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Charles de Gaulle

Charles de Gaulle
Charles de Gaulle

Militar e político francês. Desde jovem segue a carreira das armas, e durante grande parte da Primeira Guerra Mundial está prisioneiro dos Alemães. Pouco antes da Segunda Guerra Mundial publica um livro em que defende a necessidade de criar colunas couraçadas móveis. Tomada a França pelos Alemães, foge para a Grã-Bretanha e, opositor ao armistício assinado por Pétain, lança através da BBC um chamamento aos Franceses animando-os a continuar a guerra juntamente com a Grã-Bretanha. Dois anos mais tarde, todos os grupos da resistência interior francesa o reconhecem como chefe. As suas relações com os líderes britânico e norte-americano, Churchill e Roosevelt, são difíceis. Em 1944, recuperada a cidade de Paris, forma o seu primeiro governo e, após a vitória, organiza um referendo que reclama uma nova Constituição.

Entre 1958 e 1969 é presidente da República e, neste período, concede a emancipação às colónias africanas. Soluciona o problema da Argélia concedendo-lhe a independência, apesar da oposição dos principais generais franceses. Em desacordo com a política internacional de blocos, pretende converter a França numa grande potência através da criação de um exército dotado de armas nucleares.

Os acontecimentos de Maio de 1968 marcam o seu ocaso como político. Derrotadas em referendo as suas propostas de modificação do Senado e de reorganização regional, demite-se do seu cargo presidencial para se retirar para Colombey. Escreve umas Memórias que constituem uma contribuição para a história de notável valor literário.

Fonte: www.vidaslusofonas.pt

Charles de Gaulle

Charles de Gaulle
Charles de Gaulle

Brilhante estadista francês nascido em Lille, criador do gaullismo, uma corrente política francesa em torno de suas ações e pensamentos, fundamentalmente necessária para a reconstrução do país no período do pós-guerra. Formou-se oficial em Saint-Cyr e logo ganhou reputação como teórico militar, debatendo a questão da mecanização do exército gaulês. Combateu durante a Primeira Guerra Mundial e publicou La Discorde chez l’ ennemi. Participou do gabinete do marechal Pétain quando este foi vice-presidente do Conselho Superior de Guerra.

Tornou-se secretário de Estado para Defesa (1940) no governo de Raynauld, e quando a França se rendeu aos alemães, fugiu para a Inglaterra e de lá liderou a resistência clandestina francesa. Encarregou Jean Moulin de unificar a Resistência no país e depois, fundou, em Argel, com a ajuda de Henri Giraud, o Comitê para Libertação Nacional. que assumiria sob sua liderança o governo provisório, após os aliados entrarem em Paris (1944). Terminanda a Guerra, restabeleceu a República na França, iniciou a reconstrução do país, empreendeu importantes reformas sociais, promoveu nacionalizações e criou o direito a voto para mulheres. Insatisfeito com a proclamação da Constituição da Quarta República (1946), demite-se do cargo de chefe-de-estado. Com a crise na Argélia, colônia da França na África, volta ao poder (1958) criando uma nova Carta Magna, que lhe conferia amplas prerrogativas como chefe-de-estado. Elegeu-se presidente da França em 21 de dezembro (1958) e decidiu estender sua política de descolonização para o continente africano. Reelegeu-se presidente em 19 de dezembro de 1965. Entre seus os principais feitos do seu governo citam-se o desenvolvimento de um plano nuclear, a reconciliação com a Alemanha e a entrada da França no Mercado Comum Europeu.

A falta de apoio aos seus projetos de reforma sociais, a revolta dos estudantes e dos operários (1968) desgastaram seu prestígio interno.. Depois de perder o referendum de 24 de abril (1969), renunciou à Presidência da República e abandonou definitivamente a vida pública. Passou a redigir suas Memórias e morreu em Colombey-les-Deux-Églises, no ano seguinte.

Fonte: www.sobiografias.hpg.ig.com.br

Charles de Gaulle

Charles de Gaulle
Charles de Gaulle

No dia 8 de janeiro de 1959 o general francês Charles de Gaulleassumiu o posto de chefe de Estado da "V República". A república anterior fracassou principalmente por causa da guerrilha argelina. De Gaulle conseguiu fazer uso de sua influência e poder em benefício próprio, conquistando novamente a Presidência da França.

Com aprovação popular, Charles André Joseph Marie de Gaulle assume a presidência da "V República" da França, no dia 8 de janeiro de 1959 . De Gaulle nasceu em Lille no dia 22 de novembro de 1890.

Na adolescência, decidiu fazer carreira no Exército e frequentou a Escola Especial Militar de Saint-Cyr. Aos 23 anos ingressou na Infantaria e participou da 1ª Guerra Mundial, onde sofreu ferimentos graves. Prisioneiro de guerra dos alemães, ele aprendeu a falar o idioma germânico.

