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História dos Cabelos

Os cabelos na história do homem

A cabeleira humana parece ter se tornado, com a evolução, uma espécie de acessório fútil ou inútil do corpo humano do ponto de vista funcional. Mas, não é bem assim!

Os cabelos conservam a função fundamental de emoldurar o rosto, servindo como cartão de apresentação pessoal de cada indivíduo.

Através de diferentes penteados, os cabelos nos permitem modificar o nosso aspecto exterior. Um corte ou um penteado inadequados podem transformar-se em uma tragédia ( e isto é hoje reconhecido até pela Lei, visto que um cabeleireiro que erre, poderá ser denunciado por negligência e incapacidade profissional).

Com o “corte” certo, é possível, ao indivíduo comum,afirmar as suas próprias raízes, o seu próprio sexo, transmitir o próprio credo religioso, desafiar os professores, fazer novos amigos, provocar um escândalo, encontrar a alma gêmea, opor-se às convenções sociais e até mesmo ser posto para fora do emprego...

História dos Cabelos

História dos Cabelos
Acima : "O comprimento dos cabelos é o sinal visível da autoridade do Chefe, assim como os cabelos são elementos essenciais à “dignidade” de um Rei”. “Abaixo: Uma antiga receita egípcia contra a calvíciesinistra

Todos os povos da Terra, em todas as épocas, elaboraram complexos códigos de penteados variados com a tarefa de exprimir cada etapa de suas vidas, bem como, comunicar aos demais os seus respectivos papeis, seus status e as suas identidades culturais.

A história do homem é, por assim dizer, também a história do culto e do desprezo aos cabelos.

Os romanos, por exemplo, pelavam a cabeça dos indivíduos considerados hierarquicamente inferiores (prisioneiros,escravos, traidores) para assim assinalar a condição de subordinados dos mesmos; os franceses, após a liberação da França, no pós-guerra, recorriam à mesma prática em relação às colaboradoras e companheiras dos alemães; os antigos egípcios se tornaram famosos pelo uso de perucas e pelos cultos relativos ao corte de cabelos, visto que temiam que estes pudessem ser usados para eventuais bruxarias; o Rei-sol francês era noto por suas extravagantes e longas perucas ás quais usava como símbolo de luxo e esplendor; o uso da tonsura clerical do cristianismo antigo tinha por fim tornar os monges menos atraentes sexualmente; já para os monges orientais, o crânio raspado se constitui símbolo de castidade; enquanto, para os primitivos sacerdotes das tribos da África Ocidental os cabelos seriam a sede de Deus, fato que talvez explique porque o mítico Sansão do Antigo Testamento tinha sua invencibilidade ligada a sua vasta cabeleira;os Masai, ainda hoje, possuem a magia de “fazer chover”;mas, para que En-Kai (deus da chuva) escute as suas preces não devem cortar nem a barba nem os cabelos.

Os cabelos são um meio de expressão real e, sabendo-os ler, podem revelar até mesmo aquilo que às vezes queremos esconder como a nossa idade, a etnia à qual pertencemos, o nosso credo político ou o nosso grau de instrução.

Basta pensarmos ao fato de que, por exemplo, os jornalistas televisivos de todo o mundo usam o mesmo penteado anônimo por acreditarem que com o mesmo adquirem credibilidade.

Cabelos e Personalidade

Mas, tudo isto è ainda redutivo e não basta para explicar o fato de que desde sempre ,al longo da história das civilizações, a cabeleira tenha representado um elemento fundamental da personalidade humana, sustentáculo da beleza, do fascínio, da sedução e ,às vezes, até mesmo do poder e da força...e de como, nos dias atuais, a mesma cabeleira possa conservar ainda um profundo valor simbólico.

O fato é que estamos ancestralmente habituados a considerarmos os cabelos como um “atributo sexual” e, se os cabelos não existem mais, podemos viver esta “condição” como uma regressão a um estado semelhante aquele infantil, no qual os sexos e os papeis a serem desempenhados, com os conseqüentes direitos e poderes que estes comportam, não estão ainda bem diferenciados.

A perda dos cabelos é portanto inconscientemente vivida como uma espécie de castração, uma perda da virilidade,da força (mito de Sansão), da juventude, da masculinidade ou da feminilidade do indivíduo.

 História dos Cabelos
Desde sempre ,ao longo da história das civilizações, a cabeleira tem representado um elemento fundamental da personalidade humana, sustentáculo da beleza, do fascínio, da sedução e ,às vezes, até mesmo do poder e da força...e, nos dias atuais, a mesma cabeleira conserva ainda um profundo valor simbólico..

