Nome Científico: Anacardium occidentale L.
Família: Anacardiaceae


Cajueiro, acajaíba, acaju, acajuíba, caju-manso, caju-banana, caju-manteiga, caju-da-praia, caju-de-casa
Altura de 5-10m, com tronco tortuoso de 25-40cm de diâmetro; em solos argilosos de boa fertilidade pode atingir até 20m de altura.
Folhas glabras, de cor rósea quando jovens, de 8-14cm de comprimento por 6-8cm de largura.
O pedúnculo super desenvolvido e suculento é geralmente confundido com o fruto, quando na verdade a castanha afixada àquele, é o verdadeiro fruto.
Campos e dunas da costa norte do país, principalmente nos estados do Piauí e Maranhão.
Madeira leve (densidade 0,42 g/cm3), forte de de longa durabilidade.
Floresce a partir do mês de junho, prolongando-se até novembro.
Os frutos amadurecem nos meses de setembro até janeiro.
A madeira é apropriada para construção civil, serviços de torno, capintaria e marcenaria, confecção de cabos de ferramentas agrícolas, cepas de tamanco e caixotaria.
A árvore é muito cultivada em quase todo o país e no exterior para a obtenção de seu pseudofruto (caju) e de sua castanha; os frutos são muito consumidos em todo país, e a castanha é bastante popular e exportada para quase todo o mundo.
Os frutos ou pedúnculos pedem ser consumidos in natura, na forma de suco e de doces caseiros.
O suco de seu fruto é industrializado e altamente apreciado em todo o país. A casca da castanha fornece um óleo industrial.
É planta indispensável nos pomares caseiros da costa litorânea. As flores são melíferas.
Fonte: www.clubedasemente.org.br

O cajú, fruto do cajueiro, tem duas partes: o fruto propriamente dito, que é a castanha, e o pseudofruto, chamado cientificamente pedúnculo floral, que é a parte comumente vendida como a fruta.
São conhecidas cerca de vinte variedades de cajú, classificadas segundo a consistência da polpa, o formato, o paladar e a cor da fruta (amarela, vermelha ou roxo-amarelada, dependendo da variedade).
Quando ainda verde, o cajú é chamado de maturi e é muito usado na cozinha do Nordeste no preparo de picadinhos e refogados.
É muito rico em vitamina C e contém ainda, em quantidades menores, vitaminas A e do complexo B.
Além de ser consumido ao natural, o cajú pode ser preparado em forma de suco simples (cajuada) ou de sorvetes, doces em calda ou pasta, licores, vinhos, xaropes e vinagres. Combinado com cachaça ou gim, vira o conhecido "cajú-amigo",servido como aperitivo.
Depois de extraído o suco, sobra o bagaço do cajú, muito rico em celulose, que pode ser usado na cozinha como nas famosas "frigideiras" nordestinas - uma variação de fritada.
O cajú bom para o consumo deve estar bem fresco. A casca deve ter cor firme (segundo a variedade), sem manchas ou machucados.
Como é uma fruta muito fácil de estragar, deve ser consumido no mesmo dia da compra. Se estiver bem firme, pode ficar guardado na geladeira por dois dias, no máximo.
Para que o doce de cajú fique bem clarinho, use panela de ágata
Para extrair todo o suco do cajú, depois de ter espremido a fruta, passe o bagaço por uma peneira
Em Pirangí, no Rio Grande do Norte, está o maior cajueiro do mundo. Ele ocupa uma área de 7.300 m² e tem cerca de 90 anos.
No Estado do Ceará, chamam-se "chuvas de maturi" as chuvas que caem na época da florescência do cajú (agosto e setembro).
Fonte: www.geocities.com