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Célula Vegetal

O CITOPLASMA DAS CÉLULAS EUCARIÓTICAS

É composto pelo hialoplasma, pelos orgânulos e pelas inclusões (gotas de lipídios, grânulos de proteína, pigmentos, cristais)

I - Hialoplasma (citoplasma fundamental)

Sustância coloidal gelatinosa, amorfa

Apresenta-se em estado sol (fluido) ou gel (viscoso)

Ectoplasma

Região periférica (normalmente gel)

Endoplasma

Região interna (normalmente sol)

Composição

Água, proteínas, sais, aminoácidos, monossacarídeos etc.

Funções Preenchimento

Sede de reações químicas

Movimentos Ciclose

Movimento orientado da parte sol

Ocorre em todas as células eucariontes

Movimento amebóide

Formação de pseudópodes

Ocorre em amebas e leucócitos

Citoesqueleto

Rede de filamentos que percorre o hialoplasma

Filamentos

Microfilamentos de actina e microtúbulos de tubulina

Função

Movimentos celulares (ciclose, movimentos amebóides, migração dos cromossomos, batimento de cílios e flagelos)

II - Orgânulos

Ribossomos

Formado por 2 subunidades de tamanhos diferentes

Composição

RNAr e proteínas

Encontram-se soltos ou ligados às membranas do R.E.

Polirribossomo

Vários ribossomos aderidos a uma mesma molécula de RNAm

Retículo Endoplasmático

Rede de membranas duplas lipoprotéicas formando sacos achatados (cisternas), vacúolos, vesículas e túbulos

Uma forma pode transformar-se em outra (polimorfismo dinâmico

Tipos R. E. Liso

R.E. Rugoso (ergastoplasma)

Apresenta ribossomos aderidos ao lado externo

Funções Transporte de substâncias

Armazenamento de substâncias

Facilitação de reações químicas

Síntese de lipídios (triglicerídeos, fosfolipídios, esteróides)

Síntese de proteínas (apenas o ergastoplasma)

Sistema Golgiense (complexo de Golgi)

Descoberto em 1898 por Camilo Golgi

É um conjunto de dictiossomos

Dictiossomos

Pilhas de 4 ou mais sacos membranosos achatados dispostos paralelamente Podem produzir vesículas

Vegetais e invertebrados

Sem posição fixa na célula; distribuídos de maneira uniforme

Vertebrados

Agrupam-se numa região específica

Funções Armazenamento, empacotamento e secreção de substâncias

Síntese de substâncias (polissacarídeos)

Formação do acrossomo (vesícula com enzimas que digerem membranas do óvulo) dos espermatozóides

Formação da lamela média (parede que separa 2 células vegetais recém-formadas)

Formação dos lisossomos

Lisossomos

Descobertos por Christian De Duve em 1955

Vesículas membranosas contendo enzimas digestivas

Função

Digestão intracelular Heterofagia: digestão de material extracelular

Autofagia

Digestão de material da própria célula

Exemplo:

Organelas fora de uso

Autólise

Destruição da célula por rompimento dos lisossomos

Exemplo:

Regressão da cauda do girino; silicose

O Processo de digestão

Enzimas digestivas são produzidas no RER e enviadas ao Complexo de Golgi

Complexo de Golgi empacota as enzimas em vesículas (lisossomo primário)

Vacúolo alimentar

Bolsa contendo o material a ser digerido Fagossomo: contém material fagocitado

Pinossomo

Contém material pinocitado

Vacúolo autofágico

Contém material da própria célula que será digerido

Vacúolo digestivo (lisossomo secundário)

Vacúolo alimentar fundido ao lisossomo primário

Nutrientes resultantes da digestão são enviados ao hialoplasma

Vacúolo residual

Contém os restos do processo digestivo Resíduos podem ser eliminados da célula (clasmocitose)

Peroxissomos

Vesículas membranosas contendo enzimas diversas

As principais enzimas encontradas são as peroxidases

Exemplo: catalase

Facilita a decomposição da água oxigenada (peróxido de hidrogênio)

