Situadas no oceano Atlântico, a 500 milhas da costa ocidental africana, as ilhas de Cabo Verde foram descobertas por navegadores portugueses no século XV. Elas tornaram-se independentes de Portugal a 5 de Julho de 1975, na sequência da luta nacionalista encetada pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), fundado por Amílcar Cabral, em 1956, em Bissau.

Depois de 15 anos de regime de partido único, de cunho socializante, Cabo Verde abraçou a democracia representativa em 1990. As primeiras eleições livres e pluralistas aconteceram a 13 de Janeiro de 1991, tendo sido vencidas pelo Movimento para a Democracia (MpD), passando o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, sucedâneo do PAIGC) para a oposição. O MpD, hoje na oposição, manteve-se no poder nos 10 anos seguintes, até ser substituído pelo seu rival, PAICV.
De acordo com a actual Constituição, Cabo Verde é um Estado de direito democrático, onde os direitos dos cidadãos são respeitados. O regime em vigor é de base republicana e parlamentarista. Pedro Pires, veterano da luta pela independência, é o actual chefe de Estado; e José Maria Neves, um dos mais jovens chefes de governo de África, o Primeiro-Ministro. A Cidade da Praia é a capital do país, que ainda possui um poder local organizado em câmaras e assembleias municipais.
Meia dúzia de partidos políticos disputam e conformam entre si a vontade dos cabo-verdianos. Mas são o MpD e o PAICV, que se têm alternado no poder nos últimos 15 anos, as duas principais forças políticas de Cabo Verde.
Movimento para a Democracia (MPD) - de orientação neoliberal, surgiu em 1990 e é actualmente o maior partido da oposição. Esteve no governo entre 1991 e 2000. Detém presentemente a maioria das câmaras municipais do arquipélago. O seu actual líder é Agostinho Lopes.
Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV) - herdeiro do PAIGC de Amílcar Cabral, governou o país durante os primeiros 15 anos da independência (1975/91), sob a liderança de Aristides Pereira e Pedro Pires. O seu actual líder é José Maria Neves, também Primeiro-Ministro.
Partido da Convergência Democrática (PCD) - foi fundado em 1994, na sequência de uma cisão surgida do MPD em 1994.
Partido da Renovação Democrática (PRD) - surgiu em 2000, também na sequência de uma cisão no MpD.
Partido Social-Democrata (PSD) - foi criado em 1992. É liderado por João Além.
Partido do Trabalho e da Solidariedade (PTS) - social-democrata - foi criado nos finais dos anos noventa. O seu actual líder é Isaías Rodrigues. Está estruturado principalmente na ilha de São Vicente.
União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID) - de orientação democrata-cristã, foi fundada em 1977, como oposição ao regime de partido único então existente em Cabo Verde. É presidida actualmente por Manuel Rodrigues.
Arquipélago de origem vulcânica, o solo de Cabo Verde é constituído por montanhas escarpadas, coberto de cinzas vulcânicas. A vegetação é rara. Ainda há um vulcão activo que deu origem à ilha do Fogo. O clima é quente e seco com médias anuais de 20º/25º C e em Janeiro e Fevereiro sofre a acção das tempestades de areia oriundas do Sahara.
As ilhas de Cabo Verde têm poucos recursos e são afectadas pela seca. A agricultura é prejudicada pela falta de chuvas regulares e está restringida a apenas quatro ilhas. Estimado actualmente à volta de 1500 dólares per capita, o PIB é produzido, maioritariamente, pelo sector terciário, ou seja, pelos serviços. A moeda cabo-verdiana, o escudo, está indexada ao euro, valendo um euro 110 CVE.
A economia cabo-verdiana desenvolveu-se significativamente nos últimos 15 anos, e o país encontra-se em vias de integrar plenamente o grupo dos Países de Desenvolvimento Médio, PDM. O turismo tornou-se nos últimos 15 anos numa das principais actividades económicas do arquipélago. As principais ilhas turísticas são Sal e Boa Vista.
Os cabo-verdianos são descendentes de antigos escravos africanos e dos seus senhores portugueses. A população residente no arquipélago está estimada em 450 mil almas. Grande parte dos cabo-verdianos é emigrante no estrangeiro.
A língua oficial é o português, usado nas escolas, administrações e nas publicações. A língua nacional, utilizada pela generalidade da população no dia a dia, é o crioulo cabo-verdiano, cuja oficialização está em curso, ao lado do português.
Formado por 10 ilhas, nove das quais são habitadas, Cabo Verde está dividido em dois grupos regionais - Barlavento e Sotavento -, 23 concelhos e 31 freguesias. Santiago, onde se encontra a capital do país, a Cidade da Praia, é a maior ilha do arquipélago. Santo Antão, São Vicente, São Nicolau, Santa Luzia (desabitada), Sal, Boa Vista, Maio, Fogo e Brava são as restantes ilhas que integram o arquipélago de Cabo Verde. Além de ilhas, o país está dividido em 23 concelhos, com órgãos próprios, organizados através de câmaras e assembleias municipais.
