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Cadeia Alimentar

 

Cadeia Alimentar é uma seqüência de transferência de energia e matéria onde cada organismo serve de alimento para o outro. Quem produz o alimento é produtor e quem consome é o consumidor.

Como as plantas fabricam alimentos para si e para outros seres vivos, eles são os produtores de um ecossistema.

Os animais herbívoros que se alimentam das plantas são chamados consumidores primários.

Os animais carnívoros que se alimentam dos herbívoros, são chamados consumidores secundários. Os carnívoros que se alimentam de outros carnívoros são chamados de consumidores terciários e assim por diante.

Os animais que consomem plantas e animais são chamados onívoros, como o homem. Os que se nutrem de sangue são os hematófagos, de insetos são os insetívoros e de detritos de vegetais e animais são os detritívoros.

Os consumidores secundários, terciários e quaternários são chamados de predadores, animais que caçam outros animais.

Quando os seres produtores e consumidores morrem, eles são decompostos por fungos e bactérias chamados decompositores. O produto dessa decomposição serve para realimentar as plantas.

Essa seqüência de alimentação dos seres vivos é chamada cadeia alimentar que também podem ser marinha, a dos oceanos e mares.

As cadeias alimentares mantêm os ecossistemas em perfeito equilíbrio.

Cadeia alimentar é um termo ecológico e representa o vínculo existente entre um grupo de organismos presentes em um ecossistema, os quais são regulados pela relação predador-presa.

É através da cadeia alimentar, ou cadeia trófica, que é possível a transferência de energia entre os seres vivos. É a unidade fundamental da teia trófica.

Existem basicamente dois tipos de cadeia alimentar, as que começam a partir das plantas fotossintetizantes e as originadas através da matéria orgânica animal e vegetal morta. As plantas são consumidas por animais herbívoros enquanto que a matéria orgânica morta é consumida pelos animais detritívoros.

A cadeia alimentar é constituída pelos seguintes níveis:

PRODUTORES

São os organismos capazes de fazer fotossíntese ou quimiossíntese. Produzem e acumulam energia através de processos bioquímicos utilizando como matéria prima a água, gás carbônico e luz. Em ambientes afóticos (sem luz), também existem produtores, mas neste caso a fonte utilizada para a síntese de matéria orgânica não é luz mas a energia liberada nas reações químicas de oxidação efetuadas nas células (como por exemplo em reações de oxidação de compostos de enxofre). Este processo denominado quimiossíntese é realizado por muitas bactérias terrestres e aquáticas.

CONSUMIDORES PRIMÁRIOS

São os animais que se alimentam dos produtores, ou seja, são as espécies herbívoras. Milhares de espécies presentes em terra ou na água, se adaptaram para consumir vegetais, sem dúvida a maior fonte de alimento do planeta. Os consumidores primários podem ser desde microscópicas larvas planctônicas, ou invertebrados bentônicos (de fundo) pastadores, até grandes mamíferos terrestres como a girafa e o elefante.

CONSUMIDORES SECUNDÁRIOS

São os animais que se alimentam dos herbívoros, a primeira categoria de animais carnívoros.

CONSUMIDORES TERCIÁRIOS

São os grandes predadores como os tubarões, orcas e leões, os quais capturam grandes presas, sendo considerados os predadores de topo de cadeia. Tem como característica, normalmente, o grande tamanho e menores densidades populacionais.

DECOMPOSITORES OU BIOREDUTORES

São os organismos responsáveis pela decomposição da matéria orgânica, transformando-a em nutrientes minerais que se tornam novamente disponíveis no ambiente. Os decompositores, representados pelas bactérias e fungos, são o último elo da cadeia trófica, fechando o ciclo. A seqüência de organismos relacionados pela predação constitui uma cadeia alimentar, cuja estrutura é simples, unidirecional e não ramificada.

A transferência do alimento (energia) de nível para nível trófico a partir dos produtores faz-se através de cadeias alimentares, cuja complexidade é variável. Na maioria das comunidades, cada consumidor utiliza como alimento seres vivos de vários níveis tróficos. Daí resulta que na Natureza não há cadeias alimentares isoladas. Apresentam sempre vários pontos de cruzamento, formando redes ou teias alimentares, geralmente de elevada complexidade.

Produtores, consumidores, decompositores ou microconsumidores são componentes bióticos que integram um ecossistema.

De modo geral, podemos afirmar que nos ecossistemas, os organismos cujo alimento é obtido a partir das plantas, através de um número de passagens, pertencem ao mesmo nível trófico.

Os níveis tróficos são os mesmos nos diversos ecossistemas, apesar de se observarem variações quanto a seus componentes.

Os seres vivos precisam de uma fonte de energia potencial para executar a tarefa de viver: a energia química existente nos compostos orgânicos.

O Sol representa a fonte de energia para os seres vivos. Sem a luz solar, os ecossistemas não conseguem manter-se. A energia penetra no ecossistema através dos seres autótrofos. Estes, pela fotossíntese, utilizam a energia solar para a síntese de compostos orgânicos.

A partir dos açúcares produzidos na fotossíntese, o vegetal sintetiza outras substâncias orgânicas que fazem parte da sua estrutura, como proteínas e lipídios. Os vegetais, sendo capazes de sintetizar compostos orgânicos, não precisam "comer". A energia que utilizam nessa síntese não é perdida, pis fica armazenada na forma de energia química, conclui-se que, quando a planta produz compostos orgânicos, armazena e condensa energia.

Os animais não são capazes de utilizar diretamente a energia proveniente do Sol. Sendo heterótrofos, vêem-se obrigados a utilizar os compostos orgânicos produzidos pelos vegetais, assim, ao se alimentarem de vegetais ou de outros animais, na verdade estão ingerindo energia química condensada nas ligações dos compostos orgânicos.

Uma vez no organismo, os compostos orgânicos chegam às células, onde são degradados; nessa ocasião liberam energia, que é, então, utilizada para realizar trabalho.

O processo da liberação de energia a partir de compostos orgânicos é denominado respiração.

As cadeias alimentares são linhas de transferência de energia dos produtores em direção aos consumidores e aos decompositores, no qual, podemos ressaltar:

Em cada transferência de energia de um organismo para outro ou de um nível tróficos para outro, uma grande parte de energia é transformada em calor, portanto, a quantidade de energia disponível diminui à medida que é transferida de um nível a outro.

A partir dessa afirmação, conclui-se que quanto mais curta é a cadeia alimentar, ou quanto mais próxima estiver do organismo do início da cadeias, maior será a energia disponível.

Pode-se dizer que é possível a sobrevivência de um maior número de seres, a partir dos produtos de uma determinada área, desde que funcionem como consumidores primários em vez de secundários.

Alguns ecologistas consideram que cada elo da cadeia alimentar recebe aproximadamente 10% da energia que o elo anterior recebeu.

É importante observar que a energia, uma vez utilizada por um organismo em seus processos vitais, não é reaproveitada. Assim, a energia gasta não retorna aos produtores para ser novamente utilizada; isso permite dizer que a energia possui um fluxo unidirecional.

O mesmo não ocorre com a matéria. Esta, ao contrário, tem um comportamento cíclico, voltando aos produtores e sendo reaproveitada. Portanto, a matéria circula de forma cíclica.

Importante:

A energia é unidirecional
A matéria é cíclica

Qualidade de Energia

Como já foi visto anteriormente, energia define-se como capacidade de realizar trabalho, evidentemente que obedecendo as leis termodinâmicas.

Além da quantidade, a energia tem qualidade. Quantidades iguais de formas diferentes de energia são variáveis em seu potencial de trabalho, ou seja, a qualidade está diretamente relacionada à menor quantidade gasta no menor espaço de tempo empregado (e.g. potencial de trabalho do petróleo é maior que o potencial da energia solar).

1. 1.000.000 10.000 1.000 100
  SOL PLANTAS HERBÍVOROS PREDADORES
2. 1 100 1.000 10.000
1: Quantidade Crescente
2: Qualidade Crescente

Quanto mais se degrada a quantidade utilizada, mais se eleva a qualidade; quando gasta-se muito para produzir pouco em muito tempo tem-se baixa qualidade; ao contrário, quando gasta-se pouco para produzir muito em pouco tempo tem-se alta qualidade.

