Situada na porção central do estado, sendo quase que passagem obrigatória para todos os turístas que vem a região, Campo Grande oferece uma ifra-estrutura de ótima qualidade além de uma rede hoteleira já bem estabelecida e opções de lazer bem divercificadas .
Com 100 anos de idade, a Cidade Morena está em crescimento ano após ano e já abriga cerca de 1 milhão de pessoas que usufruem de uma infra estrutura de lazer já definida com Bares, Boites, Casas de Shows, Centro de Exposições, Shopping, Museus, Pista de Motocross, Cartódramo e muito mais .
Conhecida pelo exuberante verde de suas ruas bem arborizadas, Campo Grande possue belas praças e parques que dão um toque familiar a sua aparência.
Ano após ano, Campo Grande vem se estruturando cada vez mais para receber com qualidade a demanda turística que passa por essa cidade maravilhosa com destino a Bonito e o Pantanal, além da nova demanda que surge em Campo Grande, o turismo de eventos, que vem cerscendo cada vez mais na cidade .

José Antônio, habitante da cidade de Monte Alegre - MG, soube de uma região de terras férteis chamada de campos do vacaria (hoje Rio Brilhante) e resolveu formar uma comitiva para vir conhecer essas terras criando novos horizontes. Isso aconteceu no ano de 1872.
E chegavam os carros de bois na confluência de dois córregos que iriam se chamar Prosa e Segredo.
Ele fez o reconhecimento do local e constatou que ali era um lugar ideal para fazer seu rancho e começar sua vida nova. Junto com seu filho começou a derrubar a mata para fazer o plantio de sua roça.
Ele combinou com um fazendeiro da região de Nioaque, Joaquim Mota, as compras de alimento e coisas necessários para a sobrevivência. Com seu rancho pronto e sua com o início de sua plantação José Antônio resolveu voltar a Minas Gerais para trazer de lá sua família e seus colegas que quisessem mudar de vida e começar uma nova vida. Ele contratou João Nepomuceno para tomar conta do local até sua volta de Monte Alegre MG.
Prometeu pagá-lo em sua volta e garantiu-lhe sua sobrevivência. Passando três anos João Nepomuceno já não estava acreditando que José Antônio iria voltar e negociou as terras com um viajante chamado Manoel Vieira de Souza, que pagou 30 mil réis. Se o antigo dono voltasse, ele deveria vender as terras pelo mesmo valor que comprou. Em 1875 José Antônio voltou com sua família e seus amigos para povoar a região.
Eram 62 pessoas. Junto com Manoel Vieira de Souza formaram um grande arraial, dando-lhe o nome de "Arraial de Santo Antônio de Campo Grande" em homenagem ao Santo a que eram devotos.
Três anos depois José Antônio ergueu uma capela, cumprindo sua promessa ao santo. O arraial ganhava cada vez mais moradores. Em 1889, uma lei estadual criou o Distrito de Paz de Campo Grande, e Bernardo Franco Baís foi o primeiro juiz de paz. O delegado era o próprio fundador. No dia 26 de Agosto o arraial foi elevado a categoria de vila, e nessa data é comemorado o aniversário da cidade. Só em 1918 é que Campo Grande foi elevada a categoria de cidade.
No século XX, o desenvolvimento da região como produtora de gado ganha novas forças com a decisão do Exército de localizar no município o Quartel General das Forças Armadas de Mato Grosso e com a construção da Estradas de Ferro Noroeste do Brasil, que interliga as duas bacias fluviais do Paraná e do Paraguai, e liga Campo Grande aos países vizinhos Paraguai e Bolívia.
Em 1877

Igreja Santo Antônio
PRIMEIRA IGREJA
Construída por José Antônio Pereira em 1.876/1.877.
Atualmente, no local, encontra-se a Igreja Matriz de Santo Antônio, na quadra limitada pelas Ruas 15 de Novembro, 7 de Setembro, "do Padre" e Avenida Calógeras.
É terminada a construção da primeira Igreja com pau-a-pique e telhas de barro. Surgem a Rua Velha, atual 26 de Agosto e vários ranchos.
Em 1879

