Nome científico: Crescentia cujete (sinonímia: Crescentia acuminata, C. angustifolia, C. arbórea, C. cujete var. puberula, C. cuneifólia, C. fasciculata, C. plectantha, C. spathulata).
Família: Bignoniáceas
Nome comum: cuité, coité, cabaceira, cuieira, “calabash” (inglês)
Origem: América Tropical e Antilhas.
Descrição e característica da planta
Árvore perene de porte médio de até 12 metros de altura com ramos longos, pendentes e cobertos por folhas em toda a sua extensão.
As folhas são simples, inteiras, alongadas, de diversos tamanhos, cor verde-escura e brilhante.
Não forma uma copa frondosa. As flores são relativamente grandes, hermafroditas (têm os dois sexos na mesma flor), formadas ao longo do tronco e ramos de cor branco-amarelada.
Os frutos são ovóides ou arredondados, cor verde-clara, com 15 a 30 centímetros de diâmetro.
As cascas dos frutos tornam-se marrom-negros quando maduros e bem duros.
A polpa é amarelada e contém muitas sementes.
A planta se desenvolve e frutifica bem em condições de temperatura quente a amena, não tolera regiões frias sujeitas a geada.
A propagação é feita principalmente por sementes e pode ser feita também por enraizamento de estacas.

Produção e produtividade
A planta tem um lento crescimento, mas após alguns anos produz vários frutos grandes arredondados que despertam curiosidades.
Utilidade
A planta é adequada para plantio em parques e jardins, pelo exotismo de seus frutos gigantes, semelhantes à melancia, no tronco e nos ramos.
As sementes podem ser consumidas, se cozidas ou torradas.
A polpa pode ser usada no preparo de xarope.
Os frutos, depois da retirada da polpa e secos, podem ser usados como recipientes domésticos, chocalhos, cuias, pratos e colheres rústicos.
Fonte: globoruraltv.globo.com
Árvore brasileira também conhecida como calabaça ou árvore da cuia. Seu fruto, depois de lavado e seco, é utilizado como caixa de ressonância em berimbaus (instrumento musical afro - brasileiro).
Não é usado como recipiente para água e alimentos porque pode ser tóxico, ao contrário da porongo que é comestível.
Presente no cerrado no centro-oeste, sudeste, norte e nordeste do Brasil, seu nome científico é Crescentia cujete L.; Bignoniaceae.
As sementes de elevado conteúdo proteico podem ser consumidas depois de cozidas.
Fonte: pt.wikipedia.org