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Chipre

 

 

A ilha de Chipre uma história longa e variada, desde a chegada dos primeiros colonizadores das ilhas vizinhas cerca de 8500 aC.

Antes campo de abundância de coopers e madeira, além de sua posição no centro das principais estradas do comércio. Chipre foi um lugar irresistível para um grande número de potências estrangeiras, além dos fenícios, assírios, persas, egípcios, gregos e otomanos.

Chipre

Os romanos

Chipre foi anexada por Roma em 58 aC, e em torno de 43 dC, a ilha tornou-se cristão, poucos percebem pisos de mosaico ainda nas antigas ruínas da cidade de Soli no Norte de Chipre. Em 330 dC, Chipre tornou-se parte do Império Bizantino.

Os bizantinos

A influência bizantina pode ser observado em todo o Norte de Chipre, a partir da estrutura dos Castelos de Kyrenia montanhas com cinco dedos. Eles foram chamados assim após os Dighenis herói bizantinos, que alegou ter feito um salto da Ásia Menor chipre teria deixado as marcas de seus cinco dedos agora formam a cadeia de cinco montanhas.

Os britânicos

Em 1191, Richard coração de leão conquistou Chipre em seu caminho para uma cruzada para a Terra Santa, e vendeu aos Cavaleiros do Templo, que prontamente devolvido a ele para ele revender mais uma vez para a nobreza francesa Guy de Lusignan. Família Lusignan governou a ilha com mão de ferro por 300 anos que se seguiram, apesar de uma breve invasão genovês em 1372 e outro em 1426 por Mamelucos.

Os venezianos

Com a morte do último rei Lusignan, em 1489, sua esposa deu à ilha de Veneza. Os venezianos fortificaram a ilha, usando-o como uma base militar e foram pagar impostos enormes para os cidadãos da ilha. Ele foi um pouco de alívio para o povo de Chipre, quando os turcos derrubaram os venezianos e ejetaram a ilha em 1571.

Os otomanos

Os otomanos estabeleceram a Igreja Ortodoxa e fizeram ilegal a fé católica, e permitiu que o Islã a se espalhar. O Império Otomano governou a ilha de Chipre com sucesso por quase cinco séculos. Por volta de 1878, os britânicos se uniram para manter as ameaças russas otomanos, Chipre tornar-se uma questão para o governo britânico e os sistemas jurídicos.

Chipre em duas Guerras Mundiais

Quando a Turquia cruzou com a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, a guerra terminou com a derrota de uma nação e coroa como Chipre era uma colônia britânica em 1925. Após a Segunda Guerra Mundial, o movimento dos cipriotas gregos para a união com a Grécia tomou um elevador swing e violência contra as leis britânicas.

Em 1957, as Nações Unidas tomou a decisão de estabelecer um estado independente de Chipre e esta foi ratificada em 1960 pelo Tratado de Zurique. O tratado assinado pelos britânicos, grego e turco também protegidos os direitos dos cipriotas turcos.

Dividido Chipre

Infelizmente, o Tratado não durou, e da guerra civil eclodiu em 1963.Les ONU enviou forças para estabelecer a linha verde e tentar manter a paz. O problema chegou a um ponto em que, em 1974, o grego Guarda Nacional lançou um golpe de Estado contra o presidente Makarios para apoiar o movimento de unificação chamado enosis com a Grécia. Turquia interveio prontamente para proteger os interesses dos cipriotas turcos, tal como estipulado no Tratado de Zurique.

A República Turca do Norte de Chipre

A República Turca do Norte de Chipre foi criada em 1983, mas ainda não foi plenamente reconhecido internacionalmente. Em 2002, o diálogo intenso entre o Norte eo Sul permitido para aliviar a tensão desenvolvida em 2003, cruzando a fronteira do Norte de Chipre - Chipre do Sul nasceu sob regras menos duras.

Em 2004, um casal de referendo foi realizado sobre a reunificação da ilha, como previsto, o Plano Annan. Infelizmente, porém, este plano foi aceito pelo cipriota turca, ele foi rejeitado pelo cipriota grega e da ilha permanece dividido a este dia.

A República de Chipre (Sul Chipre) entrou para as fileiras da União Europeia em 2004.

Fonte: colegiosaofrancisco.com.br

Chipre

CHIPRE, CRUZAMENTO DE CULTURAS

Herdeira de uma história lendária e exótica, a ilha de Chipre condensa no seu território a influência de três continentes: o europeu, o asiático e o africano. A sua população, o seu território, os seus costumes, a sua comida, tudo está disposto para ser apreciado com assombro.

Donos de um caráter introspectivo e amável, os chipriotas parecem desfrutar da visita dos estrangeiros. Terra de contrastes nas suas paisagens e donos de uma riqueza cultural histórica, a herança grega e turca deixa-se sentir nas suas tradições com particular estilo. Chipre Setentrional, é uma república reconhecida por Turquia. Ocupa, no ocidente um terço da ilha.

 

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Chipre está situado no extremo oriente do Mar Mediterrâneo e distante da Europa e Ásia, tendo a costa africana do Egito à 380 quilômetros. Atravessando o mar, encontra próximas as costas da Grécia ao oeste; Turquia ao norte; Síria e Líbano ao leste; e Israel e Egito ao sul.

É a terceira maior ilha do Mediterrâneo, depois da Sicília e Sardenha, e extende-se 240 quilômetros. do leste para o oeste e 96 quilômetros. de norte para o sul. O país divide-se na zona da capital, Nicosia, e as principais cidades de extensa população como Limasol, Larnaka, Pafor, Kyrénia e Famagusta.

FLORA E FAUNA

O clima, a paisagem e a flora são tipicamente Mediterrâneos; por isso não é estranho o território ser tão fecundo e ótimo para a existência de 120 tipos diferentes de flores silvestres. Duas importantes cadeias de montanhas atravessam o país desde o oeste, as chamadas Pentadáktilos, ao norte, e Troodos, ao sudoeste.

A paisagem está cheia de contrastes entre a planície central coberta de vinhedos, folhagens de algarrobas e abundantes zonas de sedutoras oliveiras e bananeiras, os altos cumes de vida silvestre e as extensas praias dos arredores; tudo isto convive com inumeráveis vilas e aldeias, que valem a pena serem visitados.

Possuem abundantes plantações de frutas e legumes para satisfazer o gosto mais exigente, como maçãs, peras, melões, sandías, ciruelas, figos, morangos, tomates, abacates e cenouras, por citar só algumas.

História

A situação geográfica de Chipre tem permitido ser objeto de sucessivas invasões estrangeiras no decurso da sua história. Igual que Malta e outras ilhas do Mediterrâneo, o seu isolamento no meio do mar e a escassez de proteções naturais têm permitido a intromissão de outros povos. As origens da sua população situam-se no Neolítico, pois existem restos arqueológicos que datam de uns 7,000 a.C.

A história conta que os gregos estabeleceram-se na ilha entre o 2500 e o 1050 a.C. começando a influência helênica da zona. Os fenícios também ocuparam a ilha pela zona de Kitiom (atual Larnaka); posteriormente passaram por esta terra fenícios, egípcios e persas.

Estes últimos dominaram a ilha até a invasão de Alexandre Magno que reclamou-a, como parte do seu império. Logo após cruéis lutas, o país passou às mãos dos Ptolomeus de Egito.

Chipre foi parte da província da Síria durante o Império Romano e depois foi uma província independente regida por um pró consul. Para o século primeiro da época cristã chegaram São Paulo e São Bernabé em missão evangelizadora, convertendo a Sergius Paulus a quem se reconhece como o primeiro governador cristão da região.

Este feito trouxe novos enfrentamentos até dá-se liberdade aos cultos cristãos pelo Edito de Milão do 313. As guerras por motivos religiosos, atreladas às pragas e os tremores que percorriam a zona, destruiram grande parte das construções dessa época. Uma vez dividido o Império Romano, Chipre ficou sob a influência bizantina.

Os novos tremores, do século quarto, quase acabaram com as principais cidades, e assim foi como a reconstrução do país determinou a nova capital em Constância. No ano 488 o Arcebispo de Chipre gozou de plena autonomia para governar a ilha.

Os árabes invadiram no século VII tendo que defender a zona dos ataques dos piratas e corsários da época. Em 1191, o governador de Chipre rejeitou ajudar os sobreviventes do naufrágio de vários barcos da frota de Ricardo I da Inglaterra, que se dirigiam para a Terra Santa, durante a Terceira Cruzada.

Ricardo invadiu a ilha e posteriormente, casou-se com Berenguela de Navarra, coroada rainha da Inglaterra em Limasol. Ao mesmo tempo, o Rei vendeu a ilha aos Templários por 100.000 dinares e estes fizeram o mesmo a um cavalheiro cruzado francês.

Durante o domínio da França, Chipre viveu a instauração da igreja católica no país. Ainda conservam-se construções desta época, como as Catedrais de Nicosia, Famagusta e Balapis. A última rainha francesa, Caterina Cornaro, deu Chipre ao reino de Veneza em 1489.

A chegada dos venezianos significou a construção de diversos fortes para defender-se dos ataques turcos e a destruição da maior parte dos edifícios antigos. Isto não impediu sucumbir perante a força turca no século XVI e assim, o império otomano governou até o século XIX, quando caiu perante a rebelião grega que também teve lugar em Chipre.

A expansão colonialista britânica chegou à ilha com a Convenção de Chipre de 1878. Porém, a parcial ocupação otomana continuou até 1923, data em que Turquia desistiu de qualquer possível direito sobre Chipre. Em 1925 declara-se definitivamente colônia britânica.

Os enfrentamentos que começaram em 1955, e duraram quase um lustro, deram passo à obtenção da total independência, em 1960. Assim o país entra nas Nações Unidas, no Conselho da Europa, na Comonwealth e no movimento de países não-aliados. Chipre converteu-se em um estado independente, logo de 3,500 anos de história e a direção da nova república foi assumida pelo presidente Archevêveque Makarios.

A comunidade turca respondeu algumas cláusulas da constituição de 1960 e foi assim, em 1974 aconteceu o golpe de Estado que permitiu aos turcos a ocupação da zona norte, 37% do território, uns 200.000 chipriotas de origem grega (40% da poblação), têm-se convertido em refugiados do seu próprio país.

Arte e Cultura

A cultura chipriota é muito rica em tradições históricas. As inumeráveis construções de herança grega e turca constituem verdadeiros tesouros nacionais. Também pode-se encontrar mostras da mitologia grega em construções e obras escultóricas. Encontram também, numerosas igrejas e mosteiros de estilo colonial. Os artesãos costumam fabricar verdadeiras belezas elaboradas em vime, ouro e prata.

Locais Turísticos

NICOSIA, A CAPITAL

Tem sido a capital de Chipre desde o século X e está limitada ao norte pelas montanhas de Kirenia, e a cima de Pentadaktilos (a cima dos cinco dedos), chamada assim pela sua forma particular. É uma pequena cidade onde tudo encontra-se tão perto que pode-se percorrer completamente a pé.

Nicosia está situada quase na metade da ilha, dividida entre a zona turca e chipriota por uma barreira chamada "linha verde" pelas tonalidades dos campos que rodeam-a. É a sede do governo e os seus moradores chegam a 177.000 habitantes.

A zona antiga da cidade está rodeada de muralhas e bastiones que construiram os venezianos como fortes de defesa dos constantes ataques estrangeiros. O bairro popular chama-se Laiki Yitonia, que significa algo assim como, a quarta parte folclórica, cujas quadras peatonais têm sido reconstruidas com esmero, mantendo a atmosfera dos tempos passados.

Está rodeada de casas tradicionais e zonas, onde trabalham os artesãos, como fizeram os seus antepassados anos atrás. As ruas são estreitas e nelas acham-se algumas igrejas e edifícios antigos. Podemos citar o antigo arcebispado que aloja o Museu de Arte Popular e o edifício do Museu de Arte Bizantina, que possui uma interessante coleção de íconos.

O Novo Arcebispado é o centro da igreja ortodoxa chipriota. Muito perto também encontra-se o Museu da Luta Nacional, a Catedral de São João e o Centro Cultural da Municipalidade que está na antiga Porta de Famagusta, antiga entrada à cidade murada.

