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Câncer de Testículo

 

Os testículos fazem parte do sistema reprodutivo masculino.

São os órgãos responsáveis pela produção de espermatozóides e de testosterona (hormônio masculino).

Câncer de Testículo
Testículo

Cada homem tem um par de testículos, com forma ovalada que se localizam abaixo do órgão genital masculino, acomodados em uma bolsa de pele chamada escroto (saco).

Tipos de câncer de testículo

As causas do câncer de testículo ainda são desconhecidas. Sabe-se que sua incidência é maior em homens de raça branca entre os 20 e 40 anos de idade.

Os dois tipos mais freqüentes de câncer de testículo são os tumores germinativos: seminomas e não-seminomas.

Semioma é um tumor formado por células responsáveis pela produção de esperma. Seu crescimento é lento e menos agressivo do que o tumor não-semioma, que é formado por células embrionárias. As chances de cura, em ambos os tipos são muito elevadas (cerca de 95%), quando o tumor é detectado no seu estágio inicial.

Em alguns casos, um tipo de Linfoma não Hodgkin pode ocorrer no testículo. Sendo assim, o tratamento indicado será o mesmo que para o Linfoma não Hodgkin.

Existem, ainda, dois tipos muito raros de câncer de testículo: tumor de Leydig e tumor de Sertoli.

Fatores de risco

História familiar de câncer de testículo
Lesões e traumas no escroto
Criptorquidia (quando os testículos não descem para o escroto) os pais devem ficar atentos para que o pediatra verifique se os testículos do seu filho estão no saco escrotal.

Sintomas mais freqüentes

O sintoma mais comum do câncer de testículo, inicialmente, é o aparecimento de um nódulo, geralmente indolor, do tamanho aproximado de uma ervilha.

Outros sintomas podem ser:

Aumento do testículo
Acúmulo de líquido ou sangue no escroto (saco)
Sensação de peso escrotal.

Esses sintomas são comuns a muitas outras doenças, portanto, somente um médico poderá avaliá-los.

Como é feito o diagnóstico

Na maioria dos casos, o câncer de testículo é detectado pelo próprio homem, durante o banho. Para determinar o motivo dos sintomas apresentados, o médico fará um exame palpando os testículos e solicitará alguns exames laboratoriais e uma ultrassonografia.

O diagnóstico conclusivo só poderá ser dado pelo exame anatomopatológico (estudo microscópico de uma amostra do tecido do nódulo). Para isso, é preciso fazer a remoção cirúrgica do testículo (orquiectomia).

Tratamentos

A orquiectomia é necessária, qualquer que seja o estágio da doença. Como o câncer testicular raramente envolve os dois testículos, a ereção costuma permanecer normal. Poderá ocorrer redução do volume ejaculado, mas o testículo remanescente deverá, com o tempo, aumentar a produção de espermatozóides para compensar a falta do outro.

Quando a doença é detectada em estágios mais avançados, pode haver a necessidade de remover os gânglios linfáticos da virilha e do abdome.

O médico poderá, também, indicar quimioterapia para destruir células cancerosas que possam ter migrado para outras partes do corpo. Para remover células cancerosas que possam ter ficado na área escrotal, o médico indicará a radioterapia.

Ocasionalmente, para completar o tratamento, será necessário fazer quimioterapia e/ou radioterapia. O médico fará a avaliação do tipo de conduta a ser tomada para cada caso específico.

O auto exame dos testículos é um hábito salutar muito importante na prevenção do câncer, mas não substitui um exame clínico. Seu médico deverá examinar seus testículos sempre que fizer seu check-up e verificar se você está fazendo o auto-exame de forma correta.

Fonte: www.abcancer.org.br

Câncer de Testículo

Os testículos fazem parte do órgão reprodutivo masculino e são responsáveis pela produção dos espermatozóides.

O câncer de testículo é um tumor menos freqüente, mas com a agravante de ter maior incidência em pessoas jovens em idade produtiva. A criptorquidia (testículo que não desce para a bolsa escrotal) é um fator importante que influi no aparecimento deste tipo de tumor.

1- Epidemiologia

Dentre os tumores malignos do homem, 5% ocorrem nos testículos. O câncer de testículo atinge principalmente homens entre 15 e 50 anos de idade, sendo considerado raro.

Sua incidência é de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil indivíduos.

Quando comparado com outros cânceres que atingem o homem, como o de próstata, o câncer de testículo apresenta baixo índice de mortalidade.

O fato de ter maior incidência em pessoas jovens e sexualmente ativas possibilita a chance do câncer de testículo ser confundido ou até mesmo mascarado por orquiepididimites, que são inflamações dos testículos e dos epidídimos, geralmente transmitidas sexualmente.

Se após a administração de medicamentos não houver melhora do inchaço ou sintoma, é recomendável procurar o médico novamente. O câncer de testículo é facilmente curado quando detectado precocemente.

2- Sintomas

O sintoma mais comum é o aparecimento de um nódulo duro, geralmente indolor, aproximadamente do tamanho de uma ervilha. Mas, ao apalpar qualquer massa que não tenha sido verificada anteriormente, um médico deve ser procurado imediatamente, de preferência um urologista.

A alteração encontrada pode se tratar somente de uma infecção, porém, no caso de um tumor, o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Deve-se ficar atento à alterações como aumento ou diminuição no tamanho dos testículos, dor imprecisa no abdômen inferior, sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos.