Importância de se conhecer as cadeias alimentares

Deve-se perguntar qual a importância de se conhecer uma cadeia alimentar. Com a praticidade com a qual estamos lidando com a natureza e a tecnologia que sempre e cada vez mais "de ponta", as pessoas tendem cada vez mais a lidar com a natureza de forma mecanicista. Existe, porém uma grande importância em se conhecer as cadeias ecológicas. Basicamente, a observação nos leva a entender toda a seqüência de alimentação dos animais que ali vivem. Podemos também examinar o conteúdo estomacal de animais e assim percebermos essa seqüência.

A importância disto está baseada no uso natural de animais ou plantas que possam controlar ou equilibrar no ecossistema de forma a evitar o uso de pesticidas e quaisquer outras formas artificiais que possam desequilibrar em longo prazo o ambiente, ou ainda, provocar sérias reações nos animais e até os seres humanos que ali habitam.

Controle biológico

As medidas naturais utilizadas para o controle de pragas e restabelecimento para de ecossistemas são chamados controles biológicos.

Podemos citar como exemplo de controle biológico:

Peixes no controle da esquistossomose
Peixes no controle de larvas de Aedes aegypti
Besouros o controle da mosca do chifre
Bactérias e vírus no controle de pragas e insetos

Todas essas medidas são viáveis economicamente e tecnicamente. E quando tomadas podem, de forma muito mais barata, controlar um grande número de pragas que são na verdade desequilíbrios de ecossistemas.

Níveis Tróficos

O conjunto de indivíduos que se nutre no mesmo patamar alimentar, ou seja, alimentam se basicamente dos mesmos nutrientes estão colocados em um mesmo nível trófico.
Os produtores estão colocados no 1º nível trófico
Os consumidores primários, aqueles que se alimentam dos produtores, são herbívoros e constituem o 2º nível trófico.
Os consumidores

Após esses existe o 4º nível trófico e assim por diante.

Os decompositores ocupam sempre o último nível da transferência de energia formando um grupo especial que degrada tanto produtores quanto consumidores.

Princípio de Gauss (ou princípio da exclusão competitiva):

O Princípio de Gauss diz respeito ao processo de competição inter específica que acontece quando duas espécies diferentes habitam um mesmo ambiente. Assim duas espécies não podem ocupar um mesmo nicho por muito tempo, uma delas irá sempre prevalecer, pois é mais adaptada àquele habitat. É também conhecido como princípio da exclusão competitiva.

Metabolismo e Tamanho de Indivíduos

A biomassa existente é o peso seco total, ou conteúdo calórico total dos organismos presentes em um determinado momento/local.

A biomassa depende do tamanho dos indivíduos: quanto menos o organismo, maior seu metabolismo por grama (ou caloria) de biomassa. Algas, bactérias e protozoários podem ter taxa de metabolismo por grama (calorias) maior que a de grandes organismos (e.g. árvores e vertebrados). Isto aplica-se, tanto à fotossíntese, quanto à respiração.

Fonte: www.biomania.com.br

Cadeia Alimentar

Em um ecossistema, uma determinada sequência de alimentação é denominada cadeia alimentar.

A cadeia alimentar pode ser formada por capim; gafanhotos; pássaros; cobras; fungos e bactérias.

Uma cadeia alimentar completa como essa apresenta três categorias de organismos, que constituem seus níveis tróficos (do grego trofos, alimento, nutrição): o nível dos produtores (capim), o nível dos consumidores (gafanhotos, pássaros, cobras) e nível dos decompositores (fungos e bactérias).

As relações alimentares de um ecossistema, se observadas em conjunto, formam um intrincado esquema, a teia ou rede alimentar.

Produtores e consumidores

Os seres autótrofos produzem toda a matéria orgânica consumida como alimento pelos heterótrofos. Por isso os primeiros são chamados produtores, e os segundos,consumidores.

Em um ecossistema de campo, por exemplo, as plantas de capim são es produtores. Os gafanhotos que se alimentam do capim são consumidores primários, e os pássaros que se alimentam dos gafanhotos são consumidores secundários. Uma cobra que se alimenta dos pássaros é um consumidor terciário, e assim por diante.

Existem organismos que possuem alimentação variada, sendo denominados onívoros (do latim omnis, tudo e vorare, comer, devorar). Esse é o caso, por exemplo, da espécie humana.

Comemos vegetais, desempenhando o papel de consumidores primários, e também comemos animais, desempenhando o papel de consumidores secundários ou terciários.

Decompositores

Ao morrer, tanto os produtores como os consumidores servem de alimento a certos fungos e bactérias. Estes decompõem a matéria orgânica dos cadáveres para obter energia, e por isso são chamados decompositores.

Fonte: br.geocities.com

Cadeia Alimentar

Cadeia Alimentar é uma seqüência de seres vivos na qual uns comem aqueles que os antecedem na cadeia, antes de serem comidos por aqueles que os seguem.

A cadeia mostra a transferência de matéria e energia por meio de uma série de organismos.

Níveis Tróficos

Produtores

São os vegetais autotrófos ou clorofilados que por meio da fotossíntese, fixam a energia luminosa, utilizam substâncias inorgânicas simples (água e gás carbônico) e edificam substâncias orgânicas complexas (glicose, amido);

Consumidores Primários ou de Primeira Ordem

São os organismos que comem os produtores, são heterótrofos e geralmente herbívoros;

Consumidores Secundários ou de Segunda Ordem

Vivem às expenas dos herbívoros, sendo representados por carnívoros;

Consumidores Terciários ou de Terceira Ordem

São os carnívoros maiores que se alimentam de carnívoros menores (e assim por diante);

Decompositores

Finalizando a cadeia trófica, aparecem os decompositores ou biorredutores ou saprófitas, microorganismos representados por bactérias e fungos. Tais organismos atacam os cadáveres e os excrementos, decompondo-os. São muito importantes, tendo-se em vista que realizam a reciclagem da matéria, devolvendo os elementos químicos ao ambiente.

Tipos de Cadeias Alimentares

Cadeias de predadores
Cadeias de parasitas
Cadeias de detritívoros

Teias Alimentares

Em um ecossistema, as cadeias alimentares interagem formando redes alimentares.

Fluxo de Energia

Todo ser vivo necessita de energia, que é utilizada para:

a) construção do organismo;
b)
realização de suas atividades (movimentos, manutenção de temperatura, reações químicas etc.).

No fluxo são identificados vários tipos de produtividade

Produtividade primária bruta (ppb)
Produtividade primária líquida (ppl)
Produtividade secundária bruta (psb)
Produtividade secundária (psl)
Produtividade terciária bruta (ptb) e
Produtividade terciária líquida (ptl).

Pirâmides Ecológicas

Representações gráficas das cadeias alimentares.

Existem três tipos de pirâmides: pirâmide de números, pirâmide de biomassa e pirâmide de energia.

Fonte: www.aultimaarcadenoe.com.br

Cadeia Alimentar

Cadeias e Teias Alimentares

O termo cadeia alimentar refere-se à seqüência em que se alimentam os seres de uma comunidade.

Autotróficos x Heterotróficos

Seres que transformam substâncias minerais ou inorgânicas como água, CO2, Nh2 em moléculas orgânicas são denominados autotróficos e são responsáveis pela produção de toda a matéria orgânica consumida pelos seres heterotróficos.

Produtores x Consumidores

Dentro de uma cadeia alimentar os seres autotróficos são denominados produtores e os seres heterotróficos consumidores. Dentre os heterotróficos podemos ainda distinguir os consumidores primários (herbívoros), secundários, terciários e quaternários (carnívoros), dependendo do nível trófico.

Cadeia Alimentar
Cadeia alimentar marinha

Cadeia Alimentar
Cadeia alimentar terrestre

Teias alimentares

Em uma comunidade, o conjunto de cadeias alimentares interligadas forma uma teia alimentar, que se completa com os decompositores quebrando e oxidando matéria orgânica para obter energia e devolvendo ao ambiente sais minerais que serão reaproveitados pelos vegetais.

