
Os antepassados desta raça chegaram à França pelo mar, vindos provavelmente da Síria, segundo a lenda trazidos pelos cavaleiros que regressavam das Cruzadas. Acredita-se que tenha se desenvolvido nos mosteiros dos frades em Grenoble.
Na década de 1700, foi reconhecido como "gato da França". Após a II Guerra Mundial, a raça quase foi à extinção, sendo recuperada nos anos seguintes. O Chartreux é uma raça tolerante, menos faladora que a maioria, com um miado bastante agudo e uma espécie de gorjeio único nos gatos domésticos.
Tem as pernas curtas e um ar atarracado, com um pelo denso e rente. É um gato grande e forte, bom caçador, de temperamento tranqüilo e observador. Foi o gato preferido de Charles de Gaulle e da escritora Colette.
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