Ocorre em todos os tecidos vivos

No fígado atuam na degradação de substâncias tóxicas (álcool, drogas)

Mitocôndrias

Apresenta duas membranas lipoprotéicas Uma externa, lisa

Uma interna, com dobras (cristas mitocondriais)

Matriz mitocondrial

Substância coloidal que preenche a mitocôndria

Função

Respiração celular

Plastos

Estruturas membranosas típicas de células vegetais

Leucoplastos

Incolores; geralmente armazenam reservas alimentares Amiloplastos: armazenam amido

Proteoplastos

Armazenam proteínas

Oleoplastos

Armazenam óleos

Cromoplastos

Apresentam pigmentos; atuam como filtros protetores Xantoplastos: contém xantofila, pigmento carotenóide amarelo Ocorrência: mamão, cenoura

Eritroplastos

Contém licopeno, pigmento carotenóide vermelho

Ocorrência

Tomate

Cloroplastos

Apresenta duas membranas lipoprotéicas

Uma externa, lisa

Uma interna, com invaginações, os tilacóides

Tilacóides

Bolsas achatadas contendo clorofila

Lamelas

Comunicam os tilacóides

Granum

Pilha de tilacóides

Grana

Conjunto de granum do cloroplasto

Estroma

Substância que preenche o cloroplasto

Função

Fotossíntese

Centríolos

Visíveis ao microscópio eletrônico

Normalmente um par por célula Um centríolo situa-se perpendicularmente ao outro

Não ocorrem em vegetais superiores

Cilindros formados por 9 trincas de microtúbulos

Funções

Formação das fibras do fuso de divisão celular

Formação de cílios e flagelos

Cílios

Normalmente pequenos e em grande número

Ocorrência

Protozoários (locomoção), epitélio traqueal

Componentes Haste

Projeta-se para fora da célula

Corpúsculo basal

Estrutura idêntica ao centríolo Gera a movimentação

Raízes

Filamentos que saem do corpo basal

Coordenam o movimento

Apresentam nove duplas de microtúbulos periféricos e uma dupla central

Flagelos

Normalmente grandes e em pequeno número

Ocorrência

Protozoários e espermatozóides (locomoção), coanócitos

Componentes

Idênticos aos dos cílios

Apresentam nove duplas de microtúbulos periféricos e uma dupla central

Vacúolos

Bolsas dilatadas do Retículo Endoplasmático

Função básica

Armazenamento de substâncias

Tipos

Vacúolos alimentares: armazenam material englobado pela célula. Podem ser fagossomos ou pinossomos

Vacúlos digestivos

Fusão de um lisossomo com um vacúolo alimentar

Vacúolos contráteis (pulsáteis)

Eliminam água em excesso e excretas em protozoários de água doce.

Vacúolos de células vegetais

Pequenos e em grande número em células jovens

Esses vacúolos fundem-se e formam um grande vacúolo nas células adultas

Tonoplasto

Membrana que envolve o vacúolo

Suco celular

Conteúdo do vacúolo

Funções

Acúmulo de reservas: glicose, óleo, vitaminas, hormônios, sais (às vezes formando cristais), proteínas, pigmentos etc.

Fonte: www.herbario.com.br

Célula Vegetal

Parede celular

Constitui uma estrutura de revestimento externo, dotadas de grande resistência, que confere proteção e sustentação à célula. A substância mais abundante da parede celular é a celulose. Por isso, a parede celular é também conhecida como membrana celulósica. A deposição de celulose, porém, não é contínua ao longo da parede. Na verdade, em determinadas regiões da parede a ausência de um depósito adequado de celulose determina a presença de poros, através dos quais há intercâmbio de materiais entre células vizinhas.

Nas células vegetais jovens observa-se que a parede celular é relativamente delgada, sendo denominada parede primária, nesse caso, os poros são chamados de campos primários de pontuação. Pelo inteiro desses poros passam "filamentos" citoplasmáticos denominados plasmodesmos, que têm a função de possibilitar a circulação de substâncias diversas entre células vizinhas.