Cadeias alimentares terrestres e aquáticas

Diferenças entre os ambientes terrestres e aquáticos

Condições especiais resultantes das diferentes propriedades físicas e químicas da água com relação ao ar direcionam a adaptação dos organismos marinhos e terrestres.

Uma grande diferença entre os dois ambientes refere-se ‘a grande absorção de luz que ocorre no ambiente aquático. A água absorve a luz nos primeiros 100 metros de profundidade (águas claras) limitando a ocorrência de fotossíntese ‘a essa zona iluminada e fazendo com que vegetais e herbívoros restrinjam-se a esta estreita faixa. Além disso, existe o fato da absorção da luz pela água ocorrer de forma diferencial, dependendo do comprimento de onda, ao contrário do ambiente terrestre, onde todo o espectro solar chega a todos os lugares.

No ambiente aquático os organismos não sofrem dessecação, não havendo a necessidade de peles impermeáveis (animais) ou raízes para obtenção de água(vegetais).

Quanto ‘as diferenças químicas, a menor concentração de oxigênio no ambiente aquático torna-se fator limitante para as comunidades.

Devido ‘ a estabilidade do ambiente marinho, alterações na temperatura, gases dissolvidos, pressão, etc, são mais críticos para as comunidades que no ambiente terrestre.

Os organismos aquáticos habitam um meio denso e tridimensional. Devido ‘a densidade da água, encontramos diferentes estruturas entre os organismos que habitam esse meio, sendo que alguns grupos tendem a flutuar e outros, mesmo que ligados ao substrato, não necessitam de estruturas fortes para os sustentarem (madeira), o meio os sustenta.

Essas diferenças no material estrutural e estoque de energia implicam em diferenças nos compostos bioquímicos dominantes nos organismos em ambos os ambientes. Seres aquáticos tendem a ter as proteínas como material orgânico dominante enquanto que no ambiente terrestre o principal material passa a ser o carboidrato. Como conseqüência dessas diferenças temos crescimento mais rápido, com pouco estoque energético e vida mais curta dos animais aquáticos em relação ao terrestres.

A formação das cadeias alimentares nesses dois ambientes também são muito diferentes. No ambiente terrestre temos predominantemente grandes produtores com herbívoros também de grande porte, como os ruminantes por exemplo. No ambiente aquático a fotossíntese é realizada em sua maior parte por seres microscópicos levando ‘a ocorrência de herbívoros também muito pequenos .

Devido ‘a essas diferenças morfológicas e estruturais temos mecanismos de alimentação, entre eles a filtração, dominantes no ambiente aquático e praticamente inexistente no ambiente terrestre. No processo de filtração, animais e vegetais (plâncton) extremamente pequenos e que flutuam ‘a deriva nas correntes de água são capturados por estruturas especiais que funcionam como redes e estão presentes em animais maiores.

Todos as características físicas, químicas e biológicas descritas acima refletem na complexidade das cadeias alimentares. A maior variedade de vegetais e animais que habitam os mares e rios é reflexo do maior número de ambientes neles existentes, uma vez que as características biológicas de um organismo são reflexo das condições do ambiente no qual ele vive.

Cadeia trófica terrestre:  Gramínea, Gado e Homem
Cadeia trófica aquática: Fitoplâncton, Zooplâncton, Peixe pequeno, Peixe médio e Homem

Desequilíbrio nas cadeias alimentares

Fatores naturais como tempestades e temperaturas extremas, entre outras, podem causar desaparecimento de determinadas populações e, tendo em vista a complexa ligação existente entre os seres vivos, tal fato pode levar a um desequilíbrio nas cadeias alimentares.

Além dos fatores naturais, as atividades humanas após a descoberta do fogo, o desenvolvimento da agricultura e principalmente a industrialização, tem gerado grandes alterações em praticamente todos os ecossistemas terrestres e aquáticos.

O modelo de desenvolvimento adotado pelo homem tem se mostrado altamente impactante e insustentável, e entre as mais graves ações humanas contra o meio ambiente podemos destacar: desmatamento excessivo, pesca e caça predatória, introdução de compostos tóxicos no ar, na água e no solo, utilização de compostos radioativos, grande produção de resíduos sólidos, etc.

Muitos destes compostos tóxicos tendem a ser absorvidos por organismos e passam a acumular-se tanto no próprio organismo (bioacumulação) como também na cadeia alimentar (biomagnificação), sendo que o próprio homem ocupa uma posição de predador de topo de cadeia e, portanto, é altamente prejudicado por esses compostos.

Muitos caso de doenças graves em seres humanos têm sido relacionados ao consumos de alimentos contaminados por compostos tóxicos, sendo que o caso de Minamata no Japão em 1950, quando uma grande quantidades de mercúrio foi introduzida no mar e absorvida por animais marinhos que eram consumidos em grande escala pela população local. Na ocasião foram relatados sérios problemas no fígado, rins, sistema nervoso, além da ocorrência de mortes naquela população.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Conceitos de biologia. São Paulo. Ed. Moderna. 2001. 277p.
LINHARES, S. & GEWANDSZNAJDER, F. Biologia hoje. São Paulo. Ed. Ática. 2003. 424p.
SCHMIEGELOW, J.M.M. O planeta azul: uma introdução ‘as ciências marinhas. Rio de Janeiro. Ed. Interciência. 2004. 202p.

Fonte: sites.unisanta.br

Cadeia Alimentar

Os seres vivos (flora e fauna) que compõe um ecossistema são denominados biotas. Boa parte das relações que se estabelecem entre eles é de natureza alimentar.

A cadeia alimentar constitui uma contínua transferência de energia entre os seres de um ecossistema em função de uns consumirem a matéria de outros com a finalidade alimentar, num constante reprocessamento molecular.

Cada etapa de uma cadeia alimentar é chamada de nível trófico.

Podemos identificar três níveis tróficos distintos:

A) Produtores

Os produtores correspondem ao primeiro nível trófico em qualquer cadeia alimentar. Eles são representados pelos seres autotróficos, na sua grande maioria clorofilados, tem possuem capacidade de produzir em primeira mão, na natureza, a matéria orgânica, a partir de compostos minerais ou inorgânicos, como água, gás carbônico e sais minerais. O vasto contingente de compostos surgidos pela atuação desses seres, representada inicialmente pelos carboidratos ou glicídios, que acumulam nas ligações químicas de suas cadeias de carbono, a energia retirada da luz do sol.

Dizemos assim que os produtores são os introdutores de energia na cadeia alimentar, energia esta que será repassada de organismos a organismo ao longo desta.

Os produtores não incluem apenas organismos fotossintetizantes (apesar destes comporem a maior fatia deste nível trófico) como as plantas, algas e algumas bactérias. Dentro do grupo dos produtores também se incluem organismo quimiossintetizantes (organismos que utilizam a energia da oxidação de compostos inorgânicos para produzir matéria orgânica), como alguns tipos de bactéria que vivem no solo.

B) Consumidores

Os organismos heterotróficos (incapazes de produzir seu próprio alimento), são chamados de consumidores uma vez que dependem da matéria orgânica fabricada pelos produtores.

De acordo com sua posição na cadeia alimentar, os consumidores são classificados em: consumidores primários, secundários, terciário, etc. Os consumidores primários são representados dos herbívoros que se alimentam diretamente do produtores. Herbívoros por sua vez servem de alimento para os consumidores secundários (carnívoros). Esses carnívoros por sua vez servirão de alimento para outros (consumidores terciários). e assim por diante. Veremos que cadeias não podem possuir muitos níveis tróficos, pois a quantidade de energia e matéria se dissipa ao longo dela.

C) Decompositores

Uma parte da matéria orgânica presente nos alimentos, é oxidada no processo de respiração celular, objetivando gerar energia para atender as demandas do metabolismo e manter a homeostase corporal. Durante esse processo além da liberação de energia, parte da matéria orgânica é devolvida ao meio na forma de gás carbônico. A outra parte é fixada, durante o processo de formação de corpo do organismo (crescimento e regeneração).