3- Fatores de Risco

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de testículo são: histórico familiar deste tumor, lesões e traumas na bolsa escrotal e a criptorquidia. Na infância, é importante o exame do pediatra para verificar se ocorreu normalmente a descida dos testículos para a bolsa escrotal.

4- Prevenção

O auto-exame dos testículos é um hábito salutar e muito importante na prevenção deste tipo de câncer e deve ser realizado mensalmente.

5- Detecção Precoce

Atualmente, o câncer de testículo é considerado um dos mais curáveis, principalmente quando detectado em estágio inicial. A presença de nodulações ou endurecimentos testiculares deverão ser avaliada por um médico especialista. O exame físico é o melhor meio de detecção precoce, visto que a presença de massa testicular é a queixa mais freqüente.

6- Diagnóstico

Se por um lado é uma doença agressiva com alto índice de duplicação das células tumorais (que podem levar à rápida evolução da patologia), por outro lado é de fácil diagnóstico e um dos tumores com maior índice de cura, visto ser altamente responsivo aos quimioterápicos disponíveis no momento.

O câncer do testículo possui marcadores tumorais sangüíneos (alfa-feto proteína e beta-HCG) que podem ajudar no diagnóstico e no acompanhamento futuro da doença.

7- Tratamento

O tratamento inicial é sempre cirúrgico e ocorre através de um pequeno corte no abdome, quando se expõe o testículo e a biópsia é realizada. O resultado do material retirado é feito no momento da cirurgia. Nos casos de positividade para câncer, é procedida a retirada do testículo que não afeta a função sexual ou reprodutiva do paciente, caso tenha o outro testículo normal.

A complementação do tratamento dependerá da pesquisa, que será realizada para identificar a presença ou a possibilidade de disseminação da doença para outros órgãos. O tratamento posterior poderá ser cirúrgico, radioterápico, quimioterápico ou através de controle clínico

Auto-exame dos testículos

O que é o auto-exame dos testículos?

O auto-exame é a forma eficaz de detectar o câncer do testículo em estágio inicial, o que aumenta as chances de cura.

Quando fazer?

O auto-exame dos testículos deve ser realizado mensalmente, sempre após um banho quente. O calor relaxa o escroto e facilita a observação de anormalidades.

O que procurar?

Qualquer alteração do tamanho dos testículos
Sensação de peso no escroto
Dor imprecisa em abdômen inferior ou na virilha
Derrame escrotal, caracterizado por líquido no escroto
Dor ou desconforto no testículo ou escroto

Como fazer?

1) De pé, em frente ao espelho, verifique a existência de alterações em alto relevo na pele do escroto.
2)
Examine cada testículo com as duas mãos. Posicione o testículo entre os dedos indicador, médio e o polegar. Revolva o testículo entre os dedos; você não deve sentir dor ao realizar o exame. Não se assuste se um dos testículos parecer ligeiramente maior que o outro, isto é normal.
3)
Ache o epidídimo - pequeno canal localizado atrás do testículo e que coleta e carrega o esperma. Se você se familiarizar com esta estrutura, não confundirá o epidídimo com uma massa suspeita. Os tumores malignos são freqüentemente localizados lateralmente aos testículos, mas também podem ser encontrados na porção ventral.

Atenção:

Caso você palpe qualquer massa que não tenha sido verificada anteriormente, procure imediatamente um médico, de preferência um urologista.

A alteração encontrada pode se tratar somente de uma infecção, porém, no caso de um tumor o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura.

Observe que massas escrotais não aderentes ao testículo não são suspeitas de câncer. Fique atento a alterações como sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos. Na dúvida, procure um médico.

Fonte: Ministério da Saúde

Câncer de Testículo

O que os homens devem saber sobre o câncer do testículo?

Estima-se que apareçam em torno de 7.500 novos casos de câncer de testículo a cada ano no Brasil. A incidência de câncer de testículo entre homens brancos quase dobrou nos últimos 40 anos. Câncer de testículo é 4,5 vezes mais comum entre homens brancos do que em homens negros.

Cerca de 3 em cada mil homens americanos desenvolverá câncer de testículo em algum momento durante suas vidas. Este é o câncer mais comum em homens na faixa etária de 15 aos 35 anos de idade, podendo no entanto, ocorrer em homens de qualquer idade.

O estádio da doença, na ocasião de sua descoberta e o tratamento realizado é um importante fator preditivo do prognóstico. Se o câncer de testículo é tratado antes que a doença atinja os nódulos linfáticos, a taxa de cura é maior que 98%.

Esta alta taxa de sucesso no tratamento demonstra a importância da detecção precoce realizada pelo paciente durante o auto-exame. 

Fatores de Risco

As causa do câncer de testículo não são bem conhecidas. Malformações congênitas, o uso de hormônios, certas doenças como caxumba ou infecção viral, e hereditariedade têm sido sugeridas como fatores que podem aumentar os riscos de um homem desenvolver câncer de testículo.

Homens com um testículo ausente na bolsa escrotal ou parcialmente "descido" (retrátil), têm um alto risco para desenvolverem câncer nesse testículo.

O nível sócio-econômico pode também ser relacionado ao câncer de testículo. Trabalhadores e profissionais de alto nível têm um alto risco para câncer de testículo em relação a outros grupos de homens.

Diagnóstico precoce

Muitos cânceres de testículo são descobertos pelos próprios homens, acidentalmente ou durante o auto-exame de testículos. Esse poderia ser iniciado na adolescência e é tão importante para os homens quanto o auto-exame mamário é para as mulheres.