Nas células vegetais adultas pode ocorrer a deposição de celulose e outras sub stâncias junto à face interna da parede primária, determinando o aparecimento da chamada parede secundária, esse fato confere à parede celular um espessamento que é típico na maioria das células adultas. Como a deposição da parede secundária não ocorre de maneira uniforme, constata-se, ao longa da parede, a presença de poros, nesse caso, denominados pontuações. O espaço interno delimitado pela parede celular é chamado lúmen. Logicamente, o fato de a deposição da parede secundária ser interna, em relação à parede primária, acarreta a redução do lúmen celular nas células adultas.

A constituição e a estrutura da parede celular lhe conferem certas propriedades, tais como:

Resistência à tensão e à decomposição por microrganismos

Elasticidade

Permeabilidade, não constituindo barreira à entrada e saída de materiais na célula.

Membrana plasmática

Trata-se de uma estrutura que envolve a célula, separando a matéria viva do meio externo. É uma película muito fina, de contorno irregular, elástica e lipoprotéicas, que representa a condensação periférica do citoplasma, isolando-o do meio externo. Essa membrana, não constitui um simples envoltório celular; na verdade, tem caráter seletivo, isto é, atuam selecionando as substâncias que entram ou saem da célula, de acordo com as suas necessidades.
Propriedades da membrana plasmática

Propriedades da membrana plasmática

Devido às proteínas

Elasticidade

Resistência mecânica

Baixa tensão superficial

Devido aos lipídios

Alta resistência elétrica

Alta permeabilidade às substâncias lipossolúveis.

Citoplasma

Região compreendida entre a membrana plasmática e o núcleo. É preenchido por um líquido denominado citoplasma fundamental, conhecido também como matriz citoplasmática ou ainda, hialoplasma. Imersas no hialoplasma encontram-se inúmeras organelas, estruturas especializadas que desempenham na célula funções geralmente bem definidas.

Plastos

São organelas citoplasmáticas típicas das células vegetais. São dotadas de uma membrana que envolve um material interno amorfo, onde se dispersam outras membranas.

De acordo com a coloração, podem ser classificados em:

Leucoplastos

São plastos incolores, desprovidos de pigmentos, que se caracterizam por acumular substâncias nutritivas. Os leucoplastos, quanto ao tipo de reserva acumulada, recebem a denominação de amiloplastos (acumulam amido), oleoplastos (acumulam lipídios) e proteoplastos (acumulam proteínas).

Cromoplastos

São plastos coloridos, portadores de pigmentos diversos. Entre os vários pigmentos encontradas nos plastos, destacam-se as clorofilas e os carotenóides. As clorofilas são os mais importantes pigmentos dos plastos. Têm a função de absorver a energia luminosa, indispensável para a ocorrência da fotossíntese. Os cromossomos, de acordo com a sua coloração podem ser classificados em:

· Eritroplastos (eritro = vermelho), plastos vermelhos cuja coloração se deve à predominância de carotenos.

· Xantroplastos (Xanto = amarelo), plastos amarelos, com predominância de xantofilas.

· Cloroplastos (cloro = verde), plastos verdes, com predominância de clorofilas.

Os plastos vermelhos e os amarelos contribuem para a coloração de flores e frutos, fato que se acha relacionado com o mecanismo reprodutivo dos vegetais. Sem dúvida, os frutos coloridos atraem mais facilmente animais diversos, que, ao comê-los, naturalmente propagam a semente, ampliando a possibilidade de conquista de novos habitats. Os cloroplastos por sua vez são responsáveis pela realização da fotossíntese, importantíssimo fenômeno biológico pelo qual a energia luminosa é transformada em energia química, que fica acumulada em substâncias de alto teor energético, como as moléculas de glicose.

