Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Calcitonina  Voltar

Calcitonina

 

 

O que é

O Calcitonina é um novo hormônio que exerce efeitos fracos sobre a calcemia, opostos aos paratireóideos, esse hormônio e denominado "calcitonina ".

Por reduzir a concentração sangüínea de íons cálcio, é secretado pela tireóide, é constituída pela uma cadeia de 32 aminoácidos.

O efeito imediato consiste em diminuir a atividade absortiva dos osteoclastos.

O segundo efeito da calcitonina, que é mais prolongado consiste em diminuir a formação de novos osteoclastos.

A calcitonina também exerce efeitos menores sobre o processamento do cálcio nos túbulos renais e no tubo intestinal.

Bem menos nos seres humanos, um aumento na concentração plasmática de cálcio de cerca de 10% determina elevação imediata de duas a seis vezes na velocidade de secreção da calcitonina, um mecanismo que funciona exatamente de forma oposta ao do sistema do hormônio paratireóideo.

Existem duas grandes diferenças entre os sistemas de feedback da calcitonina e do hormônio paratireóideo. Em primeiro lugar, o mecanismo da calcitonina opera mais rapidamente, atingindo a sua atividade máxima em menos de 1 hora, em contraste com o período de 3 a 4 horas necessário para que seja alcançada a atividade máxima após o início da secreção paratireóidea.

Quando a glândula tireóide é removida, e a calcitonina não é mais secretada.

Fonte: br.geocities.com

Calcitonina

PARATORMÔNIO E CALCITONINA

O paratormônio é produzido pelas glândulas paratireóides, localizadas posteriormente à glândula tireóide.

A calcitonina é produzida pelas células parafoliculares da tireóide (estas não fazem parte dos folículos tireoideanos).

Ambos os hormônios atuam no metabolismo do íon cálcio, sendo importantes no controle do normal nível plasmático deste íon.

Mais de 99% do cálcio presente em nosso corpo se encontra depositado em tecidos como ossos e dentes. Sendo assim, o cálcio na forma iônica dissolvida em nosso plasma corresponde a menos de 1% do total de cálcio que possuímos.

É muito importante que o nível de cálcio plasmático se mantenha dentro do normal, pois:

Em uma situação de hipercalcemia as membranas das células escitáveis se tornam menos permeáveis ao sódio, o que reduz a excitabilidade da mesma. Como consequência, ocorre uma hipotonia muscular esquelética generalizada. No músculo cardíaco ocorre um aumento da força contrátil durante a sístole ou mesmo uma parada cardíaca, devido à redução da excitabilidade das fibras de purkinje.

Em uma situação de hipocalcemia, ao contrário, as membranas celulares se tornam excessivamente permeáveis aos íons sódio. O aumento na permeabilidade ao sódio torna as membranas mais excitáveis. Os músculos esqueléticos se tornam mais hipertônicos, podendo ocorrer inclusive uma manifestação de tetania (hipocalcêmica). O músculo cardíaco se contrai com menos força.

Quando o nível plasmático de cálcio se torna abaixo do normal, as paratireóides aumentam a secreção de paratormônio. Este faz com que a calcemia aumente, retornando ao normal.

Quando o nível plasmático de cálcio se torna acima do normal, as células parafoliculares da tireóide aumentam a secreção de calcitonina. Esta faz com que a calcemia se reduza, retornando ao normal.

Desta forma estes 2 hormônios, juntos, controlam o nível plasmático de cálcio, mantendo-o dentro do normal e evitando, assim, uma hipercalcemia ou uma hipocalcemia.

O paratormônio é o mais importante hormônio responsável pelo controle do nível plasmático de cálcio em nosso organismo.

A calcitonina é produzida pela tireóide e possui efeito contrário ao do paratormônio, quer dizer, é hipocalcemiante, diminuindo o nível de cálcio plasmático quando necessário, pois age aumentando a deposição do cálcio nos ossos e dentes e aumenta a excreção renal (via principal de excreção de cálcio).

Vejamos alguns efeitos destes hormônios

NOS OSSOS:

No tecido ósseo existe uma constante atividade osteoblástica (síntese de matriz, com impregnação de íons cálcio e fosfato na mesma) e uma constante atividade osteoclástica (lise do tecido ósseo com mobilização de íons cálcio e fosfato do tecido ósseo para os líquidos corporais). A atividade osteoblástica é feita por células chamadas osteoblastos; a atividade osteoclástica, por sua vez, pelos osteoclastos.