Depois de 15 anos de regime de partido único, de cunho socializante, Cabo Verde abraçou a democracia representativa em 1990. As primeiras eleições livres e pluralistas aconteceram a 13 de Janeiro de 1991, tendo sido vencidas pelo Movimento para a Democracia (MpD), passando o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, sucedâneo do PAIGC) para a oposição. O MpD, hoje na oposição, manteve-se no poder nos 10 anos seguintes, até ser substituído pelo seu rival, PAICV.
De acordo com a actual Constituição, Cabo Verde é um Estado de direito democrático, onde os direitos dos cidadãos são respeitados. O regime em vigor é de base republicana e parlamentarista. Pedro Pires, veterano da luta pela independência, é o actual chefe de Estado; e José Maria Neves, um dos mais jovens chefes de governo de África, o Primeiro-Ministro. A Cidade da Praia é a capital do país, que ainda possui um poder local organizado em câmaras e assembleias municipais.
Meia dúzia de partidos políticos disputam e conformam entre si a vontade dos cabo-verdianos. Mas são o MpD e o PAICV, que se têm alternado no poder nos últimos 15 anos, as duas principais forças políticas de Cabo Verde.
Movimento para a Democracia (MPD) - de orientação neoliberal, surgiu em 1990 e é actualmente o maior partido da oposição. Esteve no governo entre 1991 e 2000. Detém presentemente a maioria das câmaras municipais do arquipélago. O seu actual líder é Agostinho Lopes.
Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV) - herdeiro do PAIGC de Amílcar Cabral, governou o país durante os primeiros 15 anos da independência (1975/91), sob a liderança de Aristides Pereira e Pedro Pires. O seu actual líder é José Maria Neves, também Primeiro-Ministro.
Partido da Convergência Democrática (PCD) - foi fundado em 1994, na sequência de uma cisão surgida do MPD em 1994.
Partido da Renovação Democrática (PRD) - surgiu em 2000, também na sequência de uma cisão no MpD.
Partido Social-Democrata (PSD) - foi criado em 1992. É liderado por João Além.
Partido do Trabalho e da Solidariedade (PTS) - social-democrata - foi criado nos finais dos anos noventa. O seu actual líder é Isaías Rodrigues. Está estruturado principalmente na ilha de São Vicente.
União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID) - de orientação democrata-cristã, foi fundada em 1977, como oposição ao regime de partido único então existente em Cabo Verde. É presidida actualmente por Manuel Rodrigues.
Arquipélago de origem vulcânica, o solo de Cabo Verde é constituído por montanhas escarpadas, coberto de cinzas vulcânicas. A vegetação é rara. Ainda há um vulcão activo que deu origem à ilha do Fogo. O clima é quente e seco com médias anuais de 20º/25º C e em Janeiro e Fevereiro sofre a acção das tempestades de areia oriundas do Sahara.
As ilhas de Cabo Verde têm poucos recursos e são afectadas pela seca. A agricultura é prejudicada pela falta de chuvas regulares e está restringida a apenas quatro ilhas. Estimado actualmente à volta de 1500 dólares per capita, o PIB é produzido, maioritariamente, pelo sector terciário, ou seja, pelos serviços. A moeda cabo-verdiana, o escudo, está indexada ao euro, valendo um euro 110 CVE.
A economia cabo-verdiana desenvolveu-se significativamente nos últimos 15 anos, e o país encontra-se em vias de integrar plenamente o grupo dos Países de Desenvolvimento Médio, PDM. O turismo tornou-se nos últimos 15 anos numa das principais actividades económicas do arquipélago. As principais ilhas turísticas são Sal e Boa Vista.
Os cabo-verdianos são descendentes de antigos escravos africanos e dos seus senhores portugueses. A população residente no arquipélago está estimada em 450 mil almas. Grande parte dos cabo-verdianos é emigrante no estrangeiro.
A língua oficial é o português, usado nas escolas, administrações e nas publicações. A língua nacional, utilizada pela generalidade da população no dia a dia, é o crioulo cabo-verdiano, cuja oficialização está em curso, ao lado do português.
Formado por 10 ilhas, nove das quais são habitadas, Cabo Verde está dividido em dois grupos regionais - Barlavento e Sotavento -, 23 concelhos e 31 freguesias. Santiago, onde se encontra a capital do país, a Cidade da Praia, é a maior ilha do arquipélago. Santo Antão, São Vicente, São Nicolau, Santa Luzia (desabitada), Sal, Boa Vista, Maio, Fogo e Brava são as restantes ilhas que integram o arquipélago de Cabo Verde. Além de ilhas, o país está dividido em 23 concelhos, com órgãos próprios, organizados através de câmaras e assembleias municipais.
