A catarata é uma perda da transparência do cristalino, provocando uma visão turva que se instala lenta e progressivamente.
Os sintomas mais frequentes das cataratas são:
Visão turva, indolor.
Aumento da sensibilidade à luz.
Mudança frequente de óculos.
Visão dupla num olho.
Baixa visão nocturna.
Diminuição da sensibilidade às cores.

Olho normal

Olho com catarata mais desenvolvida (cristalina mais opaco)
È possível ter boa visão com cataratas desde que estas não afectem o eixo central visual, situação mais frequente nas cataratas corticais. A causa mais comum da catarata está relacionada com o envelhecimento do olho. Existem contudo, outras causas, tais como, diabetes, traumatismo, tóxicas, hereditária, etc.
Por esta razão é possível classificar a catarata em 4 tipos:
Catarata Senil
Relacionada com o processo de envelhecimento natural. Raramente surge antes dos 60 anos.
Catarata Congénita
São hereditárias ou surgem devido a algumas infecções que a mãe teve durante a gravidez (Rubéola, etc.).
Catarata Traumática
Provocadas por traumatismo ocular.
Catarata Secundária
É uma catarata que surge como consequência duma patologia prévia ocular - uveite, glaucoma, alta miopia, corticoterapia local; ou extra ocular - diabetes, doenças imunológicas, doença endócrina, terapéutica crónica sistémica, etc.
A evolução da catarata varia de pessoa para pessoa e até mesmo entre os dois olhos.
Esta evolução caprichosa não permite prognósticos. A deteriorização da visão pode variar entre vários meses a anos.
O único tratamento eficaz da catarata é a sua remoção, não estando comprovado qualquer efeito eficaz no uso de exercício, colírios anti-cataratas, suplementos dietéticos ou outros.
Há alguns anos atrás apenas se fazia a remoção cirúrgica da catarata quando a visão era muito baixa, quase nula , ou seja, a indicação cirúrgica resumia-se às cataratas já maduras. Com o avanço das técnicas cirúrgicas e reabilitação visual rápida, as indicações para o “timing” cirúrgico mudaram. Assim o doente é que decide quando quer remover a catarata, ou seja, quando esta começa a prejudicar as suas actividades profissionais ou lúdicas (conduzir, ler, ver televisão, fazer compras, etc.).
Actualmente a cirurgia da catarata é altamente eficaz e eficiente. Cerca de 98% dos doentes recupera uma boa visão . A principal causa de insucessos da cirurgia da catarata deve-se a factores extra-cirurgicos (lesões retinianas, nervo óptico, glaucoma, etc.).
Fonte: www.centrodeoftalmologia.com
A Catarata é caracterizada pela opacificação do cristalino. Com esta alteração, que freqüentemente é progressiva, a imagem passa a chegar na retina com menor nitidez.
A doença pode ser congênita, senil ou secundária. Na Catarata congênita, a criança nasce ou desenvolve a opacificação nos primeiros meses de vidas. Geralmente são causadas por doenças adquiridas pela mãe durante a gravidez com rubéola, toxoplasmose e outras.
A Catarata senil é a mais frequente e geralmente aparece acima dos 50 anos, como parte do processo de envelhecimento natural do corpo.
As secundárias ocorrem por alterações metabólicas do cristalino, opacificando-o. As causas mais comuns deste grupo são diabetes, uveítes, traumas, excesso de radiação (UV ou outras), abuso de colírios com corticóides e choque elétrico entre outras causas mais raras.
Independente da causa, quando a opacificação prejudica consideralvemente a visão, está indicada a cirurgia. Na cirurgia da catarata, o cristalino opacificado é "emulsificado" e implanta-se uma lente intra-ocular para substituí-lo.
Fonte: www.brenobarth.com