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Cafeína

A cafeína é um composto químico de fórmula C8H10N4O2 — classificado como alcalóide do grupo das xantinas e designado quimicamente como 1,3,7-trimetilxantina. É encontrado em certas plantas e usado para o consumo em bebidas, na forma de infusão, como estimulante.

A cafeína apresenta-se sob a forma de um pó branco ou pequenas agulhas, que derretem a 238°C e sublimam a 178°C, em condições normais de temperatura e pressão. É extremamente solúvel em água quente, não tem cheiro e apresenta sabor amargo.

Entre o grupo das xantinas (que incluem a teofilina e a teobromina) a cafeína é a que mais atua sobre o sistema nervoso central. Atua ainda sobre o metabolismo basal e aumenta a produção de suco gástrico.

Doses terapêuticas de cafeína estimulam o coração aumentando a sua capacidade de trabalho, produzindo também dilatação dos vasos periféricos.

Cafeína

A cafeína, ou 1,3,7-trimetilxantina, pertence ao grupo das metilxantinas, substâncias estimulantes do sistema nervoso central. As principais metilxantinas são a cafeína, a teobromina e a teofilina, que atravessam as barreiras hematoencefálica (sistema nervoso central) e placentária. A cafeína está presente em bebidas como chá (principalmente chá-preto e chá-mate), café, refrigerantes à base de cola, ervas e alimentos como cacau e chocolate, é considerada uma substância extremamente estimulante, sendo aquela de maior consumo em todo o mundo.

A cafeína produz estados de excitação e alerta, aumentando a performance mental e motora, a estimulação cardíaca e a pressão arterial, promovendo redução do sono e da fadiga (cansaço). No entanto, esta substância pode causar dependência física e psicológica, onde o consumo excessivo (tóxico) de cafeína produz um conjunto de sintomas conhecidos pelo nome de cafeinismo, caracterizado por ansiedade, irritabilidade, insônia, cólicas abdominais, arritmia (alteração no ritmo dos batimentos cardíacos em relação à freqüência ou intensidade), convulsões, depressão e aumento nos níveis de vários hormônios relacionados ao estresse (cortisol, por exemplo). O consumo crônico de cafeína leva à adaptação celular com tolerância aos efeitos da substância e, a retirada brusca da cafeína, pode provocar letargia, irritabilidade e cefaléias (dores de cabeça) em um indivíduo que consuma mais de 6 xícaras de café por dia. A indicação terapêutica da cafeína tem sido como estimulante de padrões respiratórios deprimidos ou cefaléias (dores de cabeça).

Uma xícara média de café contém, em média, cem miligramas de cafeína. Já numa xícara de chá ou um copo de alguns refrigerantes encontram-se quarenta miligramas da substância. Sua rápida ação estimulante faz dela poderoso antídoto à depressão respiratória em conseqüência de intoxicação por drogas como morfina e barbitúricos. A ingestão excessiva pode provocar, em algumas pessoas, efeitos negativos como irritabilidade, ansiedade, agitação, dor de cabeça e insônia. Os portadores de arritmia cardíaca devem evitar até mesmo dosagens moderadas, ainda que eventuais, da substância. Altas doses de cafeína excitam demasiadamente o sistema nervoso central, inclusive os reflexos medulares, podendo ser letal. Estudos demonstraram que a dose letal para o homem é, em média, de 10 gramas.

As principais plantas que contêm o princípio ativo cafeína são:

Chá Mate: folhas e talos da Ilex paraguariensis.

Café: sementes da Coffea arabica.

Cacau: frutos da Theobroma cacao.

Guaraná: frutos da Paullinia cupana.

Cola: Cola acuminata.

A cafeína na Alimentação

A cafeína pertence ao grupo de compostos químicos chamados metil-xantinas, presentes em uma grande quantidade de alimentos (cerca de 60 espécies de plantas no mundo contêm esses compostos) como café, guaraná, cola, cacau ou chocolate, chás e também nos remédios do tipo analgésico, medicamentos contra a gripe e inibidores de apetite. As xantinas são substâncias capazes de estimular o sistema nervoso, produzindo um estado de alerta de curta duração. É também a cafeína que confere as propriedades características ao café.