Depois de alcançar as patentes de major e general, De Gaulle iniciou uma carreira política que determinaria a história do seu país. Em 1940, assumiu seu primeiro cargo como secretário de Estado de Defesa Nacional.

Ocupação nazista

Durante a 2ª Guerra Mundial, com a divisão da França, o primeiro-ministro do país, marechal Henri Phillipe Pétain assumiu poderes ditatoriais e transfere-se a capital para Vichy, uma vez que Paris estava ocupada pelas tropas alemãs. O governo de Vichy era anti-republicano, conservador e aliado dos nazistas.

Enquanto isso, De Gaulle procurou refúgio em Londres. Sob sua liderança, ele e outros exilados franceses se apresentaram como governo alternativo a Vichy e criaram o movimento chamado "França Livre". Esta organização de resistência foi fundamental para a vitória dos aliados.

Estadista renuncia

Retornando para a França em junho de 1944, foi aclamado como herói de guerra. Em 1945 foi eleito presidente, cargo que ocupou apenas alguns meses. Devido a divergências com a Assembléia Nacional, que se recusou a instaurar uma Presidência forte, De Gaulle renunciou em 1946, retirando-se da vida pública.

Nasce a V República

Entre 1946 e 1958, a França passou por um período difícil: política e governos instáveis, revoltas de colônias na África por independência, além da tentativa de reerguer o país ainda devastado pela 2ª Guerra Mundial. Em 1958, no auge da Crise da Argélia, a Assembléia Nacional, pressionada pelos militares, convida De Gaulle para elaborar uma nova Constituição. Nascia assim a "V República".

Tão logo foi eleito presidente, em 8 de janeiro de 1959, De Gaulle promulgou uma Constituição que reforçava os poderes presidenciais. Ele sabia da importância de um governo forte, nacionalista e conservador para reconquistar o prestígio e o poder da França no exterior. De Gaulle costumava dizer que "A França é a luz do mundo".

Independência da Argélia

Durante sua gestão, De Gaulle negociou a independência da Argélia e enfrentou a oposição armada dos oficiais de direita do Exército. Seu governo reergueu a economia do país, liderou a Comunidade Econômica e desvinculou-se do comando militar da OTAN. Com isto, De Gaulle voltou a colocar a França no topo da Europa, sendo considerado um dos maiores estadistas que o país já conheceu.

As revoltas estudantis de maio de 1968 abalaram seu governo. Embora um milhão de pessoas tenham cantado a "Marselhesa" em solidariedade ao presidente, De Gaulle teve que ceder muito às reivindicações das classes soiciais mais baixas e do sistema de ensino.

Plebiscito e renúncia

Seu estilo conservador não se adaptava mais ao novo panorama francês de sindicatos e greves. Em 1969, De Gaulle renunciou após sair derrotado de um plebiscito sobre uma reforma constitucional que pretendia fazer. Charles de Gaullemorreu em 1970, aos 80 anos.

Fonte: www.dw-world.de

Charles de Gaulle

Charles André Joseph Marie de Gaulle (22 de Novembro de 1890, em Lille - 9 de Novembro de 1970, em Colombey-les-Deux-Églises) - na França mais conhecido como "Général de Gaulle" - foi um general e estadista francês.

"Como se pode governar um país que tem 246 espécies de queijo?"

Criticando o sistema político de seu país e defendendo eleições parlamentares diretas em 1962 "O Brasil não é um país sério."

Frase atribuída ao general, mas de origem negada por historiadores. Eles dizem que a frase é do embaixador brasileiro na França, Carlos Alves de Souza, dita ao jornalista Luiz Edgar de Andrade, na época correspondente do "Jornal do Brasil" em Paris.

Depois de discutir com De Gaulle a "guerra da lagosta", em 1962, quando barcos franceses pescavam o crustáceo na costa brasileira, Souza relatou a Edgar o encontro dizendo-lhe que falaram sobre o samba carnavalesco "A lagosta é nossa", das caricaturas que faziam dele (De Gaulle), terminando a conversa assim: "Edgar, le Brésil n'est pas un pays sérieux".

O jornalista mandou o despacho para o jornal e a frase acabou outorgada a De Gaulle.

Fonte: pt.wikiquote.org

Charles de Gaulle

Charles de Gaulle

Charles André Joseph Marie de Gaulle (22 de Novembro de 1890, em Lille - 9 de Novembro de 1970, em Colombey-les-Deux-Églises), na França mais conhecido como "général de Gaulle", foi um general e estadista francês.

Antes da Segunda Guerra Mundial, era conhecido como um grande tático de batalhas de tanques e defensor do uso concentrado das forças blindadas e da aviação. Foi o líder das Forças francesas livres durante a Segunda Guerra Mundial e chefe do governo provisório de 1944-1946.

Chamado para formar um governo em 1958, inspirou uma nova constituição e foi o primeiro presidente da Quinta república, de 1958 a 1969. Sua política ideológica é conhecida como Gaullismo, tendo ainda muita influência na vida política francesa atual.

Fonte: pt.wikipedia.org

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