Na fase de planejamento, devem ser coletados todos os documentos existentes na área a ser trabalhada, como imagens orbitais, cadastro de cidades e vilas,etc.. As imagens orbitais são importantes ferramentas para a atualização, em função da periodicidade da sua tomada.
A carência de mapeamento no Brasil, principalmente em escalas grandes, é agravada pelo fato de grande parte encontrar-se desatualizado, fazendo com que a sua utilização não alcance os objetivos para os quais foram elaborados.
Os métodos para produção de mapas, assim como para atualização cartográfica evoluíram gradativamente com o advento de novos processos tecnológicos, principalmente na área da informática com o mapeamento digital, a utilização de Sistemas de Posicionamento Global (GPS), tratamento digital de imagens e Sistemas de Informação Geográfica (SIGs).
É indiscutível a importância do sensoriamento remoto para a cartografia. A agilidade e a redução de custos obtidos através da utilização de imagens orbitais para atualização cartográfica vem acompanhadas de uma qualidade cada vez maior no que diz respeito à resolução espacial e multiespectral de alta tecnologia, atendendo aos requisitos de precisão planimétricas exigidos para as escalas do mapeamento sistemático. Deve-se ressaltar o menor custo aquisição de imagens se comparado a realização de novo recobrimento aéreo.
Os principais métodos de atualização de cartas utilizam documentação cartográfica existente como: fotografias aéreas e imagens orbitais, sendo que o trabalho de campo continua sendo necessário tanto para identificação de elementos nas áreas acrescidas (reambulação) como para solução de problemas de interpretação. Outro método é por meio de determinações GPS (utilizado pelo México na atualização da base territorial e agora pelo IBGE, no Censo 2000)
a) Através de instrumentos como "aerosketchmaster" e interpretoscópio, por exemplo, pode-se atualizar pequenas áreas onde o volume de novos dados é pequeno em relação ao volume de informações contidas no mapa a ser atualizado.
O primeiro possibilita a transferência de detalhes da foto atual para o mapa. O segundo pode ser utilizado para o caso da foto atual estar em escala diferente da foto ou carta a atualizar.
b) Os restituidores são utilizados principalmente na atualização onde o fator precisão é requerido e onde grandes áreas são envolvidas.
c) Em função de seus recursos de ampliação e redução, a ortofoto é um meio utilizado na atualização planimétrica, pois podem ser produzidas na mesma escala do mapa a ser atualizado.
d) Os recursos da informática estão presentes atualmente em todas as etapas da cartografia. Na atualização digital, num dos procedimentos, a foto atual e o mapa a ser atualizado são transformados em arquivos digitais e superpondo-se as imagens, pode-se detectar as modificações ocorridas e efetuar-se as alterações.
O método utilizado para atualização a partir de documentação cartográfica existente e denominado compilação visa essencialmente analisar os documentos cartográficos já existentes em outros órgãos que trabalham na produção de cartas e mapas.
Os métodos que envolvem a atualização cartográfica através de documentação já existente, vão desde os chamados métodos convencionais até os modernos que se utilizam da cartografia digital.
a) Se a escala da carta se aproxima do produto final, basta selecionar os elementos cartográficos, reduzir e gerar uma folha original para orientar o preparo para impressão, o qual vai utilizar os fotoplásticos já existentes.
b) Se a escala for muito grande (semicadastro), deve ser levada primeiramente para uma escala intermediária.
Ex: Escala de 1:10.000 para 1:250.000, a escala intermediária será de 1:100.000.
Pouco depois do lançamento do primeiro satélite LANDSAT já se buscava avaliar a possibilidade de atualização de cartas e mapas através de imagens pelo sensor MSS (pixel/resolução espacial de 80m). Estudos na década de 80, levaram a constatação da viabilidade do uso de Imagem MSS para mapeamento na escala 1:250.000.
Por ocasião do surgimento do sensor TM a bordo do satélite LANDSAT-5, com pixel/resolução espacial de 30m, realizaram-se diversas avaliações de suas imagens, mostrando que são viáveis para mapeamento nas escalas 1:100.000 ou menores.
As metodologias para atualização cartográfica no formato digital encontram-se em constante desenvolvimento compreendendo as seguintes fases básicas:
A linha de obtenção de bases cartográficas por compilação
é única, embora, em função da apresentacão
final do trabalho, exista uma orientação diferenciada na sua
elaboração.