Um aumento na secreção de paratormônio promove, nos ossos, um aumento da atividade osteoclástica, o que transfere íons cálcio e fosfato destes tecidos para o sangue. Além disso, o paratormônio aumenta também a atividade da membrana osteocítica que, por meio de transporte ativo, transfere grande quantidade de íons cálcio dos ossos para o sangue. Ambos os eventos promovem uma elevação da calcemia.

Um aumento na secreção de calcitonina promove, nos ossos, um aumento da atividade osteoblástica. Através desta, ocorre uma maior síntese de tecido ósseo (matriz protéica), o que atrai grande quantidade de íons cálcio e fosfato do sangue para este novo tecido. Na matriz, cálcio e fosfato combinam-se entre sí e com outros íons, formando os diversos sais ósseos, que são responsáveis pela rigidez do tecido ósseo.

Os mais importantes sais ósseos são: fosfato de cálcio, carbonato de cálcio e hidroxiapatita. O aumento da atividade osteoblástica, portanto, promove uma redução da calcemia, pois uma considerável quantidade de cálcio migra do sangue para os ossos.

NO SISTEMA DIGESTÓRIO:

Como diariamente todos temos uma pequena perda de cálcio através da diurese, é importante que também tenhamos, pelo menos, uma reposição desta perda através de nossa alimentação.

O cálcio, presente em diversos alimentos, é absorvido através da parede do intestino delgado (transporte ativo). Mas para que ocorra uma adequada absorção se faz necessário a presença de uma substância denominada 1,25-diidroxicolecalciferol.

Vejamos como se forma esta substância:

Na nossa pele existe, em abundância, um derivado do colesterol denominado 7-deidrocolesterol. Através da irradiação ultravioleta (pelos raios solares) grande parte desta substância é convertida em colecalciferol (vitamina D3). No fígado, o colecalciferol é convertido em 25-hidroxicolecalciferol. Este, nos rins, converte-se em 1,25-diidroxicolecalciferol (esta conversão também exige a presença de paratormônio).

Portanto, para que ocorra uma boa absorção de cálcio através de nosso sistema digestório, é necessário que:

O cálcio esteja presente no alimento.

Não haja falta de vitamina D3 em nosso organismo (para isso é necessária a exposição do corpo aos raios solares ou uma alimentação rica em fontes desta vitamina).

ANO SISTEMA URINÁRIO:

Nos túbulos contornados distais existe um mecanismo que reabsorve íons cálcio do lumen tubular para o interstício (e, consequentemente, para o sangue) ao mesmo tempo em que transporta íons fosfato em sentido contrário. Na presença de paratormônio este transporte aumenta, fazendo com que mais cálcio seja reabsorvido (reduzindo a perda urinária deste íon) ao mesmo tempo em que mais íons fosfato seja excretado (aumentando a perda urinária de fosfato). presença do hormônio paratormônio (para que ocorra a conversão de 25-hidroxicolecalciferol em 1,25-diidroxicolecalciferol).

Milton Carlos Malaghini

Fonte: www.geocities.com

Calcitonina

O que é

A calcitonina é uma hormona polipeptídica diretamente envolvida com a paratiroide na regulação da absorção óssea, na manutenção do balanço de cálcio e na homeostase. É usada na terapêutica para baixar a concentração plasmática de cálcio em alguns doentes com hipercalcemia vulgarmente associada a doença maligna. É eficaz na redução da hipercalcemia e na concentração de fosfatos em doentes com hiperparatiroidismo, hipercalcemia idiopática na criança, intoxicação por vitamina D e em metástases ósseas.

É eficaz ainda nas doenças em que se verifica um aumento da reabsorção e formação óssea, como na doença de Paget, nas fases evolutivas desta doença, que podem condicionar dores intensas, não atribuíveis a uma doença osteoarticular, mas associadas a valores elevados de fosfatases alcalinas no soro e a complicações neurológicas.

A calcitonina é sobretudo utilizada no tratamento da osteoporose; embora exerça efeito antiálgico e tenha eficácia nas fases de reabsorção óssea intensa, não existem até agora provas convincentes que justifiquem o seu uso a longo prazo, nas formas correntes de osteoporose. Usa-se na prevenção e tratamento da osteoporose pós-menopausa com suplementos de cálcio e de Vitamina D.

A calcitonina utilizada na terapêutica é de origem sintética; só tem atividade quando administrada por via parentérica ou nasal; corresponde à calcitonina humana ou de salmão, embora também tenha sido usada a porcina. Verificou-se contudo que tanto a calcitonina porcina como a de salmão podem produzir resistências, pela produção de anticorpos; situação mais frequente com a calcitonina porcina do que com a de salmão e pouco frequente com a calcitonina humana.