Existem duas ruas muito comerciais, Lidra e Onasaguru, em cujo fundo encontra-se a famosa "linha verde" que divide o país. Ali está a Praça da Liberdade que liga a zona velha com a parte moderna e que tem-se convertido no centro neufrálgico de Nicosia.

Na zona moderna situam-se os principais hotéis, escritórios, e outros estabelecimentos oficiais e privados. Ressalta o Palácio Presidencial, situado em uma formosa colina rodeada de jardins. Foi a antiga residência do governador britânico e ainda guarda na sua construção o estilo colonial da época.

Por esta zona acha-se o Museu Arqueológico de Chipre que vale a pena visitar, pois nele conservam-se coleções representativas da vida chipriota, desde o neolítico até a época romana. A figura mais venerada deste recinto é a Vênus de Soli, a representação feminina por excelência.

É uma bela musa com um turbante na cabeça, de mirada altiva e cujos braços têm sido cortados. A 8 quilômetros da cidade está Jirokiti, um assentamento neolítico de mais de 6,000 anos de antigüidade. Aí foram encontrados os restos que guarda o museu.

LIMASOL E A SUA VIDA NOTURNA

A cidade de Limasol, situada na costa sul do país é uma estação balneária e é considera a segunda cidade em importância. Tem 135.000 habitantes e extende-se 12 quilômetros entre o velho porto e o porto esportivo. Os tradicionais cruzeiros que percorrem o Mediterrâneo atracam nas suas costas. O principal atrativo de Limasol é a sua vida noturna, assim como, o Festival do Vinho que celebra-se cada ano, os carnavais, o festival do antigo drama grego e o festival internacional de arte.

Está bordeada pelas montanhas de Troodos e os vinhedos dos arredores. Na zona ocidental é onde tem-se estabelecido os hotéis de turistas. Conta com uma ampla gama de tabernas, cervejarias, clubes, restaurantes, discotecas e todos os centros noturnos imagináveis. A Passagem de Santo Andrés é o mais concorrido pelos visitantes para percorrer a pé a vista das costas e visitar a zona comercial. As mais famosas lojas e armazéns encontram-se muito perto na Avenida Makarios.

Também pode-se visitar as bodegas dos arredores, para degustar o vinho chipriota e conhecer o processo da sua elaboração. Outro atrativo turístico constitui o antigo Castelo de Limasol, onde casaram-se Ricardo Coração de Leão e a rainha Berengaria de Navarra, em 1191. Hoje é um precioso Museu de Cerâmica Medieval.

LARNAKA

Continuando o percurso da costa para o leste, está Larnaka, outra cidade costeira dedicada ao turismo nacional e internacional. O Porto de lazer de Larnaka costuma ser o lugar ideal para os milionários gregos e chipriotas, que atracam neste local, as suas embarcações de passeio e esportivas. Tem capacidade para mais de 200 iates.

O passeio marítimo ou Passeio das Palmeiras que bordea a costa está dominado por um Castelo-Forte, convertido no centro cultural da localidade. Aqui encontram-se os principais hotéis de luxo e muito perto o aeroporto internacional.

Conta a lenda que Kition, como era chamada antigamente, foi fundada por um Khittim, um neto de Noé. O nome atual de Larnaka corresponde ao grego "larnax", que significa sarcófago. Diz-se que na zona encontraram numerosos enterramentos da época na qual a civilização Micênica, proveniente de Grécia, estabeleceu um porto que utilizava-se para o comércio do cobre. Os restos de muralhas ciclópeas e templos meciânicos dão mostra disso.

No centro da cidade encontra-se a Igreja de São Lázaro, patrono da cidade, que foi enterrado em um santuário. Em homenagem ao homem que foi ressuscitado por Cristo, de quem contam que chegou até Chipre e evangelizou estas terras, convertendo-se no seu primeiro bispo.

PAFOS

Outro lugar de interesse é Pafos, situado na zona oeste da ilha. Ai encontram-se os famosos Jardins de Afrodite, um lugar de impressionante beleza que convida ao relaxamento. Aquí acha-se o famoso Forte de Pafos e mostras históricas da mitologia grega de excepcional beleza que têm sido consideradas pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade.

AGIA NAPA

Na Ponta Sudeste da ilha encontra-se o Porto de Agia Napa, singular pela sua beleza e situação. Esta é também uma zona de praias visitadas por numerosos turistas. Destacam a Baia de Agia Napa e a Baia de Protaras, assim como, as igrejas e mosteiros da zona.

Gastronomia

Geralmente quando falar da comida típica de um país costuma-se citar um dos ou três pratos tradicionais. Mas em Chipre o prato mais popular chega a estar composto até por 30 comidas diferentes. Como o lee, trata-se do Mézé que, como su nome o indica, é uma mistura. Consiste em uma mostra de todas as especialidades que têm sido cozidas em um restaurante ou taberna ao longo desse dia.

A tradição indica que pode-se servir de tudo: entradas de diferente tipo, saladas, moussaka, kebabs, peixe fresco, frango e até sobremesas como o baklava e os lokoumades (doces orientais embebidos no mel).

A maturidade chipriota é herdeira dos costumes gregos e turcos, devido à aproximidade geográfica que tem influido em diversas expressões da cultura do país.

Assim, encontramos pratos típicos gregos como o moussaka que não falta em nenhum restaurante. São muito habituais os estofados de carne com abundante cebola e o cordeiro elaborado de diferentes maneiras, como o tava (cordeiro cozido a base de cebola) o kleftiko (cordeiro cozido ao fogo lento no forno).

Também é típico o pão de sésamo, chamado kuluri, o qual come-se com azeitonas verdes. O queijo local tem um sabor forte e chama-se jalumi. Normalmente serve-se cru ou na brasa.

A influência turca deixa-se sentir em pratos como o suvlaki stim pita, que é uma espécie de kebab (brocheta) para levar que se toma dentro do pão de pita.

Como bom país mediterrâneo, Chipre tem uma boa tradição vitivinícola pois não falta em nenhuma mesa uma boa garrafa de vinho. O mais apreciado é o kumandaria que é um vinho doce muito agradável.

Finalmente, para terminar a comida, pode-se pedir um café do país, que serve-se sem açúcar e chama-se skettos.

Compras

Em Chipre pode-se comprar de tudo, especialmente as reproduções em miniatura das riquezas artísticas do país. Pode-se adquirir também os artesanatos da região, têxteis, joalheria, vinhos e souvenirs das zonas costeiras.

População e Costumes

Os chipriotas são pessoas de costumes formais; por isso é uma descortesia fazer soar desnecessariamente a buzina de um carro, ao percorrer as ruas. Estão muito acostumados à hora da sesta, que realizam entre às 13 e 16 horas. A amabilidade é um marco característico do morador da zona; físicamente parecem-se muito aos gregos, dos que têm herdado também o carácter jovial unido à maioria dos nomes.

Diz-se que os povoadores padecem de "philoxenia": amor ao estrangeiro, pela cordialidade com que tratam-nos. Convivem também na ilha comunidades turco-chipriotas musulmanas e minorias maronitas, armênias, católicas e protestantes. São muito respeitosos com seus costumes religiosos, assim que deverá ter atenção na maneira de vestir, quando visitar uma igreja ou mosteiro.

Embora seja um país muito moderno nas zonas urbanas, no interior a população ainda segue vivendo em aldeias tradicionais, onde muitas famílias estão acostumadas inclusive a fabricar o seu próprio vinho.

A maioria dos habitantes fala grego ou turco, embora não há problemas para comunicar-se em inglês, pois é um idioma bastante extendido na região. A população é de pouco mais de 662.000 habitantes, dos quais, 130.000 acham-se na parte norte, ocupada militarmente pelos turcos desde 1974 constituindo uma zona inacessível para os turistas.

ENTRETENIMENTO

As atividades que podem ser realizadas em Chipre são numerosas. Nas zonas costeiras os estabelecimentos estão preparados para facilitar os instrumentos necessários para qualquer tipo de esportes aquáticos, tais como, o surfing, o windsurfing, o mergulho, o piragüismoou simplesmente os passeios turísticos em cruzeiros.

Na zona da cordilheira de Troodos existem pistas de esqui e a paisagem é parecida a qualquer zona de alta montanha, ideal para realizar esportes como o trekking e montanhismo.

FESTIVIDADES

As festividades chipriotas estão relacionadas com os cultos religiosos católicos e as estações do ano. É muito popular a festa dos Carnavais nas zonas costeiras e o singular Festival Anual do vinho, o qual as bodegas oferecem grátis durante dez dias os seus vinhos aos visitantes. Celebra-se em setembro em Limasol.

Também pode encontrar numerosos restaurantes chineses, italianos, árabes ou hindus e clubes noturnos que reproduzem as festas populares.

Os dias festivos oficiais são o 1 de Janeiro Ano Novo, 6 de Janeiro, 17 de Setembro, 1 de Outubro (Dia da Independência) e as diferentes festas ortodoxas.

Transportes

Avião

Pode-se chegar à ilha através dos vôos internacionais que chegam aos aeroportos de Larnaka e de Pafos.

Barco

O Porto de Limassol recebe muitos cruzeiros internacionais. Tanto neste como nas outras zonas costeiras, poderá utilizar as pequenas embarcações que visitam os pontos mais importantes da ilha.

Transporte Público

Nas cidades mais importantes quase não é necessário utilizar transportes públicos, pois a maioria dos lugares ficam a uma distância para chegar a pé. Podem-se utilizar os serviços de taxis e ônibus para percorrer distâncias mais longas.

Fonte: www.rumbo.com.br

Chipre

O Chipre apresenta uma situação política muito especial: uma parte do seu território encontra-se ocupada por um país terceiro, a Turquia.

A economia Cipriota é dominada por esta divisão do território, a área a sul (Grega) controlada pelo governo cipriota e a zona norte administrada pela Turquia.

A economia cipriota-grega é próspera mas muito susceptível a choques externos. A economia cipriota-turca tem cerca de 1/5 da população e 1/3 do rendimento per capita da zona sul.

Ficha do País

Área: 9,251 Km2 
População: 758, 363 mil habitantes (2000);comunidade cipriota-grega 78% e comunidade cipriota -turca 18% e outras. 
Designação Oficial: República do Chipre 
Data da atual Constituição: 1960 
Capital: Nicosia (195.300 habitantes) 
Outras cidades importantes: Limassol, Larnaca, Paphos, kyrenia, Famagusta e Morphou 
Religião: Grega Ortodoxa 
Língua: Grego e Turco são ambas línguas oficiais. 
Unidade Monetária: Libra Cipriota 100 cents = 1,74 euro

Chipre é uma economia de mercado, que tem como principais motores de desenvolvimento o turismo e o setor dos serviços, onde se concentra cerca de 65% da mão -de-obra. Se bem que a economia cipriota registe um rápido crescimento e a taxa de inflação esteja controlada, persistem dificuldades nos desequilíbrios macro-econômicos e orçamentais.

O Chipre tem uma situação econômica considerada de sucesso e foi classificado pelo Banco Mundial como um país de elevado rendimento.

No mercado de trabalho, o nível de desemprego é baixo mesmo entre grupos considerados vulneráveis. A economia beneficia de uma cooperação estreita entre o setor público e os parceiros sociais, durante a última década o Chipre intensificou as relações econômicas com a Europa, sendo hoje a União Europeia o maior parceiro comercial do Chipre, com cerca de 57% da importações e 51% das exportações.

Comércio

Mais de metade das importações do Chipre são provenientes da União Europeia. As importações são essencialmente de produtos industriais, maquinaria e equipamentos de transporte e produtos alimentares. Os principais items exportados são vestuário, produtos farmacêuticos, papel e mobiliário.

Investimento

No âmbito da sua política de harmonização da legislação com o acervo comunitário, foram introduzidas em 2000 algumas medidas de liberalização do investimento estrangeiro (por parte de pessoas legais da União Europeia). Assim, não há restrições relativas às percentagens de participação de investimentos estrangeiro em empresas cipriotas. Relativamente ao setor bancário a participação máxima é de 50%.

Fonte: www.iapmei.pt

Chipre

Nome oficial: República do Chipre (Kypriakí Dimokratía/Kibris Cumhuriyeti).

