Druk Yul (Reino do Butão)
Capital do Butão: Thimphu
Área: 47.000 km² (128º maior)
População: 2,094 milhões (2002)
Idiomas Oficiais: Dzongkha
Moeda: Ngultrum
Nacionalidade: Butanesa
Principal Cidade: Thimphu, Paro, Punakha

Fonte: www.webbusca.com.br

O Butão é um pequeno país dos Himalaias, no Sul da Ásia, entre a China e a Índia.
Além dos cenários naturais estonteantes, a arquitetura leva muitos viajantes ao país. Todas as edificações, sejam grandes monastérios, habitações particulares e até mesmo postos de gasolina, precisam adequar-se ao design tradicional. A nação é também o bastião do Budismo Vajrayana, e os ensinamentos dessa tradição influencia todos os aspectos da vida no reinado.
O Butão está cultural e geograficamente dividido em três regiões, que se subdividem em 20 distritos ou dzongkhag (no singular e plural):
Butão Central - onde ficam Jakar, os Vales Sacrados do Bumthang e o Parque Nacional Jigme Singye Wangchuk
Butão Oriental - com a cidade de Mongar e a famosa área de fabricação de tecidos no distrito de Lhuentse
Butão Ocidental - com a capital Thimphu, Phuentsholing e o vale sacrado de Paro
Thimphu - a capital do país
Jakar - cidade administrativa ao norte e por onde o Budismo entrou no Butão
Mongar - uma das maiores cidades do país
Paro - onde se localiza o aeroporto internacional e o famoso Monastério de Taktsang
Punakha - a antiga capital do país
Phuentsholing - uma cidade na fronteira da Índia e ponto de entrada dos viajantes que vêm de ônibus de Kolkata
Samdrup Jongkhar - cidade administrativa no sudeste, junto à fronteira da Índia
Trashigang - uma cidade administrativa pitoresca a leste.
Trongsa - pequena cidade administrativa famosa por seu dzong
Wangdue Phodrang - pequena cidade localizada entre Punakha e Trongsa
Cidadãos de todas as nacionalidades, exceto os indianos, precisam pegar visto no mínimo com 30 dias de antecedência. O custo é de US$ 20 por 14 dias de visita, podendo ser prorrogado uma vez. No entanto, o visto não é dado até que se paguem as reservas de visitação com agências de turismo, que custam em torno de US$ 200 por dia, incluindo estadia, refeição, guia e transporte. As visitas são gerenciadas por empresas particulares, mas a tarifa é estabelecida pelo governo e não é negociável.
Elas ficam um pouco mais baratas na baixa estação e para grupos. Uma vez paga a visitação, os vistos são dados nos únicos dois pontos de entrada do país: na imigração no aeroporto de Paro ou na estação de ônibus da cidade de Phuentsholing. Um terceiro ponto, entre Samdrup Jongkhar e Assam, na Índia, só é usado para sair do país. Não é necessário ir a um consulado, que aliás são poucos no mundo:
Índia: Royal Bhutanese Embassy - Chandragupta Marg, Chanakyapuri, New Delhi 110 021. Tel: 609217/ 609218, Fax: 6876710
Estados Unidos: Consulate General of Bhutan - 2 UN Plaza, 27th Floor, New York NY 10017. Tel: (212) 826-1919, Fax: (212) 826-2998.
Canadá: Honorary Consul of Bhutan - 150 Isabella Street, Ottawa, Ontario K1S 1V7. Tel: (613) 232-1222 Fax: (613) 569-4667
Hong Kong: Honorary Consul of Bhutan - Unit B, 1/F, Kowloon Centre, 29-43 Ashley Road, Tsim Sha Tsui, Kowloon. Tel: 2376-2112.
Tailândia: The Royal Bhutanese Embassy in Bangkok - Jewelry Trade Center Building, Rm. 1907, 19th Floor, 919/1 Silom Road, Bangkok 10500. Tel: 2671722, 630119 - Fax: 6301193.
O único aeroporto internacional do país é em Paro, no sudoeste, e é servido pela empresa butanesa Druk Air, a qual possui 4 aeronaves (incluindo dois airbuses), as quais fazem as rotas de Bangkok, Kolkata, Nova Déli, Dhaka, Gaya, Katmandu e Yangon. A empresa não vende bilhetes sem o número do visto de turismo.