Principais segmentos de representação de bases cartográficas:
São elaboradas considerando-se a separação dos elementos
topográficos em suas cores características, representando-os
conforme a impressão.
A compilação da base será executada sobre uma prancha
plotada com a projeção UTM, em material estável, ajustando-se
no verso as reduções ou elementos básicos na escala.
São obtidas pelos mesmos procedimentos necessários à elaboração de bases para impressão, ou seja, seleção e redução fotográfica das cartas topográficas em escala maior e compilação dos elementos topográficos. As bases são elaboradas em computador, a partir de mapas e cartas digitalizadas (mapas convertidos através de sistema CAD gerando arquivos magnéticos) e compilados utilizando-se aplicativos apoiados por computador. Os originais de compilação devem ser preparados separando-se os grupos de representação em categorias de informação, armazenadas por níveis, quando do processo de digitalização.
Nível 1: hidrografia
Nível 2: planimetria
Nível 3: vias
Nível 4: altimetria
Nível 5: vegetação
São bases planimétricas compiladas em material estável utilizando-se somente a cor preta. Os procedimentos necessários à elaboração destas bases são os mesmos que para impressão, ou seja, seleção e redução fotogramétrica das cartas topográficas em escala maior.
Consiste do conjunto de folhas onde constarão as informações que serão utilizadas na fase de separação de cores e toponímia visando a impressão off-set.
Com a finalidade de atender a projetos especiais, onde são assentados temas específicos sobre as bases cartográficas elaboradas por processos de compilação, elabora-se o original de desenho dando um tratamento diferenciado, tanto pelo material utilizado (normógrafo, plástico UC4, tinta, etc.), como a forma de apresentação e identificação dos elementos.
Nesta fase, todo o trabalho já estará planejado, e definidos os critérios de seleção, compilação e a PIC, com a projeção cartográfica plotada. Nestas bases, não estarão representados os elementos altimétricos.
É a etapa da produção cartográfica convencional onde os originais que reproduzem todos os elementos constantes nas fotografias aéreas (restituição) e oriundos de outros documentos cartográficos (compilação), são tratados e disponibilizados para a impressão.
Um órgão cartográfico que precise dispor de uma estrutura independente para a produção dos seus originais, necessita de um laboratório fotocartográfico.
No laboratório fotografa-se o original cartográfico (original de restituição ou compilação) nas suas exatas dimensões para a obtenção inicial de um negativo.
Através do negativo, transporta-se por meio fotoquímico as imagens do original cartográfico para o fotoplástico (plástico estável que possui uma face brilhante e a outra recoberta com uma fina e uniforme camada de tinta fosca).
Na face fosca do fotoplástico, isto é, a que recebeu uma camada apropriada, os elementos do original cartográfico transportados são abertos ou gravados através dos carrinhos de gravação. Retirada essa camada, os elementos gravados permitirão a passagem de luz, funcionando como um negativo.
Para as folhas topográficas são produzidos três fotoplásticos, um para cada tipo de representação correspondentes às cores:
a) Azul - elementos hidrográficos
b) Preto - moldura, quadriculados, sistemas viário, limites, etc.
c) Sépia - curvas de nível
No fotoplástico (scribe-coat) são executadas as representações com traço, isto é, somente linhas são gravadas. Para representação de áreas é usado um outro tipo de plástico estável no qual se acha aderida uma leve película opaca, facilmente removível, conhecido como peel-coat.
A película, ao redor dos elementos, é cortada e levantada, ficando transparente.
a) Azul - para representar as massas d'água
b) Vermelho - para representar estradas e áreas edificadas
c) Verde - Para representar a vegetação
Com os fotoplásticos (scribe-coats) e peel-coats é gerada em laboratório, a chamada primeira prova química, que reproduz todos os elementos já em sua cor definitiva.
É a aplicação de todos os nomes que vão constar na carta ou mapa e parte da simbologia e convenções, tendo como base o original cartográfico e as demais folhas (nomenclatura, vegetação e sistema viário).