A capacidade terapêutica das calcitoninas, tendo como base um ensaio biológico, é vulgarmente apresentada em Unidades Internacionais. Os pesos aproximados de calcitonina pura equivalentes são para 100 UI: 1 mg de calcitonina humana, 1 mg de calcitonina porcina e 0,025 mg de calcitonina de salmão. A posologia da calcitonina humana é expressa em mg sendo a de salmão expressa em UI.

As perturbações da paratiróide e do metabolismo do cálcio que causam hipocalcemia são tratadas com gluconato de cálcio ou outro sal de cálcio por via IV seguido da administração oral de calciferol, por forma a conseguir a normocalcemia.

Fonte: www.infarmed.pt

Calcitonina

A Calcitonina é um hormônio polipeptídeo composto por 32 aminoácidos, cuja secreção é originária preponderantemente das células C ou parafoliculares tiroideanas. Do ponto de vista terapêutico, tem aplicações para o controle da hipercalcemia e também como agente anti-reabsortivo ósseo.

Do ponto de vista diagnóstico, a calcitonina representa um marcador tumoral para o diagnóstico e seguimento de pacientes portadores de carcinoma medular de tiróide.

A calcitonina é um hormônio proteíca composta por 32 aminoácidos. É produzida pelas células C da tireoide. Também contribui na regulação do nível sangüíneo de cálcio. A calcitonina é secretada nas células para-foliculares da tiróide e inibe a atividade dos osteoclastos. Tem uma ação contrária ao Hormona PTH (paratormônio).

Um aumento desta hormona designa-se por hipercalcitonismo e é, na maioria das vezes, de origem nutricional.

Bula de Calcitonina

Calcitonina é um medicamento conhecido comercialmente como Acticalcin, Calsynar e Miacalcic, sendo administrado na forma nasal ou injetável.

Este medicamento auxilia na manutenção dos níveis de cálcio no organismo, sendo ideal para o tratamento de osteoporoses, principalmente após a menopausa.

Indicações da Calcitonina

Doença óssea de Paget; osteoporose; alta concentração de cálcio de sangue.

Efeitos colaterais da Calcitonina

Náuseas; alergias; vermelhidão no rosto, nas orelhas, nas mãos e nos pés; vômito; rinite; sintomas nasais, dor nas costas.

Contraindicações da Calcitonina

Gravidez risco C; mulheres em fase de lactação.

Modo de uso da Calcitonina

Uso injetável

 Adulto

 Doença óssea de Paget: Iniciar o tratamento com 100 ml, 1 vez ao dia. No restante do tratamento aplicar 50 ml a cada 2 dias.

 Osteoporose: 100 ml diariamente.

Fonte: www.tuasaude.com

Calcitonina

Apresentação de Calsynar

Estojo c/ 7 fr.. Cada fr. libera uma dose, que contém 100 U.I. de calcitonina sintética de salmão.

Calsynar - Indicações

Osteoporose pós-menopausa

Estudos baseados na determinação do cálcio orgânico total indicaram que ser o Calsynar (Calcitonina sintética de salmão) é eficiente na prevenção da perda progressiva da massa óssea; no tratamento da osteoporose pós-menopausa associado a uma ingestão adequada de vitamina D e suplementação de cálcio.

Doença de Paget

Demonstrou-se que o tratamento é útil tanto para dor óssea quanto para as síndromes de compressão nervosa devidas à doença da coluna vertebral e/ou crânio e também para as hipercalcemias de imobilização.

Hipercalcemia

Calsynar (Calcitonina sintética de salmão) associado a outros agentes é indicado no tratamento precoce das emergências hipercalcêmicas, enquanto não se estabelece a terapia específica da doença básica. A ação hipocalcemiante da calcitonina é usualmente rápida, sendo maior na hipercalcemia devido a uma reciclagem óssea aumentada, como a da doença de Paget e da tireotoxicose. O tratamento é útil também na hipercalcemia da neoplasia maligna, intoxicações por Vitamina D, imobilização e hiperparatireoidismo.

A calcitonina é particularmente útil em pacientes hipercalcêmicos com insuficiência renal ou cardíaca concomitante.

Dor óssea associada com osteoporose

Há trabalhos mostrando eficácia da calcitonina de salmão no alívio das dores ósseas de pacientes com osteólise devido a metástases ósseas.