De Kolkata, na Índia: O Governo Real Butanês mantém um serviço para Phuentsholing. Esses ônibus partem da Esplanada de Kolkata às 19h de 3ª, 5ª e sábado, e da agência de correio do Butão, em Phuentsholing às 15h de 2ª, 4ª e 6ª, e leva 18h para chegar no destino. Apesar dos ônibus serem confortáveis, a estrada é péssima; então, não espere dormir no trajeto.
Há serviços freqüentes entre Siliguri e Phuentsholing.
A estação de trem mais próxima fica em Siliguri, na Índia. O Butão não tem acesso por trem.
Fonte: wikitravel.org
De acordo com o ultimo censo de 2003 a população do Butão é de 2,3 milhões de habitantes, com Thimpu a capital com 45.000 habitantes. Apesar da pequena população, a taxa de crescimento de 3,1 % é alarmante e medidas estão sendo tomadas pelo governo para, através da educação, reduzir o crescimento demográfico. Existem três grupos étnicos principais no Butão: os Sharchops (15%), que habitam o leste do país e que são os habitantes originais do país; os Ngalong (60%), que são descendentes de tibetanos e que imigraram para o Butão a partir do século IX d.C.; e os Lhotshampa (25%), que imigraram do Nepal no final do século passado e são, de um modo geral, hindus.
A língua oficial do Butão é o Dzonkha e tanto a falada quanto a escrita são derivadas do Tibetano. Todo o ensino é feito em inglês de modo que essa língua é amplamente falada em todo o país. No leste do país as pessoas falam uma outra língua, o Sharchop, que é totalmente diferente do Dzonkha, e no sul se fala nepalês. Por todo o país se encontram sinais nas ruas e nas estradas em inglês.
A grande maioria dos butaneses seguem o Budismo (74%), com exceção dos habitantes do sul, de origem nepalesa, que seguem o hinduísmo (21%). O budismo do Butão, chamado de Drukpa Kagyu, da escola de budismo tântrico Mahayana, é um derivado do budismo tibetano e tem muitas semelhanças com este. Assim como no Tibete, aqui também o budismo teve muitas influências do Bon, a religião animista original que era praticada antes da chegada do budismo no século XII desta era.
O Budismo é um sistema ético, religioso e filosófico fundado por Siddharta Gautama, o Buda (Ásia Central, 563-483 a.C.). No entanto, o Budismo não vê Shâkyamuni como o único Buda verdadeiro. Assim como em mundos anteriores outros sábios passaram pelo mesmo caminho, alcançaram o mesmo nível de perfeição e pregaram o mesmo Dharma, também haverá outros Budas em mundos por vir que levarão os homens à liberação. O Buda histórico é, portanto, um elo na corrente de Budas que se estende do passado ao futuro.
Buda em sânscrito significa ´o iluminado´. O termo é aqui usado em dois sentidos. Tem o sentido de Verdade Última, ou Mente Absoluta, mas também daquele que está desperto ou iluminado para a verdadeira natureza da existência. O Buda de nossos dias refere-se ao personagem histórico ao qual foi dado o nome de Siddhartha Gautama. Nascido por volta do ano 563 a.C., filho do rei dos Shâkyas, ficou conhecido como Shâkyamuni (o sábio do clã dos Shâkyas). O príncipe Gautama sofreu uma crise espiritual aos vinte e nove anos de idade quando, saindo da segurança de seu palácio, pela primeira vez entrou em contato com o sofrimento humano nas formas de doença, velhice e morte. A partir deste momento, impossibilitado de continuar a morar no palácio de seu pai, Gautama sai em busca da liberação do sofrimento. Não conseguindo encontrá-la na especulação intelectual ou na mortificação do corpo, Shakyamuni finalmente atinge a iluminação através do Caminho do Meio e da meditação. Como o Buda histórico, todos os seres viventes têm a possibilidade de atingir o estado de iluminação, pois todos têm uma natureza búdica inerente.