Se realizado mensalmente, resultará no diagnóstico precoce de tumores testiculares e pode aumentar as taxas de sobrevida.

Como fazer o auto-exame?

O auto-exame deve ser realizado mensalmente, durante ou logo após o banho de chuveiro com água morna ou na banheira, ocasião em que os testículos se apresentam mais relaxados.

Estando de pé, cada testículo pode ser examinado delicadamente pelos dedos de ambas as mãos

Coloque um polegar acima e os outros dedos abaixo. Delicadamente, o testículo deve ser examinado entre os dedos, sentindo-se nódulos, inchaços ou outras mudanças. O mesmo processo deve ser repetido com o outro testículo. O testículo normal é oval com consistência firme e elástica.

Sinais de Alerta

O câncer de testículo pode se apresentar com vários sintomas ou pode não ter qualquer sintoma. O primeiro sinal é um leve aumento de um dos testículos.

O sinal mais comum de câncer de testículo é o aparecimento de um pequeno nódulo duro não doloroso, do tamanho de uma ervilha, que é freqüentemente encontrado na parte anterior o nas laterais do testículo.

Outros sinais como aumento da bolsa escrotal, amolecimento incomum, dor, dificuldades urinárias, aumento de nódulos linfáticos no cordão inguinal, amolecimento da região mamária (ginecomastia), dor imprecisa ou sensação de peso no abdome inferior ou na virilha devem ser informados ao seu médico imediatamente.

Tratamento

O tratamento dependerá do tipo e estadiamento da doença. Usualmente, a "orquiectomia" ou remoção cirúrgica do testículo afetado é realizada. Em alguns casos, pode servir-se da radioterapia associada a quimioterapia. A remoção cirúrgica de um testículo não causa impotência.

Acompanhamento

O seguimento clínico após o tratamento é extremamente importante, especialmente por ocorrer muitas recidivas nos dois primeiros ano após a terapêutica realizada. Ele poderá incluir exames de sangue, radiografias e até tomografias.

Porque os homens demoram a procurar um médico?

Homens freqüentemente demoram a procurar a assistência médica devido aos poucos sintomas iniciais. A constatação de um nódulo pouco doloroso faz com eles acreditem que isso se resolverá naturalmente.

No entanto pode haver queixa de diminuição do apetite sexual, ou infertilidade. Pode haver medo do tratamento, de ter câncer, ou de morrer.

Muitos freqüentemente, procurarão o primeiro atendimento médico para se assegurarem de que o câncer não está presente. No entanto, quando o câncer for descoberto, a detecção precoce leva a uma alta taxa de cura.

Fonte: drandre.site.med.br

Câncer de Testículo

Os testículos fazem parte do órgão reprodutivo masculino e são responsáveis pela produção dos espermatozóides.

O câncer de testículo é um tumor menos freqüente, mas tem o agravante de ter maior incidência em pessoas jovens e em idade produtiva.

Segundo o INCA, dentre os tumores malignos do homem, 5% ocorrem nos testículos.

O câncer de testículo atinge principalmente homens entre 15 e 50 anos de idade. Sua incidência é de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil indivíduos.

Quando comparado com outros cânceres que atingem o homem, como o de próstata, o câncer de testículo apresenta baixo índice de mortalidade.

O fato de ter maior incidência em pessoas jovens e sexualmente ativas possibilita a chance do câncer de testículo ser confundido ou até mesmo mascarado por orquiepididimites, que são inflamações dos testículos e dos epidídimos, geralmente transmitidas sexualmente.

O sintoma mais comum para o seu diagnóstico é o aparecimento de um nódulo duro, geralmente indolor, aproximadamente do tamanho de uma ervilha.

Mas, ao perceber qualquer massa que não tenha sido verificada anteriormente, o paciente deve procurar um urologista imediatamente, pois a alteração encontrada pode se tratar somente de uma infecção ou não, sendo importantíssimo o correto diagnóstico. No caso de um tumor, o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura.

Deve-se ficar atento também a outros sintomas, como aumento ou diminuição no tamanho dos testículos, dor imprecisa no abdômen inferior, sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos.

Se por um lado o câncer de testículo é uma doença agressiva, com alto índice de duplicação das células tumorais, que podem levar à rápida evolução da patologia, por outro lado, a doença é de fácil diagnóstico e um dos tumores com maior índice de cura, visto ser altamente responsivo aos quimioterápicos disponíveis no momento.

Atualmente, o câncer de testículo é considerado um dos mais curáveis, principalmente quando detectado em estágio inicial.

O tratamento inicial da doença é sempre cirúrgico e ocorre através de um pequeno corte no abdome, quando se expõe o testículo e a biópsia é realizada.

Nos casos de confirmação do câncer é procedida a retirada do testículo, o que não afeta a função sexual ou reprodutiva do paciente, caso o paciente tenha o outro testículo normal.

A complementação do tratamento dependerá da pesquisa que será realizada para identificar a presença ou a possibilidade de disseminação da doença para outros órgãos.

O tratamento posterior poderá ser cirúrgico, radioterápico, quimioterápico ou através de controle clínico.

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de testículo são: histórico familiar deste tumor, lesões e traumas na bolsa escrotal e a criptorquidia.

Na infância é importante que o urologista verifique se ocorreu normalmente a descida dos testículos para a bolsa escrotal. Na idade adulta, a principal forma de prevenção é o auto-exame dos testículos.

O auto-exame dos testículos deve ser propagado entre a população masculina, pois é um hábito muito importante na prevenção deste tipo de câncer e deve ser realizado mensalmente.