Fonte: www.asemana.cv
Nome oficial: República de Cabo Verde.
Nacionalidade: Cabo-verdiana.
Data nacional: 5 de julho (Independência).
Capital: Cidade de Praia.
Cidades principais: Cidade de Praia (95.000) (1998); Mindelo
(47.109), São Felipe (5.616) (1990).
Idioma: português (oficial), crioulo.
Religião: cristianismo 100% (católicos 95,9%,
protestantes e outras 4,1%) (1995).
Localização: oeste da África, oceano
Atlântico.
Hora local: + 1h. Área: 4.033 km2.
Clima: tropical.
Total: 430 mil (2000), sendo crioulos 71%, grupos étnicos
autóctones 28%, europeus ibéricos 1% (1996).
Densidade: 106,12 hab./km2.
População urbana: 59% (1998).
População rural: 41% (1998).
Crescimento demográfico: 3% ao ano (1998).
Fecundidade: 3,56 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 65,5/71 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 56 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 26,5% (2000).
IDH (0-1): 0,688 (1998).
Forma de governo: República parlamentarista.
Divisão administrativa: 9 ilhas e 14 condados.
Principais partidos: Movimento para a Democracia (MPD), Africano
da Independência de Cabo Verde (PAICV).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com
72 membros eleitos por voto direto para mandatos de 5 anos.
Constituição em vigor: 1992.
Moeda: escudo do Cabo Verde.
PIB: US$ 496 milhões (1998).
PIB agropecuária: 12% (1998).
PIB Indústria: 19% (1998). PIB serviços: 69%
(1998).
Crescimento do PIB: 5% ao ano (1998).
Renda per capita: US$ 1.200 (1998).
Força de trabalho: 170 mil (1998).
Agricultura: Milho, feijão. Pecuária: bovinos,
suínos, caprinos.
Pesca: 10 mil t (1997).
Mineração: sal, pozolana.
Indústria: alimentícia (peixe), máquinas
e equipamentos elétricos, calçados, vestuário, bebidas
(principal: rum).
Exportações: US$ 33 milhões (1998).
Importações: US$ 218 milhões (1998).
Parceiros comerciais: Portugal, França, Holanda (Países
Baixos), Reino Unido.
Efetivo total: 1,1 mil (1998).
Gastos: US$ 4 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net
Nome oficial: República de Cabo Verde
Capital: Cidade de Praia
Nacionalidade: cabo-verdiana
Idioma oficial: português. Principal língua
regional: crioulo
Religião: cristianismo 100% (católica 95,9%; protestante e outras,
4,1%) – Dados 1995
Território: 4.033 km2
Moeda: escudo do Cabo Verde
População: 430.000 (2000)
População urbana: 59% (1998)
Taxa de crescimento demográfico: 3% ao ano (1998)
PIB (em milhões de US$): 496 (1998)
Renda per capita: US$ 1.200 (1998)
Crescimento do PIB: 5% ao ano (1998)
Força de trabalho: 170 mil (1998)
Exportações (em milhões de US$): 33 (1998)
Importações (em milhões de US$): 218 (1998)
Principais cidades: Cidade de Praia (95.000 hab – dado 1998); Mindelo (47.109 hab), São Felipe (5.616 hab) – Dados 1990.
Produção agrícola – Principais produtos: milho, feijão. Pecuária: bovino, suínos, caprinos.
Produção industrial – Principais indústrias: alimentícia (peixe), máquinas e equipamentos elétricos, calçados, vestuário, bebidas (principalmente rum). Riquezas naturais: sal e pozolana.
Principais parceiros comerciais: Portugal, França, Holanda, Reino Unido.
O arquipélago de Cabo Verde, desabitado até o século XV, foi colonizado por Portugal a partir de 1462. Quatro anos depois, era o país de onde mais saiam escravos para as Américas e o Caribe. O fim do tráfico provocou a decadência econômica e a emigração maciça dos habitantes locais.
Com o surgimento dos movimentos de libertação nacional na África, no século XX, o país engaja-se na luta pela independência da Guiné Portuguesa, atual Guiné-Bissau. Em 1956, forma-se o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (Paigc), liderado pelo guineense Amílcar Cabral.
A independência foi proclamada em 5 de julho de 1975, pouco após a queda da ditadura em Portugal. Cabo Verde e Guiné-Bissau passaram a constituir Estados separados, mas sob direção única do Paigc, de orientação marxista. A unificação terminou em 1980, depois de um golpe de Estado na Guiné-Bissau, em que o presidente Luís Cabral (irmão de Amílcar) foi deposto. Cabo Verde condenou o golpe, e a ala caboverdiana do Paigc separou-se passando a se chamar Partido Africano da Independência de Cabo Verde (Paicv).