Essa parte é devolvida ao ambiente depois da morte de sua morte, graças ao processo de oxidação realizado pelos decompositores ou sapróbios. Eles são representados por bactérias e fungos que vivem no solo e na água. Através da decomposição (oxidação) da matéria orgânica presente em cadáveres e excretas (amônia, uréia, ácido úrico) esses organismos conseguem energia para o funcionamento de suas atividades vitais.

As substâncias minerais produzidas durante o processo de decomposição são devolvidas aos produtores para a realização da fotossíntese. Assim o papel fundamental dos decompositores se encontra na reciclagem de matéria orgânica, fornecendo matéria inorgânica para fotossíntese. Se os produtores são vistos como introdutores de energia na cadeia, podemos considerar os decompositores como reintrodutores de matéria na cadeia.

Teias alimentares

Alguns animais em face de sues hábitos alimentares variados, não se enquadram em apenas um nível tráfico. O interrelacionamento dos seres vivos de um ecossistema é muito mais complexo do que uma simples cadeia alimentar pode mostrar. Na verdade, o fluxo de energia pelos seres pode seguir diversos caminhos alternativos através de diferentes cadeias alimentares opcionais que se cruzam.

A teia alimentar não se configura como um fluxo retilíneo e unidirecional, como uma cadeia alimentar. Ela se estabelece de forma multidirecional, permitindo-se estudar a passagem da matéria e da energia pelos ecossistemas.

O fluxo de energia

Da energia luminosa que atinge um ecossistema, apenas 1% é utilizado na realização da fotossíntese. Entretanto esse 1% é suficiente para gerar no planeta de 150 a 200 bilhões de toneladas de matéria orgânica por ano. A energia luminosa que os organismo fotossintetizantes absorvem é transformada em energia química, armazenada nas ligações das moléculas de compostos orgânicos produzidos.

Uma parte desses compostos é consumida nos processos oxidativos da respiração celular, visando obter energia para manutenção dos processos celulares.

Durante esse processo a matéria orgânica é eliminada na forma de água e gás carbônico. O restante dessa matéria é incorporada na estruturas celulares das plantas e algas (como a parede celular), formando partes dos corpos desses organismos (caules, folhas e raízes).

É exatamente essa matéria orgânica fixada que servirá de alimento para os consumidores primários (herbívoros). Uma parte dessa matéria orgânica ingerida é consumida na respiração celular. Outra é eliminada no processo de excreção (fezes e urina). O restante é incorporado.

A produtividade e os ecossistemas

A quantidade de matéria orgânica produzida ou transferida em certa área e em determinado intervalo de tempo para um nível trófico é denominada de produtividade.

Podemos dividi-la em:

Produtividade primária: Quantidade de matéria orgânica produzida pelos autotróficos
Produtividade secundária:
quantidade de matéria orgânica incorporada pelos consumidores

Podemos subdividir essas categorias em outras duas:

Produtividade bruta: total de matéria orgânica acumulada
Produtividade líquida:
Total de matéria orgânica acumulada depois de descontados os gastos com a respiração celular.

Pirâmides ecológicas

Ao utilizarmos cadeias e teias para realizar o estudo das relações alimentares entre os seres vivos estamos buscando um caráter qualitativo.

Entretanto quando desejamos saber como os diversos níveis tróficos são ocupados, devemos nos valer de uma análise quantitativa. Para isso é muito comum o uso de pirâmides ecológicas, que representam os níveis tróficos de um ecossistema através de retângulos sobrepostos, onde os produtores são sempre colocados na base. Como a quantidade tanto de energia quanto de massa tende a diminuir de um nível trófico para o outro, podemos criar um concepção gráfica, onde a base é sempre mais larga que o ápice.

Existem três tipos de pirâmide, cada qual com suas peculiaridades:

Pirâmide de Número
Pirâmide de Biomassa
Pirâmide de Energia.

Fonte: www.vetorvestibular.com.br

Cadeia Alimentar

Cadeias alimentares e teias alimentares

Todo organismo precisa obter energia para viver. Por exemplo, plantas obter energia a partir do sol, alguns animais comem as plantas e alguns animais comem outros animais.

A cadeia alimentar é a seqüência de quem come quem em uma comunidade biológica (um ecossistema) para obter nutrição.

A cadeia alimentar começa com a fonte de energia primária, geralmente o sol ou aberturas de profundidade fervendo-quentes. O próximo elo da cadeia é um organismo que fazer o seu próprio alimento a partir da fonte de energia primária - um exemplo é as plantas fotossintéticas que fazem seu próprio alimento a partir de luz solar (através de um processo chamado fotossíntese) e bactérias quimiossintéticos que fazem sua energia alimentar de produtos químicos em fontes hidrotermais. Estes são chamados de autótrofos ou produtores primários.

Próxima organismos que vêm comer o autotrophs; esses organismos são chamados de herbívoros ou consumidores primários - um exemplo é um coelho que come erva.

O próximo elo da cadeia são os animais que se alimentam de herbívoros - estes são chamados consumidores secundários - um exemplo é uma cobra que come coelhos.

Por sua vez, estes animais são comidos por predadores maiores - um exemplo é uma coruja que come cobras.

Os consumidores terciários são são comidos pelos consumidores quaternários - um exemplo é um falcão que come corujas. Cada extremidade da cadeia alimentar com um predador de topo, e animal sem inimigos naturais (como um jacaré, gavião, ou urso polar).

As setas em uma cadeia alimentar mostrar o fluxo de energia, a partir do sol ou fontes hidrotermais para um predador de topo. Como a energia flui de organismo para organismo, a energia é perdida a cada passo. A rede de muitas cadeias alimentares é chamada de teia alimentar.

Níveis tróficos:

O nível trófico de um organismo é a posição que detém na cadeia alimentar.

Produtores primários (organismos que fazem sua própria comida da luz solar e / ou energia química a partir de aberturas de profundidade) são a base de toda a cadeia de alimentos - estes organismos são chamados de autótrofos.

Consumidores primários são animais que comem os produtores primários, pois eles também são chamados de herbívoros (comedores de plantas).

Consumidores secundários comer consumidores primários. Eles são carnívoros (comedores de carne) e onívoros (animais que se alimentam de animais e plantas).

Consumidores terciários comer consumidores secundários.

Consumidores quaternários comer consumidores terciários.

Cadeias alimentares "finais" com grandes predadores, animais que têm pouco ou nenhum inimigos naturais.

Quando qualquer organismo morre, ele acaba sendo comido por detrivores (como urubus, minhocas e caranguejos) e discriminadas por decompositores (principalmente bactérias e fungos), ea troca de energia continua.

Posição de alguns organismos da cadeia alimentar pode variar a sua dieta é diferente. Por exemplo, quando um urso come bagas, o urso está funcionando como um consumidor primário. Quando um urso come um roedor herbívoro, o urso está funcionando como um consumidor secundário.

Quando o urso come salmão, o urso está funcionando como um consumidor terciário (isto é porque o salmão é um consumidor secundário, uma vez que comer salmão arenque que comer zooplâncton que comer fitoplâncton, que fazem a sua própria energia da luz solar). Pense em como o lugar das pessoas na cadeia alimentar varia - muitas vezes dentro de uma única refeição.

Os números de organismos: Em qualquer cadeia alimentar, a energia é perdida cada vez que um organismo come o outro. Devido a isso, tem que haver muito mais do que plantas não são herbívoros. Há mais autotrophs de heterotróficos, e mais herbívoros do que comedores de carne. Embora haja uma forte concorrência entre animais, existe também uma interdependência. Quando uma espécie se extingue, ele pode afetar toda uma cadeia de outras espécies e ter consequências imprevisíveis.

Equilíbrio: Como o número de carnívoros em uma comunidade aumenta, eles comem mais e mais dos herbívoros, diminuindo a população de herbívoros. Ela então se torna cada vez mais difícil para os carnívoros para encontrar herbívoros para comer, ea população de carnívoros diminui. Desta forma, os carnívoros e herbívoros ficar em equilíbrio relativamente estável, limitando cada população do outro. Um equilíbrio semelhante existe entre plantas e herbívoros.