Auto-exame dos testículos

O auto-exame é uma forma eficaz de detectar o câncer do testículo em seu estágio inicial, o que aumenta as chances de cura. Deve ser realizado mensalmente, sempre após um banho quente.

O calor relaxa o escroto e facilita a observação de anormalidades.

Conheça a seguir as orientações do INCA para a realização do exame:

O que procurar?

1) Qualquer alteração do tamanho dos testículos;
2)
Sensação de peso no escroto;
3)
Dor imprecisa em abdômen inferior ou na virilha;
4)
Derrame escrotal, caracterizado por líquido no escroto;
5)
Dor ou desconforto no testículo ou escroto.

Como fazer?

1) De pé, em frente ao espelho, verifique a existência de alterações em alto relevo na pele do escroto;
2)
Examine cada testículo com as duas mãos. Posicione o testículo entre os dedos indicador, médio e o polegar;
3)
Revolva o testículo entre os dedos; você não deve sentir dor ao realizar o exame. Não se assuste se um dos testículos parecer ligeiramente maior que o outro, isto é normal;
4)
Ache o epidídimo, pequeno canal localizado atrás do testículo e que coleta e carrega o esperma. Se você se familiarizar com esta estrutura, não confundirá o epidídimo com uma massa suspeita. Os tumores malignos são freqüentemente localizados lateralmente aos testículos, mas também podem ser encontrados na porção ventral.

Preservação da fertilidade do paciente com câncer

Recentemente, o Comitê de Ética da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva publicou novo parecer, alertando os médicos sobre a sua responsabilidade em orientar os pacientes oncológicos sobre as opções para a preservação de sua fertilidade.

Com o aumento da prevalência de diversos tipos de câncer em todo o mundo e devido à melhora do prognóstico terapêutico desta doença, vem aumentando a demanda por tratamentos e por opções que possam preservar a fertilidade dos pacientes jovens.

As técnicas e estudos experimentais existentes para a preservação da fertilidade do paciente com câncer incluem:

1) A supressão gonadal hormonal;
2)
A criopreservação do sêmen;
3)
A criopreservação de parênquima testicular obtida por biópsia ou hemicastração e o subseqüente enxerto testicular,e;
4)
O transplante de células germinativas.

A supressão gonadal com hormônios ou análogos hormonais é, ainda, considerada uma técnica experimental e não oferece resultados muito consistentes.

Já a criopreservação de parênquima testicular e o subseqüente enxerto e o transplante de células germinativas, embora muito recentes, e, ainda consideradas técnicas experimentais, já oferecem perspectivas mais promissoras para a preservação da fertilidade não só de adultos, mas, especialmente de crianças e adolescentes acometidos pelo câncer.

Criopreservação

A criopreservação de sêmen é a técnica consagrada, utilizada há mais de 40 anos, para a preservação da fertilidade dos pacientes oncológicos", afirma o andrologista.

O método mais utilizado é o congelamento em vapor de nitrogênio líquido e o armazenamento em nitrogênio líquido.

O sêmen é congelado gradualmente até -79ºC, sendo depois estocado no nitrogênio líquido a -196ºC. Cerca de 25-50% dos espermatozóides móveis tornam-se imóveis após o descongelamento. "Apesar disto, uma vez congelados, a vitalidade dos espermatozóides mantém-se constante, mesmo após longos períodos de congelamento.

A qualidade do sêmen antes da criopreservação parece ser o fator mais importante para determinar o potencial de sobrevida após o descongelamento, sendo as amostras com baixa qualidade inicial, como no caso do câncer de testículo, as mais crio-sensíveis.

Era necessário que existissem mais de 20 milhões de espermatozóides móveis após o descongelamento, para que as chances de gravidez fossem adequadas, ou seja, ao redor de 20% por tentativa, quando se utilizava a técnica de inseminação intra-uterina.

Com os avanços nas técnicas de reprodução assistida, especialmente a injeção intracitoplasmática do espermatozóide (ICSI), tais parâmetros tornaram-se obsoletos e resultados muito satisfatórios, ao redor de 40% de sucesso por tentativa, são obtidos utilizando-se amostras de sêmen com qualidade muito deprimida.

Fonte: www.renatokalil.com.br

Câncer de Testículo

AUTO - EXAME

O câncer de testículo, glândula primária do sexo masculino, corresponde a apenas 1% de todos os casos de câncer em homens. No entanto, é o tipo de câncer mais comum em homens com idade entre 20 a 35 anos, apesar de poder ocorrer em outras idades. Geralmente acomete apenas um dos testículos.

Não se sabe qual a causa do câncer de testículo, mas conhecemos alguns fatores de risco:

Criptorquidia (quando os testículos são desceram para o escroto) são corrigida em crianças ou adultos. Os pais devem verificar se, ao nascer, o seu filho foi examinado para verificar se os testículos estão no saco escrotal. História familiar de câncer de testículo Irmão gêmeo idêntico com câncer de testículo Lesões e traumas no escroto

SINAIS E SINTOMAS

Nas fases iniciais, o câncer de testículo pode não causar nenhum sintoma.

Quando os sintomas ocorrem, incluem:

Pequeno nódulo indolor no testículo Testículo aumentado Sensação de peso no testículo ou no escroto Dor surda na parte inferior do abdome ou na virilha Mudança em como você sente os testículos Aumento das mamas e dos mamilos masculinos Coleção de líquido, de aparecimento súbito, no escroto O câncer de testículo, quando detectado e tratado precocemente, geralmente é curável. É feita uma cirurgia para remover o testículo.

