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Calvície Feminina

Calvície feminina deve ser encarada como doença

Problema atinge mais de 20 milhões de mulheres apenas nos EUA; soluções caseiras podem agravar o quadro

Normalmente relacionada ao sexo masculino e quase nunca tratada com a seriedade que merece, a calvície é um problema que afeta cada vez mais mulheres no mundo todo, inclusive as mais jovens. Segundo relatórios do FDA (Food and Drug Administration), são mais de 20 milhões apenas nos Estados Unidos.

No Brasil, não há estudos sobre o tema, mas especialistas estimam que a proporção deve ser semelhante: por volta de 15% do público feminino.

Segundo o chefe do setor de dermatologia do Hospital Israelita Albert Einstein, Mário Grinblat, a alopecia androgenética (definição científica para o problema) pode estar relacionada a fatores genéticos, mas são igualmente importantes os distúrbios hormonais ou pós-parto, estresse e processos infecciosos. A manipulação inadequada de cosméticos e produtos de beleza também pode representar um fator agravante.

 

“Muitas mulheres pensam que não podem fazer nada ou procuram soluções que apenas amenizam o problema estético. Tudo isso é prejudicial. Certos métodos podem até resolver o problema a curto prazo, mas não tratam a calvície como doença e não corrigem o problema de saúde”, alerta Grinblat.

Os primeiros sinais do problema costumam aparecer entre 20 e 25 anos. O dermatologista destaca ainda que “pequenas quedas de cabelo são normais em certas doenças sistêmicas, em casos de distúrbios psiquiátricos e mesmo em pacientes com oleosidade excessiva da pele, que inclui o couro cabeludo”.

Basicamente, são dois tipos de tratamento para o distúrbio: sistêmico e tópico.

O primeiro está relacionado a anti-andrógenos que bloqueiam a ação dos hormônios masculinos. No segundo grupo estão os inibidores do receptor de andrógeno; é o caso do medicamento 5 alfa redutase, que impede a ação da enzima aromatase. Cabe ao médico diagnosticar a causa e prescrever a melhor solução.

Fonte: www.belezainteligente.com.br

Calvície Feminina

O assunto é quase um tabu, no entanto a queda de cabelos na mulher existe e necessita cuidados que devem ser introduzidos o quanto antes.

A calvície feminina tem origem genética, podendo ser herdada de ambos os lados da família.

Em geral, começa a ser notada por um afinamento difuso dos fios de cabelo. O problema é mais acentuado no topo do couro cabeludo e raramente ocorre perda de cabelos na linha frontal da cabeça, como é freqüente nos homens. Este afinamento dos fios é lento e progressivo, ocorrendo um pouco antes dos 50 anos.

Para metade das mulheres afetadas, no entanto, pode ocorrer entre 12 e 40 anos de idade. Clinicamente, porém, sabe-se que a diminuição dos cabelos só é observada quando já houve perda de 30% dos cabelos da região.

Tratamento

O primeiro passo no tratamento da queda de cabelos feminina deve ser uma ampla abordagem da paciente.

É preciso afastar outros fatores que levam à perda de cabelos, tais como: alterações da tireóide, carência do mineral ferro, problemas hormonais, má qualidade da alimentação e uso de medicações que induzem à queda de cabelos.

Uso de loções capilares, medicamentos e um bom diálogo entre médico e paciente é fundamental para esclarecer dúvidas e preocupações. Isso é extremamente importante para uma orientação realista em relação à calvície feminina.

Fonte: www.analuciarecio.med.br

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