Chegam à região novos mineiros que, através de marcações de posses, vão construindo fazendas.Surge Santo Antônio de Campo Grande, depois Campo Grande, sempre atraindo novos desbravadores.Em pouco tempo o vilarejo floresceu, tornando-se ponto de referência da Cia. Mate Laranjeira que dominava a economia do extremo sul da antiga Província de Mato Grosso.
A fama do vilarejo logo se espalhou, pois o clima ameno, o solo fértil e a posição estratégica eram fatos que atraíam muitos migrantes. Rapidamente o vilarejo tornou-se de vital importância para o comércio de gado bovino, com comerciantes de todas as regiões dirigindo-se para cá em busca de bons negócios. Mineiros e paulistas tornaram- se os grandes colonizadores desta terra.
Em 1886
Joaquim Silvério Ornelas doou as terras a Santo Antônio - meia légua quadrada, sendo então o Santo o primeiro proprietário de terras da cidade. A doação tornou possível o rápido crescimento do vilarejo.
Em 1899, em 26 de Agosto
Aconteceu a elevação da vila em distrito de Paz de acordo com a lei estadual nº 225, com uma área de 105.000 km²., saindo da comarca de Nioaque. A pecuária se desenvolve e para ser comercializada com outras regiões, começam a se abrir estradas, com destaque para a que ligava Campo Grande a Porto XV de Novembro (Rio Paraná), hoje a rodovia BR-163
Em 1902 implanta-se o Município
O primeiro intendente foi Francisco Mestre. Campo Grande progride principalmente com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em 1914, ligando as duas bacias fluviais: Paraná e Paraguai, e dos países vizinhos: a Bolívia (através do Porto Esperança) e o Paraguai (através de Ponta Porã), que trouxe imigrantes libaneses, árabes, armênios e japoneses, que impulsionaram o comércio e a agricultura locais.Instalam-se os quartéis da nona região militar e constrói-se os Colégios Salesianos.
1909 - Arruamento da cidade foi feito pelo Engº Nilo Javari Barém, tornando Campo Grande uma cidade moderna diferente da maioria das cidades do Brasil.
Suas ruas foram traçadas em direção aos pontos cardeais e ortogonais entre si. Para a elaboração da planta de Campo Grande, que seguiu os interesses da ferrovia , destaca-se a participação de Temístocles Paes de Souza Brasil, engenheiro militar.
1911
Chega a Campo Grande o 1º Juiz de Paz, Arlindo de Andrade Gomes, que se tornou um baluarte no desenvolvimento da cidade ao implantar em sua chácara um viveiro de plantas ornamentais, distribuindo mudas para os campo-grandenses arborizarem suas casas e, por conseguinte, a cidade.
1914
Fixação definitiva do Exército com a chegada em 8 março a Campo Grande do 5º Regimento de Artilharia Montada, vindo de Aquidauana.
1914
Em 28 de maio chegou a Estrada de Ferro-NOB- libertando o Estado da navegação platina, e dando grande impulso ao crescimento da cidade e de todo o sul de Mato Grosso. Campo Grande começou a assumir o papel de cidade mais importante do Estado. Junto com a Estrada, chegaram os imigrantes japoneses, muito importantes na formação étnica e cultural da cidade. Neste período, chegaram também os imigrantes do Oriente Médio.
1916
A cidade já contava com 4.000 habitantes.
1917
Primeira Escola Salesiana de Campo Grande, atual Colégio Dom Bosco.
Em 1918 é elevada à categoria de Cidade no dia 16 de julho pela Lei nº 772. Tomou posse o intendente Antônio Norberto de Almeida. A urbanização inicia-se em 1921 através da Av. Afonso Pena, das vias principais e secundárias e da Praça Ary Coelho. A partir da década de 60 surgem prédios, avenidas e novos bairros.
1919
A telefonia ligou a cidade a todo o mundo.
1923
Inauguração do grande aquartelamento feito em Campo Grande pelo Exército, fato esse que contribuiu para o desenvolvimento da cidade.
1924
Fundação do Rádio Clube, ainda hoje o mais importante clube social da cidade.
1926
Chegada a Campo Grande uma das Irmãs Salesianas, fundadoras do Auxiliadora.
1932
Sonho de Capital - as elites da cidade apoiaram São Paulo, mas foram vencidas e o sonho postergado para a década de 70.
1941
Capital econômica arrecadou mais em impostos que as cidades de Cuiabá, Teresina, Florianópolis, Goiânia, que eram capitais de estado.
1948
Provável inauguração da Rádio Difusora , PRI 7.
1950
Chegada da Força Aérea Brasileira.
1953
Inauguração do Aeroporto "Antônio João"
1961
A FUCMT implantou a FADAFI
1965
Inauguração da Televisão Morena
1971
Inauguração do Campus da UEMT, hoje UFMS
1977, 11 de outubro
O sonho se realizou é eleita a Capital do recém formado Estado de Mato Grosso do Sul. Campo Grande apresenta avenidas largas que se cruzam nos sentidos norte-sul e leste-oeste, formando um desenho semelhante a um tabuleiro de xadrez, Enfim, a cidade assume seu papel de destaque perante a país.
1989
Shopping Campo Grande: a cidade entre as mais importantes no comércio.
1999
Cem anos de sua elevação a Distrito de Paz, a centenária
morena cobre-se de louros e festeja seu primeiro século
Campo Grande torna-se capital :
Durante a revolução constitucionalista em 1932, Campo Grande alia-se a São Paulo, enquanto a capital do Estado, Cuiabá continua legalista . Campo Grande torna-se a capital do Mato Grosso Civil, concretizando o anseio do povo já manifestado desde o ínicio do século: o Sul independente do norte.
A vitória das forças legalistas frusta a campanha divisionista que retorna em 1958 e só se concretiza em 11 de outubro de 1977 com a divisão do então Mato Grosso e a criação do estado de Mato Grosso do Sul. A instalação de Campo Grande como capital do Mato Grosso do Sul deu-se em 1º de janeiro de 1979. Desde então Campo Grande cresceu muito.
Fonte: br.geocities.com
O imóvel,situado na confluência das avenidas Afonso Pena e Calógeras, foi concebido pelo construtor Francisco Cetaro para utilização residencial e comercial.
Na década de 1920 sediou a primeira agência do Banco do Brasil na cidade e posteriormente, de 1939 a 1974, o imóvel da Exatoria Estadual.
Em 1975 o ,Governo do Estado de Mato Grosso inaugurou no local a Casa do Artesão.
Em 1988, teve início um processo de revitalização de seus espaços e restauração de sua fachada para a reinauguração da Casa do Artesão, em setembro de 1990.
O local integra o patrimônio histórico cultural pelo decreto estadual n.7.863, de 13 de junho de 1994.