Os preceitos básicos do Budismo estão contidos nas Quatro Verdades Nobres:
A vida é sofrimento
O sofrimento é causado pelo apego
Existe uma maneira para evitar sofrimento
Esta maneira é o caminho Óctuplo:
1. visão perfeita (a visão baseada na compreensão das quatro nobres verdades e da não-individualidade da existência)
2. pensamento perfeito (pensar na boa-vontade, não fazer mal aos seres viventes)
3. palavra perfeita (evitar mentir, falar mal de outrem)
4. ação perfeita (evitar ações que conflitem com a disciplina moral)
5. vida perfeita (evitar profissões que façam mal aos seres vivos)
6. esforço perfeito (evitar todas as ações que tragam carma)
7. intenção perfeita (boas intenções no pensamento, corpo e sentimentos)
8. meditação perfeita (manter a consciência plena)
Apesar da renda per capita ser de apenas US$ 470/ano este número não representa a realidade do Butão, visto que 85% da população não participa da economia de mercado praticando agricultura de subsistência. Apenas 8% da terra é usada para a agricultura e os principais produtos são arroz, milhete, trigo, cevada e batata. A principal fonte de renda do país é a exportação de energia elétrica gerada pelas usinas hidroelétricas. O turismo também é importante mas de forma limitada devido à política do governo de restringir o número de visitantes através de altos preços. Isto é feito para o turismo ter um impacto menor na cultura do país.
O Butão segue o regime de monção tendo fortes chuvas no período de junho a setembro. Dos países do Himalaia é o que recebe mais chuvas. A temperatura varia enormemente com a altitude. Enquanto o sul é tropical, ao norte as neves nas montanhas são eternas. Em Paro, a temperatura varia de zero em janeiro a 30 graus em junho.
Nome oficial: Reino do Butão
Capital: Thimphu
Idioma: dzongkha (oficial)
Religião: budismo drukpa kagyu
Moeda: Ngultrum
Área: 47.000 quilômetros quadrados
População: 2,3 milhões de
pessoas
Governo: monarquia constitucional
Rei: Jigme Singye Wangchuk, coroado em 1974,
é o quarto rei.
Indústria: mineração, madeira,
venda de eletricidade para a Índia
Renda per capita: US$ 700/ano
Inflação: 10%
PIB: US$ 553 milhões
Crescimento anual: 6,8%
Eletricidade: 220 V, 50 MH
Fuso horário: GMT + 6 horas
Número de turista: não disponível
Evidências arqueológicas mostram que grupos nômades habitaram a região do atual Butão a partir de 2000 a.C. Esses primeiros habitantes viviam nos vales, mas levavam seus rebanhos para pastagens de verão nas montanhas. Eles eram praticantes da religião animista Bon e foram bastante influenciados pelo Reino de Cooch Behar, que é hoje o estado indiano de West Bengal, com os quais tiveram contatos. O budismo foi introduzido no país no século II d.C, mas só se estabeleceu como religião dominante no século VII com a visita de Padmasambava, o famoso mestre tântrico indiano. A partir daí foram construídos vários monastérios e a linha de budismo seguida até hoje no país, Drukpa Kagyu, foi estabelecida.
Até o século XVI o Butão era um agrupamento de pequenos reinos que disputavam o poder entre si. Essa situação mudou em 1616 com um monge tibetano, Ngawang Namgyal. Após muitos anos viajando e pregando pelo Butão e adquirindo cada vez mais prestígio e poder, ele se declarou o líder religioso do país com o título de Shabdrung Rimpoche (jóia preciosa aos pés da qual as pessoas se prostram). Ele construiu os primeiros dzongs (monastérios-fortalezas) e com isso resistiu aos inimigos que disputavam sua liderança política. Muitos desses dzongs por ele construídos, como Simtokha, Paro e Punakha, ainda existem hoje em dia. Shabdrung percebeu a necessidade da criação de uma identidade nacional que diferenciasse o Butão do Tibete e estabeleceu um sistema de cerimônias, festivais e um código de leis com esse objetivo. Com a morte de Shabdrung, o Butão mergulhou nos 200 anos seguintes em um período de grande instabilidade política. A partir de 1772 o Butão se viu envolvido com a Inglaterra, primeiro na condição de inimigo, com uma disputa territorial com Cooch Behar, onde a Inglaterra ajudou a expulsar tropas butanesas, e depois como aliado, através de uma série de tratados comerciais.