A absorção da cafeína no organismo é muito rápida, assim como a sua distribuição, passando rapidamente para o sistema nervoso central. Existe a chamada “sensibilidade à cafeína”, a qual se refere à quantidade necessária dessa substância para produzir os efeitos secundários negativos, tais como perda de sono e aumento da freqüência cardíaca.

A cafeína não representa nenhum valor nutricional para o organismo humano, se restringindo apenas ao seu efeito “excitante”. Todo a ação da cafeína no corpo depende da forma de preparo do produto, da quantidade utilizada e das condições do organismo que a consome, podendo o efeito variar de indivíduo para indivíduo.

O corpo humano não necessita de cafeína, embora o seu consumo moderado não esteja associado a nenhum risco à saúde, exceto em algumas situações especiais. Mulheres grávidas, pessoas com problemas cardíacos ou portadores de úlceras estomacais devem reduzir o consumo ou mesmo suprimi-lo. Para crianças, é necessário controlar o consumo, pois quando consumida em excesso, a substância pode levar à redução do apetite. Crianças hiperativas devem evitar a cafeína.

Um benefício atribuído ao consumo da cafeína está relacionado à sua capacidade de estimular a lipólise (quebra das moléculas de gordura no organismo), o que, teoricamente, favoreceria o emagrecimento. Porém, essa ação ocorre a um custo elevado para o organismo, com mobilização dos depósitos de gordura fazendo aumentar os níveis da mesma no sangue. Com isso, pode haver elevação do colesterol sanguíneo e, conseqüentemente, aumento do risco de infarto.

A mobilização dos depósitos de gordura pode ser útil para atletas em treinamento intenso, fazendo com que o organismo utilize a gordura como fonte de energia no lugar do glicogênio muscular; com isso, o corpo fica mais resistente à fadiga. Mas, mesmo para esse efeito, as quantidades devem ser controladas devido aos efeitos colaterais.

A cafeína é também diurética, ou seja, aumenta a excreção urinária fazendo com que o organismo perca mais água. Não havendo reposição em quantidade suficiente da água excretada, inicia-se um processo de desidratação, o que pode trazer graves conseqüências ao organismo.

Uma conseqüência negativa do consumo excessivo de produtos à base de cafeína diz respeito à interação dessa substância com a absorção de importantes nutrientes, principalmente o ferro. Estudos mostram que 1 xícara de café (100 ml) é capaz de reduzir a absorção (ou aproveitamento pelo organismo) do ferro em 30%. Assim sendo, o consumo de produtos que contenham cafeína, como o guaraná em pó ou o café, quando utilizados, devem ser ingeridos em horários diferenciados dos horários das principais refeições.

Outras conseqüências negativas do consumo dessa substância são o aumento da freqüência cardíaca (taquicardia) e o estímulo da secreção do ácido clorídrico no estômago (o que aumenta o risco de úlceras). Esses efeitos estão associados a um consumo elevado (acima de 250 mg de cafeína ao dia), mas também pode variar de acordo com a sensibilidade de cada indivíduo.

Novos estudos têm associado a cafeína ao tratamento de algumas doenças, mostrando já haver algum efeito positivo na prevenção do Mal de Parkinson. Também tem sido útil no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção. Outros estudos mostram haver efeito positivo da cafeína na prevenção de câncer de pulmão entre os fumantes.

O consumo frequente pode provocar dependência moderada e a interrupção brusca no consumo dessa substância pode causar dores de cabeça, sonolência, irritabilidade, náuseas e vômitos.

É uma substância incluída nos regulamentos de dopping de todas as federações esportivas (doses de 12 mcg/ml já podem ser consideradas dopping, o que pode se obtém com um consumo moderado de café).

O Conselho da Associação Médica dos EUA em Assuntos Científicos (American Medical Association on Scientific Affairs) recomenda consumo moderado de cafeína (até 250 mg de cafeína ao dia).

