O sol é responsável pela existência da vida na terra porque as suas radiações aquecem o solo, a água e o ar criando condições favoráveis a vida.
A luz solar também é captada pelas algas e plantas que a utilizam na fotossíntese, assim abastecendo de energia todos os ecossistemas terrestres.
As plantas e algas convertem a energia luminosa em energia química que fica armazenada nas moléculas orgânicas.
Os consumidores primários ao comerem seres fotossintetizantes aproveitam a energia contida nas moléculas orgânicas.
Os consumidores secundários que comem os primários recebem das moléculas ingeridas toda a energia, tornando a transferência de energia na cadeia alimentar unidirecional e acíclica.
Parte da energia recebida por cada nível trófico é usada no metabolismo; mas uma grande parte é inaproveitada porque é eliminada na matéria orgânica que forma as fezes ou naquela que não é facilmente digerida, como a celulose.
Estudando fluxos de energia é importante perceber que necessariamente toda a energia de todos os seres vivos é primordialmente vinda do sol, sendo este então o grande responsável pela existência de vida na terra.

A transferência de energia ao longo das cadeias alimentares é unidirecional. A cada nível trófico, parte da energia que ingressou na cadeia alimentar é dissipada nas atividades vitais.
Pirâmides são formas de demonstrar através de gráficos a hierarquia de cadeias.
Corresponde a matéria orgânica de cada nível trófico (sua pirâmide é igual a de energia já que a energia está na biomassa, assim quanto maior a biomassa, maior a energia).
Corresponde a energia contida na biomassa de cada nível trófico, assim cada parte da pirâmide terá indicada a energia de um nível trófico.
A largura dos níveis representam o número de representantes de cada espécie naquela cadeia alimentar; é a mais variada, veja nos exemplos abaixo:

Pirâmides de números. (A) A forma típica de pirâmide, com base larga e ápice estreito, surge quando os produtores da cadeia alimentar são plantas pequenas (capim, por exemplo) e os herbívoros e predadores são relativamente grandes. (B) Em uma cadeia alimentar em que os produtores são grandes (uma árvore, por exemplo) e os herbívoros são relativamente pequenos (lagartas, por exemplo), a pirâmide pode assumir outra forma.
É toda a energia que os produtores armazenam a partir da fotossíntese(PPB) menos o que eles gastam na respiração (R), assim a PPL é o que o consumidor primário vai ter disponível do produtor.
PL = PPB - R
produtividade primária bruta

(A) A produtividade primária líquida é relativamente maior nos ecossistemas marinhos que nos terrestres. Isso porque os produtores do fitoplâncton (B) têm crescimento rápido e acumulam pouca matéria orgânica em seus corpos. O inverso ocorre em uma floresta (C), em que as árvores crescem lentamente e acumulam muita matéria em seus troncos.
É a energia que o consumidor primário conseguiu retirar dos produtores (PPL) menos o que ele gastou no metabolismo (M): sendo assim o que estará disponível para os consumidores secundários.
PSL = PPL – M

1 BEZERRO |
300 COELHOS |
|
| 500 kg |
Peso Corporal |
500 kg |
| 8,3 kg |
Consumo diário de feno |
33,3 kg |
| 120 dias |
Duração do feno |
30 dias |
| 0,9 kg |
Ganho de peso por dia |
3,6 kg |
| 109 kg |
Ganho de peso com A? 1 t de feno |
109 kg |
| 20.000 kcal |
Perda diária de calor |
80.000 kcal |
Fonte: www.rainhadapaz.g12.br