" Desde sempre ,ao longo da história das civilizações, a cabeleira tem representado um elemento fundamental da personalidade humana, sustentáculo da beleza, do fascínio, da sedução e ,às vezes, até mesmo do poder e da força...e, nos dias atuais, a mesma cabeleira conserva ainda um profundo valor simbólico..

A instituição da “tonsura” em algumas ordens monásticas tem um profundo valor simbólico: renunciar aos cabelos para manifestar a própria indiferença às instâncias mundanas”

É pois, compreensível que as doenças do cabelo e do couro cabeludo representem um preocupante problema existencial que coloca em discussão a imagem física e o estado psíquico dos homens e das mulheres atingidos por estas afecções.

Os cabelos, assim sendo, se tornam rapidamente uma fonte de desespero quando a cabeleira começa a perder volume ou mesmo quando se torna apagada ou pouco atraente.

A calvície é um problema que atinge somente na Itália cerca de nove milhões de pessoas, interessando, de forma mais ou menos grave, 20% dos jovens machos (20/30 anos) e 50% dos homens acima dos 50 anos. Esta grande difusão faz com que no macho, a calvície seja considerada um fenômeno parafisiológico e, em conseqüência normal.

A Mulher e os Cabelos

Na mulher, que parece sempre sofrer mais com problemas capilares (talvez pelo stress ao qual é submetida na época moderna), ao contrário do homem, a calvície pode ser um sintoma de um quadro hormonal alterado e, como tal, deve ser tratada com terapias oportunas.

Se é verdade que em geral o homem aceita de má-vontade uma calvície precoce; para uma mulher, este problema pode assumir a conotação de uma verdadeira tragédia. Vale pois à pena, fazer todo o possível para conservar uma cabeleira sadia e vigorosa, confiando-a, desde que possível, às adequadas terapias preventivas.

Nos casos, ao invés, de graves calvícies, resistentes a toda e qualquer tentativa de tratamento, se pode recorrer às técnicas cirúrgicas quem vêm sendo praticadas já da vários anos e que são ,como tal, de grande confiabilidade.

Fonte: brasil.calvizie.net

história dos Cabelos

Cabelo na história da humanidade

Os cabelos sempre se constituiram como excelente adorno do rosto, tidos historicamente para a mulher como símbolo de sedução e para o homem como demonstração de força.

Afrodite cobria sua nudez com a loira cabeleira e Sansão derrotou os filisteus quando recuperou seus fios preciosos.

Na Grécia antiga, ofertar as madeixas aos deuses representava um ato supremo, como se vê quando Berenice cortou seus cabelos e os ofereceu em sacrifício à Afrodite, para que seu marido Ptolomeu voltasse ileso da guerra da Síria.

No Egito antigo os faraós tinham nas perucas formas de distinção social, enquanto que para os muçulmanos manter uma pequena mecha no alto da cabeça era o ponto para que Maomé os conduzisse ao paraiso.

Na mitologia hindu os cabelos de Shiva mostram as direções do espaço e figuram em todo o universo.

Desde os escalpos indígenas até os cabelos das mulheres acusadas de ligação com as tropas alemãs da 2a guerra mundial, a cabeleira dos vencidos foi sempre exibida como troféu.

Por outro lado, enquanto os cabelos estiveram associados à idéia de força e beleza, a calvície ficou ligada ao conceito de sabedoria. Assim, os sacerdotes egípcios tinham a cabeça raspada como símbolo de desapego.

Sócrates orgulhava-se da sua falta de cabelos dizendo:

"Mato não cresce em ruas ativas!"

Mas foi Hipócrates, também um calvo célebre, quem estudou pioneiramente a alopécia relacionando-a à outras caracteristicas físicas.

O swami Pandarana Sannahdi , do mosteiro de Madras, na Índia, tinha em 1949, uma cabeleira de 7,92 metros de comprimento!

Na França, o Rei Sol Luiz XIV usava diariamente uma peruca para cobrir sua cabeça.

De qualquer forma, na civilização atual os cabelos perderam muito da função remota protetora, mas ainda marcam muitos pontos nos ítens "Beleza & Sedução".

Até hoje uma bela cabeleira denota força, situação social e poder.

Você sabia?

Cuidado com o penteado

O uso frequente de penteados que puxam muito os cabelos pode levar à perda dos cabelos da região da orla do couro cabeludo.

Alisamento dos cabelos também pode levar à mesma perda.

Sem pontas duplas

Lavar os cabelos com água muito quente, uso excessivo de xampus e sabonetes, produtos para alisamento ou ondulação dos cabelos e escovação exagerada com escovas duras podem levar ao aparecimento de pontas duplas e conseqüente fragilidade dos cabelos.

Fonte: www.belezainteligente.com.br
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