Nacionalidade: cipriota.

Data nacional: 1º de outubro (Independência).

Capital: Nicósia.

Cidades principais: Nicósia (195.000), Limassol (154.400), Larnaca (68.500) (1998).

Idioma: grego e turco (oficiais).

Religião: cristianismo 93,3% (ortodoxos gregos 92%, maronitas 1,3%), outras 6,7% (1995).

GEOGRAFIA

Localização: sudeste da Europa, mar Mediterrâneo. 
Hora local: +5h. 
Área: 9.251 km2. 
Clima: mediterrâneo. 
Área de floresta: 1 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 790 mil (2000), sendo setor grego: gregos cipriotas 96%, outros 4%; setor turco: turcos cipriotas 99%, gregos cipriotas e outros 1% (1996). 
Densidade: 84,96 hab./km2. 
População urbana: 56% (1998). 
População rural: 44% (1998).
Crescimento demográfico: 1% ao ano (1998). 
Fecundidade: 2,03 filhos por mulher (1995-2000). 
Expectativa de vida M/F: 75,5/80 anos (1995-2000). 
Mortalidade infantil: 9 por mil nascimentos (1995-2000). 
Analfabetismo: 3,1% (2000). 
IDH (0-1): 0,886 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República presidencialista. 
Divisão administrativa: 6 distritos. 
Principais partidos: setor grego: União Democrática (Disy), Progressista dos Trabalhadores (Akel), Democrático (Diko); setor turco: da Unidade Nacional (UBP), Democrata (DP), da Liberação Comunal (TKP). 
Legislativo: setor grego: unicameral - Casa dos Representantes, com 80 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos (56 da comunidade grega, 24 da turca); setor turco: unicameral - Assembléia Legislativa, com 50 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos. 
Constituição em vigor: setor grego: 1960; setor turco: 1985.

ECONOMIA

Moeda: libra cipriota (setor grego) e lira turca (setor turco). 
PIB: US$ 9 bilhões (1998). 
PIB agropecuária: 5% (1998). 
PIB indústria: 23% (1998). 
PIB serviços: 72% (1994). 
Crescimento do PIB: 5% ao ano (1998). 
Renda per capita: US$ 11.920 (1998). 
Força de trabalho: 360 mil (1998). 
Agricultura: cevada, batata, uva, frutas cítricas. 
Pecuária: suínos, ovinos, caprinos, aves. 
Pesca: 3,3 mil t (1997). 
Mineração: areia e cascalho, mármore, gipsita, argila. 
Indústria:
 vestuário. 
Exportações: US$ 1,1 bilhão (1998). 
Importações: US$ 3,7 bilhões (1998). 
Principais parceiros comerciais: setor grego: Grécia, Reino Unido, EUA, Alemanha, Japão, Itália, Federação Russa e Turquia.

DEFESA

Efetivo total: 10 mil (1998). 
Gastos: US$ 489 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

Chipre

Chipre é um país do Sudeste da Europa.

A capital é Lefkosia / Lefkosa [Nicosia].

As principais religiões são o Cristianismo (Ortodoxo) e o Islamismo (Sunita, no norte de Chipre).

As línguas nacionais são o Grego e o Turco.

Uma ex-colônia Britânica, Chipre tornou-se independente em 1960 após anos de resistência ao domínio Britânico. As tensões entre a maioria Cipriota Grega e a minoria Cipriota Turca vieram à tona em Dezembro de 1963, quando a violência eclodiu na capital Nicósia. Apesar do envio dos capacetes azuis da ONU em 1964, a violência intercomunitária esporádica continuou forçando a maioria dos Cipriotas Turcos em enclaves em toda a ilha.

Em1974, uma tentativa patrocinada pelo Governo Grego de tomar o controle de Chipre foi encontrada por uma intervenção militar da Turquia, que logo controlava mais de um terço da ilha. Em 1983, a área Turco-controlada declarou-se a "República Turca do Chipre do Norte" ("TRNC"), mas ela é reconhecida apenas pela Turquia. A eleição de um novo presidente Cipriota, em 2008, serviu de impulso para a ONU estimular os Governos Turco e Cipriota para reabrir as negociações de unificação.

Em Setembro de 2008, os líderes das comunidades Cipriota Grega e Cipriota Turca iniciaram negociações sob os auspícios da ONU destinadadas à reunificação da ilha dividida. Toda a ilha entrou na União Européia em 1 de Maio de 2004, embora o acervo da UE - o órgão comum de direitos e obrigações - se aplique apenas às áreas sob controle direto do governo, e está suspenso nas áreas administradas pelos Cipriotas Turcos. No entanto, os Cipriotas Turcos individuais capazes de comprovar a sua elegibilidade para a República de Chipre legalmente desfrutam dos mesmos direitos concedidos aos outros cidadãos de países da União Européia.

Chipre, a ilha mais oriental do Mar Mediterrâneo, é um posto avançado da cultura Europeia na sombra da Ásia. Apesar de Chipre estar a 40 mi. (64 km) da Turquia e à 65 mi. (104 km) da Síria, cerca de 78 por cento de todos os Cipriotas são de origem Grega, com raízes que remontam a mais de 3.000 anos.

Apenas 18 por cento de todos os Cipriotas são Turcos etnicos, um lembrete de que a Turquia controlou a ilha de 1571 até 1878, quando ela cedeu o controle para a Inglaterra.

Chipre tornou-se independente em 1960. Desde então, a raiva e a desconfiança têm marcado a relação entre as comunidades Grega e Turca. Temendo que a maioria Grega planejava unir Chipre com a Grécia, o exército Turco particionou a nação em 1974.

Terra

Menor do que o estado de Connecticut (EUA), Chipre tem três regiões geográficas distintas: as Montanhas Kyrenia, ao norte; as Montanhas Troodos, no sul e a planície Messaoria no meio, onde a maioria dos Cipriotas vivem. Os invernos são geralmente leves, com chuvas ocorrendo entre Novembro e Março.

Os verões podem ser quentes e secos na planície central intensivamente cultivada. Nos últimos anos, barragens e projetos de irrigação têm ajudado a aliviar as secas periódicas e aumentar a produtividade agrícola lá. A restauração das antigas florestas de encostas de pinheiro, carvalho, e cipreste também alivia o problema da seca e está melhorando o fluxo dos rios.

Quase todos os rios em Chipre crescem nas Montanhas Troodos. Alguns dos menores fluem diretamente para o sul para o Mar Mediterrâneo. Poucos fluem a oeste. Os dois maiores, o Pedias e o Yialias, fluem ao norte e, em seguida, a leste antes de se fundir para entrar na Baía de Famagusta.

Os muitos governantes da ilha deixaram suas marcas na terra. Templos Gregos, anfiteatros Romanos, igrejas Bizantinas, castelos de Crusados, fortalezas Venezianas, mesquitas Turcas, e postos de correio Britânicos podem ser vistos em todo o país. Todos eles contribuem para o charme da ilha acidentada.

População

Até recentemente, os Cipriotas Gregos e Turcos viveram vidas similares em suas aldeias e fazendas separadas. Em ambas as comunidades, as pessoas cultivavam com formas tradicionais e acarinhavam sua estruturas de famílias dominada pelos homens.

Geralmente, as mulheres eram mantidas isoladas. As crianças em aldeias Turcas estudavam em língua Turca e adquiriam valores Muçulmanos. As crianças em aldeias Gregas estudavam em Grego e adquiriam os valores da igreja Ortodoxa Grega. Havia poucos contatos entre os dois grupos.

Este modo de vida começou a mudar quando Chipre se tornou independente em 1960. A ênfase na educação aumentou. Cipriotas jovens de ambas as comunidades aprenderam o Inglês como segunda língua nas escolas secundárias, escolas técnicas e universidades. A música ocidental, filmes, estilos e literatura tornaram-se cada vez mais populares, especialmente entre os Cipriotas Gregos.

A família nuclear - pais e filhos - começaram a substituir a família como unidade básica social. As mulheres começaram a entrar nos negócios, na faculdade, nas profissões, e até mesmo na política. Hoje, as mulheres podem participar das forças armadas Cipriotas Gregas.

O padrão de mudança foi fortemente acelerado pela invasão Turca em Julho de 1974. O exército Turco ocupou 40 por cento do país, incluindo toda a região da Montanha Kyrenia, a parte superior da planície Messaoria, os subúrbios do norte de Nicósia, e o principal porto de Famagusta. O exército Turco expeliu mais de 200.000 Cipriotas Gregos de suas casas e obrigou-os a mover para o sul. No sul, alguns milhares de Cipriotas Turcos foram forçados a mudar para o norte.

Em uma nação de cerca de 700.000 pessoas, este duplo êxodo teve um impacto enorme. As populações das cidades incharam. Valores tradicionais foram abandonados. O governo Cipriota teve que aumentar os impostos na área Grega para ajudar os refugiados, e ao mesmo tempo, teve que expandir os portos do sul de Limassol e Larnaca para compensar a perda de Famagusta.

Apesar das conversações patrocinadas pela ONU sobre a reunificação de Chipre terem ocorrido regularmente, os esforços para reunificar a ilha, antes de ser admitida na União Europeia (UE) falharam. Em um referendo de 2004, os eleitores do setor Turco favoreceram a reunificação, mas os do setor Grego não.

Portanto, apenas o Chipre Grego aderiu à UE em 1 de Maio de 2004.

Economia

A invasão Turca de 1974 que forçou milhares de Cipriotas Gregos para as cidades em princípio provocou considerável desemprego e dificuldades. Mas desde os anos 1980s, os ganhos no turismo e na exportação de bens manufaturados e agrícolas têm aliviado esses problemas no setor Grego. O setor Turco é muito menos próspero.

A agricultura continua a ser importante. Os principais produtos de exportação do país incluem vinho, batata, frutas cítricas e uvas.

Cerca de um quarto dos trabalhadores Cipriotas são empregados em indústrias leves, onde fazem sapatos, roupas, produtos farmacêuticos e cigarros para exportação. Uma parte crescente da economia envolve os setores bancário, comercial, câmbio, e comunicações internacionais. A turbulência no Líbano forçou muitas empresas a se deslocarem para Nicosia de Beirute, que costumava ser a capital comercial do Oriente Médio.

Chipre não tem indústrias pesadas, e seus recursos energéticos são só as usinas hidrelétricas nas Montanhas Troodos. Como resultado, o país tem de importar derivados de petróleo, máquinas e veículos de transporte.

Ambos os setores de Chipre estão trabalhando duro para reviver o turismo, que caiu durante a década de 1970. Agora, um número crescente de Europeus do Norte viajam para as praias ensolaradas e belas montanhas de Chipre.

Em tempos passados, Chipre era rico em metais. Seu mais importante, o cobre, era cobiçado por todo o mundo antigo. O nome científico para o cobre, cuprum, vem da palavra Latina, cyprium (metal Cipriano). Chipre ainda exporta cobre e alguns metais, incluindo o amianto, mas em quantidades cada vez menores a cada ano.

Economia - visão geral:

A área da República de Chipre sob controle do governo tem uma economia de mercado dominada pelo setor de serviços, que responde por 80% do PIB.

Turismo, serviços financeiros e imobiliário são os setores mais importantes. Taxas de crescimento irregulares durante a última década reflete a dependência da economia do turismo, a rentabilidade do que muitas vezes flutua com a instabilidade política na região e as condições econômicas na Europa Ocidental.

No entanto, a economia na área sob controle do governo tem crescido a uma taxa bem acima da média da UE desde 2000. Chipre aderiu ao Mecanismo de Taxas de Câmbio (MTC 2), em maio de 2005 e adoptado o euro como sua moeda nacional, em 1 de Janeiro de 2008. Um programa de austeridade agressiva nos anos anteriores, visando preparar o caminho para o euro, ajudou a transformar um déficit crescente fiscal (6,3% em 2003) para um excedente de 1,2% em 2008, e reduziu a inflação para 4,7%.

Essa prosperidade veio sob pressão em 2009, como a construção e turismo diminuiu em face da demanda externa reduzida desencadeada pela crise financeira global. Apesar de Chipre ficou para trás de seus pares da UE em mostrar sinais de estresse da crise global, a economia derrubou em recessão em 2009, contraindo 1,7%, e tem sido lento para se recuperar, pois, postando uma taxa de crescimento anêmico de 1,0% em 2010.