Outras opções podem ser usadas depois para completar o tratamento:

Quimioterapia Radioterapia Ressecção cirúrgica dos gânglios, se necessário

Perguntas a fazer

Você sente dor intensa nos testículos?
Você sente qualquer mudança na consistência, nódulos ou inchaço no escroto?
Existe sensação de peso ou dor?
Há aumento das mamas ou dos mamilos ou sensação súbita de inchaço, intumescimento no escroto?

Dicas de autocuidado

Faça auto-exame testicular mensalmente ou como recomendado pelo seu médico.

O subcomitê para pacientes masculinos da Academia Norte-americana de Médicos de Família recomenda que se ensine o auto-exame testicular entre 13 a 18 anos. Os testículos se localizam atrás do órgão genital masculino, dentro do saco escrotal. Devem ser suaves e aproximadamente do mesmo tamanho, com consistência de borracha e de formato semelhante a um ovo. Às vezes o esquerdo é mais baixo do que o direito.

Auto-exame testicular

O auto-exame testicular é mais facilmente realizado quando o escroto está relaxado, depois de um banho quente. Isso permite que os testículos fiquem embaixo.

Como fazer o auto-exame

Câncer de Testículo

Examine cada um dos testículos delicadamente com as duas mãos.

Você deve colocar o dedo do meio e o indicador por trás do testículos e o dedão em cima do testículos. Suavemente, deslize o testículo por entre os dois dedos e o dedão.

Um testículo pode ser maior que o outro. Isto é normal.

Encontre o epidídimo (estrutura na forma de um tubo, macia, que fica atrás do testículo e que estoca e transporta o esperma). Não confunda o epidídimo com a presença anormal de gânglios.

Procure pela presença anormal de gânglios (do tamanho de uma ervilha) na parte da frente dos testículos. Esses nódulos são geralmente indolores. Se você encontrar um nódulo, entre em contato com seu médico imediatamente. O nódulo pode ser consequência de uma infecção, e o médico poderá receitar o tratamento mais adequado. Se o nódulo não for uma infecção, é provável que seja câncer.

Lembre-se de que o câncer de testículo é altamente curável, principalmente quando detectado e tratado precocemente. O câncer de testículo praticamente só ocorre em um dos testículos.

Depois de o testículo ser retirado cirurgicamente, o outro permite uma função sexual normal.

A realização rotineira do auto-exame testicular é muito importante, mas não substitui o exame realizado por um médico. O seu médico deve examinar-lhe os testículos quando você for consultá-lo. Você também pode solicitar ao seu médico que ele lhe ensine a maneira correta de realizar o auto-exame.

Fonte: www.lincx.com.br

Câncer de Testículo

Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Testículo

O câncer de testículo é uma doença agressiva com rápida duplicação das células do tumor que podem levar à rápida evolução do câncer.

Porém, os tumores de testículo são de diagnóstico fácil e  são considerados cânceres com alto índice de cura. O câncer de testículo responde muito bem ao tratamento quimioterápico e tem marcadores tumorais que ajudam no diagnóstico e no acompanhamento do tumor.

No exame físico, o câncer do testículo se apresenta com aumento de volume escrotal rápido e causa ligeira sensação de dor indefinida ao paciente.

O caminho que estes tumores encontram para se espalhar é através dos vasos linfáticos, levando o tumor a alcançar os linfonodos no na região intra-abdominal, próxima aos rins e à coluna.

Nas fases avançadas do câncer de testículo há disseminação por via sanguínea com metástases atingindo primeiro os pulmões e, mais tarde, o fígado, o cérebro e os ossos.

Quando o câncer de testículo está em estágio avançado, os sintomas costumam ser decorrentes das metástases, como a compressão do duodeno que causa náuseas e vômitos. O inchaço das pernas aparece como sintoma do câncer de testículo porque a veia cava inferior é comprimida. Se as metástases ósseas na coluna causarem compressão da medula espinhal, poderá haver paraplegia. É comum a função renal ficar comprometida devido à obstrução que os tumores causam nos rins e ureteres. O ginecomastia, aumento das mamas e dos mamilos, é um sintoma pode ser encontrado em câncer de testículo em fase inicial.

O diagnóstico do câncer de testículo é feito a partir de doenças como hérnias e varicoceles. A orquiepididimite também é uma inflamação freqüente em homens jovens, mas os sintomas são diferentes dos causados por um tumor. Caso haja dúvida quanto ao diagnóstico, o paciente deve retornar após duas semanas de tratamento para uma reavaliação da doença.

O tratamento inicial do câncer testicular é cirúrgico. É feita uma pequena incisão no abdômen, para se expor o testículo, e realizar a biópsia.

O resultado do material colhido é analisado na hora da cirurgia. Se o câncer de testículo for confirmado, retira-se o testículo. Esta intervenção não afeta a função sexual ou reprodutiva do paciente, se o outro testículo for normal. Isto se deve ao fato de que o testículo saudável passará a produzir mais testosterona e esperma,para compensar a “não produção” do outro testículo.

O tratamento será complementado se houver a possibilidade de disseminação do tumor para outros órgãos.

Depois da biópsia, o tratamento do câncer de testículo poderá ser: cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou por meio de controle clínico.Esses métodos podem ser usados de forma isolada, ou combinada, dependendo da característica do caso.