Antiga Moradia dos Funcionários da Rede Noroeste do Brasil, a Estação Ferroviária, construção de 1914,foi o marco da chegada do progresso à região.
Localiza-se na Av. Calógeras, com a Av. Mato Grosso.

Um dos mais recentes pontos de atração da cidade é o Memorial da Cultura Indígena, construído na aldeia indígena que abriga cerca de uma centena de famílias, no loteamento Marçal de Souza. Local de exposição e comercialização de produtos artesanais, o conjunto do Memorial é formado por duas grandes ocas onde foi utilizado material renovável, com palha de Bacuri.
Localização
Bairro Tiradentes.

Um dos primeiros sobrados edificados em alvenaria na cidade foi a Morada dos Baís, construída entre 1913 e 1918 para residência da família de Bernardo Franco Baís. Após sua morte, o prédio foi utilizado para hotelaria, a partir da década de 1940 quando ali foi instalada uma pensão administrativa por Nominando Pimentel, razão pela qual o local passou a ser conhecido como Pensão Pimentel.
Em 1947 um incêndio consome o madeiramento de cobertura o piso original do Prédio. No final da década de 1970 deixa de ser pensão e passa a ser utilizado para diversas atividades comerciais.
Suas instalações foram consideradas patrimônio histórico do município pelo decreto de tombamento nº 5.390, de 4 de junho de 1986 e a então Pensão Pimentel foi mais tarde, incorporada á Municipalidade, em permuta com os herdeiros. No processo de restauração, em 1994, foram recuperados afrescos pintados em paredes internas do prédio, por Lídia Baís, filha de Bernardo Franco Baís. Em 1995, sob a denominação de Morada dos Baís o local foi aberto ao público com a proposta de se tornar um novo espaço cultural para a Capital.
Situada no centro da cidade, na esquina da Avenida Afonso Pena com a Avenida Noroeste, dispõe de setores de informação e exposições mantidos pela Fundac, Sebrae e universidades.
Localização
Avenida Noroeste, 5.140.
No centro da cidade, entre a Avenida Afonso Pena e Ruas 14 de Julho, 13 de Maio de 15 de novembro, a Praça Ary Coelho ocupa o local do primeiro cemitério do Arraial de Santo Antonio que, como era costume da época, ficava nas imediações da Igreja. Em 1909, com o novo traçado urbano do Eng. Nilo Javari Barém, a praça foi instalada como nome de Dois de Novembro; passando, em 1915, a ser reconhecida como Jardim, ou Praça Municipal. Na década de 1920, foi Praça da Independência e, no inicio dos anos 30, Praça da Liberdade. Em 1922, ocorre uma remodelação do local com canteiros, plantio de árvores e construção de um coreto e pérgula implantando-se, em 1925, o Pavilhão do Chá com a finalidade de diversificar o lazer na cidade. Em 1957, passa a funcionar ali a Biblioteca Municipal. O logradouro recebeu a denominação de Praça Ary Coelho em 1954, em homenagem ao Prefeito de Campo Grande, assassinado em 1952, em Cuiabá.
Localização
Avenida Afonso Pena com Rua 14 de Julho.