Contra-indicações de Calsynar

O emprego de Calsynar (Calcitonina sintética de salmão) é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à calcitonina ou a qualquer componente da fórmula.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Calsynar

Podem ocorrer reações nasais em casos excepcionais (secura, vermelhidão, escaras nasais, irritação). Em caso de ulceração, o tratamento deve ser descontinuado temporariamente até que ocorra cura. Podem ocorrer reações de hipersensibilidade localizadas ou generalizadas. Vermelhidão da pele (facial ou na parte superior do corpo) foi relatada principalmente com a calcitonina de salmão injetável e excepcionalmente com a calcitonina de salmão via nasal. Estas não são consideradas reações alérgicas e são geralmente observadas 10 a 20 minutos após a administração. Casos excepcionais de náusea ou vômito (1%) também foram relatados. Pacientes em terapia crônica podem desenvolver anticorpos à calcitonina de salmão. Entretanto, a eficácia clínica do medicamento geralmente não é afetada.

Calsynar - Posologia

Doença de Paget

Calsynar (Calcitonina sintética de salmão) Intranasal: são usados esquemas posológicos que vão de 100 UI três vezes por semana a 100 UI diariamente em dose única.

Osteoporose pós-menopausa: 100 UI/ dia, associados à suplementação de cálcio (1 g a 1,5 g/dia) e vitamina D.

Hipercalcemia de etiologias diversas: Calsynar (Calcitonina sintética de salmão) Intranasal: 200 a 400 UI diariamente, em doses divididas.

Dor óssea associada com Osteoporose: Calsynar (Calcitonina sintética de salmão) Intranasal: 100 a 200 UI por dia ou em dias alternados.

Calsynar - Informações

A ação primária da calcitonina ocorre nos ossos. O efeito principal da calcitonina de salmão é a inibição da reabsorção óssea (principalmente pelo decréscimo no número e atividade dos osteoclastos), porém também melhora agudamente a formação óssea, diminui a remodelação e dor ósseas, sendo que o mecanismo deste último é multifatorial. A potência da calcitonina de salmão foi demonstrada como sendo 50 vezes maior do que a calcitonina humana quando comparada em relação ao peso, tendo a calcitonina de salmão uma duração de ação mais longa.

Fonte: www.medicinanet.com.br

Calcitonina

CALCITONINA SINTÉTICA

Ações terapêuticas

Regulação da homeostase mineral e do metabolismo esquelético.

Propriedades

Regula o metabolismo mineral antagonizando o efeito hipercalcemiante da paratormona. Reduz a mobilização do cálcio ósseo quando a resolução é maior em relação à formação óssea, como na osteoporose, na enfermidade de Paget e na osteólise maligna. Inibe a atividade dos osteoclastos, e estimula a formação e atividade dos osteoblastos. Inibe a osteólise reduzindo o cálcio sérico aumentado em forma anormal. Aumenta a excreção urinária de cálcio, fósforo e sódio, ao reduzir sua reabsorção tubular. O cálcio sérico não diminui abaixo dos limites normais. Possui atividade analgésica talvez por um mecanismo de ação central, já que foram observadas regiões de enlace específico no SNC. A calcitonina reduz a secreção gástrica e pancreática exócrinas, pelo qual tem demonstrado utilidade no tratamento da pancreatite aguda.Comprovou-se uma ação mais prolongada da calcitonina sintética de salmão que da humana, devido a uma maior afinidade da primeira pelos sítios de ligação aos receptores. Sua biodisponibilidade é de 70% após a injeção IM ou SC e as concentrações plasmáticas máximas obtêm-se uma hora após a sua administração. Noventa e cinco porcento da calcitonina e seus metabólitos são excretados por via renal; quanto à via nasal, e em termos de atividade biológica, é a metade que é administrada por via IM ou SC. As diversas classes de calcitonina sintetizam-se em sistemas biológicos mediante engenharia genética. A classificação mais útil responde a origem do gene utilizado; até a presente data sintetizam-se calcitonina humana e calcitoninas não humanas (de salmão, de enguia, de suíno). Se bem todos os tipos de hormônios possuam ações similares, sabe-se que a calcitonina de salmão tem uma potência maior por miligrama de proteína que a calcitonina humana e, também, uma ação mais duradoura.Por outro lado, observou-se que a calcitonina humana não produz reações alérgicas nem sensibilização após longos períodos de tratamento, no entanto as calcitoninas não-humanas podem provocar reações alérgicas severas ou diminuição da ação devido à formação de anticorpos neutralizantes.

Indicações

Enfermidade óssea de Paget especialmente em pacientes com ostalgias, complicações neurológicas, incremento no metabolismo ósseo, fraturas incompletas ou repetidas.