Fonte: www.enchantedlearning.com

Cadeia Alimentar

Dentro da cadeia alimentar ocorre a transferência de energia e nutrientes que segue a seguinte ordem: produtores (plantas), consumidores (animais herbívoros e carnívoros) e decompositores (fungos e bactérias).

O que é Cadeia Alimentar?

Uma cadeia alimentar é uma seqüência de seres vivos, uns servindo de alimento a outros, sucessivamente. Resumindo uma seqüência de transferências de matéria e energia de um organismo para outro sob a forma de alimento.

Componentes de uma Cadeia Alimentar

Os diferentes elementos vivos que compõem um ecossistema cumprem papéis específicos dentro da cadeia alimentar.

Uma cadeia alimentar tem elementos básicos como:

Produtores - São sempre seres autótrofos (que produzem seu próprio alimento), produzem alimento que será usado na cadeia e são obrigatoriamente a base de qualquer cadeia alimentar. A energia transformada a partir da luz solar e do gás carbônico (fotossíntese) será repassada a todos os outros componentes restantes da cadeia ecológica. Os principais produtores conhecidos são as plantas e algas microscópicas (fitoplâncton).
Consumidores -
São os organismos que necessitam de se alimentar de outros organismos para obter a energia, uma vez que são incapazes de produzir seu próprio alimento. Se alimentam dos seres autótrofos e de outros heterótrofos, podendo ser consumidores primários quando se alimentam de seres autótrofos; consumidores secundários, consumidores terciários e assim por diante quando se alimentam de outros consumidores. Como exemplo, os herbívoros e carnívoros.
É bom lembrar que nem toda a energia obtida através da alimentação será integralmente usada, parte dessa energia não será absorvida e será eliminada com as fezes e outra parte será perdida em forma de calor. Assim, grande parte da energia será dissipada no decorrer de uma cadeia alimentar diminuindo sempre a cada nível. Pode-se então dizer que o fluxo de energia num ecossistema é unidirecional começando sempre com a luz solar incidindo sobre os produtores e diminuindo a cada nível alimentar dos consumidores.
Decompositores -
São organismos que atuam na transformação da matéria orgânica em matéria inorgânica, reduzindo compostos complexos em moléculas simples, fazendo com que estes compostos retornem ao solo para serem utilizados novamente por outro produtor, gerando uma nova cadeia alimentar. Os decompositores mais importantes são bactérias e fungos. Por se alimentarem de matéria em decomposição são considerados saprófitos ou sapróvoros.

O equilíbrio do ecossistema depende da realização de cada uma das etapas da cadeia alimentar. A drástica redução dos animais predadores, por exemplo, pode resultar na proliferação dos animais herbívoros e, com isso, na escassez ou extinção de algumas espécies vegetais.

Importância de se conhecer as Cadeias Alimentares

A observação da cadeia alimentar leva ao entendimento de toda a seqüência de alimentação dos animais que vivem em determinado ecossistema. Pode-se também examinar o conteúdo estomacal de animais e assim perceber essa seqüência. A importância disto está baseada no uso natural de animais ou plantas que possam controlar ou equilibrar o ecossistema de forma a evitar o uso de pesticidas e quaisquer outras formas artificiais que possam desequilibrar em longo prazo o ambiente, ou ainda, provocar sérias reações nos animais e até os seres humanos que ali habitam. Esta prática é denominada controle biológico.

Exemplo de Cadeia Alimentar

Pode-se dar o seguinte exemplo de cadeia alimentar: algumas plantas produzem frutos e sementes que são comidos por certos pássaros; estes são devorados por pequenos animais carnívoros como alguns gatos-do-mato; estes podem, por sua vez, ser comidos por carnívoros maiores, ou podem ser mortos pelo tiro de um caçador; sua carne servirá de alimento aos cães do caçador e sua carcaça, abandonada na mata pelo homem, vai alimentar uma série de insetos e bactérias; os ossos se desagregam com o decorrer do tempo e suas partículas se incorporam ao solo; as raízes de muitas plantas vão aproveitar esses minerais agregados ao solo; tais plantas produzirão novos frutos e sementes que alimentarão outros pássaros. Fechou-se, dessa forma, a cadeia alimentar. Muitas cadeias são mais complexas, apresentando caminhos preferenciais e outros secundários. Os animais em geral preferem certos alimentos mas se estes faltam ou escasseiam, comem outros.

O conjunto de uma série ecossistemas é chamado de teia alimentar, neste caso várias teias se entrelaçam fazendo com que as relações ecológicas sejam múltiplas e o alimento disponível possa ser utilizado por vários indivíduos e realmente compondo um ecossistema.

O que são Pirâmides Alimentares ?

As plantas clorofiladas, podem ser terrestres, marinhas ou de água doce (de rios, lagos, lagoas). Então, estes seres ficam na base da pirâmide alimentar. O degrau seguinte é representado por pequenos animais que se alimentam exclusivamente de plantas (animais herbívoros). Estes herbívoros, por sua vez, vão servir de alimento para pequenos animais que se alimentam de outros (animais carnívoros). Constituem o terceiro degrau. Os degraus seguintes são representados por carnívoros cada vez maiores. Estes degraus são cada vez menores, pois representam o número de indivíduos que nele ocorrem e é evidente que é preciso de um grande número de indivíduos menores para construirmos um menor número de indivíduos maiores.

Ex.: certos peixes pequenos são comidos em grande número por peixes maiores que devem existir em menor número. É por esse motivo que os elos sucessivos de uma cadeia alimentar podem ser representados, por degraus sucessivos, cada vez menores, que assumem, pois, a forma de uma pirâmide. Na terra, no mar ou em água doce, há sempre mais matéria orgânica constituindo organismos vivos, em degraus mais próximos da base da pirâmide. Em certa área geográfica podem ocorrer várias pirâmides ao mesmo tempo.

Algumas pirâmides encontradas no mesmo local podem mostrar uma interpenetração de seus degraus inferiores, porque os seres que constituem esses degraus ocupam a mesma área. Isso levará a pirâmide com uma base comum, mas com dois ou mais ápices independentes.

Teia Alimentar

Vimos como os animais e plantas podem fazer parte de uma cadeia alimentar. Porém, tais seres vivos não participam necessariamente de apenas uma cadeia, podendo pertencer, simultaneamente, a mais de uma. Aliás, essa é a situação mais verificada. Mais ainda, esses animais pertencem a cadeias alimentares diversas, e se posicionam em diferentes níveis tróficos.

Com esses comentários, podemos definir teia alimentar como uma reunião de cadeias alimentares.

Ou, de outro modo, teia alimentar é o fluxo de matéria e energia que passa, num ecossistema, dos produtores aos consumidores por numerosos caminhos opcionais que se cruzam (ou seja, várias cadeias que se interligam).

A teia alimentar representa o máximo de relações entre os componentes de uma comunidade,

Consideremos uma lagoa.

Podemos observar nela uma cadeia alimentar, que seria:

Plantas aquáticas Cadeia Alimentar caramujos Cadeia Alimentar peixes carnívoros Cadeia Alimentar aves da margem

Essa é uma cadeia simples, que não mostra a realidade dessa lagoa. Poderemos observar que as mesmas plantas que servem de alimento aos caramujos podem nutrir larvas de insetos e peixes herbívoros. Os peixes carnívoros comem não apenas os caramujos, mas também os peixes herbívoros e pequenos crustáceos.

Peixes carnívoros, peixes herbívoros e rãs são comidos pelas aves da margem.

Como dissemos acima, alguns seres vivos, dependendo do que ingerem, podem ser considerados consumidores de vários níveis ao mesmo tempo. As aves da margem, por exemplo, ao se alimentarem de peixes herbívoros, são consumidores de segunda ordem; quando se alimentam de rãs, são consideradas consumidores de terceira ordem. Assim, ocupam simultaneamente dois níveis tróficos. Os decompositores (bactérias e fungos) podem ser considerados consumidores de várias ordens, de acordo com a origem do resto que eles degradam.

