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Caturrita

Este psitacídeo médio que mede aproximadamente 30 cm é vulgarmente conhecido por Caturrita ou Cocóta. Ele é muito comum no sul do Brasil, na Argentina central e na Bolívia. Hoje ela já está difundida em grande parte da América e Europa. Somos o único criatório comercial registrado no IBAMA a nível de Brasil (fonte do próprio IBAMA).

Habitat Natural

Seu habitat natural se dá em savanas, nas florestas abertas, ao longo dos cursos de água, em pequenas matas. Gostam muito de fazerem seus ninhos nos galhos dos pinheiros altos e também em eucaliptos. Usam galhos espinhosos extremamente trançados formando uma grande bola (geralmente dividido em entre sala e ninho propriamente dito). Trabalham dias e dias até confecciona-los. Nota-se muitas vezes que até condomínio formam em seus ninhos.

Em Cativeiro

A Caturrita é uma ave pacífica, dócil e sem sombras de dúvida muito fácil de domesticar.

A reputação de barulhenta, por ser um psitacídeo é injusta neste caso, porque ela é muito calma e faz pouco barulho.


Este gênero é o único psitacídeo que constrói seu próprio ninho com gravetos. Ela precisa de um espaço razoável para sua procriação no cativeiro. Um dos viveiros que possuo para sua reprodução mede 2m de largura por 6m de comprimento e 3,5 m de altura.

Primeiramente coloquei uma caixa horizontal tipo periquito (tamanho adequado para a espécie) e eles não aceitaram. Depois tentei uma caixa tipo vertical e novamente a recusa por parte dos casais (eles nem entravam nas caixas).


O que acabou se tornando realidade foi o aproveitamento destas caixas como suporte e encosto dos gravetos que acabaram formando os ninhos. Uma arquitetura para os mais engenhosos se admirarem.

Em média colocam de 4 a 6 ovos e a incubação demora aproximadamente 24 dias. O filhote sai do ninho com aproximadamente 45 dias.

Informações Importantes

Cores

Comprimento aproximado de 30 cm, testa cinza azulada, bochechas e peitos cinza claro; nuca, costas, asas, dorso e rabo de cor verde papagaio; olhos castanhos escuros; bico marrom claro e patas cinzas.

Mutações

Em cativeiro são conhecidas as mutações azul e amarela (lutina).

Alimentação

Na natureza eles se alimentam de frutinhas silvestres, de pequenos grãos de capim e nos alimentos conseguidos em invasões de plantações de pomares, arrozais, milharal, entre outros.

No cativeiro alimentam-se de uma mistura de grãos (sementes) como painço, alpiste, aveia, girassol entre outras, além de frutas, complemento alimentar tipo farinhada, verduras (não alface) e pão umedecido na água.

Fonte: www.criadouroduasmeninas.com.br

Caturrita

Classe

Aves

Ordem

Psittaciformes

Família

Psittacidae

Nome Científico

Myiopsitta monachus

Longevidade

30 a 35 anos

Dimensões

Cerca de 30 cm

Alimentação

Essencialmente granívoros, alimentam-se de sementes de várias plantas incluíndo milho e girassol. Flôres,, frutos, bagas e insectos.

Habitat

Terrenos abertos de savana nativa e habitats alterados pelo homem tais como eucaliptais, plantações, quintas e plantações de palmeiras.

Distribuição Geográfica

América do sul; Bolívia central; Sul do brasil; partes da Argentina e Uruguai. Recentemente as suas populações estabilizaram em outras zonas, tais como Porto Rico e Noroeste dos Estados Unidos.

Reprodução

Os ninhos são geralmente construídos a 10 ou mais metros do solo, perto dos troncos ou em ramos de variadas espécies arbóreas, sendo muito comum localizá-los em eucaliptos. A postura é entre 4 e 8 ovos e as crias saem do ninho por volta das seis semanas.

Comportamento

No estado selvagem estas aves vivem em grupos coesos até cerca de 60 indivíduos, sendo muito sociáveis.

Geral

Das mais de 330 espécies de papagaios, apenas os conures de peito cinzento constroem o seu ninho com paus. Na sua terra nativa, os Conures de peito cinzento são considerados pestes para a Agricultura.

Estatuto de conservação e factores de ameaça: Em perigo.

Fonte: www.zoolagos.com

Caturrita

Nome Popular: Caturrita
Nome Científico: Myiopsitta monachus
Peso: 127 a 140g
Tamanho: 29 cm
Expectativa de Vida: 30 anos

Caturrita

Alimentação

Na natureza alimentam-se de sementes, frutos, bagas, nozes, brotos, flores e insetos e suas larvas. Em cativeiro, recomenda-se servir ração comercial específica, sementes, frutas e vegetais.

Reprodução

Botam de 5 a 8 ovos sendo o período de incubação de 23 dias. Os filhotes saem do ninho com aproximadamente 6 semanas.