O ponto de confluência das Ruas Dom Aquino, Marechal Rondon, Sargento Cecílio Yule e Avenida Duque de Caxias teve traçado topográfico para sediar um logradouro em 1923, sendo ali instalado um Coreto, em 1925. Somente em 1960, foi construída a praça conhecida como Cabeça de Boi, nome dado pela população desde que um açougueiro colocou uma caveira de bovino na porta do seu estabelecimento. O local serviu também para atividades culturais, tornando-se para fazendeiros ponto de comercialização para seus rebanhos de gado. Em 1996, a Praça Cuiabá passou por uma remodelação adequando-se o espaço para o lazer.
Localização
Rua Dom Aquino com Avenida Duque de Caxias.

No início da década de 1960, foram inauguradas o Mercado Municipal Antonio Moreira Alves e a então conhecida Praça da União, em área entre as Ruas João Rosa Pires e Terenos. Com a construção do complexo Cabeça de Boi, em 1996, a praça foi totalmente remodelada com a instalação de espelho d'água, quadra polivalente, parque infantil e um monumento, idealizado pelo artista plástico Clair Ávila para estimular a preservação da ave em extinção e que passa a ser atração, denominado o novo local: PRAÇA DAS ARARAS.
Localização
Entre Rua João Rosa Pires e Rua Terenos.

Por volta de 1915, a área situada entre as Ruas Pe. João Crippa, Pedro Celestino, Barão do Rio Branco e Avenida Afonso Pena, propriedade de Fernando Novaes, foi concedida por aforamento perpétuo, a Santo Antonio e Nossa Senhora Abadia. Destinado à construção da Matriz da cidade, o local permaneceu apenas como praça da Diocese até efetivação de permuta com a Prefeitura para a construção do logradouro, em 1961. Em 26 de agosto de 1962, a Praça da República foi inaugurada e, em 1977, com a divisão do Estado, recebeu a denominação de Praça Presidente Ernesto Geisel, numa homenagem pela criação do novo Estado. Tornou-se a chamar Praça da República e, em 15 de outubro de 1997, passa à denominação de Praça do Radio Clube. Ao longo do tempo, foi ali implantado a estátua de Vespasiano Barbosa Martins, o Monumento da imigração Japonesa, placa de bronze alusiva a Pedro Pedra e o Espaço Monumento Infinito e Vibração Cósmica. Em maio de 2000, após revitalização, a praça recebe novo paisagismo além de palco, parque infantil e quiosque da arte.
Localização
Avenida Afonso Pena com Rua Pe. João Crippa.

Um dos mais recentes pontos de encontros da Capital é a Praça dos Imigrantes, situada entre as ruas Rui Barbosa, Joaquim Murtinho e Barão do Melgaço. Recentemente remodelado, o logradouro oferece espaços adequados para permanente exposição e venda de produtos artesanais. Foi denominada Praça Costa Marques, em homenagem à autoridade mato-grossense e, posteriormente, Praça dos Imigrantes porque se tornara local de reunião dos que aqui se fixavam.
Localização
Rua Rui Barbosa com Rua Joaquim Murtinho.
Fonte: www.pmcg.ms.gov.br