Vemos pois que a harmonia da vida têm como uma das principais bases as relações alimentares. Quando destruímos ou alteramos um habitat, estamos influenciando diretamente na alimentação dos seres desse local. Com isso, afetamos sua saúde.

Temos, entretanto, o costume de imaginar esses fenômenos ocorrendo em um campo, em uma fazenda, enfim em um local distante de nós. Mas... nós participamos de uma cadeia alimentar?? E os animais que vivem conosco, também participam??

Para participar de uma teia alimentar temos que estar inseridos em um ecossistema. No próximo texto, estaremos abordando um pouco sobre os tipo de ecossistema, como eles interagem entre si e como sua manipulação pode beneficiar ou prejudicar a vida dos animais e, também, a nossa.

As fotos acima mostram uma porção da mata Atlântica intacta e uma porção que foi devastada. Essa porção que foi devastada teve alterações de vários tipos, e certamente entre essas alterações temos as das cadeias e teias alimentares dessa região. Dependendo da extensão do "estrago" causado (seja por queimada, por desmatamento ou outras causas quaisquer), a alteração na teia alimentar é tão profunda que as regiões adjacentes, que não foram afetadas, começam a ser prejudicadas.

Devemos então perceber que uma alteração, por mais insignificante que pareça, pode prejudicar os seres vivos pertencentes ao ecossistema abalado e mesmo de ecossistemas próximos, mesmo que diferentes. Podemos conduzir esse raciocínio pois, abstraindo um pouco, o Planeta é regido por uma grandiosa teia alimentar, reunião de todas as teias existentes.

O grande "mal" é que as coisas acontecem num tempo relativamente longo para nós. Alguns prejuízos só são sentidos ao longo de algumas centenas de anos, ao passo que vivemos apenas décadas.

Mas lançamos aqui uma questão: suponhamos que o planeta tenha 6 bilhões de anos. Analisemos sua vida até 600 anos atrás. Teremos uma visão. Agora, analisemos a vida do Planeta de 600 anos atrás até hoje... cabe aqui uma análise de amplo espectro, exercício que deixamos a você leitor.

Luigi Leonardo Mazzucco Albano

Fonte: www.escolabrasileira.net

Cadeia Alimentar

Cadeias alimentares: o que são?

A matéria está constantemente ciclando dentro de um ecossistema, ou dito de outra forma, o que os seres vivos retiram do ambiente, eles devolvem. Tem sido assim desde do início da existência da vida da terra, até os dias de hoje. Trata-se de um ciclo eterno.

Além da matéria, a energia também passa por todos os componentes de um ecossistema, só que, no entanto, enquanto a matéria circula, a energia flui, o que significa que a energia não retorna ao ecossistema como a matéria.

Como podemos notar, os ecossistemas possuem uma constante passagem de matéria e energia de um nível para outro até chegar nos decompositores, os quais reciclam parte da matéria total utilizada neste fluxo. A este percurso de matéria e energia que se inicia sempre por um produtor e termina em um decompositor, chamamos de cadeia alimentar.

Componentes de uma cadeia alimentar

Obrigatoriamente, para existir uma cadeia alimentar devem estar presentes os produtores e os decompositores. Entretanto não é isso o que acontece na realidade, pois outros componentes estão presentes.

Desta forma a melhor maneira de se estudar uma cadeia alimentar, é através do conhecimento dos seus componentes, ou seja, toda a parte viva (fatores bióticos) que a compõe.

Os componentes de todas as cadeias de uma forma geral podem ser enquadrados dentro das seguintes categorias:

Produtores - são todos os seres que fabricam o seu próprio alimento, através da fotossíntese, sendo neste caso as plantas, sejam elas terrestres ou aquáticas;
Animais -
os animais obtem sua energia e alimentos comendo plantas ou outros animais, pois não realizam fotossíntese, sendo, portanto incapazes de fabricarem seu próprio alimento.
Decompositores -
apesar da sua importância, os decompositores nem sempre são muito fáceis de serem observados em um ecossistema, pois sendo a maioria formada por seres microscópicos, a constatação da sua presença não é uma tarefa tão fácil.

A cada grupo de organismos com necessidades alimentares semelhantes quanto fonte principal de alimento, chamamos de nível trófico. Em cada nível, temos um grupo de organismo com as mesmas características alimentares; isto que dizer que consumidores primários somente alimentam-se de itens de origem vegetal; consumidores secundários, por sua vez, são carnívoros assim como os terciários. Cabe ressaltarmos, no entanto, que tanto os consumidores secundários quanto os terciários podem ocasionalmente, ou complementarmente, alimentar-se de vegetais, não sendo porém este, o seu principal item alimentar.

Em um ecossistema aquático, como uma lagoa por exemplo, poderíamos estabelecer a seguinte seqüência:

Tabela 1 - Ecossistema aquático:

FLORA Produtores Composto pelas plantas da margem e do fundo da lagoa e por algas microscópicas, as quais são as maiores responsáveis pela oxigenação do ambiente aquático e terrestre; esta categoria formada pelas algas microscópicas chamamos fitoplâncton.
FAUNA Consumidores Primários Composto por pequenos animais flutuantes (chamados Zooplâncton), caramujos e peixes herbívoros, todos se alimentado diretamente dos vegetais.
  Consumidores Secundários São aqueles que alimentam-se do nível anterior, ou seja, peixes carnívoros, insetos, cágados, etc., 
  Consumidores Terciários As aves aquáticas são o principal componente desta categoria, alimentando-se dos consumidores secundários.
  Decompositores Esta categoria não pertence nem a fauna e nem a flora, alimentando-se no entanto dos restos destes, e sendo composta por fungos e bactérias.

Já em um ecossistema terrestre, teríamos.

Tabela 2 - Ecossistema terrestre:

FLORA Produtores Formado por todos os componentes fotossintetizantes, os quais produzem seu próprio alimento (autótrofos) tais como gramíneas, ervas rasteiras, liquens, arbustos, trepadeiras e árvores;
FAUNA Consumidores primários São todos os herbívoros, que no caso dos ecossistemas terrestres tratam-se de insetos, roedores, aves e ruminantes;
  Consumidores Secundários Alimentam-se diretamente dos consumidores primários (herbívoros). São formados principalmente por carnívoros de pequeno porte;
  Consumidores terciários Tratam-se de consumidores de porte maior que alimentam-se dos consumidores secundários;
  decompositores Aqui também como no caso dos ecossistemas aquáticos, esta categoria não pertence nem a fauna e nem a flora e sendo composta por fungos e bactérias.

Para um ambiente aquático, podemos exemplificar com a seguinte cadeia:

algas Cadeia Alimentar caramujos Cadeia Alimentar peixes Cadeia Alimentar carnívoros Cadeia Alimentar aves aquáticas Cadeia Alimentar decompositores

Por outro ladoexemplificar com a seguinte cadeia em um ambiente de floresta: , se considerarmos um ecossistema terrestre, poderíamos

Folhas de uma árvore Cadeia Alimentar gafanhoto Cadeia Alimentar ave Cadeia Alimentar jaguatirica Cadeia Alimentar decompositores

Exemplos de cadeia de maior complexidade (teias alimentares)

Podemos notar entretanto, que a cadeia alimentar não mostra o quão complexas são as relações tróficas em um ecossistema. Para isso utiliza-se o conceito de teia alimentar, o qual representa uma verdadeira situação encontrada em um ecossistema, ou seja, várias cadeias interligadas ocorrendo simultaneamente.

Fluxo de energia nos ecossistemas

A luz solar representa a fonte de energia externa sem a qual os ecossistemas não conseguem manter-se. A transformação (conversão) da energia luminosa para energia química, que é a única modalidade de energia utilizável pelas células de todos os componentes de um ecossistema, sejam eles produtores, consumidores ou decompositores, é feita através de um processo denominado fotossíntese. Portanto, a fotossíntese - seja realizada por vegetais ou por microorganismos - é o único processo de entrada de energia em um ecossistema.