Distribuição Geográfica

Da Bolívia central e sul do Brasil até a Argentina central.

Descrição

Testa cinza-azulada e topo da cabeça amarronzado. Bochechas cinza-pálido. Penas do peito cinza-amarronzadas bordeadas de branco. Faixa amarelo-oliva no abdômen superior. Baixo abdômen e penas das pernas verde-amarelados. Nuca e pescoço verde brilhante contrastando com o verde-amarronzado do manto. Bico amarronzado. Íris marrom-escuro e patas cinza. Não é possível distinguir machos e fêmeas por características externas.

Fonte: www.avedomestica.com

Caturrita

Classificação científica

Reino: Animalia (Metazoa)
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Subfamília: Psittacinae
Género: Myiopsitta
Espécie: M. monachus

Nome binomial

Myiopsitta monachus - Boddaert, 1783

A caturrita (Myiopsitta monachus), também conhecida como catorra ou cocota, é uma ave da da família Psittacidae. A caturrita é nativa das regiões subtropical e temperada da América do Sul. São encontradas nos pampas à leste dos Andes na Bolívia, Paraguai, Uruguai e sul do Brasil até a região da Patagônia na Argentina. A caturrita também é conhecida no Brasil por catorra, cocota, periquito barroso, papo branco e outros nomes, dependendo da região.

As caturritas têm penas verdes no dorso, que contrastam com a barriga, peito, garganta e testa acinzentados. O bico é pequeno e alaranjado. No peito, a plumagem é escamada e nas asas e cauda possuem penas longas azuladas. As caturritas adultas têm 28 a 30 cm de comprimento total.

As caturritas são aves gregárias, que vivem em bandos de 15 a 20 aves (bandos maiores, até de 100 aves, não são incomuns), e não migratória. A época de reprodução decorre de julho a novembro.

A caturrita é a única espécie de psitacídeos que constrói o seu próprio ninho. Todos os outros membros do grupo (papagaios, araras, etc) fazem ninhos em buracos ocos de árvores, barrancos ou cupinzeiros. Os casais de caturritas nidificam com o resto do seu bando e podem formar ninhos comunitários com, no máximo, um metro de diâmetro e 200 kg de peso. Os ninhos são estruturas cilíndricas fechadas, unidas aos ninhos vizinhos através das paredes externas. As caturritas constroem os ninhos com gravetos, nos galhos mais altos de diferentes tipos de árvores. Os ninhos são usados durante todo o ano. Quando não estão no período reprodutivo, as caturritas usam-nos para dormir ou como protecção em caso de tempestades. As caturritas chega a por 11 ovos por postura, sendo que cerca de 7 dos filhotes conseguem chegar a idade adulta.

Na natureza, a alimentação das caturritas é composta por frutos, verduras, legumes, sementes de arbustos e capins, flores e brotos. Quando em cativeiro, a alimentação pode ser complementada com arroz, feijão, carne moída, doces em geral e leite.

Subespécies

São conhecidas quatro sub-espécies de caturritas:

M. m. monachus, encontrada no sul do Brasil, Uruguai e nordeste da Argentina

M. m. calita, encontrada no oeste e sul da Argentina

M. m. cotorra, que vive no sudeste da Bolívia, Paraguai, norte da Argentina, e sul do Brasil, e

M. m. luchsi, uma população isolada na Bolívia, que são menores e exibem comportamentos de nidação diferentes.

Praga

No sul do Brasil, na Argentina e no Uruguai, a caturrita é considerada praga em zonas de cultivo de milho e sorgo e em pomares. Com o desaparecimento das matas onde viviam, as caturritas começaram a procurar alimento nas culturas que hoje ocupam seu habitat natural. Com alimento fácil e a extinção progressiva de seus predadores, como o gavião, a população da espécie aumentou facilmente.

O cultivo de eucalipto, originário da Austrália e introduzido no Brasil entre os anos de 1855 e 1870, também tem um papel importante na explosão populacional das caturritas. A caturrita encontrou no eucalipto um local perfeito para nidificar, construindo ninhos nos galhos mais altos do eucalípto (a 10 metros de altura), os ovos, filhotes e adultos ficam muito bem protegidos do ataque dos seus inimigos naturais e dificultando o controle populacional por parte do homem.

Em outras regiões, onde não há uma agricultura de gramíneas muito extensa, como é o caso do Pantanal Matogrossense, as caturritas causam danos localizados, mas de pouca expressão. A presença de predadores naturais e espécies competidoras as mantém em níveis populacionais compatíveis.

Nos Estados Unidos, exemplares fugidos do cativeiro se reproduziram e agora também estão presentes em New York, New Jersey, Flórida e Virgínia, preocupando as autoridades ambientais americanas.

Referências

(em inglês) BirdLife International (2004). Myiopsitta monachus. 2006 IUCN Red List of Threatened Species. IUCN 2006. Acesso a 19.10.2007.

Fonte: pt.wikipedia.org

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