O arquipélago de Cabo Verde, composto por dez ilhas e 5 ilhéus,
situa-se na parte meridional do Atlântico Norte, próximo do Senegal
e da Mauritânia. Dista cerca de 500 km do continente africano.
O clima é tropical, com uma estação quente úmida
(de dezembro a junho) e chuvas no período de agosto a outubro; e outra
quente seca durante o resto do ano. As temperaturas são relativamente
amenas, devido à influência dos ventos alísios.
Cabo Verde é uma república parlamentarista, dividida administrativamente em nove ilhas e 14 condados. O Poder Legislativo é unicameral, com a Assembléia Nacional integrada por 72 membros eleitos para mandatos de 5 anos.
A Constituição, a primeira desde a independência do país, em 1975, foi aprovada em 5 de setembro de 1980, e revista em fevereiro de 1981, em 1988, 1990 e em 1992. Na última revisão, foi aumentado o poder da Assembléia Nacional, e diminuído o do Presidente da República.
Em relação à política externa, Cabo Verde concentra sua ação no fortalecimento da ajuda externa bilateral e multilateral. Procura reforçar as relações com seus parceiros tradicionais (Portugal e organismos internacionais), dar impulso aos aportes de cooperação para o desenvolvimento socioeconômico, sobretudo aqueles para melhoria das infra-estruturas urbanas e portuárias, e estabelecer novas parcerias estratégicas.
Portugal é atualmente o principal parceiro de Cabo Verde. No entanto, a diplomacia caboverdiana tem procurado manter o interesse de parceiros tradicionais, como Japão, Luxemburgo e China, ao mesmo tempo em que vem estimulando a intensificação da relação com outros países africanos, particularmente com os de língua portuguesa.
As relações Brasil-Cabo Verde são estreitas. A nação africana é uma das principais beneficiárias da cooperação técnica brasileira no exterior, sobretudo no que se refere à formação e ao aperfeiçoamento de quadros da administração pública (presença da Fundap, do IBGE, do IBAM e do Serpro), na área de saúde pública (Fiocruz) e no serviço diplomático (IRBr). Após a institucionalização da CPLP, o Brasil passou a oferecer, também, cooperação na área de saúde (profilaxia em DST/AIDS).
Em virtude do clima desértico em todo o território, o país praticamente não dispõe de recursos naturais e depende bastante de importações, principalmente de alimentos e de equipamento, e da ajuda externa. Cabo Verde tem recebido uma média anual de US$ 80 milhões em ajuda bilateral e multilateral, à qual se somam as remessas dos cerca de 500 mil caboverdianos residentes no exterior (número maior que a população vivendo em território nacional). O motivo desse êxodo são os ciclos prolongados de seca e a escassez dos recursos naturais. A maioria vive nos Estados Unidos (cerca de 350 mil), Portugal, Senegal e Angola (cerca de 40 mil em cada país), Holanda, França e Brasil.
Na década de 90, a economia caboverdiana beneficiou-se do crescimento dos investimentos externos, particularmente no setor bancário e no setor hoteleiro, com a venda a grupos estrangeiros (a maioria de Portugal) de suas principais empresas estatais e de 80% de seu sistema financeiro. Por outro lado, começou a ressentir a gradativa diminuição da ajuda externa, devido ao crescimento da renda per capita no país.
Fonte: www.portaljapao.org.br
Continente: África
Nome Completo: República de Cabo Verde
Localização: África Ocidental, arquipélago
no Atlântico Norte, a Oeste do Senegal
Coordenadas: 16 00 N, 24 00 W
Limites: Países limítrofes: não se aplica
Capital: Praia
Governo: República Parlamentarista
Moeda: Escudo Cabo-verdiano
Área: 4.003 km2
Nacionalidade: Cabo-verdiana
População: 408.760 (julho/2002)
Mortalidade: 51,86 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)
Vida: 69,52 anos
Ponto Culminante: Monte Fogo, 2.829 m
Religiões: Catolicismo Romano 90%, Evangélicos
10%
Idiomas: Português e Crioulo
Analfabetismo: 28%
Renda: US$ 1.330 (2001)
Fonte: www.libreria.com.br

Nome Oficial: República de Cabo Verde
Capital de Cabo Verde: Praia
Área: 4.033 km² (146º maior)
População: 475.948 (2005)
Idiomas Oficiais: Português
Moeda: FrancoCFA
Nacionalidade: Cabo-verdiano
Principal Cidade: Praia, Ilhas de Barlavento, Ilhas de Santiago
Fonte: www.webbusca.com.br