Em 1907, com o apoio da Inglaterra, foi estabelecida uma linhagem hereditária e Ugyen Wangchuck foi coroado como o ´Primeiro Rei´ com o título de Druk Gyalpo, o Rei Dragão. Ele reinou até sua morte em 1926, sendo sucedido pelo seu filho Jigme Wangchuck, o Segundo Rei. Este introduziu um sistema mais moderno de impostos e, após a independência da Índia em 1947, fez um acordo onde a Índia reconhecia o Butão como um país independente e se comprometia a não interferir nos assuntos internos. O Butão concordava com que a Índia determinasse sua política exterior. O próximo rei, o Terceiro Rei, Jigme Dorji Wangchuck, subiu ao trono em 1952, após a morte de seu pai. Ele foi educado na Índia e Inglaterra e assim que assumiu o trono começou a introduzir mudanças no sentido de modernizar o país. Ele estabeleceu uma assembléia nacional, aboliu o sistema servil e procurou abrir o país para o exterior. A invasão chinesa do Tibete, em 1951, mostrou de forma clara que a política de isolamento que o Butão vinha seguindo até então era muito perigosa. Em 1969 o Butão passou a fazer parte da União Postal Universal e, em 1971, tornou-se membro das Nações Unidas. O Rei Jigme Dorji Wangchuck morreu em 1972 aos 44 anos, sendo sucedido pelo seu filho Jigem Singye Wangchuck, então com 16 anos. A sua coroação foi o ponto de partida para grandes mudanças na política de abertura do Butão ao turismo e foi a primeira vez que foi permitida a entrada da imprensa internacional no país. O novo rei introduziu políticas de modernização nas áreas de educação, saúde e comunicações. A grande ênfase de seu reinado tem sido a modernização com preservação da cultura e do meio ambiente. Parques nacionais ocupam 26% da área do país e 75% do Butão é coberto por florestas. O número de visitantes é controlado pelo preço dos pacotes turísticos, que é determinado pelo governo, sendo que 35% da renda com o turismo vai para projetos de educação e saúde.
A moeda local é o Ngultrum e equivale à rúpia indiana, ou seja, US$ 1 = NU$ 45. Visto que cartões de crédito são pouco usados e aceitos o melhor é trazer cash ou cheques de viagem. Estes podem ser trocados em todos os hotéis.
Assim como em outros países da Ásia é importante tomar cuidado com a alimentação. Evite saladas cruas, descasque as frutas e somente tome água mineral. Com esses cuidados você estará evitando as doenças mais comuns. Converse com seu médico sobre vacinação contra Hepatite A e Febre Tifóide.
A bebida alcóolica mais comumente encontrada no Butão é a cerveja indiana. Também destilados locais de qualidade duvidosa podem ser encontrados.
Todos os tours oferecidos no Butão incluem toda a alimentação, de modo que suas refeições serão feitas nos hotéis onde você vai dormir. De um modo geral a comida é uma mistura de pratos internacionais, indianos e chineses. A comida local é extremamente apimentada e cuidado deve ser tomado com carne de qualquer espécie se você comer fora do seu hotel, em restaurantes locais.
Neste aspecto o Butão difere de seus vizinhos. Barganha não faz parte da tradição butanesa e os preços cobrados não admitem muita margem de desconto.
Não é muito comum ou esperada em restaurantes ou hotéis.
Não é um problema no Butão e dificilmente você irá se deparar com isso.
O Butão é extremamente seguro e você não correrá nenhum risco durante a sua viagem.
Deve-se mostrar bastante respeito aos templos e figuras de Buda. É considerado desrespeitoso apontar a planta dos pés para outras pessoas ou sentar-se com a planta dos pés para frente. O ideal, principalmente em templos, é sentar-se em lótus ou semi lótus. A cabeça é a parte mais nobre do corpo e não deve ser tocada. Retire seu sapato na entrada dos monastérios e das casas. Se você estiver em dúvida siga o que os outros estão fazendo.
Fonte: www.latitudes.com.br
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