
Foto tirada na Grande Mesquita de Xi'an. As crianças estiveram na pausa
da escola religiosa da mesquita.
Catolicismo(Cristianismo): chegou esporadicamente na China desde o século sete, e expandiu-se vastamente depois da Guerra do Ópio de 1840 (a invasão da Grã-Bretanha na China, 1840-1842). A primeira igreja católica em Beijng foi construída em 1582. Até 1997, havia cerca de cinco milhões de fiéis católicos na China, 4.000 instrutores e administradores que prestavam serviço para o catolicismo, e cerca de 5.000 igrejas católicas e locais de encontros católicos. Todo ano recebiam-se cerca de 50.000 fieis novos.

Foto tirada em Beijing em 2002.
Evangelismo(Cristianismo): começou na China no início do século dezoito e expandiu-se amplamente também depois da Guerra de Ópio. Até 1997, havia mais ou menos 10 milhões de fiéis, 18.000 clérigos, pastores e pregadores, 12.000 igrejas e 25.000 locais de encontros evangélicos.
Além dessas cinco religiões, existe também uma grande variedade de religiões menores, incluindo religiões que chegaram de outros países como o xamanismo ou cristianismo ortodoxo oriental; e outras religiões que nasceram de histórias e culturas especiais das minorias étnicas chinesas, como o Dongba ou Mazu, as quais têm até hoje influênciam principalmente dentro de suas próprias minorias étnicas.
As religiões possuem suas próprias organizações dentro da China, como a Associação Budista Chinesa, a Associação Taoísta Chinesa, a Associação Islâmica Chinesa, a Faculdade de Bispos Católicos Chinesa e o Conselho Cristão Chinês. Os líderes das organizações são eleitos de acordo com as próprias constituições das organizações. As organizações estabelecem escolas e instituições religiosas, publicam e distribuem periódicos e obras clássicas religiosas, e dedicam-se ao bem-estar público. A administração das organizações é independente.
Na China adota-se o sistema de nove anos de estudo obrigatório.
Até o ano 2000, a taxa de freqüência escolar era de
- 99,1% na escola primária
- 94,3% na escola intermediária (do sétimo ano até o
nono ano);
A taxa de abandono de estudo era 0,55% na escola primária e 3,21% na
escola intermediária.
Após o nono ano escolar, o índice de continuidade era de 51,2% até o ano 2000. Após os 15 anos, a taxa de analfabetismo era de 6,72%.
Até o final do ano 2000, havia 553.622 escolas primárias e 1.041 faculdades e universidades na China. No ano 2000, havia 10,9 milhões de professores formados e 219,4 milhões de estudantes universitários e alunos em geral.
Fonte: www.minhachina.com

Posição - Localizada no norte do Hemisfério oriental, a China está situada na parte oriental do continente asiático e na costa oeste do Oceano Pacífico. Possui o terceiro maior território do mundo.
De norte a sul, o território da China estende-se por cerca de 5500 quilômetros desde a linha central do canal principal de navegação do Rio Heilong, a norte da vila de Mohe, na província de Heilongjiang, até ao recife de Zengmu das Ilhas Nansha no Mar do Sul da China (perto da latitude 4º N). De oeste a este, a China estende-se por 5 200 quilômetros, do Pamir a oeste do distrito de Wuqia na Região Autônoma Uygur de Xinjiang até ao ponto onde os canais principais de navegação dos rios Heilong e Wusuli se juntam, no distrito de Fuyuan, na província de Heilongjiang. A diferença horária entre os extremos oeste e este do País é ligeiramente superior a quatro horas.
Paises Vizinhos- Com mais de vinte mil quilômetros de fronteira, a China tem limites demarcados com doze países: Coréia a leste; Vietnam, Laos e Birmânia ao sul; Índia, Butão, Sikkim, Nepal, Paquistão e Afeganistão a sudoeste e oeste; Rússia a noroeste e nordeste; e a República Popular da Mongólia ao norte. Para leste, através do Mar Oriental da China, fica o Japão. As Filipinas, Bornéu, Malásia e Indonésia ficam para sudoeste e sul, para além do Mar do Sul da China.

A China possui jazidas da maioria dos minerais e provavelmente as maiores reservas de dezessete deles, inclusive molibdênio, titânio e tungstênio, dos quais lidera o mercado mundial. O país também é o maior produtor mundial de carvão, com uma retirada de mais de 1,1 bilhão de toneladas ao ano, usadas sobretudo para a geração de energia. As reservas chinesas são estimadas em cerca de 800 bilhões de toneladas.
A geração de energia está bem abaixo da demanda e a China pode se tornar um importador de energia, apesar dos projetos de desenvolvimento de outras fontes. As primeiras duas usinas nucleares foram ativadas no começo da década de 1990. A maior hidrelétrica do mundo está sendo construída no Chang Jiang (Rio Longo). O petróleo também é um problema.

As exportações, que já foram muito importantes, estão
decaindo porque as reservas terrestres começam a se esgotar. Explorações
no mar não surtiram efeito. As esperanças agora se concentram
na bacia do Tarim, no extremo oeste, onde as companhias ocidentais acreditam
que existem reservas comparáveis às do Oriente Médio.
Devido ao clima e à formação geológica, os desastres
naturais são bastante freqüentes na China. No entanto, os impactos
acabam sendo piores por causa da ação do homem. Padrões
precários de construção contribuíram para aumentar
o número de mortos no terremoto de 1976 para mais de 500 mil. O crescimento
econômico é a atual prioridade do governo, que recebe com desconfiança
as pressõs do Ocidente por controles ambientais. Em conseqüência,
a poluição industrial e a degradação do ambiente
já estão bastante generalizadas; estão crescendo. Entre
os chineses mais informados, no entanto, o problema ambiental parece ser uma
questão importante. Em 1992, sem obter êxito, houve protestos
contra o projeto da hidrelétrica das Três Gargantas, no Chang
Jiang, que provocará uma grande perda de habitats.
Fonte: www.portaldekungfu.com