Muitos homens ficam completamente curados, se o câncer é diagnosticado e tratado ainda em sua fase inicial. O auto-exame é recomendável e deve ser realizado uma vez por mês, depois de um banho quente, quando a pele do escroto fica mais relaxada.

O que é o Câncer de Testículo e Fatores Risco

Os testículos, também chamados de gônadas são glândulas masculinas, se localizam no sacro escrotal, atrás do órgão genital masculino, fora da cavidade abdominal. Os testículos produzem esperma e testosterona. O esperma, quando está maduro, vai para o epidídimo. Depois de algumas semanas, o esperma é misturado a outros fluidos e forma o sêmen. A testosterona é o hormônio sexual masculino necessário para a formação do aparelho reprodutor. Sem testosterona, o homem perde a sua capacidade sexual e apresenta fadiga, osteoporose, depressão, dentre outros males.

O câncer testicular ocorre principalmente nas células germinativas os demais tumores de testículo são muito raros e não relacionados às células germinativas.

O câncer de testículo é um tumor menos freqüente que os demais que atingem os homens, porém tem maior incidência em pessoas jovens, em idade produtiva.

Quando o testículo não desce para a bolsa escrotal dizemos que há criptorquidia. A criptorquidia ou criptorquia é um elemento que influencia no aparecimento do tumor de testículo.

O câncer de testículo atinge principalmente homens entre 15 e 50 anos de idade e é considerado raro. Se for comparado a outros tipos de câncer tipicamente masculinos, como, por exemplo, o de próstata, o índice de mortalidade do câncer de testículo é bastante baixo.

Por seu um câncer que atinge mais homens jovens e sexualmente ativos o câncer de testículo pode ser confundido com epididimite que é uma inflamação dos epidídimos (ductos microscópicos muito longos que são atravessados pelas células espermáticas produzidas no testículo) ou com orquiepididimite que é um processo inflamatório que pode acometer homens de todas as idades, ambas geralmente transmitidas sexualmente.

Se após o tratamento médico, geralmente feito com medicamentos, o inchaço ou sintoma não melhorarem, é importante procurar novamente o médico. Se o câncer de testículo for detectado precocemente, ele é fácil de ser curado.

Geralmente o tumor de testículo atinge apenas um dos testículos.

Não se sabe exatamente qual a causa do câncer de testículo, mas conhecemos alguns fatores de risco:

O desenvolvimento do câncer de testículo está relacionado a fatores familiares e genéticos, por exemplo, entre irmãos. Se a mãe, durante a gestação, usou estrógeno, isto pode ocasionar nos filhos uma maior incidência de tumores de testículo; atrofia testicular, quando os testículos são pequenos ou criptorquidia que é quando os testículos estão fora de sua posição habitual. Segundo estudos, homens com criptorquidia têm um risco maior de desenvolver câncer de testículo.

Lesões e traumas na bolsa escrotal são costumeiramente citados como possíveis causadores de câncer de testículo, mas o mais provável é que o trauma chame a atenção para o testículo com tumor. Outro fator de risco são vírus, como o HIV.

Como sempre gostamos de frisar, a prevenção do câncer é sempre o melhor remédio.

Prevenção e sintomas do Câncer de Testículo

Um dos sintomas mais comum de tumor de testículo é o aparecimento de um nódulo duro, aproximadamente do tamanho de uma ervilha, que muito raramente dói.

Mas, ao sentir ou apalpar qualquer anormalidade, o ideal é procurar logo um médico, preferencialmente um urologista. A alteração encontrada pode ser uma infecção, ou um tumor e ambos precisam ser tratados. No caso de câncer de testículo, o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Nas fases iniciais, o câncer de testículo pode não causar nenhum sintoma.

Alguns sinais funcionam como alerta para o câncer de testículo. Observe com atenção se há alterações nos testículos como aumento ou diminuição no tamanho dos mesmos.

Outros sintomas são: dor não localizada ou não bem definida na região do abdômen, sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos.

Vamos enumerar abaixo alguns dos sintomas mais comuns de câncer de testículos, lembrando que nem sempre a presença destes sintomas significa que há um tumor maligno, no entanto é sempre muito importante procurar um médico.

Os sinais mais freqüentes são:

Nódulo(s) indolor(es) no(s) testículo(s)
Aumento no volume do(s) testículo(s)
Sensação ou aumento de peso no testículo
Dor indefinida na parte inferior do abdômen ou na virilha
Alteração nos testículos
Aumento das mamas (ginecomastia) e dos mamilos masculinos - pode ocorrer em alguns casos de tumores de testículo. Isto acontece porque há aumento de produção de estrógenos ou deficiência da formação de andrógenos.
Coleção de líquido, de aparecimento súbito, no escroto
Hemorragia interna (não muito freqüente)

No caso de tumores de testículo que já se espalharam, pode ocorrer: 

Tosse ou dispnéia (pulmão)
Dores nas costas (retroperitôneo) ou dor lombar
Edema de membros inferiores (envolvimento da veia cava) e outros
Perda de peso
Vômitos

No exame físico do paciente, geralmente, palpa-se o nódulo ou o testículo endurecido, indolor. Outras estruturas do saco escrotal (epidídimo, canal deferente), não estão envolvidas, a não ser em casos mais avançados. Qualquer quadro agudo envolvendo testículo em pessoas jovens e que não resolver em 7-10 dias de tratamento convencional deve levantar suspeitas quando à presença de tumor.