Os nomes são confeccionados com tipos e corpos apropriados que variam de acordo com a escala, em um finíssimo plástico transparente recebendo no verso, uma camada de adesivo. Esses nomes são retirados e "colados" em uma folha estável, de maneira a identificar/denominar todos os elementos naturais e artificiais.
Após a colagem são produzidos em laboratório, três
negativos, para os nomes que sairão nas cores azul, preto e sépia,
para o caso das folhas topográficas.
No geral, produz-se tantos negativos quantas forem as cores utilizadas.
Para algumas escalas é produzida também uma folha de colagem
para o verso da carta e conseqüentemente, mais um negativo.
Nos negativos constarão todos os nomes que foram colados, sendo necessário selecionar-se, com tinta apropriada, os nomes referentes a cada cor.
A seguir produz-se uma 2ª prova química, que consiste em todos os elementos constantes na 1ª só que com o acréscimo de toda a nomenclatura.
Após uma revisão e correção são gerados então, através dos fotoplásticos, peel-coats e negativos, os positivos litho, chamados de fotolitos.
É produzido um positivo para cada cor, que depois de submetidos à um controle de qualidade são finalmente liberados para a impressão gráfica obtendo-se assim o produto final cartográfico, ou seja, as cartas ou mapas.
Os produtos da cartografia temática são as cartas, mapas ou plantas em qualquer escala, destinadas a um tema específico. A representação temática, distintamente da geral, exprime conhecimentos particulares específicos de um tema (geologia, solos, vegetação, etc.) para uso geral.
A cartografia temática ilustra o fato de que não se pode expressar todos os fenômenos num mesmo mapa e que a solução é, portanto, multiplicá-los, diversificando-os. O objetivo dos mapas temáticos é o de fornecer, com o auxílio de símbolos qualitativos e/ou quantitativos dispostos sobre uma base de referência, geralmente extraída dos mapas e cartas topográficas, as informações referentes a um determinado tema ou fenômeno que está presente ou age no território mapeado.
Os mapas e cartas geológicas, geomorfológicas, de uso da terra e outras, constituem exemplos de representação temática em que a linguagem cartográfica privilegia a forma e a cor dos símbolos como expressão qualitativa.
A descrição qualitativa é aquela que denota qualidade, ou seja, cada uma das circunstâncias ou características dos fenômenos (aspectos nominais do fenômeno) são classificadas segundo um determinado padrão. (Figura 4.8).
Os mapas de densidade da população, de precipitação pluviométrica, de produção agrícola, de fluxos de mercadorias, constituem exemplos em que pontos, dimensões dos símbolos, isarítmas, corópletas, diagramas e outros recursos gráficos são utilizados para representar as formas de expressão quantitativa.
A descrição quantitativa, mensura o fenômeno através de uma unidade de medida ou através de um percentual. (aspecto ordinal do fenômeno) (Figura 4.9).
Na elaboração de um mapa temático são estabelecidos limites a partir dos dados que lhe são pertinentes, não importando a forma pelas quais foram obtidos, nem como foram consagrados os elementos que são concernentes à ciência ou técnica específica do tema em estudo. É pertinente à Cartografia Temática, quais as características dos dados a serem representados, se são físicos e/ou estatísticos e a forma como estes devem ser graficamente representados e relacionados com a superfície da Terra.
Como exemplos podemos citar não ser uma preocupação da Cartografia Temática, como a geologia estabelece a datação das rochas, a existência de falhas e desdobramentos, ou como a demografia estabelece suas variáveis quanto as aglomerações urbanas.
O objetivo da Cartografia Temática é como melhor proceder para que o mapa expresse os fatos e fenômenos, objeto do estudo relacionado ao tema. A ciência pertinente a um determinado tema visa o conhecimento da verdade desses fatos e fenômenos e à Cartografia Temática cabe demonstrá-lo graficamente, sendo portanto um meio auxiliar dessa ciência ,tais como: geologia, geomorfologia, metereologia, geografia, demografia entre tantas outras
Classificar o ramo da Cartografia quanto ao seu produto final, não tem sido matéria de conclusão unânime. Esta classificação está mais ligada ao desenvolvimento da Cartografia em determinados países do que a um conceito universalmente aceito. De um modo geral não são classificados quanto à escala, formato ou representação cartográfica, mas sim ao conteúdo temático.