Muitas vezes temos a impressão que a Terra recebe uma quantidade diária de luz, maior do que a que realmente precisa. De certa forma isto é verdade, uma vez que por maior que seja a eficiência nos ecossistemas, os mesmos conseguem aproveitar apenas uma pequena parte da energia radiante. Existem estimativas de que cerca de 34% da luz solar seja refletida por nuvens e poeiras; 19% seria absorvida por nuvens, ozônio e vapor de água. Do restante, ou seja 47%, que chega a superfície da terra boa parte ainda é refletida ou absorvida e transformada em calor, que pode ser responsável pela evaporação da água, no aquecimento do solo, condicionando desta forma os processos atmosféricos. A fotossíntese utiliza apenas uma pequena parcela (1 a 2%) da energia total que alcança a superfície total. É importante salientar, que os valores citados acima são valores médios e nãos específicos de alguma localidade. Assim, as proporções podem - embora não muito - variar de acordo com as diferentes regiões do País ou mesmo do Planeta.

Um aspecto importante para entendermos a transferência de energia dentro de um ecossistema é a compreensão da primeira lei fundamental da termodinâmica que diz: "A energia não pode ser criada nem destruída e sim transformada". Como exemplo ilustrativo desta condição, pode-se citar a luz solar, a qual como fonte de energia, pode ser transformada em trabalho, calor ou alimento em função da atividade fotossintética; porém de forma alguma pode ser destruída ou criada.

Outro aspecto importante é o fato de que a quantidade de energia disponível diminui à medida que é transferida de um nível trófico para outro. Assim, nos exemplos dados anteriormente de cadeias alimentares, o gafanhoto obtém, ao comer as folhas da árvore, energia química; porém, esta energia é muito menor que a energia solar recebida pela planta. Esta perda nas transferências ocorrem sucessivamente até se chegar aos decompositores.

E por que isso ocorre?

A explicação para este decréscimo energético de um nível trófico para outro, é o fato de cada organismo; necessitar grande parte da energia absorvida para a manutenção das suas atividades vitais, tais como divisão celular, movimento, reprodução, etc. O esquema a seguir mostra as proporções em biomassa, de um nível trófico para outro. Podemos notar que a medida que se passa de um nível trófico para o seguinte, diminuem o número de organismos e aumenta-se o tamanho de cada um (biomassa).

O sol é responsável pela existência da vida na terra porque as suas radiações aquecem o solo, a água e o ar criando condições favoráveis a vida. A luz solar também é captada pelas algas e plantas que a utilizam na fotossíntese, assim abastecendo de energia todos os ecossistemas terrestres.

As plantas e algas convertem a energia luminosa em energia química que fica armazenada nas moléculas orgânicas. Os consumidores primários ao comerem seres fotossintetizantes aproveitam a energia contida nas moléculas orgânicas. Os consumidores secundários que comem os primários recebem das moléculas ingeridas toda a energia, tornando a transferência de energia na cadeia alimentar unidirecional e acíclica.

Parte da energia recebida por cada nível trófico é usada no metabolismo; mas uma grande parte é inaproveitada porque é eliminada na matéria orgânica que forma as fezes ou naquela que não é facilmente digerida, como a celulose. Estudando fluxos de energia é importante perceber que necessariamente toda a energia de todos os seres vivos é primordialmente vinda do sol, sendo este então o grande responsável pela existência de vida na terra.

PIRÂMIDES

Pirâmides são formas de demonstrar através de gráficos a hierarquia de cadeias.

Biomassa: corresponde a matéria orgânica de cada nível trófico (sua pirâmide é igual a de energia já que a energia está na biomassa, assim quanto maior a biomassa, maior a energia).
Energia:
corresponde a energia contida na biomassa de cada nível trófico, assim cada parte da pirâmide terá indicada a energia de um nível trófico.
Números:
a largura dos níveis representam o número de representantes de cada espécie naquela cadeia alimentar; é a mais variada.

Fonte: educar.sc.usp.br

Cadeia Alimentar

Cadeia Alimentar, ou cadeia trófica é uma seqüência de seres vivos na qual uns comem aqueles que os antecedem na cadeia, antes de serem comidos por aqueles que os seguem. A cadeia mostra a transferência de matéria e energia através de uma série de organismo.

Níveis Tróficos

Na cadeia alimentar, distinguem-se os seguintes níveis tróficos ou alimentares.

Produtos

São os vegetais autótrofos, clorofilados que, através da fotossíntese, fixam a energia luminosa, utilizam substâncias inorgânicas simples (água e gás carbônico), e edificam substâncias orgânicas complexas (glicose, amido).

No meio terrestre, os principais produtores são os fanerógamos (vegetais com flores), no meio aquático marinho, são principalmente as algas microscópicas, na água doce, são as algas e os fanerógamos.

Consumidores primários ou de primeira ordem

São os organismos que comem os produtores; são heterótrofos e geralmente herbívoros. Os parasitas vegetais também são consumidores primários.

Os principais herbívoros no meio terrestre são; os insetos, os roedores e os ungulados (animais mamíferos com casco, por exemplo, rinoceronte).

Consumidores secundários ou de segunda ordem

Vivem a expensas dos herbívoros, sendo representados por carnívoros. Acham-se nos mais variados grupos.

Consumidores terciários ou de terceira ordem

São os carnívoros maiores que se alimentam de carnívoros menores, como é o caso de um gavião que come uma cobra.

De maneira idêntica poderíamos definir consumidores de quarta ordem, quinta ordem e etc.

Decompositores

Finalizando a cadeia trófica, aparecem os decompositores, biorredutores ou sapróficas, microorganismos representados por bactérias e fungos. Tais organismos atacam os cadáveres e os excrementos, decompondo-os. São muitos importantes, visto que realizam a reciclagem matéria, devolvendo os elementos químicos ao meio ambiente.

Teias alimentares

Em um ecossistema, as cadeias alimentares interagem formandos redes alimentares. Na teia, representamos o máximo de relações tróficos existentes entre os diversos seres vivos do ecossistema e observamos que um animal, por exemplo, pode pertencer a níveis tróficos deferentes. É o caso dos onívoros, que atacam várias presas.

Como observamos a seguir a rede ou CADEIA ALIMENTAR resulta do entrelaçamento das cadeias alimentares.

Fonte: www.preservacaoambiental.org.br

Cadeia Alimentar

Cadeia alimentar é a seqüência de organismos que, dentro de um ecossistema, servem de alimento um ao outro.

Veja, no esquema abaixo, um exemplo de cadeia alimentar na lagoa:

 

Cadeia Alimentar
As setas indicam o sentido do fluxo de alimento na cadeia alimentar. Figura fora de escala (tamanhos e proporções)

Na cadeia alimentar, há passagem de alimento - e, portanto, de energia - de um organismo para outro.

A energia do Sol, captada pelas plantas na fotossíntese, é armazenada nas substâncias que elas produzem, como a glicose.

Uma parcela dessas substâncias acaba fazendo parte do corpo das próprias plantas (raízes, caules, folhas, frutos), que servem de alimento para os herbívoros.

Em seguida, esse alimento - e a energia que ele contém - é transferido para os demais elos da cadeia, até chegar às aves da margem.

Assim, a cadeia alimentar do esquema acima será composta de:

plantas do fundo Cadeia Alimentar caramujos Cadeia Alimentar lambaris Cadeia Alimentar peixes maiores Cadeia Alimentar aves da margem 

Fonte: www.editorasaraiva.com.br

Cadeia Alimentar

Cadeias e Teias Alimentares

Pode-se estudar uma comunidade, as relações entre seres vivos de várias espécies diferentes, agrupando-os em níveis de alimentação: os níveis tróficos (de trofi, nutrição em grego). O primeiro nível sempre será ocupado pelos produtores porque não há cadeia alimentar sem alimentos, o segundo nível será ocupado pelos consumidores primários, herbívoros, o terceiro pelos consumidores secundários, carnívoros, e assim sucessivamente.

Os decompositores (fungos e bactérias) ocupam o último nível de transferência de energia entre organismos de um ecossistema. Formam um grupo especial, nutrindo-se de elementos mortos provenientes de diferentes níveis tróficos, degradando tanto produtores como consumidores; seu nível trófico será o seguinte ao nível dos organismos que decompõem. Não devemos confundir o nível trófico, que é a posição da espécie na cadeia, com o seu nicho ecológico, que é a sua função ou "profissão".