Uma explosão de munições maciça em julho de 2011 em uma base naval cipriota desencadeada interrupções país de toda a energia, o colapso da coalizão governista, e um shuffle gabinete intensificando problemas econômicos Chipre. A economia experimentou nenhum crescimento econômico em 2011.

Graves problemas cipriotas do setor financeiro à tona no início de 2011 quando a crise fiscal grega ea crise da dívida da zona do euro se aprofundou. Dois dos maiores bancos de Chipre estão entre os maiores detentores de títulos gregos na Europa e têm uma presença substancial na Grécia através de agências bancárias e subsidiárias.

Um aperto de liquidez está sufocando o setor financeiro ea economia real, como muitos investidores globais duvidar da economia cipriota pode superar a crise da União Europeia. Custos Chipre empréstimos têm aumentado de forma constante por causa de sua exposição à dívida grega.

O défice orçamental está em alta e atingiu 7,4% do PIB em 2011, uma violação dos critérios da UE défice orçamental - não mais do que 3% do PIB. Em resposta à deterioração das finanças do país e sério risco de contágio da crise da dívida grega, Nicósia é promissor para implementar medidas para reduzir o custo da folha de pagamento do Estado, reduzir a evasão fiscal, e renovar os benefícios sociais. No entanto, tem sido lento em agir, sem um consenso no Parlamento e entre os parceiros sociais para as medidas propostas.

Cidades

Nicósia, a capital e a maior cidade de Chipre, está localizada no meio da planície Messaoria. Outras cidades importantes de Chipre estão na costa. A Linha Verde que separa a região Turca-controlada do resto do Chipre percorre a orla norte da cidade.

Famagusta, a capital de Chipre durante o período de domínio Veneziano, nos séculos 15 e 16, contém muitos sítios históricos. Antes de Julho de 1974, era o principal porto de Chipre. O ataque Turco em Famagusta em Agosto de 1974 causou danos generalizados e forçou dois terços da população a fugir. Sob o controle dos Turcos, o tráfego do porto é apenas uma fração do seu nível pré-1974.

O grande porto natural de Limassol, na costa sul foi muito melhorado e ampliado desde 1974. Agora é o principal porto do país.

Larnaca, uma cidade portuária no local da antiga Citium, era usada principalmente para o comércio local até 1974. Desde então, modernizado e ampliado, o seu porto tornou-se apenas o segundo de Limassol no comércio internacional.

História

Escavações arqueológicas mostram que Chipre tem sido habitado por seres humanos por pelo menos 6.000 anos. Mas nós sabemos muito pouco sobre as primeiras culturas. Há evidências de que os colonos Gregos mudaram-se para a ilha por volta de 1500 aC. Desde então, Chipre tem uma cultura dominante Grega que sobreviveu a muitas invasões estrangeiras e governantes.

Os Fenícios estabeleceram colônias de comércio em Chipre por volta de 800 aC. Mais tarde, a ilha foi, por sua vez governada pela Assíria, o Egito e a Pérsia.

Alexandre, o Grande restaurou o domínio Grego em 333-323 aC. Após a sua morte, a ilha voltou ao controle Egípcio. Quando o Egito caiu sob a influência Romana, Chipre tornou-se uma colônia Romana em 58 aC.

A divisão do Império Romano em duas partes no século 4 A.D. colocou Chipre no Império do Oriente, ou Bizantino. Durante todo o longo período de domínio Bizantino, Chipre foi atacado várias vezes pelos Muçulmanos da Ásia e do Norte da África. Em 1191, os Cruzados Cristãos liderados pelo Rei Ricardo I da Inglaterra ocuparam Chipre e a usaram como base para sua campanha na Terra Santa (Palestina).

Os Cruzados dominaram Chipre até 1489, quando passaram o controle para a cidade-estado Italiana de Veneza. Os Turcos conquistaram Chipre em 1571 e permaneceram por 300 anos. Foi durante este período que muitos Turcos se mudaram para a ilha.

No Congresso de Berlim em 1878, a Turquia cedeu a administração de Chipre à Grã-Bretanha em troca do apoio Britânico contra a Rússia. A Grã-Bretanha fez de Chipre parte do Império Britânico no início da Primeira Guerra Mundial em 1914, quando a Turquia ficou do lado da Alemanha e da Áustria-Hungria.

Chipre Moderna

Apesar dos desejos dos Cipriotas Gregos, a Grã-Bretanha nunca permitu que Chipre se reunisse com a Grécia. Primeiro, eles temiam a resistência feroz por parte da comunidade Cipriota Turca e da Turquia. Segundo, eles valorizavam Chipre como uma base para proteger os interesses Britânicos no Oriente Médio.

A frustração Cipriota Grega com a posição Britânica levou à violência durante a década de 1950. Um movimento subterrâneo Cipriota Grego, conhecido como EOKA, empreendeu uma campanha de guerrilha contra os Ingleses para ganhar a enosis (união com a Grécia).

A comunidade Turca, em oposição à unidade pela enosis, também recorreu à violência. Em 1959, um compromisso elaborado pela Grã-Bretanha, Grécia, Turquia, e as duas comunidades Cipriotas proibiu a enosis e a partição de Chipre em setores Grego e Turco.

Chipre tornou-se independente em 1960, com uma Constituição que teria escrito um arranjo de divisão de poder entre Cipriotas Gregos e Turcos e assegurou os direitos da comunidade Turca. O conflito continuou, no entanto, e em 1963, as Nações Unidas (ONU) enviaram uma força que restaurou uma paz inquieta.

Em 1974, as forças Cipriotas Gregas lideradas por oficiais do exército Grego derrubaram o governo do Presidente Cipriota Arcebispo Makarios. Temendo que a enosis fosse a razão por trás do golpe, a Turquia enviou 20.000 tropas para Chipre e tomou a parte norte do país.

Em 1975, uma Administração Cipriota Turca Autonoma foi criada em 40 por cento de Chipre ocupada pelo exército Turco, e a pequena nação ilha foi efetivamente dividida. Em 1983, a área foi proclamada a República Turca de Chipre do Norte. A maioria das nações consideram a administração do presidente Cipriota Grego como sendo o governo legítimo de toda a Chipre.

Os esforços diplomáticos para reunir a ilha antes de sua admissão na União Europeia (UE) em Maio de 2004 foram mal-sucedidos. Algumas sanções no Chipre Turco foram facilitadas após seus moradores votarem a favor da reunificação, a pedido da Turquia, e os eleitores Cipriotas Turcos elegerem um presidente pró-UE em 2005.

Em 2008, os Cipriotas Gregos também elegeram um presidente, Demetris Christofias, que favorece uma república federal unida. Em 2010, no entanto, os eleitores Cipriotas Turcos elegeram Dervis Eroglu presidente da sua auto-proclamada republica. Ele é membro do nacionalista pró-independência Partido da Unidade Nacional, que favorece a aproximação com a Turquia, em vez da reunificação.

Richard W. Bulliet

Fonte: Internet Nations

Chipre

Ano de adesão à União Europeia: 2004
Sistema político: República
Capital: Nicósia
Superfície: 9 000 km²
População: 0.8 milhões de habitantes
Moeda: libra cipriota
Língua(s) oficial(is) da UE falada(s) no país: Grego, Inglês

Chipre é a maior ilha do Mediterrâneo Oriental, estando situada a sul da Turquia. As duas regiões montanhosas (Carpas a norte e Trogodos na parte central e a sudoeste da ilha) estão separadas pela planície fértil de Mesoreia.

Chipre foi desde tempos remotos um ponto de passagem entre a Europa, a Ásia e África, existindo ainda hoje inúmeros vestígios das sucessivas civilizações (moradias e teatros romanos, igrejas e mosteiros bizantinos, castelos do tempo dos cruzados e testemunhos de habitats pré-históricos.

As principais atividades econômicas da ilha são o turismo, a exportação de vestuário e de artesanato e a marinha mercante. O artesanato tradicional inclui bordados, cerâmica e trabalhos em cobre.

As especialidades locais são os tradicionais meze, que são servidos como prato principal, o queijo halloumi e a aguardente zivania.

Após a ocupação da parte norte da ilha pela Turquia em 1974, as comunidades cipriotas grega e turca ficaram separadas pela chamada Linha Verde.

Chipre é mais conhecida como a Ilha de Afrodite, a deusa do amor e da beleza, que, segundo a lenda, aí terá nascido.

Fonte: www.euramis.net

Chipre

Chipre é uma ilha situada no Mediterrâneo oriental, ao sul da Turquia, país que é o território mais próximo, seguindo-se a Síria e o Líbano, a leste. Segundo a lei internacional, a ilha, no seu todo, é um país independente, mas de fato encontra-se dividida entre os dois terços a sul, Chipre propriamente dito, e a República Turca de Chipre do Norte, ocupando o terço norte da ilha, reconhecida apenas pela Turquia.

Geografia

Chipre é uma das grandes ilhas do Mediterrâneo (juntamente com a Sicília, Sardenha, Córsega e Creta), a mais oriental de todas, localizada entre a costa sul da Anatólia e a costa mediterrânica do Médio Oriente. Geograficamente, pertence à Ásia, embora culturalmente seja um misto de elementos europeus e asiáticos, com os europeus a predominar, dado o seu passado grego e os dois terços atuais de população de origem grega.

A ilha é montanhosa, com duas zonas acidentadas separadas por um vale amplo (a Mesaoria), onde se ergue a capital, Nicósia. A sudoeste erguem-se os montes Troodos, que albergam o ponto mais elevado da ilha, o monte Olimpo, com 1 953 m de altitude.

A norte erguem-se os montes Kyrenia, uma cordilheira bastante estreita que começa na costa norte e que se prolonga para leste na longa península que confere à ilha a sua forma característica. Há também pequenas planícies costeiras no sul.

Nicósia é a maior cidade e a capital quer do estado reconhecido internacionalmente, quer da República Turca de Chipre do Norte. Outras cidades importantes são Limassol na parte grega e Famagusta na parte turca.

Demografia

Os chipriotas gregos e de igual maneira turcos compartilham muitos costumes, mas a sua vez mantêm sua etnicidade baseada na religião, idioma e de igual maneira outros fortes laços com suas respectivas terras maternas.O grego é falado predominantemente no sul, enquanto o turco predomina no norte.

Esta delimitação das linguagens só corresponde ao período presente, devido à divisão da ilha depois de 1974, a qual implicou 1 expulsão tambem dos cipriotas gregos do norte e de igual maneira 1 movimento análogo tambem dos chipriotas turcos desde o sul. No entanto, historicamente, o grego (em seu dialeto chipriota) era falado por 1 82% da população aproximadamente, a qual estava regularmente distribuída ao longo de toda o área de Chipre, tanto no norte como no sul. De maneira similar, os falantes turcos estavam distribuídos também de maneira regular. O idioma inglês|inglês é amplamente entendido.

Política

Chipre é uma República, com um sistema presidencialista de governo. O Presidente é o Chefe de Estado e de Governo, nomeando e liderando o Conselho de Ministros, que exerce o poder executivo. O Presidente é eleito por 5 anos, por sufrágio direto e universal. O poder legislativo é exercido pela Câmara dos Representantes. Os deputados são eleitos democraticamente por um sistema uninominal, de 5 em 5 anos. Os deputados são só cipriotas gregos. Os representantes da denominada “República Turca do Norte de Chipre” não são reconhecidos internacionalmente.

Economia

A economia de Chipre está claramente afetada pela divisão da ilha em dois territórios. Tem uma economia altamente vulnerável, mais estabilizada depois da entrada na União Européia, com uma forte dependência do setor serviços e problemas de isolamento com respeito ao resto de Europa.

Nos últimos vinte e cinco anos, Chipre passou a depender da agricultura (onde só a produção de cítricos tem relativa importância comercial), a ter uma estrutura mais conforme com o contexto europeu, com uma presença importante do setor industrial que sustenta a maior parte das exportações e emprega ao 25% da população.