Prevenção do câncer de testículo

O auto-exame dos testículos é um hábito fundamental na prevenção do câncer de testículos. Faça auto-exame testicular mensalmente ou segundo orientação médica.

Câncer de Testículo e Fertilidade

Nos últimos 20 anos foi observada melhora significativa no tratamento do homem portador de câncer do testículo. A melhoria foi devida aos tipos e doses de agentes quimioterápicos, principalmente nas doenças metastáticas. Atualmente, espera-se que uma porcentagem superior a 95% dos pacientes, com doença metastática de baixo volume, sobreviva à neoplasia (Horwich A, 1994).

No câncer do testículo, portanto, a sobrevivência é a regra e não a exceção, fazendo-se necessária mais do que nunca a preocupação com a qualidade de vida no período pós-cura. No entanto, a doença traz o de acometer a fertilidade.

O problema é amplificado pelo fato de que a maior incidência do câncer do testículo ocorre de 20 a 35 anos idade, portanto, no auge do período reprodutivo do homem. Ao se discutir os aspectos de fertilidade com o paciente com câncer, deve-se lembrar que aproximadamente 67% destes pacientes têm como apresentação inicial oligozoospermia e 20% azoospermia (8).

Outro dado importante é que a incidência de câncer do testículo na população infértil é 100 vezes maior que na população geral. Como exemplo, em 1689 pacientes examinados consecutivamente na Alemanha devido à infertilidade primária, a incidência de neoplasia do testículo foi de 0,5%, portanto muito mais alta do que os 0,005% registrados na população geral da mesma região geográfica (18)(19).

A perda de parênquima testicular devido ao tumor e/ou à orquiectomia é uma razão óbvia para explicar a menor fertilidade nestes pacientes. Entretanto não é o único fator, já que os pacientes com azoospermia inicial podem recuperar a fertilidade mesmo após a orquiectomia e tratamento coadjuvante, o que sugere a presença de um mecanismo ativo, causador da subfertilidade nesses pacientes (20); (8).

Efeitos do tratamento adjuvante do câncer do testículo na fertilidade

Radioterapia

Homens que recebem doses entre 20 e 130cGy apresentam azoospermia temporária e aqueles submetidos a doses maiores que 1000cGy geralmente desenvolvem azoospermia definitiva. Aproximadamente dois terços dos pacientes que recebem radioterapia profilática para seminoma ficam azoospérmicos por um período que varia de 1,5 a 3,5 anos (8,21;22).

Apesar de existir um certo cuidado para que homens irradiados não tenham filhos no período pós-tratamento, por receio de efeitos teratogênicos adquiridos pelo espermatozóide, existem poucas evidências até o momento que isto aconteça, pois os poucos trabalhos que abordam esse tópico não demonstraram aumento significativo destas anomalias (23, 1994) (24, 1986).

Quimioterapia

A quimioterapia tem um papel muito importante no tratamento do câncer metastático do testículo. Entretanto, o efeito colateral tem um impacto negativo muito significativo na produção de espermatozóides. As espermatogônias, são especialmente susceptíveis durante a divisão celular à quimioterapia.

Aproximadamente 96% dos pacientes submetidos à quimioterapia vão se tornar azoospérmicos num período de tempo curto, após o Primeiro ciclo de quimioterapia (25,1983). Felizmente, 67% destes homens voltam a apresentar espermatozóides no ejaculado, no período de 2 a 3 anos após o término da quimioterapia. Porém, 33% irão continuar azoospérmicos (19,1999).

Nesses homens que ficaram azoospérmicos, não é comum encontra espermatozóides no ejaculado, mesmo após centrifugação e métodos especiais de procura. Índices de gravidez de 32%, quatro anos após o término da quimioterapia, foram relatados (25,1983).

Alguns estudos em animais revelaram que a supressão da espermatogênese durante a quimioterapia pode, em teoria, proteger o epitélio germinativo por um mecanismo de diminuição da divisão celular das espermatogônias.

Entretanto, até o momento, isso não foi evidenciado no homem, com a utilização de medroxiprogesterona e agonistas do hormônio liberador de hormônio luteinizante (LHRH), para a supressão da espermatogênese durante a quimioterapia (25,1988; 27, 1993; 28, 1989).

Linfadenectomia Retroperitoneal

A linfadenectomia retroperitoneal (RPLND) pode estar indicada no tratamento de tumores de testículo não-seminomatosos estadio I. Também pode estar indicada nos homens com massa residual retroperitoneal pós-quimioterapia. Portanto, a RPLND pode causar disfunção na ejaculação por ação neurogênica.

Nesses pacientes, é essencial que se pesquise ejaculação retrógrada, analisando-se a urina pós-masturbação. Caso sejam encontrados espermatozóides, eles podem ser recuperados para utilização em reprodução assistida.

No entanto, caso não sejam recuperados espermatozóides, mesmo após tentativa de tratamento com drogas simpatomiméticas (ex.: efedrina, imipramina) pode-se realizar a eletroejaculação (EEJ), com sucesso de aproximadamente 90%, na obtenção de espermatozóides.

Em uma série de 24 pacientes nessas condições, a falha de 10% se deveu ao fato de ter sido encontrado carcinoma in situ no testículo contralateral em um caso, e falência testicular devido à quimioterapia em outros dois casos. A taxa cumulativa de gravidez nos casais que optaram pela inseminação intra-uterina foi de 37% (29, 1991).

Jorge Hallak

Fonte: www.oncoguia.com.br

Câncer de Testículo

O câncer de testículo pode causar um aumento do tamanho do testículo ou o surgimento de um nódulo no escroto.