Osteoporose: em fases iniciais ou avançadas da osteoporose pós-menopáusica. Osteoporose senil e secundária. Hipercalcemias e crises hipercalcêmicas por osteólise tumoral secundária à carcinoma de mama, pulmão, rim, mieloma e outras doenças malignas. Hiperparatireoidismo.

Posologia

Sua atividade biológica é expressada em unidades internacionais (UI).

Enfermidades de Paget: dose de ataque recomendada; 100UI diárias por via IM ou SC, mantida até normalizar os parâmetros bioquímicos e remissão da sintomatologia clínica. Deve-se controlar o tratamento pela atividade sérica da fosfatase alcalina; essa diminui à medida que o tratamento avança até atingir 40% ou 50% do valor inicial. Isso ocorre nos primeiros meses de tratamento, também com remissão da dor óssea; essa melhora pode ser mantida com doses de 50UI diárias ou em dias alternados.

A sintomatologia neurológica requer habitualmente tratamentos mínimos de um ano para sua melhora; nos pacientes com predomínio das manifestações neurológicas ou deformação óssea, deve-se continuar com a dose de 100UI.Via nasal: 200UI em dose única ou em várias doses.

Em alguns casos pode ser necessário aumentar a dose para 400UI; em ambas as vias de administração continua-se o tratamento durante três meses no mínimo.

Hipercalcemia: a dose deve ser ajustada ao grau de hipercalcemia e à resposta do paciente.

Dose recomendada: começar com 4UI/kg cada 12 horas por via SC ou IM; se não houver resposta em 24 ou 48 horas, aumentar a dose para 8UI/kg cada 12 horas, até um máximo de 8UI/kg cada 6 horas.

Osteoporose pós-menopáusica: dose recomendada 100UI diários, via SC ou IM, em conjunto com cálcio (600mg de cálcio elementar por dia) e vitamina D (400 unidades por dia). Demonstrou-se que os tratamentos cíclicos são eficientes.

Via nasal: 100UI a 200UI por dia ou em dias alternados em dose única ou divididas em várias doses.

Dor associada aos processos metastásicos ósseos: 200UI cada 6 horas durante 48 horas, por via SC ou IM, podem aliviar os sintomas durante uma semana ou mais. Se não ocorrer melhora dos parâmetros bioquímicos após 10 dias de iniciado o tratamento, suspendê-lo e instaurar uma terapêutica alternativa se isso for possível.

Superdosagem

Os efeitos agudos de doses superiores a 32UI por quilograma e por dia são náuseas e vômitos. Não há dados suficientes para estimar a toxicidade a longo prazo.

Reações adversas

Em aproximadamente 10% dos casos foram descritas náuseas (no início do tratamento) ou inflamação na região da injeção, em poucas ocasiões apareceram erupções cutâneas. Raramente foram assinalados poliúria e calafrios, esses efeitos geralmente desaparecem com a diminuição da dose. Descrevem-se reações isoladas, de tipo anafilática, como taquicardia, hipotensão e colapso; a administração por via nasal apresenta menos efeitos secundários.

Precauções

Para prevenir reações de hipersensibilidade, recomenda-se realizar a prova de sensibilidade à calcitonina quando a calcitonina não-humana for empregada. É conveniente realizar uma avaliação periódica da função renal durante o tratamento; não é recomendada sua utilização durante a gravidez e lactação. Em pacientes com rinite crônica deve-se controlar quando a administração for realizada por via intranasal. A administração de calcitonina pode levar à hipocalcemia tetânica.

Deve-se considerar a provisão de preparações injetáveis de cálcio durante as primeiras administrações de calcitonina. Os transtornos ósseos referidos na literatura, como enfermidade juvenil de Paget, são de aparição anedótica.A utilização de calcitonina nessas crianças não foi estudada. Os dados atuais não apoiam a suplementação desses hormônios em crianças.

Contraindicações

Gravidez e lactação. Não são conhecidas outras contra-indicações para a administração de calcitonina humana. A administração de calcitonina de origem não-humana deve ser evitada naqueles pacientes que apresentem alergia clínica às calcitoninas não-humanas. Observaram-se reações severas, inclusive choque anafilático. A realização de uma prova cutânea, em especial em pacientes com suspeita de sensibilidade à calcitocina, é recomendável antes de se administrar calcitocina não-humana.

A prova pode ser realizada da seguinte maneira: preparar uma solução (diluente: solução fisiológica estéril) da calcitocina em questão para que possua um título de 10UI por mililitro. Injetar na face anterior do antebraço, por via intradérmica, 0,1ml da solução anterior. Observar durante 15 minutos. A aparição de um eritema maior a moderado indica sensibilização positiva.

Fonte: menteacida.com

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal