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Cerimônia de Casamento

Cortejos do noivo acompanhado dos padrinhos

Cerimônia de Casamento

Braço Direito ou Esquerdo? Cortejos Tradicionais.

Existe uma polêmica em relação ao braço que o homem deve dar para a sua acompanhante. A regra de etiqueta diz que deve ser o direito. Porque? A razão, dizem os especialistas, é porque com a mão direita cumprimentamos as pessoas, saudamos os amigos, é, portanto, a mão amiga e que traz bons fluidos. Por outro lado, a mão esquerda e do coração deve ser dada a pessoas ainda mais "chegadas", ou seja, noiva, mãe e esposa. É uma decisão difícil e que deve ser bem pensada. O padrão no Brasil é o homem dar a mão/braço esquerdo.

O noivo é acompanhado pela sua mãe; logo atrás vem o seu pai de braço dado com a mãe da noiva; logo a seguir um casal de padrinhos da noiva entrelaçado com outro casal de padrinhos do noivo e assim sucessivamente.

É uma honra estar próximo ao noivo e da sua mãe. Esta honra deve ser concedida da seguinte forma:

- caso existam avós, ou parentes mais próximos do casal, estes devem vir logo após o noivo lembrando que a preferencia, na ordem, é o entrelaçamento, da família da noiva com a do noivo(sempre a da noiva na frente).

Os amigos mais próximos do casal terão a preferência seguinte, entrelaçando-se logo a seguir aos parentes.

Caso exista um casal idoso entre os padrinhos recomenda-se, independente de quem ele é parente, venha logo após o noivo.

Na entrada do cortejo cada casal deve guardar uma distância de 3 metros do casal da frente, facilitando o trabalho de cinegrafistas e fotógrafos e a movimentação na acomodação no altar. Durante o cortejo ande calmamente, sem afobação, respire fundo antes de dar o primeiro passo.

Dizem que o tamanho do chapéu, para as madrinhas que o queiram usar, diminui conforme avança o horário, ou seja, um chapéu para ser usado às 10:00 da manhã deve ser bem maior que um utilizado às 18:00 hs. As madrinhas que possuírem chapéus devem andar com o queixo na linha horizontal, levemente para cima, evitando sombras no momento da fotografia e da filmagem.

Variação 1 - Inexistência da mãe do noivo

No caso da falta da mãe do noivo, é recomendável que uma parente o acompanhe até o altar, não importa a idade.

Variação 2 - Inexistência da mãe do noivo

O noivo pode entrar sozinho. Neste caso, é interessante que seja “sozinho mesmo”, inclusive, com uma música especial para o momento.

Variação 3 - Acompanhado por Garçon D’honneur

É uma distinção. Os “Garçons” podem ser amigos ou parentes e devem ladear o noivo. No caso de ser somente um Garçon, este deve ir a frente. Em ambas as situações com andar firme e olhar fixo no altar, não olhar para os lados e com passos cadenceados.

Casamento de Militar

Existem alguns pequenos detalhes que implicam no brilho da cerimônia.

A maioria dos noivos militares, possuem além dos padrinhos, uma guarda de honra formada pelos colegas de farda. Estes desembainham a espada e a cruzam no ar, no momento da entrada e da saída dos cortejos. Em alguns países isso só acontece na saída.

Esta guarda de honra, independente do momento da sua atuação, permanece na igreja o tempo de duração da cerimônia , razão pela qual, o organizador deve providenciar uma ala de bancos, ou um grupo de cadeiras, para os mesmos sentarem durante a espera.

É importante observar que, em casamento militar, no altar o noivo pode oferecer o braço o direito à sua noiva, pois, dependendo da patente ou da corporação a que pertence, o militar pode portar um espadim na no lado esquerdo da cintura, que é parte integrante da sua posição e distinção como militar.

Cortejo de Damas de Honra ou Pajens

É bonito vermos crianças pequenas levando um objeto (cesta, almofada etc) onde estão depositadas as alianças, biblia, chave da casa, ou presentes para os padrinhos, todavia, recomenda-se que tenham mais de 7 anos de idade, caso contrário corre-se o risco de ficarem inibidas, chorarem, não entrarem e provocarem cenas de risos, tirando a atenção sobre a cerimônia.

Já presenciamos casamento com várias damas e pajens. No início desse ano participamos de um com 8 crianças entrando em momentos diferentes da cerimônia; foi uma movimentação intensa, murmúrios e convidados cansados com tantas entradas.

O momento da entrada das Daminhas ou Pajens.

Variação 1 - Logo após os padrinhos e antes da entrada da noiva:

Hoje em dia, devido ao curto espaço de tempo para a duração da cerimônia, é o método mais recomendado, mas não é o mais utilizado.

Visa, de certa forma, evitar a interrupção, quebra do ambiente, em um dos momentos mais importantes da cerimônia, que é a troca das alianças.

Variação 2 - Damas à frente da noiva

É um dos métodos mais utilizados, todavia, não indica distinção. Neste caso a atenção da cerimônia é dividida, desviada para as crianças.

Algumas recomendações:

Entrar no corredor da igreja inicialmente só e aguardarem a entrada da noiva que deve estar se movimentando logo atrás

Andarem cerca de 3 metros à frente da noiva

Ficar atento com o momento que a noiva é entregue ao noivo. As damas/pajens não devem “parar para olhar”, isto “complica” a movimentação de fotógrafos, cinegrafistas, pai da noiva e nubentes, em resumo, muita gente em pouco espaço

Quando no altar, tomar posição junto aos padrinhos parentes

A(s) dama(s)/pajem(ns) que portar(em) as alianças deve(m) ficar alerta(s) ao momento de entregá-las ao sacerdote. Não devem ficar “plantadas/os” ao lado do altar, e sim, fazer a entrega e voltar(em) ao(s) seu(s) lugar(es)

Demoiselles D’honneur & Garçons D’honneur

Não confundi-los com as Damas e Pajens. São de idade diferente, geralmente entre 12 e 20 anos. As Demoiselles ajudam a noiva na saída do carro e na preparação para entrar na igreja. No altar seguram o buquê e arrumam a cauda do vestido, ajudam a noiva no momento da saída. Tomam posição, no altar, ao lado da noiva e ficam de frente para ela(levemente em diagonal).

Os Garçons entram ladeando o noivo, ou a sua frente(se for apenas um). Ambos, em princípio, não devem transportar alianças. No caso de meninas, podem ir à frente da noiva jogando flores no caminho, ou transportarem um ramo de rosas ou outra flor. Tomam posição, no altar, ao lado do noivo e ficam de frente para ele(levemente em diagonal).

Cortejo da Noiva

É uma dos momentos mais bonitos da cerimônia. Pequenos detalhes devem ser observados, por exemplo:

Se um violino for buscar a noiva, jamais deixe a porta de acesso ao corredor aberta, crie um clima de expectativa, e abra a porta quando o violinista estiver cerca de 5 metros da mesma. A noiva deve estar preparada para não chorar, se emocionar

A noiva deve levar o buquê na mão direita e na altura do “umbigo”, levemente afastado do vestido

O buquê deve estar voltado para dentro do corpo e levemente para baixo

O braço direito deve entrelaçar o braço esquerdo do pai

A mão direita deve estar descansando sobre o braço do pai, e não segurando-o

Não entrar de mãos dadas, isto dá uma impressão de passeio na floresta

Na entrega, o pai deve, primeiramente, ser cumprimentado pelo noivo

O noivo deve dar em seguida um beijo na testa da noiva e dar-lhe o braço esquerdo e levá-la para o altar(o direito caso seja militar)

Ao cumprimentar o pai ou dar o beijo, o noivo deve procurar fazer lateralmente ao corpo de ambos e não frontalmente, isto vai facilitar o trabalho de fotógrafos e cinegrafistas.

Cumprimentos

Evite que alguém(a não ser fotógrafos e cinegrafistas) fiquem arrumando o vestido da noiva durante os cumprimentos e mesmo no altar. Se a cauda for grande, durante os cumprimentos, enrole-a no braço e se movimente livremente.

Cerimonialista que tenta arrumar vestido da noiva pode tirar o brilho da cerimônia, como também pode ser um pequeno caos para a movimentação de todos. Tome cuidado.

Nem sempre o processional de cumprimentos que você viu na cerimônia de casamento de outra pessoa poderá ser aplicado ao seu.

A quem devemos cumprimentar primeiro?

A regra manda que a noiva inicie o cumprimento pelos pais e padrinhos do noivo, e o noivo pelos da noiva, todavia, isto pode ser modificado, não é uma regra rígida.

Existem diversas maneiras da realização dos cumprimentos, inclusive, dando pequenas lembrancinhas para cada casal de padrinho. A forma mais apropriada a ser recomendada vai variar em função do número de padrinhos, disposição física do altar e tempo disponível para a cerimônia. Tem que ser cuidadosamente avaliado.

Cortejos na saída

Os cortejos seguem a ordem inversa da entrada. Em casamentos de nobres esta afirmação é seguida “à risca”, pois nenhum mortal deve ir a sua frente, nem as damas/pajens. Todavia, para nós, normais, é praxe que as damas sigam à frente, e o restante dos padrinhos atrás do casal, procurando manter a mesma ordem e distância da entrada, ou seja, pais da noiva, pais do noivo, parentes e amigos.

Não é porque o sacerdote deu a benção final e despediu-se dos noivos, que o evento deixou de ter importância.

Alguns organizadores esquecem que a saída também precisa de coordenação. Se não houver ensaio antes, é importante que o cerimonialista arrume uma outra forma de passar informações, no curto espaço de tempo disponível de como deve ser a saída. Temos presenciado casamentos no qual os cerimonialistas “somem”, ou se omitem após os cortejos de entrada.

Cuidado com cerimonialista que se coloca de pé apontando para os casais se movimentarem na saída, esses provavelmente sairão melhor que os noivos em todas as fotografias.

É bom parentes e amigos conduzirem o cerimonial?

É temeroso. Lembre-se que é uma data importante, e problemas que surgem durante os cortejos e cerimônia são melhores resolvidos por profissionais experientes no assunto.

Quem faz o cerimonial de casamento normalmente tem uma disciplina de trabalho e experiência. Normalmente não temos idéia do volume de informações que circulam no curto espaço de tempo de uma cerimônia, e da complexidade e do trabalho que é feito.

Algumas curiosidades sobre o casamento

O véu

Costume da antiga Grécia. Pensavam em proteger a noiva de mau olhado de algum admirador ciumento.

Atirar arroz

Esta prática tem a sua origem, também, num ritual grego. Era um ritual de fertilidade, que consistia em lançar sobre o casal qualquer tipo de coisas doces, pois acreditavam que isto poderia, inclusive, trazer lhes prosperidade.

Atirar flores no trajeto da noiva

Um costume romano. Acreditavam que a noiva que passasse por sobre as pétalas de flores teria sorte e carinho perene para o seu amado.

A aliança

O uso é tradição cristã do século XI. Era colocada no terceiro dedo da mão esquerda dos noivos, pois acreditavam que existia uma veia que ia para o coração.

Fonte: www.geocities.com

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