Cerca do 70% depende do setor serviços, e em concreto do turismo. A localização geográfica cerca de Oriente Médio provoca grandes oscilações de ano em ano ao tempo de converter-se em destino turístico. A frota de navios com matrícula chipriota é a quarta mais importante do mundo e reporta volumosos rendimentos.

Educação

O Chipre tem a maior taxa de licenciados e doutorados no estrangeiro de toda a União Europeia. Para isso, contribui o fato da universidade do país ter menos de 20 anos.

A Inglaterra, a Grécia ou os Estados Unidos são os destinos preferidos dos alunos cipriotas. As escolas sabem que estão a preparar estudantes para algumas das universidades mais exigentes do Mundo. E acreditam que o envolvimento em projetos europeus de educação é o melhor caminho.

Para os alunos, o maior problema do sistema de ensino são as línguas. Para prepararem a entrada nas universidades fora do Chipre quase todos têm aulas particulares.

Aos 15 anos, os alunos cipriotas têm 17 disciplinas. Além da Geografia, da História e da Matemática, aprendem Economia Doméstica, Religião e Música.

RELIGIÃO

Cristianismo 93,3% (ortodoxos gregos 92%, maronitas 1,3%), outros 6,7%

Fonte: brasiliavirtual.info

Chipre

Nome completo: República de Chipre
População: 879.000 (combinado) (ONU, 2010)
Capital: Nicósia (Lefkosia aos cipriotas gregos, cipriotas turcos para Lefkosa
Área (combinado): 9.251 km ² (3.572 milhas quadradas)
Principais línguas: grego, turco
Grandes religiões: Cristianismo, Islã
Expectativa de vida: 78 anos (homens), 82 anos (mulheres) (ONU)
Unidade monetária: Euro em 1 de Janeiro de 2008; lira turca utilizado no norte
Principais exportações: Roupas, batatas, cigarros, produtos farmacêuticos
RNB per capita: EUA $ 29,430 (Banco Mundial, 2010)
Domínio da Internet:. Cy
Código de discagem internacional: 357

Perfil

Pela legenda o berço da deusa grega do amor Afrodite, a história moderna de Chipre tem, em contrapartida, foi dominada por inimizade entre os seus habitantes gregos e turcos.

Chipre foi dividida desde 1974, quando a Turquia invadiu o norte em resposta a um golpe militar na ilha que foi apoiado pelo governo de Atenas.

Em 1974, a ilha foi dividida de forma eficaz com o terço norte habitada por cipriotas turcos e os dois terços do sul por cipriotas gregos. As forças de paz da ONU estimam que 165.000 cipriotas gregos fugiram ou foram expulsos do norte, e 45 mil cipriotas turcos do sul, apesar de as partes em conflito dizem que os números são maiores.

A zona tampão da ONU, comumente chamado de "Linha Verde", que divide as duas partes de Morphou através de Nicósia para Famagusta, é patrulhada por tropas da ONU.

A ONU elaborou a Linha Verde como uma linha de demarcação cessar-fogo em 1963, depois de intervir para acabar com a tensão comum. Ele tornou-se intransitável após a invasão turca de 1974, com exceção de pontos de passagem designados.

Norte declara independência

Em 1983, a área turco-held declarou-se República Turca de Chipre do Norte. O status de Chipre do Norte como uma entidade separada é reconhecida apenas pela Turquia, que mantém cerca de 30.000 tropas no norte da ilha.

A perspectiva do alargamento da UE concentra mentes na busca de um acordo. Patrocinadas pela ONU as negociações continuaram ao longo de 2002 e um plano de paz foi entregue. Logo depois, a UE convidou Chipre para se tornar um membro.

Mas as esperanças de que a ilha poderia se juntar unidos foram frustradas quando os líderes das comunidades turca e grega não concorda com o plano da ONU, no prazo de março de 2003.

Nos meses que se seguiram restrições de viagem foram flexibilizadas, permitindo que as pessoas a cruzar a fronteira pela primeira vez em quase 30 anos. Mas as esperanças de maior progresso continuou a se decepcionar.

HOPES em espera

Um plano de reunificação da ONU revista foi colocada em ambas as comunidades, em abril de 2004. Cipriotas turcos, aprovou o plano, mas os cipriotas gregos rejeitaram esmagadoramente, e assim a ilha permaneceu dividido como aderiu à UE em Maio.

Esperança ressurgiu brevemente após a eleição do líder turco cipriota de esquerda Mehmet Ali Talat, que concordou em conversações sobre a reunificação com o novo presidente comunista de Chipre, Demetris Christophas, em 2008. A vitória dos nacionalistas nas eleições parlamentares e presidenciais mais tarde no norte ao longo dos dois anos seguintes trouxeram negociações para um fim.

Após a independência da Grã-Bretanha em 1960, Chipre com sucesso diversificou sua economia basicamente agrária para uma baseada em serviços - incluindo um grande setor do turismo - e de fabricação de luz. Mais recentemente, também se transformou em um importante centro financeiro, especialmente para investidores da Rússia e da Europa Oriental.

Mas em 2012, a economia de Chipre foi duramente atingida pela sua elevada exposição a recessão hit-economia da Grécia, o país foi forçado a procurar a ajuda de emergência a partir de credores internacionais.

Uma cronologia dos principais eventos:

Chipre
Chipre tornou-se independente após uma guerra de guerrilha contra o domínio britânico. 
Arcebispo Makarios foi o primeiro presidente

1914 - Chipre, anexado pela Grã-Bretanha, depois de mais de 300 anos de domínio otomano. Grã-Bretanha ocupou a ilha em 1878, embora tenha permanecido nominalmente sob soberania otomana.

1925 - Torna-se colônia da coroa.

1955 - cipriotas gregos começam guerra de guerrilha contra o domínio britânico. O movimento guerrilheiro, a Organização Nacional de Combatentes cipriota (EOKA), quer enosis (unificação) com a Grécia. Braço autoridades britânico uma força policial paramilitar formado por cipriotas turcos.

1956 - O arcebispo Makarios, chefe da campanha enosis, deportado para as Seychelles.

1959 - O arcebispo Makarios regressa e é eleito presidente.

Independência

1960 - Chipre ganha a independência depois de comunidades grega e turca chegar a acordo sobre uma Constituição. Tratado de Garantia dá a Grã-Bretanha, Grécia e Turquia o direito de intervir. Grã-Bretanha mantém a soberania sobre as duas bases militares.

1963 - Makarios levanta temores turcos, propondo mudanças constitucionais que anulassem a partilha do poder arranjos. Inter-comunal violência irrompe. Turcos retira colaterais de partilha de poder.

1964 - Reino força de paz das Nações configurar. Cipriotas turcos retirar em enclaves defendidas.

1974 - Junta Militar na Grécia apoia golpe contra Makarios, que escapa. Dentro de poucos dias a terra tropas turcas no norte. Cipriotas gregos fugir de suas casas.

Colapsos golpe. Forças turcas ocupam terço da ilha, aplicar divisória entre o norte eo sul aproximadamente ao longo da "Linha Verde" linha de cessar-fogo elaborada pelas forças da ONU em 1963. Sobre 165.000 cipriotas gregos fogem ou são expulsos do norte sob ocupação turca, e cerca de 45 mil cipriotas turcos deixar o sul para o norte.

O Conselho de Segurança aprova uma resolução por unanimidade exortaram a Turquia a retirar suas tropas do Cyrpus. Turquia recusa-se a fazê-lo, apesar das repetidas resoluções do Conselho de Segurança da ONU que fazem a mesma exigência ao longo das décadas seguintes.

Glafcos Clerides, presidente da Câmara dos Deputados, torna-se presidente até a volta de Makarios em dezembro.

1975 - cipriotas turcos estabelecem administração independente, com Rauf Denktash como presidente. Denktash e Clerides concordar troca população.

1977 - Makarios morre. Sucedido por Spyros Kyprianou.

1980 - As negociações de paz patrocinadas pela ONU currículo.

1983 - Denktash suspende negociações e proclama a República Turca do Norte de Chipre (RTNC). Ele só é reconhecido pela Turquia.

1985 - Sem acordo nas negociações entre Denktash e Kyprianou.

1988 - Georgios Vassiliou eleito presidente cipriota grego.

1989 - Vassiliou-Denktash fala abandonada.

1992 - Conversas retomar e recolher novamente.

1993 - Glafcos Clerides substitui Vassiliou como presidente.

1994 - Tribunal Europeu de Justiça que uma lista de mercadorias, incluindo frutas e verduras, não são elegíveis para tratamento preferencial quando exportados pela comunidade cipriota turca diretamente para a UE.

1996 - Aumento da tensão, violência ao longo da zona tampão em que dois homens cipriotas gregos foram mortos.

1997 - Falha de negociações mediadas pela ONU de paz entre Clerides e Denktash.

1998 - Clerides reeleito para um segundo mandato por margem estreita.

UE enumera Chipre como membro potencial.

Governo Clerides 'ameaça instalar de fabricação russa mísseis anti-aéreos. Turquia ameaça ação militar. Clerides decide não implantar os mísseis.

Junho de 2001 - Conselho de Segurança renova a sua missão de 36 anos. Cerca de 2.400 soldados patrulham a zona tampão entre cipriotas gregos e turcos.

Julho de 2001 - Dezenas de policiais são feridos quando os manifestantes atacam uma base militar britânica em Akrotiri sobre os planos para a construção de antenas de telecomunicações que supostamente representam um perigo para a saúde.

Novembro de 2001 - Turquia ameaça de anexar o norte se a República de Chipre aderir à UE. Ele diz que o movimento, que vem antes de qualquer acordo de reunificação, seria violar o tratado de 1960.

2002 Janeiro - Clerides e Denktash começar patrocinadas pela ONU negociações. Mentes estão concentradas por aspirações de adesão.

Novembro de 2002 - Secretário Geral da ONU Kofi Annan apresenta um plano de paz global para Chipre, que prevê uma federação com duas partes constituintes, presidida por uma presidência rotativa.

De dezembro de 2002 - Cimeira da UE em Copenhague convida Chipre a participar em 2004 desde que as duas comunidades concorda com plano da ONU pelo início da primavera de 2003. Sem a reunificação, apenas a parte cipriota reconhecido internacionalmente grega da ilha irá ganhar a adesão.

Fevereiro de 2003 - Tassos Papadopoulos derrotas Clerides em eleições presidenciais.

Março de 2003 - ONU prazo para acordo sobre plano de reunificação passes. Secretário-Geral Kofi Annan reconhece que o plano falhou.

Abril de 2003 - Os cipriotas turcos e gregos cruzam dividindo ilha "linha verde" pela primeira vez em 30 anos depois que as autoridades cipriotas turcos aliviar as restrições de fronteira.

Abril de 2004 - referendos gêmeas sobre a possibilidade de aceitar o plano de reunificação da ONU na última hora tentativa de alcançar unidos entrada na UE. Plano é endossado por cipriotas turcos mas esmagadoramente rejeitada pelos cipriotas gregos.

A adesão à UE

2004 Maio - Chipre é um dos 10 novos Estados para aderir à UE, mas o faz como uma ilha dividida.

Dezembro de 2004 - Turquia concorda em estender seu acordo de união aduaneira da UE a 10 novos Estados-membros, incluindo Chipre. O primeiro-ministro turco diz que isso não equivale a um reconhecimento formal de Chipre.

Abril de 2005 - Mehmet Ali Talat eleito presidente cipriota turca.

Maio de 2005 - Autoridades cipriota grega e da ONU iniciar conversações exploratórias sobre as perspectivas de novo esforço de paz diplomática.

Agosto de 2005 - avião de acidentes cipriotas perto de Atenas, na Grécia, matando todos os 121 passageiros e tripulantes. É o desastre da ilha pior tempo de paz.

Maio de 2006 - cipriotas gregos volta coalizão governista nas eleições parlamentares, endossando a sua oposição aos esforços de reunificação.

Julho de 2006 - patrocinados pela ONU conversações entre o presidente Papadopolous e líder turco cipriota Mehmet Ali Talat acordar uma série de medidas de confiança e contatos entre as duas comunidades.