Além dos organismos que fazem parte de um determinado nível trófico, existem outros com hábitos alimentares menos especializados, que podem ocupar mais de um nível trófico. É o caso dos animais onívoros (omnis = "tudo"), que se alimentam tanto de plantas como de herbívoros ou de carnívoros. O homem, por exemplo, é um animal onívoro.

O estudo das interações tróficas é essencial para o entendimento do que se passa dentro de um ecossistema. Este tipo de estudo demonstra de modo inequívoco o grau de inter-relações existente entre os organismos e aponta os principais elementos na manutenção da estrutura do ecossistema.

Uma das formas mais tradicionais de se estudar a ecologia trófica está na identificação das rotas alimentares dentro dos ecossistemas.

1) cadeias alimentares
2)
teias tróficas
3)
pirâmides energéticas
4)
matrizes tróficas.

Uma cadeia alimentar é uma seqüência linear de seres vivos, uns servindo de alimento a outros, e também é uma simplificação do que acontece nos ecossistemas e, portanto, artificial. Em uma cadeia alimentar cada ser vivo é alimento para o seguinte, como as plantas para o coelho e o coelho para a raposa.

 Alface (P) - Coelho (C1) - Raposa (C2)

Uma cadeia alimentar completa apresenta três categorias de organismos, que constituem seus níveis tróficos: o nível dos produtores (alface), os níveis dos consumidores (coelho e raposa) e o nível dos decompositores (fungos e bactérias). As cadeias, insisto, são lineares, uma espécie por nível, e têm apenas três ou quatro elos, porque a energia presente nas moléculas orgânicas é transformada em energia cinética e calor, liberado para o meio físico e não reutilizado, o que reduz o teor energético a cada nível trófico.

 energia química Cadeia Alimentar (pela respiração) Cadeia Alimentar energia cinética Cadeia Alimentar (pelas atividades do organismo) Cadeia Alimentarcalor Cadeia Alimentar liberado para o meio físico Cadeia Alimentar não será reutilizado

Uma teia alimentar pode incluir seres vivos de diversos ecossistemas, é complexa e expressa o que realmente ocorre. Na teia alimentar alguns animais e plantas vivem na água e outros na terra.

A origem (produtores) da cadeia alimentar são as plantas aquáticas e plâncton, comidos por herbívoros (comedores de plantas).

Os herbívoros são comidos por carnívoros (comedores de carne), como peixes e mamíferos. Temos várias espécies por nível. Uma mudança no número de espécies em um dos elos afeta toda a teia.

O termo cadeia alimentar refere-se à seqüência em que se alimentam os seresde uma comunidade.

Autotróficos x Heterotróficos

Seres que transformam substâncias minerais ou inorgânicas como água, CO2,Nh2em moléculas orgânicas são denominados autotróficos e são responsáveis pela produção de toda a matéria orgânica consumida pelos seres heterotróficos.

Produtores x Consumidores

Dentro de uma cadeia alimentar os seres autotróficos são denominadosprodutores e os seres heterotróficos consumidores.

Dentre os heterotróficos podemos ainda distinguir os consumidores primários (herbívoros), secundários,terciários e quaternários (carnívoros), dependendo do nível trófico.

Fonte: www.marcobueno.net

Cadeia Alimentar

Todo ser vivo precisa de alimento para existir. A maior parte das plantas produz seu próprio alimento, pelo processo de fotossíntese: com a energia do sol, convertem a água, o gás carbônico e os minerais em matéria orgânica de sustentação da vida. Os vegetais, como produtores de alimento, ocupam o nível mais baixo da cadeia alimentar, o sistema no qual cada organismo de uma comunidade ecológica se alimenta do que está abaixo dele. Os animais que comem plantas ou outros animais, são chamados de consumidores e formam os elos superiores da cadeia. No alto da estrutura alimentar, estão os últimos consumidores, que são animais sem predadores naturais, como a águia.

Considerando-se que a maior parte dos animais consomem vários alimentos, com freqüência cada cadeia alimentar se sobrepõe e se entrelaça com diversas outras, como parte do ciclo global de crescimento e decadência que caracteriza a vida na terra. Quando morre uma criatura superior da cadeia, as bactérias a decompõe em substâncias orgânicas e inorgânicas simples, utilizadas pelas plantas para produzir alimento. Da mesma forma, quando uma planta morre, também é decomposta e alimenta uma nova geração vegetal.

Acumulação Biológica

Quando os pesticidas passaram a ser largamente usados, nos anos 50, não se conheciam ainda seus efeitos químicos a longo prazo. No mundo inteiro, inúmeras aves aquáticas que se alimentavam de peixes em pântanos e lagos tratados com pesticidas para controlar os mosquitos começaram a morrer. As autópsias registraram uma concentração de pesticida nas aves mortas muitas vezes superior à que existia na água. Ao examinar a cadeia alimentar destas aves, descobriu-se por que os venenos atingiram níveis tão elevados.

As substâncias químicas tóxicas introduzidas na água são absorvidas pelo fitoplâncton e assim passadas para os peixes e outras criaturas que dele se alimentam. A cada elo da cadeia alimentar, as substâncias químicas vão ficando mais concentradas; no topo da cadeia, a quantidade de veneno pode ser suficiente para matar ou no mínimo prejudicar a capacidade de reprodução.

Fonte: www.bidvb.com

Cadeia Alimentar

Uma cadeia alimentar define a seqüência de seres vivos que se alimentam uns dos outros buscando a energia, direcionando, assim, o fluxo de matéria e o próprio fluxo da energia dentro do ecossistema.

Uma cadeia alimentar tem elementos básicos como:

Produtores - São sempre autótrofos, produzem alimento que será usado na cadeia e estão obrigatoriamente no início de qualquer cadeia alimentar. A energia trasnsformada a partir da luz solar e do gás carbônico será repassada a todos os outros componentes restantes da cadeia ecológica. Os principais produtores conhecidos são as plantas e algas microscópicas (fitoplancton).
Consumidores -
São os organismos que necessitam de se alimentar de outros organismos para obter a energia que eles não podem produzir para si próprios. Vão se alimentar dos autótrofos e de outros heterótrofos podendo ser consumidores primários, consumidores secundários, consumidores terciários e assim por diante. É bom lembrar que sempre que há a alimentação, nem toda a energia obtida será integralmente usada, isto é, parte dessa energia não será absorvida e será eliminada com as fezes outra parte será perdida em forma de calor. Assim, grande parte da energia será perdida no decorrer de uma cadeia alimentar diminuindo sempre a cada nível. Podemos então dizer que o fluxo de energia num ecossistema é unidirecional começando e sempre com a luz solar incidindo sobre os produtores e diminuindo a cada nível alimentar dos consumidores.
Decompositores -
São organismos que atuam exatamente em papel contrário ao dos produtores. Eles transformam matéria orgânica em matéria e inorgânica reduzindo compostos complexos em moléculas simples, fazendo com que estes compostos retornem ao solo para serem utilizados novamente por outro produtor, gerando uma nova cadeia alimentar. Os decompositores mais importantes são bactérias e fungos. Por se alimentarem de matéria em decomposição são considerados saprófitos ou sapróvoros.

O conjunto de uma série ecossistemas é chamado de teia alimenta, neste caso várias teias se entrelaçam fazendo com que as relações ecológicas sejam múltiplas e o alimento disponível possa ser utilizado por vários indivíduos e realmente compondo um ecossistema.

Importante:

A energia é unidirecional

A matéria é cíclica

Habitat - o denomina-se a habitat o "endereço ecológico de um indivíduo", ou seja, local onde esse indivíduo pode ser encontrado em um ecossistema.

Nicho ecológico – o nicho ecológico corresponde ao papel e o organismo desenvolve dentro de um ecossistema sendo comparado a um "emprego".

Quando dizemos o jacaré é um animal do pantanal, falamos do seu habitat, porém quando dizemos que um jacaré é um grande predador do pantanal, estamos nos referindo ao nicho ecológico.

Fonte: www.hostplan.com.br

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