Vista ao microscópio eletrônico, o cloroplasto revela a presença de uma membrana externa dupla, que envolve uma matriz incolor, basicamente protéica, denominada estroma. Nesse estroma existem ácidos nucléicos (DNA e RNA) e ribossomos. Isso, logicamente, sugere a presença de um sistema genético próprio dos cloroplastos, o que lhes confere uma autonomia relativa dentro da célula. Mergulhadas no estroma existem as lamelas lipoproteícas, placas achatadas que se formam a partir da membrana envolvente. As lamelas, por sua vez, organizam uma série de discos denominados tilacóides.

· Os pigmentos relacionados com a fotossíntese acham-se depositados no interior dos tilacóides, que se apresentam dispostos de maneira a organizar uma verdadeira "pilha de moedas", onde a "pilha" é denominada granum e cada "moeda" é um tilacóide. O conjunto de granum é denominada grana.

Mitocôndrias

São corpúsculos esféricos ou alongados que, nas micrografias eletrônicas aparecem constituídos por duas membranas, sendo a interna forma as cristas mitocondriais.

O interior do organóide é preenchido pela matriz mitocondrial. Tendo a função de sede de duas importantes etapas da respiração celular: Ciclo de Krebs (matriz) e cadeia respiratória (cristas). Possuindo como composição química proteínas, citocromos nucleotídeos (ADP, ATP, FAD, NAD e NADP) e DNA. As mitocôndrias e cloroplastos são capazes de autoduplicação, o que justifica pela presença de ácidos nucléicos.

Essas organelas movimentam-se de forma passiva ou de forma ativa, isto é , por movimentos próprios. É comum, a presença de muitas mitocôndrias em regiões da célula com alta atividade metabólica.

Ribossomos

É formado por duas subunidades de tamanhos diferentes, visíveis apenas ao microscópio eletrônico. Tem como função a síntese protéica, encadeando os aminoácidos de acordo com a seqüência contida no RNA mensageiro. É formada por RNAr e proteínas.

Retículo Endoplasmático

Rede de vesículas e túbulos que se intercomunicam, percorrendo o citoplasma dos eucariontes. Há dois tipos de retículo endoplasmático: o rugoso ou granular e liso ou agranular.

Estudos realizados a partir do microscópio eletrônico revelam que, provavelmente, o retículo endoplasmático liso apresenta a seguintes funções:

Aumenta a superfície interna da célula, o que amplia o campo de atividade das enzimas, facilitando a ocorrência de reações químicas necessárias ao metabolismo celular.

Facilita o intercâmbio de substâncias entre a célula e o meio externo.

Auxilia a circulação intracelular, por permitir um maior deslocamento de partículas de uma região para outra do citoplasma.

Armazena substâncias diversas, retiradas do hialoplasma, no interior de certas cavidades.

Regula a pressão osmótica, uma vez que as substâncias armazenadas podem determinar a alteração da concentração do suco celular.

Produz lipídios, principalmente esteróides.

Transporte e armazenamento de substâncias. Síntese de proteínas no retículo rugoso e de esteróides no liso. Fosfolipídeos e proteínas.

Golgiossomos ou Dictiossomos

É constituído por uma pilha de vesículas circulares achatadas e vesículas esféricas e menores que brotam das primeiras. São formados por fosfolipídeos e proteínas. O complexo de Golgi aparece geralmente fragmentado e se mostra disperso pelo hialoplasma.

Tem como função:

A concentração e secreção de proteínas: Como a síntese de proteína na célula ocorre no retículo endoplasmático rugoso, muitas dessas proteínas migram até o complexo de Golgi, e são armazenadas no interior de suas vesículas. Por isso, endente-se o fato de o complexo de Golgi ser especialmente bem desenvolvido em células que têm alta atividade na síntese protéica.

Síntese de polissacarídeos e lipídeos. No complexo de Golgi, os monossacarídeos dos alimentos são polimerizados, formando-se, então, polissacarídeos.

Produção de grãos de zimógeno

Formação do acrossomo do espermatozóide. Pois o acrossomo é uma estrutura que se situa na cabeça dos espermatozóides, e forma-se a partir do acoplamento do complexo de Golgi com o núcleo do espermatozóide.