2006 novembro - UE-Turquia negociações sobre Chipre quebrar ao longo contínua recusa da Turquia de abrir seus portos para o tráfego a partir da República de Chipre. Turquia diz que a UE deve pôr fim ao isolamento da comunidade cipriota turca antes de a Turquia abre suas portas.

2007 Janeiro-Março - cipriotas gregos e turcos demolir as barreiras que dividem a cidade antiga de Nicósia. Os movimentos são vistos como abrindo o caminho para um outro ponto oficial de cruzamento em que costumava ser uma rua comercial principal.

De janeiro de 2008 - Chipre adota o euro.

Novas negociações

Fevereiro de 2008 - de esquerda líder Demetris Christofias vence eleições presidenciais. Promete trabalhar para a reunificação.

De março de 2008 - O presidente Christofias eo líder turco-cipriota Mehmet Ali Talat concordam em iniciar conversações formais sobre a reunificação.

Abril de 2008 - Symbolic Ledra Street cruzamento entre os setores turco e grego de Nicósia reaberto pela primeira vez desde 1964.

De setembro de 2008 - Os líderes cipriotas grega e turca lançar intensas negociações destinadas a pôr termo à divisão da ilha.

2009 Abril - de direita Partido da Unidade Nacional nacionalista vence eleições parlamentares no norte do Chipre, dificultando as negociações de paz. Líder cipriota turco Mehmet Ali Talat permanece no cargo, mas em uma posição enfraquecida. Negociações de reunificação continuar até 2009, com pouco progresso.

2010 Janeiro - O presidente Christofias eo líder cipriota turco Mehmet Ali Talat retomar as negociações sobre a reunificação de humor pessimista, sem progressos.

2010 Abril - Dervis Eroglu, que favorece a independência, ganha concurso norte turco liderança, batendo pró-unidade compete Mehmet Ali Talat.

2010 Maio - Re-unificação fala retomar com uma nova linha-dura que representa o norte turco.

2011 Maio - eleições parlamentares. O principal partido da oposição de direita DISY ganha por uma margem estreita.

2011 Julho - Ioannides Marinha principais Andreas e outras 12 pessoas morrem quando as pessoas quando apreendido recipientes iranianos de explosivos explodir na principal base naval e da planta de energia do país principal. O ministro da Defesa, chefe militar e ministro das Relações Exteriores demitir por causa do incidente, o que dizem as autoridades ocorreu após um incêndio florestal inflamou os explosivos.

Cortes de rating de crédito da Moody agência de rating do Chipre em dois pontos de A2 para Baa1, aumentando o risco de Chipre exigindo uma ajuda da UE.

Escassez de energia causados pela explosão base naval de bater para fora da estação de energia do país principal, mais significativa da dívida grega, fazer reforma financeira difícil. Fitch corta classificação de Chipre à A-AA-maio, por medo da dívida grega.

2011 Agosto - O presidente Christofias nomeia um novo gabinete com Kazamias economista Kikis do seu partido AKEL como ministro das Finanças. O gabinete anterior renunciou após os cortes de energia levaram a saída do governo de coalizão de centro-direita do partido DIKO.

2011 Setembro - Chipre começa perfuração exploratória de petróleo e gás, levando a uma disputa diplomática com a Turquia, que responde enviando um navio de petróleo para águas norte de Chipre.

2011 Outubro - O presidente Christofias rejeita as conclusões de um relatório oficial acusando-o de "responsabilidade pessoal" para a explosão de base naval julho, alegando que ele tinha sido supostamente conscientes do risco.

2012 Abril - A ONU cancela planos para uma conferência de Chipre, alegando falta de progresso em qualquer uma das diferenças substanciais entre os dois lados.

Turco Turquia Petroleum Corporation inicia perfuração de petróleo e gás em terra no norte de Chipre, apesar dos protestos do governo cipriota que a ação é ilegal.

2012 Junho - apelos ao Chipre União Europeia de ajuda financeira para reforçar os seus bancos, que estão fortemente expostos à economia grega tropeço.

2012 novembro - Chipre diz que chegou a um "acordo de princípio" com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e do FMI sobre os termos de um acordo de resgate. O tamanho real do resgate deve ser determinado após uma investigação sobre os bancos em dificuldades do país.

Fonte: news.bbc.co.uk

Chipre

A ilha de Chipre era famoso na Antiguidade. Isto é onde as cidades florescentes da Amathus, Paphos, Idalie de todos os três dedicado a Afrodite, que levou o nome de Cypris.

Esta ilha foi sucessivamente submetida aos fenícios (até 620 aC.), Os egípcios (550) e persas (Desde Artaxerxes Mnemon ), mas foi governado por suas próprias leis, muitas vezes ela se rebelou com o apoio dos gregos Incluindo o tempo de Cimon (450).

Ela era independente no início do século IV. BC. J.-C., E então havia nove reinos, o mais famoso é o de Salamina . Posteriormente, foi incluído no império de Alexandre . Sob os sucessores deste príncipe, foi muitas vezes contestado pelos reis de Egito e da Síria, e às vezes ela formou um reino especial, que era de propriedade de vários príncipes da família dos Ptolomeus . Os romanos capturado em 58 aC. J.-C.

Os árabes levaram os imperadores gregos a 648. Na época das Cruzadas ela formou um estado específico cuja Lusignan eram os reis. Os venezianos se tornaram mestres em 1473 e manteve-o cerca de um século.

Em 1570, esta posse lhes foi tirado pelos turcos Sob a administração de que declinou rapidamente.

Em 1878, o Porte Otomano cedeu a ilha à coroa britânica Que, em 1925, foi uma colônia até a independência, que foi concedida em 1960. O Arcebispo de Nicósia, Makarios III, tornou-se presidente da República de Chipre e estabelecido.

Desde 1963, explodiu a violência entre as comunidades grega e turca da ilha.

A intervenção militar da Turquia em 1974 levou à divisão da ilha, que foi formalizada em 1983, com a proclamação da República Turca do Norte de Chipre.

A reunificação da ilha, sujeito a um referendo em 2004, foi rejeitada pela população grega. Chipre tem no entanto sido oficialmente admitido na União Europeia.

Embora esta admissão lei para toda a ilha, só a República de Chipre (parte grega) é, até à data, fato relevante. Leis da Comunidade Europeia estão suspensos no norte.

Antiguidade

ilha de Chipre foi um Kition terra fenícia, Paphos, Amathus eram cidades fenícias, o primeiro e provavelmente o mais importante, deu o seu nome à ilha de comprimento (Quitim). Amathus Paphos, Idalia, Golgos eram centros religiosos que gozava de grande prestígio. Cipriotas queria emancipar-se com freqüência e suportados lutas contra os reis de Tiro. Quando eles foram enfraquecidos por suas guerras contra a Assíria e Caldéia os príncipes vassalos de Chipre passou quase independente, que cunhou o dinheiro. Uma grande parte da população da ilha era anteriormente já ser de origem grega, como evidenciado pelas inscrições em escrita cuneiforme Chipre, os gregos não poderia adotar essa escrita, eles têm conhecido antes da invenção do alfabeto derivado do fenício. O elemento grego foi reforçada pela colonização, especialmente Aeolians ( As Colônias gregas ) É provável que este novo fluxo de gregos teve lugar no tempo de suas grandes migrações após a invasão Dorian.

No século VI, havia na ilha de Chipre nove reinos: Salamina O mais poderoso; Soli (Solas) Chytri, Kourion (Curium) Lapathos, Kyrenia, os novos Paphos, Kition, Amathus, uma de Salamina foi exclusivamente grego Kition, fenícios e Amathus.

Subordinar-se aos assírios no século oitavo, na época de Sargão, no século VI, os egípcios que Amasis estabelece a autoridade para 30 anos, o povo de Chipre caiu sob o domínio dos persas . Em 502, eles se juntaram a revolta de Ionia Mas os fenícios, ficou frustrado movimento hostil. As vitórias posteriores Cimon na costa de Chipre não poderia remover a ilha do persas, que são mantidos e permaneceu mestres depois de 449. Em 410, o rei de Salamina , Evagora reúne toda a ilha sob a sua autoridade e se rebelaram contra os persas. Ele lutou obstinadamente contra Artaxerxes II . Após a batalha de Issus Chipre foi conquistado por Alexandre . Quando jogamos o seu império, Ptolomeu , rei do Egito , Tentou anexo Chipre. Após a destruição de Demétrio , ele permaneceu mestre.

Os Ptolomeus manteve a ilha, vice-reino organizado, às vezes reino vassalo. Os selêucidas fez vãos esforços para removê-los. Em 59 foi reduzida a uma província romana por Cato , que veio sem um exército ou frota fez os egípcios por Antoine , ela tornou-se sob Augusto província senatorial administrado por um procônsul.

A arte cipriota antiga

Cipriota população, a formação que competiu todos os povos do Mediterrâneo oriental, não era arte muito original ou pensamento. No entanto a sua posição como um intermediário entre Fenícia e Grécia Ela desempenhou um papel importante na história da arte antiga. Centro do culto de Afrodite que possuía seus santuários mais venerados, era famoso para o templo de Paphos Amathus de , De Idalie de Golgos. Estes templos foram o modelo fenício, com open-air altar; Paphos havia ainda o primeiro século dC um betyl simples para representar a deusa. As escavações nas proximidades de templos antigos têm proporcionado um grande número de objetos artísticos. O vaso famoso de Amathus (o Louvre ) foi um tanque de água para o uso de adoração. Cesnola encontrou o templo Kourion tesouro que entregou as peças mais valiosas do conhecimento da arte cipriota. A escultura é apenas conhecido por milhares de estruturas de pedra de qualquer tamanho, estátuas , sarcófagos, e bronzes pequenos. Não é que o estilo original, pouca variedade, é uma escultura puramente estátuas religiosas são a atitude do resto. São obras de artistas gregos muito impregnadas de influências orientais, fenícia, Síria, Egito e Assíria mesmo. O tipo mais curioso é criada ou modificada por este tipo de arte a Afrodite de Chipre é o país de origem.

As jóias do tesouro de Kourion são colares fenícios, pulseiras , anéis, medalhões são muito bonitas. A cerâmica é muito menor cipriota grega e aprendeu todas as técnicas dos fenícios, mas nunca chegou a perfeição alcançada no país oeste completamente Helénica. Foi mais uma indústria do que uma arte. A pintura em vaso nunca foi ótimo valor.

Idade Média e os tempos modernos

Do Império do Oriente com Richard Coeur de Lion.

Durante a divisão do Império Romano em 395, Chipre foi atribuído ao Império do Oriente . Administrado em nome do imperador, por vezes, algumas vezes por estrategistas consular ou presidentes, a ilha goza de perfeita tranqüilidade até a metade do século sétimo, isto é, d. até a invasão dos árabes no império grego.

Mas dificilmente Palestina e Síria foram eles caíram nas mãos de muçulmanos Que vive Chipre assaltado por sua vez. Em 648, Mohavia, General califa , Uthman , ele desembarcou com 10-700 barcos, mas depois de dois anos de ocupação, ele foi conduzido pelos gregos Carcorizès Gerais. Em 654, um novo ataque colocar os árabes na posse de parte da ilha.

Por quase 30 anos, continuou a lutar entre eles ea população grega, ou até que um tratado foi concluído, a 680, entre o imperador Justiniano II eo sultão Abd-el-Melik, em que esses dois príncipes compartilhada soberania e renda do país. Sob o Leo Isaurian, e devido a circunstâncias bem conhecidas, a ilha parece ser mais uma vez passam a ser propriedade exclusiva do império grego.

Islão voltou há tempo Haroun al-Rashid , que, para vingar uma traição da corte bizantina , Atacou inesperadamente, coloque saques, destruição de suas igrejas , milhares massacrados ou escravizados de pessoas, e esmagou o resto de impostos. Reocupada pelo imperador Basílio, o Macedônio , e perdeu logo depois que foi reunido ao império grego por Nicéphore IIl , em 958.

Desde então e até o final do século XII, que mudou ao longo do mestre. Em seguida, é mostrada no contexto das novas províncias do império como o tema décimo quinto ou prefeitura, após Constantino Porphyrogenitus . Os imperadores eram governados por duques ou catapans.

