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Calabura

 

Nome científico: Muntingia calabura

Família: Tiliáceas

Nome comum: calabura, cereja-da-jamaica

Origem: América Central

Calabura
Calabura

Descrição e característica da planta

A calabura é um árvore perene, de rápido crescimento, ótima para arborização de locais para recompor vegetação e atrair animais, pássaros e morcegos frugívoros. Nas Filipinas, ela é conhecida como cerejitas, muito apreciadas e considerada árvore nacional.

A planta pode chegar a 8 metros de altura e fornece boa sombra. As folhas são grandes, alongadas, bordas serrilhadas e se mantêm verdes durante o ano todo.

As flores brancas contêm 5 pétalas e são hermafroditas (têm os dois sexos na mesma flor). Os frutos são arredondados, verdes durante todo o seu desenvolvimento, passam para cor rosada e finalmente vermelha, quando maduros.

Cada fruto contém grande quantidade de sementes, bem pequenas, e pode chegar a 4.000.

As condições climáticas favoráveis ao bom desenvolvimento e frutificação são: temperatura amena a quente, solos bem drenados, férteis e ricos em matéria orgânica. A propagação é feita através de sementes.

Produção e produtividade

A planta é de rápido crescimento, pode atingir 4 metros de altura em 6 meses, o florescimento e a frutificação podem ocorrer 4 meses após o plantio no campo. Normalmente, produz frutos durante o ano todo.

Utilidade

Os frutos maduros são bem doces e comestíveis ao natural ou usados no preparo de sucos e geléias.

Muito apreciados por diversas espécies de aves, animais silvestres e morcegos frugívoros.

Como são muito nutritivos, eles podem ser usados na complementação alimentar de aves e peixes. As árvores podem ser usadas na arborização de parques, praças e principalmente na recomposição de matas em áreas degradadas.

Fonte: globoruraltv.globo.com

Calabura

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida Dicotiledónea

Ordem: Malvales

Nome científico: Muntingia calabura

Família botânica: Muntingiaceae

Origem: América Tropical

Nativas do sul do México, do Caribe, América Central, Ocidental e América do Sul, sul de PeruBolívia.

É conhecida pelos nomes Pau-seda, Cereja Jamaicana, Panamá bagas, Singapura cereja, Strawberry árvore.

Na Espanha: bolaina yamanaza, cacaniqua, capulín blanco, nigua, niguito, memizo ou memiso.

Nas Filipinas: Aratilis, aratiles, manzanitas.

Características

Frutos pequenos, vermelhos, redondos e muito doce, sendo ideal para pássaros e peixes.

Àrvore de pequeno porte e produção abundante, sendo seus frutos apreciados pelas crianças. Produz quase o ano todo. Produção na primvera e verão.

Origem e dispersão

Nativa do México à Colômbia. Foi introduzida no Brasil pelo Instituto Agronômico, há mais de 30 anos. Adaptou-se muito bem em São Paulo.

Clima e solo

Adapta-se em climas tropicais e subtropicais e prefere solos leves.

Propagação

Propagada por sementes, entra em produção aos 2 ou 3 anos.

Utilização

Os usos do fruto, além do consumo ao natural, podem ser para a confecção de geléia.

A planta, por crescer rapidamente, pode ser usada como ornamental, ou para quebra-vento.

Calabura
Calabura

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Fonte: www.vilamada.com.br/www.todafruta.com.br

Calabura

Calabura
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A calabura, pelo seu rápido crescimento e intensidade de frutificação, despertou grande interesse, ao setor de Manejo de Fauna e Áreas Silvestres, como uma espécie de enriquecimento da flora.

A calabura ou pau-seda, espécie originária das Antilhas e com frutos apreciados pelos pássaros e peixes, foi introduzida no Brasil pelo I.A.C. – Instituto Agronômico de Campinas, em 1962, a partir do Egito.

Sabe-se também que cada fruto, com 1,6 cm de diâmetro, pode conter, em média, 4.450 sementes e que um grama de sementes limpas e secas contém aproximadamente 44.500 unidades.

A calabura apresenta-se como uma ótima opção para os plantios de enriquecimento ou mistos com as essências florestais, visando a proteção à fauna.

Tanto a propagação por estaquia como por sementes são alternativas que permitem a produção de mudas e conseqüentemente plantio em maior escala.

As mudas produzidas, tanto por semeadura como por estacas, foram plantadas na Estação Experimental de Recursos Naturais Renováveis – Anhembi – SP., em consorciação com a peroba rosa (Aspidosperma polyneuron).

Essa experimentação tem como objetivo principal verificar o sombreamento das plantas de peroba rosa à diferentes níveis de sombreamento proporcionados pela calabura.

Dezoito meses após o plantio, pode-se verificar o excelente desenvolvimento tanto das mudas de calabura como da peroba.

Vale salientar que as plantas de peroba, circundadas por várias plantas de calabura, apresentam um maior crescimento em relação aos plantios homogêneos de peroba.

A presença de diferentes espécies de pássaros nutrindo-se dos frutos de calabura,nesta idade, reflete o potencial desta espécie nos programas de manejo de fauna e áreas silvestres.

A madeira apresenta baixa densidade, própria para a fabricação de pequenos tonéis ou caixotes, réguas, caixas e engradados de embalagens de frutos. Essas características credenciam a espécie para ser utilizada em futuros programas de reflorestamento (Corrêa, 1978 e Joly, 1998).

Fonte: www.tropicalflora.com.br

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