Segue abaixo tabela com quantidades de cafeína em alguns produtos conhecidos.Quantidade média de cafeína para 2 xícaras de bebida preparada:

Café expresso
250 a 330 mg

Café descafeinado
1 a 5 mg

Café tradicional
40 a 180 mg

Café solúvel
30 a 120 mg

Chá preparado
20 a 110 mg

Chá instantâneo
25 a 50 mg

Chocolate
2 a 20 mg

Coca-cola
45 mg

Diet Coke
45 mg

Pepsi-cola
40mg

Refrigerantes diversos
2 a 20 mg

Referências Bibliográficas

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cafe%C3%ADna
http://br.geocities.com/rosanacamargo2001/cafeinanaalimetacao.html
http://dev.geraluz.com/pop_windows/pop_up_frame.asp?cat=CC&id=507&folder=Definitions

Fonte: www.saudeja.com.br

Cafeína

A cafeína é uma droga socialmente aceita e amplamente consumida mundialmente. Pertence a um grupo de compostos lipídicos solúveis denominados de purinas, quimicamente conhecida como 1,3,7,-trimetilxantina (C8H10N4O2). É considerada, juntamente com as anfetaminas e a cocaína, uma droga estimulante psicomotora, possuindo um efeito acentuado sobre a função mental e comportamental que produz excitação e euforia, redução da sensação de fadiga e aumento da atividade motora. Encontrada naturalmente em grãos de café, em chás, chocolates, grãos de cacau, e nozes da planta cola que está presente em refrigerantes a base de cola. Cerca de 95% da cafeína ingerida é metabolisada pelo fígado, e só cerca de 3% a 5% é recuperada na sua forma original na urina.

Aproximadamente 63 espécies de plantas contém cafeína em suas folhas, sementes, ou frutos, sendo que o Brasil parece ser o segundo maior consumidor de bebidas contendo cafeína, mais precisamente fornecida pelo café, perdendo apenas para os EUA. Nos EUA 75% da cafeína ingerida é proveniente do consumo do café, 15% do consumo de chás e o restante proveniente de refrigerantes, chocolates e outros. A concentração de cafeína presente em bebidas depende muito da origem da planta de café e do processamento dos grãos, assim como, da concentração da preparação. Geralmente, o café instantâneo ou solúvel contém menos cafeína que o café torrado e moído, se for ingerido o mesmo volume.

Cafeína

Para se ter uma idéia, em uma xícara(150 ml) de infusão de café pode conter em média 60 a 150 mg de cafeína, já de café instantâneo 100 mg. Uma xícara de chá pode conter em média 20 a 50 mg de cafeína, e 360ml de refrigerante a base de cola por volta de 50 mg. Em 2,5 xícaras de café expresso (100ml) contém por volta de 250 a 400mg de cafeína, sendo que, a ingestão média de cafeína pode variar entre 100 a 300 mg/dia.

A cafeína, até pouco tempo atrás, era considerada doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), se fosse encontrada uma concentração maior do que 12mg/ml na urina do atleta. Esse valore pode ser alcançados com a ingestão de 4 a 7 xícaras de café (600 a 800 mg) consumidos num período de 30 minutos. Ainda, indivíduos os quais degradam a cafeína lentamente ou excretam grandes quantidades de cafeína não metabolisada na urina, tinham elevado risco de atingir os valores considerados doping. Além disso, a ingestão de tabletes de cafeína, que parecem aumentar a absorção da droga quando comparados à ingestão no próprio café, ou o uso de supositórios de cafeína ou de injeções, atingiam facilmente os valores considerados doping.

As metilxantinas têm duas ações celulares bem caracterizadas que são a grande habilidade em inibir as fosforilases do ciclo dos nucleotídios, aumentando desse modo o AMPc intracelular; e antagonizar a ação de receptores mediados pela adenosina. As propriedades farmacológicas dessas metilxantinas são: relaxamento da musculatura lisa (notadamente dos brônquios); estimulam o sistema nervoso central e o músculo cardíaco; e atuam como um diurético aumentando a produção de urina. Essa última parece ser devido ao aumento da filtração glomerular e do fluxo renal, especialmente na medula, no entanto, os mecanismos envolvidos permanecem ainda controversos.