Neste mister a cartografia deixa de restringir-se a representação geral dos aspectos topográficos da superfície da terra, seja na parte exclusivamente planimétrica ou na plano-altimétrica, e presta sua contribuição ao processo criativo da sociedade e ao próprio amadurecimento de suas técnicas e métodos científicos, como ferramenta auxiliar de outras ciências.
O uso de mapas para conhecimentos específicos, como a navegação aérea e marítima, a meteorologia e o turismo, por exemplo, determinou o aparecimento dos mapas e cartas especiais.
Já no final do século passado, a cartografia geológica constituía-se em uma particularidade, impulsionando mesmo a cartografia topográfica. Hoje, a diversidade de tipos de mapas vem pressionando a Cartografia a não poder mais ser estudada sem uma sistematização em suas formas de representação.
Com a expansão dos mais variados temas ocorre uma superposição de termos. Assim, usa-se para as cartas aeronaúticas, mapas do tempo, de clima, cartas naúticas e oceonográficas, mapas turísticos e de comunicação, bem como os geológicos, cobertura vegetal, morfológicos, econômicos, etc., a denominação, indistintamente de " Especiais" e "Temáticos". Portanto não há somente uma sobreposição das duas expressões mas também uma tendência de distinguí-las para conter tipos de mapas que compõem a Cartografia Especial de outros que pertencem a Cartografia Temática.
DIVISÃO SUBDIVISÃO OBJETIVO BÁSICO EXEMPLOS
Topográfica Geográfica
Conhecimento da superfície topográfica, nos seus fatos concretos, os acidentes geográficos naturais e as obras do homem. Plantas de cidades; Cartas de mapeamento sistemático; Mapas de países; continentes; Mapas-múndi.
Servir exclusivamente a um determinado fim; a uma técnica ou ciência Cartas aeronáuticas de vôo, de aproximação de aeroportos; Navegação marítima; Mapas do tempo, previsão; Mapa da qualidade do subsolo para construção, proteção de encostas.
Estatística de Síntese Expressar determinados conhecimentos particulares para uso geral Mapa geológico, pedológico; Mapas da distribuição de chuvas, populações; Mapas econômico zonas polarizadas.
A Cartografia Temática sobre a visão conceitual do cartógrafo Rodolfo Barbosa (3), classifica os Mapas Temáticos em três tipos
Este primeiro grupo registra os fenômenos na sua distribuição espacial, sob a forma de cores ou de tonalidades muito variadas, complementadas muitas vezes por sinais gráficos característicos.
A ênfase da variação aparece invariavelmente no destaque das diferenças qualitativas de um fenômeno ocorrido numa área, para o fenômeno que varia em outra área, e assim por diante. Como exemplos de mapas temáticos de notação podemos citar: geológico, pedológico, uso da terra, etnográfico, oceanográfico, etc..
Os elementos primários do tema que serão elaborados cartograficamente, são originários da técnica estatística, tanto no que se refere aos elementos físicos, quanto aos elementos humanos.
Assim, se caracterizam nesta área, os mapas de densidade, os de distribuição por pontos, os de fluxo, os pluviométricos e mapas de isolinhas.
Tem a finalidade explicativa, em que a representação de um fenômeno, em conjunto, é realizada mediante as suas relações externas.
Os mapas de síntese expressam "o conjunto dos elementos de diferentes fatos ou fenômenos", formam uma abstração intelectual, apresentando-se de forma global.
Podem ser considerados de síntese os mapas econômicos complexos, os de áreas homogêneas, os morfo estruturais, os geomorfológicos, os históricos etc..
Barbosa, Rodolfo Pinto - Revista Brasileira de Geografia, v. 29, nº 4 , out./dez.1967.
Figura 4.8 - Potencialidade agrícola dos solos

Figura 4.9 - Densidade da população
A existência dos mais diversos tipos de cartas e mapas permite aos usuários das mais variadas formações profissionais, através da utilização desses documentos cartográficos, desenvolver estudos, análises e pesquisas relativos à sua área de atuação. São também fundamentais como instrumento de auxílio ao planejamento, organização e administração dos governos.
Aplicabilidade de alguns dos principais produtos cartográficos elaborados na Diretoria de Geociências do IBGE.