Durante este tempo, Chipre foi relativamente calma, sua população cresceu, a agricultura, o comércio floresceu, facilidade retornou em cidades. Os poucos problemas que a ilha teve que sofrer foram levantadas, em geral, pelas tentativas de governadores que procuravam tornar-se independente, e sempre encontrou muitos adeptos entre as pessoas, que Bizâncio sobrecarregado de impostos.

Em 1042, o erótico Théophile Duque tentou revolta contra imperial autoridade, mas sua rebelião foi rapidamente suprimida. Movimento mais a sério, o Rhapsomatis Duke ocorreu nos primeiros anos do reinado de Aleixo Comneno , para 1086.

Não durou embora. Rapsonatis derrotados pelo Grão-Duque Jean Ducas, foi capturado e levado para Constantinopla.

O Imperador achou prudente para reorganizar o governo da ilha e deu-o a dois funcionários: um magistrado civil, juiz ou péréquateur, ou seja, d. distribuição de impostos, e um juiz militar, o stratopédarque, que tinha o comando de todas as tropas, navios de guerra e castelos.

Em 1184, Isaac Comneno , sobrinho do Imperador Isaac Angelus , eo governador da Armênia , Forçado a fugir da província onde ele queria ir independente, refugiou-se no Chipre. Lá, ele mostrou as cartas forjadas imperial Catapan criação da ilha, estabeleceu-se como tal e fez a sua autoridade reconhecida pela população. Logo, encorajados pela fraqueza da corte bizantina que ofereceu seu perdão, ele declarou-se independente e proclamou-se imperador da ilha. Não demorou muito para desfrutar do poder.

Em 1191, a frota de Ricardo Coração de Leão , que usava a cruz Inglês na Terra Santa, foi assaltado por uma tempestade na altura do Golfo de Satalia e dispersos. Três navios foram lançados da costa de Chipre. Os que estavam sentados sobre eles, despido e abusado por uma população hostil só chegou com dificuldade Limassol , Onde foram mantidos presos.

Outro barco, que era o Richard irmã e noiva, não poderia ter acesso ao porto de Limassol. No entanto, o resto da frota a ser cumpridos, atingiu a costa sul da ilha, e Richard tentou obter a libertação dos prisioneiros. Seu pedido de ter recebido uma resposta irrisória, ele desembarcou na praia em Limassol na cabeça de suas tropas, continuou Isaac Comneno que haviam fugido para o interior, e juntou-se à frente, vencê-lo completamente Tremithousia, os ex-Tremithus nas planícies de Massorée (Maio de 1191). Isaac foi preso e enviado para a Síria entregue os Cavaleiros do Hospital , que o prenderam no castelo de Margat onde morreu pouco depois.

Toda a ilha foi logo cair nas mãos do vencedor. No entanto Ricardo Coração de Leão não mantê-lo. Desejando trazer todas as suas forças no Acre Saint-Jean d' Cuja cruz estavam então a sede ele vendeu por 400.000 bezants aos Templários . Então, como eles não conseguem pagar 40 000, ele cedeu a Guy de Lusignan , deposto rei de Jerusalém Que se comprometeu a pagar os restantes 60 mil besantes, e retornando aos 40 mil já pagos Templários (Maio de 1192).

Chipre foi então constituído como um reino e permaneceu até 1489, nas mãos da família de Lusignan, que lhe deu 18 príncipes.

Tempo de Lusignan

Nós não podemos dizer aqui que pouco da história de Chipre durante o período em que a ilha estava sob o domínio da casa de Lusignan . Basta alguma informação. É claro que, a não ser na antiguidade Chipre nunca foi tão próspero como era desde o estabelecimento dos francos até o final do século XIV.

Indústria, comércio, agricultura desenvolvida lá e trouxe riqueza. Mas é digno de nota, apesar de qualquer hostilidade política deixou entre os idosos e seus conquistadores, a assimilação de latim e grego nunca aconteceu. Franks, e em seguida, os venezianos, os gregos estabeleceram-se como eles viveram e governou com sua religião, sua língua, suas leis, suas artes.

A intolerância do clero foi sempre um obstáculo a qualquer escritório de reconciliação. Os gregos, por outro lado, nunca tentou se misturar com estranhos. Eles formaram ao lado deles um povo à parte encontradas quando a dominação do Ocidente deu lugar aos turcos.

No século XIII e XIV, a ilha tinha 500 000 para 600.000 habitantes.

Reis de Chipre da casa de Lusignan

Guy de Lusignan, 1192. 
Amaury, 1194. 
Hugues I, 1205. 
Henrique I, 1218. 
Hugues II, 1253. 
Hugues III, 1267. 
João I, 1284. 
Henrique II, 1285. 
Amaury de Lusignan, usurpar. De 1306-1310. 
Hugh IV, 1324. 
Pedro I, 1361. 
Pedro II, 1369. 
Jacques I, 1382.
Jean II, 1398. 
João III, 1432. 
Charlotte e Louis, 1458. 
Jacques II, 1464. 
Jacques III, 1473.
Catherine, 1475-1489.

Nota. - Os duques de Sabóia, mais tarde se tornou rei da Sardenha e da Itália, assumiu o título de rei de Chipre e Jerusalém , tomaram certo Charlotte de Lusignan, rainha de Chipre (1458), que se casou com um príncipe de Sabóia e que, embora despojado por bastardo Jacques, morrer legou seu reino para seu sobrinho Carlos I de Sabóia (1487).

Na história, política de Chipre do décimo segundo final do século XV atrasado pode ser dividida em três períodos. A primeira se estende de 1191-1291, quando a queda de Acre Saint-Jean d' . O destino da ilha estão tão intimamente relacionados com os do reino de Jerusalém Seus príncipes tendo sido quase os reis ao mesmo tempo ou governantes de Jerusalém.

Segundo período é tomado pelos genoveses Famagusta em 1376. Chipre pertence mais, e isso é especialmente do Ocidente, Gênova e Veneza , em particular, que o seu povo se multiplicam os seus relatórios. A ilha tornou-se o grande empório comercial da Europa e da Ásia.

Mas é freqüentemente atacada pelos sultões do Egito que cobiçam. O terceiro período, que se abre em fazer Famagusta e termina em 1489, vê a decadência de início.

Uma empresa de comércio genovês, o Mahone, estabeleceram-se na ilha e, eventualmente, monopolizar todo o comércio em seu favor. Marinhas cristãs, dificultada por suas necessidades e as do banco genovês de São Jorge tornou-se o cessionário da colônia, não veio mais para operar suas cargas.

O país é pobre, o tesouro real estava vazio, administração, instituições militares planície só morreu por falta de recursos. Em 1426, os egípcios tornaram-se senhores de Nicósia, o Rei João levou-o prisioneiro ou Janus Lusignan , manteve bloqueado até 1432, e lançou-o contra um tributo anual de 5000 ducados, que, sob o reinado de Jacques II Lusignan (1464 - 1473), foi criado em 8000 ducados.

Este príncipe, filho natural de D. João III, conseguiu destronar a sua irmã Charlotte e retomar os genoveses Famagusta com a ajuda dos egípcios (1464). Ele foi assassinado 05 de junho de 1473. Seu filho póstumo, Jacques III, foi proclamado rei em seu nascimento, mas morreu com a idade de dois anos (1475). Competição surgiu entre o então Charlotte, filha de D. João III e Catherine Cornaro , viúva de Jacques II.

Ele está sendo posto em posse do poder com o apoio dos venezianos, sua rival Charlotte fez uma cessão de seus direitos de Carlos I, duque de Sabóia , Por que o título de Rei de Chipre foi aprovada na Câmara de Sabóia. Quanto a Catarina, encontrando-se impotente para resistir aos ataques de constantemente renovado turcos , ela finalmente ceder a ilha para a República de Veneza (1489). Chipre, na época, havia pouco mais de 300 mil habitantes.

A Veneza armazém

Veneziano regra em Chipre durou 1489-1574. A República de Veneza foi ocupado principalmente os seus interesses comerciais e deu pouca atenção à administração do país. Preocupado, acima de tudo para encher o tesouro de São Marcos, obrigado, por outro lado, os egípcios pagar primeiro, e depois para a porta, após a conquista do Egito pelos otomanos (1517), o tributo de 8000 ducados, ele PRESSURA pessoas sem dedicar os recursos que ele desenhou para melhorar a situação material do país. Além disso, quando a hora do perigo veio lá ela não encontrou apoio.

Em 1570, os piratas que haviam tomado navios turcos, tendo encontrado um refúgio na ilha, o sultão Selim II exigiu satisfação e reparação em Veneza. Ficando, nada contra o Chipre enviou uma frota de 200 cozinhas, sob o comando de Mustafa Pasha e Pasha Ali Almirante.

General Antonio Veneziano Bragadino se trancou em Famagusta, enquanto seus tenentes, Dandolo e Rocco, serviu para a defesa de Nicósia. O último lugar que caiu após um cerco de 14 dias (09 de setembro de 1570). A turcos fez uma carnificina horrível e um espólio enorme. Quinze mil pessoas foram massacradas.

Enquanto isso, Veneza tinha implorou a ajuda de potências europeias. Imediatamente Espanha e Santa Sé uma frota equipada, e em setembro de 1570, 192 cozinhas, tripulados por 13.500 homens, chegou a ancorar na costa norte da ilha de Creta Na Baía da Suécia. Mas o barulho da queda de Nicósia é atingido este exército, o desânimo tomou conta dela.

Os espanhóis se retiraram, dizendo que a luta era inútil, e logo o resto da frota fez o mesmo. No entanto, os otomanos cercaram Famagusta por terra e por mar guarnição, composta por cerca de 5.000 homens, defendeu-se por 11 meses com bravura incrível. Ela finalmente foi sob a promessa de vida salvo, 1 de Agosto de 1571.

Mas o general turco, violando a capitulação, a guarnição massacrados até o último homem. Bragadimo si mesmo, o herói da defesa, foi esfolado vivo. O Porte Otomano, dona da ilha, passou de uma forma mais brutal, o trabalho de espoliação começou sob o domínio veneziano.

Dominação otomana

O Império Otomano Mestre da ilha, passou de uma forma mais brutal, o trabalho de espoliação começou sob o domínio veneziano. Por mais de dois séculos de Chipre foi submetido a sistema iníquo de arrendamentos agrícolas.

O governador pago anualmente com antecedência e do grão-vizir ou imperial tesouro uma soma de 2,5 milhões de dólares, mas para compensar o país. Em 1764, Chipre se rebelou, mas a rebelião foi rapidamente e cruelmente reprimida. Para o começo do século XIX, quando da criação do vilayet de ilhas, Chipre formaram uma das sandjaks ou Livas, que o governador geral ou de validade estabelecido sua residência em Gallipoli em Dardanelos A situação melhorou um pouco.

Eles não fazer em revolta em 1825, sob o exemplo da Grécia continental, mas a revolta foi esmagada em um mar de sangue. O vice-governador ou mutezalim Rutschouk-Mehamed, chamando os sacerdotes e notáveis em Nicosia, matar todos eles. No mês de junho de 1832, Mehemet Ali , vice-rei do Egito Que haviam invadido a Síria, foi ocupar militarmente Chipre e no ano seguinte, ele foi investido pelo sultão. Mas esse arranjo não durou, e em 1840, a ilha foi devolvida ao portão.

No ano anterior, o xerife de Hatti Gulhane, promulgada pelo sultão Abdul Mejid ( O Tanzimat ), Foi abolida em todo o sistema de arrendamentos agrícolas sandjaks. Chipre foi, portanto, regido por um paxá, tratamento funcionário imperial. Corrigido 120 000 dólares. De acordo com os dados, o mais preciso possível, coletadas na época por Mas-Latria, a ilha tinha uma população pouco mais de 108 000-110 000 habitantes.

O contemporâneo

A colônia Inglês

Chipre, em seguida, passou para as mãos da Inglaterra que o Porte cedeu, 4 de junho de 1878, enquanto a realizada em Berlim Congresso, que foi criado as condições para a paz entre a Rússia e Turquia . Segundo o tratado assinado nesta cidade pelo embaixador britânico em Constantinopla , Sir A.-H. Layard , eo representante do sultão Paxá Savfet SE, Inglaterra assumiu o compromisso de se unir com a Turquia para defender suas províncias asiáticas. Em troca dessa garantia de proteção, ela recebeu o titular da autorização "para ocupar e administrar" a ilha de Chipre. As condições dessa ocupação foram resolvidos por um anexo ao tratado principal, de 01 de julho de 1878.