Dentre as metilxantinas a absorção de cafeína pelo trato gastrointestinal é mais rápida e tem seu pico plasmático atingido dentro de uma hora. No entanto, o clearance renal é muito rápido, e sua meia vida plasmática está por volta de 3 a 7 horas, sendo prolongada em duas vezes em mulheres que se encontram nos últimos estágios de gravidez, ou com o uso prolongado de anticoncepcionais esteroidais. As metilxantinas estão distribuídas em todos os tecidos corporais em volumes similares (0,4-0,6 l/kg), atravessam facilmente a placenta e se difundem, também, para o leite materno. O primeiro passo do metabolismo da cafeína acontece no fígado por um processo conhecido como desmetilação e oxidação na posição 8, portanto envolve o citocromo P450.

Seus efeitos ergogênicos sobre a performance aparecem em doses da ordem de 3 a 5mg/kg, 1 hora antes do exercício, e foram observados, notadamente, em exercícios de endurance (longa duração), força e potência. Esses efeitos se embasam na capacidade que a cafeína tem em facilitar a liberação de epinefrina, estimular a vasodilatação, a lipólise, a glicogenólise, e funciona como um broncodilatador. O aumento da lipólise pode resultar em "glicogen sparing", ou seja, um efeito poupador do glicogênio levando o atleta a resistir maior tempo ao exercício prolongado. Como inibidor da enzima fosfodiesterase, a cafeína pode pontecializar a ação do AMPc, elemento importante para conversão das fosforilases e da lipase hormônio sensível em suas formas ativas. Facilita a mobilização do cálcio do retículo sarcoplasmático e aumenta a sensibilidade das miofibrilas e das subunidades da troponina C a esse íon. Atua como antagonista competitivo dos receptores para adenosina, um depressor do SNC. Pesquisas recentes tem se voltado para seus efeitos no SNC e sobre o desenvolvimento da força muscular como mecanismos ergogênicos promissores.

Um estudo realizado com corredores de endurance que consumiram aproximadamente 10 mg de cafeína por kg de peso corporal mostrou aumento significante de 1,9% no tempo de esforço até a exaustão, demonstrando que grande dose de cafeína aumenta a performance de endurance. Outros mostram, ainda, que não existe uma relação direta dose-resposta sobre a performance de endurance, não havendo nenhum benefício quando ciclistas ingeriram doses de cafeína acima de 5mg/kg do seu peso corporal, e que nenhum dos sujeitos do estudo ultrapassou o limite urinário que era estipulado pelo COI. A cafeína parece ter, ainda, um efeito benéfico sobre a performance durante eventos de curta duração (até 25 minutos). No entanto, a performance em tais eventos não parece ser limitada pelo esgotamento do glicogênio, mas possivelmente por outros fatores, incluindo a estimulação neural e muscular.

Existem inúmeras controvérsias sobre o consumo de cafeína e problemas relacionados à saúde, porém, alguns pequenos problemas são relatados quanto ao excesso do consumo dessa droga como: agitação, ansiedade, irritabilidade, tremor das mãos, insônia, dor de cabeça, irritação gástrica, aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial. Alguns estudos isolados sugeriram que o consumo de cafeína aumentava o risco de câncer, doença cardíaca coronariana, câncer de mama, osteoporose, e outras. Pesquisas mais recentes descartam essas possibilidades visto que o consumo moderado (média de 200 mg/dia), ou seja, 2 a 3 xícaras de café, não irá colocar a maioria dos indivíduos saudáveis sobre risco de saúde. Quanto aos efeitos do consumo excessivo de cafeína, geralmente não ocorre risco significante à saúde ou lesão permanente, porém, a overdose pode ocorrer, sendo que a LD-50 (dose oral letal necessária para matar 50% da população) para cafeína está estimada em 10g (150-170mg/kg de peso corporal), quando se alcançam valores plasmáticos acima de 30mg/ml.

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Reinaldo A. Bassit

Fonte: www.totalnutrition.com.br

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