O acrossomo contém enzimas que têm a função de promover a perfuração do invólucro do óvulo por ocasião da fecundação.

O retículo endoplasmático rugoso apresenta, justapostos ao longo das membranas, números grânulos denominados ribossomos. Estes são constituídos de ribonucleo-proteínas, e estão pode desempenhar todas as funções atribuídas ao retículo liso, alem de promover a síntese protéica.

Lisossomos

São organelas esféricas envolvidas por uma membrana e contendo enzimas digestivas. Agem na digestão de partículas ingeridas pela célula ou então, de organóides celulares envelhecidos. São formados por enzimas digestivas.

Centro celular ou Centríolo

Cada célula apresenta dois centríolos localizados junto ao núcleo. Cada centríolo é constituído por um cilindro de microtúbulos. Os centríolos não aparecem nas células de vegetais superiores. Nas células dos vegetais inferiores e nas células animais, relacionam-se com o processo de divisão celular. Os centríolos também estão relacionados com a formação e coordenação do movimento dos cílios e flagelos. São formados por proteínas, carboidratos, lipídeos, DNA e RNA.

Vacúolos

São estruturas freqüentes nas células vegetais. Nas células jovens, os vacúolos são pequenos e numerosos. A medida que a célula vai crescendo, os vacúolos se fundem. Assim, na célula adulta é comum a presença de um único e volumoso vacúolo, que ocupa, geralmente, uma posição central, deslocando o núcleo para a parte periférica da célula. Os vacúolos são verdadeiras bolsas delimitadas externamente por uma membrana lipoprotéicas denominadas tonoplasto. No interior do vacúolo encontra-se o suco Vacuolar, isto é, uma solução aquosa que pode conter açucarares, óleos, sais, pigmentos e outras substâncias. Apresentam a função de armazenamento de sais e outras substâncias, e regulação osmótica.

Núcleo

Desempenha, nas células, papel de portador dos fatores hereditários e de controlador das atividades metabólicas. Além de ser extremamente essencial para a manutenção das atividades normais de uma célula, que permitem a sua sobrevivência e reprodução. Quando se considera a estrutura do núcleo, é necessário estabelecer a fase em que a célula se encontra. Isso porque a estrutura nuclear varia, conforme a célula esteja ou não em divisão. Assim, consideraremos, inicialmente, uma célula em intérfase, isto é, uma célula que não está se dividindo.

O núcleo interfásico, apresenta os seguintes componentes:

Carioteca ou cariomembrana

Essa estrutura envolve o conteúdo nuclear. Acha-se em comunicação direta com o retículo endoplasmático, é formada por duas membranas lipoprotéicas, entre as quais existe um espaço denominado perinuclear. A carioteca é dotada de numerosos poros, que permitem a comunicação entre o material nuclear e o citoplasma. Através desses poros ocorre o intercâmbio de substâncias diversas entre o núcleo e o citoplasma, inclusive macromoléculas. De maneira geral, quanto maior a atividade celular, maior é o número de poros da carioteca.

Cariolinfa

Conhecida também como nucleoplasma ou suco nuclear, é uma massa incolor constituída principalmente de água e proteínas.

Cromatina

Representa o material genético contido no núcleo. Quimicamente, as cromatinas são proteínas conjugadas resultantes da associação entre proteínas simples e moléculas de DNA. A cromatina aparece, no núcleo interfásico, com o aspecto de um emaranhado de filamentos longos e finos, denominados cromonemas. O cromonema apresenta regiões condensadas chamadas de heterocromatinas, e regiões distendidas chamadas eucromatinas. Durante a divisão celular, os cromonemas espiralizam-se, tornando-se mais curtos e mais grossos. Podem, então, ser vistos individualmente e passam a ser chamados de cromossomos.

Nucléolo

Trata-se de um corpúsculo esponjoso e desprovido de membranas, que se encontra em contato direto com o suco nuclear.

Fonte: www.biomania.com.br




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