A maioria dos nódulos não é causada por um câncer de testículo, mas a maioria dos nódulos que se formam nos testículos o são.

A sua causa é desconhecida, mas os homens cujos testículos não desceram para o interior do escroto até os 3 anos de idade apresentam um maior risco de apresentar um câncer de testículo do que aqueles cujos testículos desceram até essa idade.

A maioria dos cânceres de testículo ocorre em homens com menos de 40 anos de idade.

Existem quatro tipos de câncer que podem se desenvolver nos testículos: o seminoma, o teratoma, o carcinoma embrionário e o coriocarcinoma.

Sintomas e Diagnóstico

O câncer de testículo produz um nódulo duro e crescente no escroto, o qual pode ser doloroso. Algumas vezes, ocorre a ruptura de vasos sangüíneos no interior do tumor, resultando em uma massa que cresce rapidamente e causa uma dor intensa.

Um nódulo duro no testículo sempre deve ser examinado o mais rapidamente possível por um médico.

O exame físico e a ultra-sonografia ajudam o médico a determinar se o nódulo é originário do testículo. Quando o nódulo é sólido e está localizado sobre o testículo, o diagnóstico de câncer comumente é estabelecido na sala cirúrgica, mas, ocasionalmente, é realizada uma biópsia (coleta de uma amostra de tecido para exame microscópico).

A cirurgia freqüentemente pode ser realizada com o paciente submetido a uma anestesia local. A concentração de duas proteínas presentes no sangue, a alfa-fetoproteína e a gonadotropina coriônica humana, tendem a aumentar nos homens com câncer de testículo.

Exames de sangue podem ser utilizados tanto na investigação do câncer quanto no controle do tratamento. Quando a concentração dessas proteínas aumentam após o tratamento, a recorrência do câncer pode ter ocorrido.

Tratamento

O tratamento inicial do câncer de testículo é a remoção cirúrgica de todo o testículo. O outro testículo não é removido, de modo que o indivíduo manterá concentrações adequadas de hormônios masculinos e permanecerá fértil.

Em certos tipos de tumores, os linfonodos abdominais também podem ser removidos porque o câncer tende a disseminar-se primeiramente para essas estruturas.

O tratamento pode incluir a radioterapia assim como a cirurgia, especialmente no caso de um seminoma.

A radiação é aplicada sobre os linfonodos abdominais, torácicos e cervicais (do pescoço) para tentar destruir as células câncerosas que se disseminaram. O câncer de testículo disseminado freqüentemente é curado com uma combinação de cirurgia e quimioterapia.

O prognóstico depende do tipo e da extensão do tumor. Mais de 80% dos homens com seminomas, teratomas ou carcinomas embrionários sobrevivem 5 anos ou mais. Essa capacidade de curar a maioria dos cânceres de testículo metastáticos é um dos grandes triunfos da terapia antineoplásica.

Muitos poucos indivíduos com coriocarcinoma altamente maligno, um tumor muito raro, chegam mesmo a apresentar uma sobrevida de até 5 anos.

Fonte: mmspf.msdonline.com.br

Câncer de Testículo

O tumor de testículo corresponde a 5% do total de casos de câncer entre os homens. É facilmente curado quando detectado precocemente e apresenta baixo índice de mortalidade.

Apesar de raro, preocupa porque a maior incidência é em homens em idade produtiva - entre 15 e 50 anos.

Nessa fase, há chance de ser confundido, ou até mesmo mascarado, por orquiepididimites (inflamação dos testículos e dos epidídimos (canal localizado atrás do testículo e que coleta e carrega o esperma) geralmente transmitidas sexualmente.

Sintomas

O mais comum é o aparecimento de um nódulo duro, geralmente indolor, aproximadamente do tamanho de uma ervilha.

Mas deve-se ficar atento a outras alterações, como aumento ou diminuição no tamanho dos testículos, nódulos ou endurecimentos, dor imprecisa na parte baixa do abdômen, sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos.

Caso sejam observadas alterações, o médico, de preferência um urologista, deve ser consultado.

Detecção precoce

O câncer de testículo é considerado um dos mais curáveis, principalmente quando detectado em estágio inicial. O exame físico é o melhor meio de detecção precoce.

Autoexame dos testículos

Deve ser feito uma vez por mês, após um banho quente. O calor relaxa o escroto e facilita a observação de quaisquer anormalidades de tamanho, sensibilidade ou densidade.

O que procurar?

Alteração do tamanho dos testículos; sensação de peso no escroto;  dor imprecisa na parte inferior do abdômen ou na virilha; derrame escrotal; caracterizado por líquido no escroto; dor ou desconforto no testículo ou escroto.

Como fazer?

De pé, em frente ao espelho, verifique a existência de alterações em alto relevo na pele do escroto
Examine cada testículo com as duas mãos
Posicione o testículo entre os dedos indicador, médio e o polegar, revolva o testículo entre os dedos. Você não deve sentir dor ao realizar o exame
Não se assuste se um dos testículos parecer ligeiramente maior que o outro, isto é normal
Ache o epidídimo. Trata-se de um canal localizado atrás do testículo que coleta e carrega o esperma
Quando você se familiarizar com essa estrutura, não confundirá o epidídimo com uma massa suspeita
Os tumores malignos são localizados com mais frequência lateralmente aos testículos, mas também podem ser encontrados na parte de baixo.

Fonte: ligacontraocancer.com.br

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