Congrega o conjunto de procedimentos que têm por finalidade a representação do espaço territorial brasileiro, de forma sistemática, por meio de séries de cartas gerais, contínuas, homogêneas e articuladas.
São folhas das cartas topográficas nas escalas 1:25.000, 1:50.000, 1:100.000, e 1:250.000, e geográfica na escala 1:1.000.000. Compõem a Mapoteca Topográfica Digital - MTD (Base de dados cartográficos em meio digital).
Objetiva produzir documentos cartográficos, em escalas compatíveis com os levantamentos dos aspectos físicos e culturais, quanto à ocorrência e distribuição espacial.
São bases cartográficas em diversas escalas para subsidiar várias atividades de projetos, tais como: mapa índice, planejamento cartográfico e preparo para impressão, visando os seguintes produtos: Mapas temáticos, Mapas Murais, Atlas e Cartas especiais.
Subsidiar estudos e projetos em áreas específicas como:
Objetiva a representação cartográfica do Território Nacional, enfatizando a divisão político-administrativa.
São mapas e cartogramas políticos Nacional, Regionais, Estaduais e Municipais. Mapas municipais, mapas para fins estatísticos e bases cartográficas em diversas escalas.
Aplicabilidade
Apresentam, através de sínteses temáticas, uma visão geográfica do território, nos seus aspectos físicos, políticos, sociais e econômicos.
Produtos: Atlas Nacional, Atlas Regional e Estadual, Atlas Geográfico Escolar.
Aplicabilidade:
ANDERSON, PAUL S. Fundamentos para Fotointerpretação - SBC - 1982
ANDRADE, DINARTE F. P. NUNES - Fotogrametria Básica IME, - 1988
ANDRADE, LUÍS ANTONIO DE. - Proposta Metodológica para a Confecção de Carta-Imagem de Satélite. Artigo da Quadricon Com. e Rep. LTDA
Apostila Introdução á Geodésia - Fundação IBGE, 1997
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Brasil em números, Rio de Janeiro, V.3, p.1 - 1994.
BERALDO, PRIMO/SOARES, SERGIO MONTEIRO -GPS. Introdução e Aplicações Práticas. Brasília, 1995.
Cartografia e Aerolevantamento-Legislação - COCAR, 1981
COELHO, ARNALDO GUIDO DE SOUZA, Uso Potencial dos sensores Remotos. Revista Brasileira de Cartografia. n. 10.
Especificações e Normas Gerais para Levantamentos Geodésicos (Coletânea das Normas Vigentes), Fundação IBGE - 1996
GARCIA, GILBERTO J. Sensoriamento Remoto, Princípios e Interpretação de Imagens, Ed. Nobel, 1982.
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LIMA, MARIO IVAN CARDOSO DE. Manuais Técnicos em Geociências n. 3 - Introdução à Interpretação Radargeológica, IBGE - 1995.
Manual da Carta Internacional do Mundo ao Milionésimo - CIM - Fundação IBGE, 1993
Manual de Compilação de Cartas na esc. 1:250.000 ( minuta), Fundação IBGE, 1996
Manual Técnico de Noções Básicas de Cartografia - Fundação IBGE, 1989
Manual Técnico T 34-700 Convenções Cartográficas - Ministério do Exército, 1975
Manuais Técnicos em Geocîencias no 2 - Manual de Normas, Especificações e procedimentos Técnicos para a Carta Internacional do Mundo ao Milionésimo, Fundação IBGE, 1993.
Manuais Técnicos em Geocîencias no 3 - Introdução à Interpretação Radargeológica, Fundação IBGE, 1995.
Manuais Técnicos em Geociências no 5, Manual de Geomorfologia, Fundação IBGE, 1995
Manual do Instruendo - Arquivo Gráfico Municipal, Fundação IBGE, 1995
Manual Técnico - Restituição Fotogramétrica Ministério do Exército, 1976
MELLO, MAURO PEREIRA DE, Cadernos de Geociências n. 1, Fundação IBGE, 1988
NETO, GILBERTO CÂMARA. Perespectivas em Cartografia por Satélite no Brasil: 1985 a 1990, Revista Brasileira de Cartografia n. 41, 1987.
Notas de Noções Básicas de Cartografia - SBC, 1986
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Fonte: www.ibge.gov.br