Estas condições foram:

corte um muçulmano, que trata exclusivamente de questões religiosas, continuará a existir

chumbo residente muçulmano, juntamente com um delegado britânico a administração de fundos imobiliários, mesquitas , cemitérios, escolas, muçulmanos e outros estabelecimentos religiosos da ilha

Inglaterra ter em conta a Sublime Porta do excedente de receitas da ilha aplicada à administração

da Sublime Porta pode dispor livremente de fundos imobiliários pertencentes ao Estado ou à coroa, o produto não será parte da renda da ilha

Inglaterra reserva-se o direito de expropriação por utilidade pública

6 no caso em que a Rússia iria restaurar a Kars Turquia e as conquistas de outros feitos por ela em Arménia durante a última guerra, a ilha de Chipre seriam evacuados pela Inglaterra e o contrato datado de 04 de junho deixa de estar em vigor.

A venda da ilha para a Inglaterra era condicional, como mostrado. Mas, na verdade, considerou sua posse como absoluta e irrevogável e deu sua ocupação de todos os personagens de um assentamento permanente. A entrada na Turquia guerra ao lado da Alemanha em 1914, fornece um pretexto para a anexação britânica de Chipre explícito. O Congresso Lausanne Em 1924, ratificou a anexação, e no ano seguinte, o status de colônia britânica foi concedida a Chipre.

Independência e partição

A população cipriota grega, fileira atrás do arcebispo de Nicósia, começaram a se rebelar contra a ocupação britânica a partir de 1931, e para exigir a anexação da ilha à Grécia (Doutrina da enosis), surgiram tensões também de lá entre as partes grega e turca da população. Após a Segunda Guerra Mundial, a posição dos cipriotas gregos radicalizados e resistência armada foi organizada (criado em 1955 pelo Gheorgios EOKA Grivas, Organização Nacional de Combatentes cipriotas), juntamente desenvolve na cipriota turca doutrina diz que a Taksim, isto é, a divisão da ilha.

Sob pressão dos Estados Unidos , Preocupado com a relação envenenamento três países da NATO envolvidos neste conflito (Reino Unido, Grécia e Turquia), a independência da ilha é finalmente concedida em 1960. Um tratado, no entanto, confere o direito de intervenção na Grécia, Turquia e Inglaterra. Este último também manter a ilha duas bases militares (Akrotiri e Dhekelia ).

República de Chipre foi proclamada, a Constituição foi aprovada, que regula a divisão de poderes entre cipriotas gregos e cipriotas turcos, incluindo a presidência e dá um grego. Assim Mikhail Mouskos (Arcebispo de Nicósia sob o nome Makarios III) tornou-se o primeiro presidente de Chipre.

Mas a adesão do Estado no topo de um defensor ex-enosis, só pode ser mal interpretado pela população turca, especialmente quando ativistas do EOKA, as posições mais extremas , aumentar os contrastes entre as duas comunidades.

Em dezembro de 1963, explodiu a violência na capital, Nicósia. Apesar da implantação de 2.400 capacetes azuis da ONU, em 1964, a violência entre as comunidades esporádica continua a raiva. Ela logo forçar cipriotas turcos mais refugiou-se em enclaves protegidos espalhadas por toda a ilha.

Enquanto isso, as relações de Chipre com a Grécia tendem Que sofre a ditadura dos coronéis em 1967. O clímax da discordância vem em 1974, quando Makarios exige a saída de oficiais gregos presentes em Chipre. Em 15 de julho de 1974, um golpe de estado patrocinado por coronéis inverte Makarios, que teve que fugir. A ação faz com que uma intervenção militar da Turquia, 20 de julho, no norte do Chipre. Quatro dias depois, o regime de coronéis é derrubado em Atenas , mas as forças turcas continuam a avançar.

Em agosto, mais de um terço do território é ocupado Chipre. Em seguida, testemunhar os movimentos maciços de populações: os cipriotas turcos deixaram o Sul a se estabelecer nas turco-cipriotas gregos controladas; deixando o Norte para se juntar ao lado grego, que encontrou Makarios como presidente, e reter até sua morte em 1977. Spyros Kyprianou sucessor até 1988.

Em 1983, o setor realizada pelos turcos, que foi definido em 1975 como um Estado autônomo, agora se proclama a "República Turca do Norte de Chipre".

Estado, liderado por Rauf Denktash, é reconhecida apenas pela Turquia. Em 1996, ocorreram confrontos ao longo da zona de amortecimento criado pela ONU entre as duas partes da ilha ao longo do que é chamado de linha de Átila. Tentativas de mediação por parte da Organização das Nações Unidas no próximo ano vai ser um fracasso.

A situação parece piorar em 2001, quando a Turquia anunciou que simplesmente acrescentar a República de Chipre do Norte, se Chipre apresentou um pedido de adesão em 1990, foi para entrar na UE sem que havia um reagrupamento prévio. Novos encontros são organizados pela ONU em 2002, entre os dirigentes do grego (Glafcos Clerides e Tassos Papadopoulos) e os da turca (Rauf Denktash).

Após dois anos de negociações, conversas, em grande parte colocados na perspectiva da eventual entrada na União Europeia, levando a organização em Abril de 2004, um referendo duplo sobre a reunificação da ilha. Mas essa unificação aceitou o lado turco será rejeitada pela população grega. Apesar disso, e também apesar do fato de que Chipre não é geograficamente na Europa Toda a ilha entrou na UE em 1 de Maio de 2004.

Então, agora, cada um tem um passaporte cipriota de Chipre tem o estatuto de um cidadão europeu, mas as leis da UE só se aplica desde que o lado grego. Os esforços feitos pela União Europeia desde a estabelecer comércio direto e relações econômicas com Chipre do Norte enfrentar a relutância de Nicósia. Mas o internacional (UE e ONU) para facilitar as relações comerciais entre as duas partes da ilha começam a dar frutos (abertura de pontos de passagem no início de 2007, entre as partes norte e sul do velho cidade, Nicosia).

Andre Berthelot

C. Kohler

Fonte: www.cosmovisions.com

Chipre

História

7000-3900 aC Neolítico

Restos do mais antigo assentamento conhecido em Chipre que datam deste período pode ser visto na Khirokitia e Kalavassos (Tenta), fora da estrada Nicosia-Limassol. Esta civilização se desenvolveu ao longo do Norte e do Sul costas. Primeiros vasos de pedra apenas foram utilizados. Depois de 5000 aC, a arte da cerâmica foi inventada.

3900-2500 aC AGE Calcolítico

Estabelecimentos mais calcolíticas são encontrados em Chipre Ocidental, onde desenvolve um culto de fertilidade. O cobre da ilha começa a ser explorados e utilizados.

2500-1050 aC Idade do Bronze

O cobre é mais amplamente explorada trazendo riqueza para Chipre. Comércio é construído com o Oriente Próximo, Egito e Egeu. Depois de 1400 aC, micênicos da Grécia chegar à ilha, talvez como comerciantes. Durante os séculos 12 e 11 várias ondas de gregos Achaean vir a se estabelecer na ilha trazendo com eles a língua grega, sua religião, seus costumes. Eles constroem novas cidades como Paphos, Salamina, Kition. Kourion. A ilha a partir de agora é progressivamente helenizado.

1050-750 aC PERÍODO GEOMÉTRICO

Há dez reinos da ilha. Fenícios liquidar a Kition. O século 8 aC é um período de grande prosperidade.

750-325 aC PERÍODO arcaica e clássica

A era de prosperidade continua, mas a ilha cai presa de vários conquistadores. Cipriota Reinos tentar preservar a sua independência, mas vêm de diversas sob o domínio da Assíria, Egito e Pérsia. Rei Evagoras de Salamina (que governou 411-374 aC) se rebela contra a Pérsia e unifica a ilha, mas, após um cerco grande tem que concluir a paz com a Pérsia e perde o controle de toda a ilha.

333-325 aC

Alexandre, o Grande derrotas Pérsia e Chipre se torna parte de seu império.

325-58 aC PERÍODO HELLENISTIC

Após a sucessão luta, entre generais de Alexandre, Chipre, eventualmente, vem sob o estado helenístico dos Ptolomeus do Egito, e pertence a partir de agora para o mundo grego e Alexandria. A capital é agora de Paphos. Este é um período de riqueza para Chipre.

58 aC - 330 dC período romano

Chipre torna-se parte do Império Romano, primeiro como parte da província da Síria, então, como uma província separada sob um procônsul. Durante as viagens missionárias de Paulo e Barnabé Santos, o procônsul, Sérgio Paulo é convertido ao cristianismo e Chipre se torna o primeiro país a ser governado por Christian.

Terremotos destrutivos ocorrer durante o primeiro século aC eo AD 1at e as cidades são reconstruídas. Há uma grande perda de vida, quando os judeus que viviam em rebelde Salamina, em 116, e da praga em 164 AD. Em 313 o Edito de Milão liberdade bolsas de culto aos cristãos e bispos cipriotas participar do Concílio de Nicéia, em 325.

PERÍODO 330-1191 dC BYZANTINE

Depois da divisão do Império Romano em duas partes, Chipre vem sob o Império Romano do Oriente, conhecida como Bizâncio, com Constantinopla como sua capital. Mãe de Constantino, o Grande, Helena disse ter parado em Chipre em sua viagem desde a Terra Santa, com vestígios de Santa Cruz e fundou o mosteiro de Stavrovouni. Mais terremotos durante o século 4 destruir completamente as principais cidades. Cidades perdem seu esplendor e permanecem em ruínas.

Novas cidades surgem, Constantia é hoje a capital, e grandes basílicas são construídos a partir do século 4 e 5, em 488, após o túmulo de São Barnabé é encontrado, o Imperador Zeno dá o Arcebispo de Chipre plena autonomia e privilégios incluindo a realização de um cetro em vez de uma equipe pastoral, vestindo um manto de púrpura e assinatura em tinta vermelha.

Em 647 os árabes invadem a ilha sob Muawiya. Em 688 o Imperador Justiniano II e califa al-Malik assinar um tratado de Chipre de neutralização, mas as violações são relatados, e da ilha também é atacado por piratas até 965, quando o imperador Focas Nicephoros expulsa árabes da Ásia Menor e Chipre.

1191-1192 AD Ricardo Coração de Leão e os Templários

Isaac Comneno, governador proclamada auto de Chipre, é descortês com sobreviventes de um naufrágio envolvendo navios da frota Richard I, de seu caminho para a Terceira Cruzada. Richard derrotas Isaac e toma posse de Chipre, casavam Berengária de Navarree em Limassol, onde ela é coroada rainha da Inglaterra.

Richard então vende a ilha para os Cavaleiros Templários de 100.000 dinares mas revendê-lo pelo mesmo preço de Guy de Lusignan, um dos cavaleiros cruzados.

1192-1489 AD francos (Lusignan) PERÍODO

Chipre é pronunciou sobre o sistema feudal e da Igreja Católica oficialmente substitui a ortodoxa grega, embora este último consegue sobreviver. Muitos edifícios góticos belas pertencem a este período, incluindo as Catedrais de Ayia Sophia em Nicósia, Saint Nicholas, em Famagusta e Abbey Bellapais. A cidade de Famagusta se torna um dos mais ricos do Oriente Próximo, e se torna a capital Nicósia do Chipre e da sede dos Reis Lusignan. A dinastia Lusignan termina quando a última rainha Catarina Cornaro cede Chipre para Veneza em 1489.

1489-1571 AD PERÍODO VENETIAN

Venezianos ver Chipre como último bastião contra os otomanos no Mediterrâneo leste, e fortificar a ilha derrubando prédios encantadores em Nicósia para trazer a cidade em um espaço apertado cercado defendido por baluartes e um fosso que ainda pode ser visto hoje. Eles também construir muros ao redor de Famagusta impressionantes que foram considerados na época como obras de arte militar.

1571 - 1878 AD período otomano

Em 1570 as tropas de ataque Chipre, Nicósia captura, abate a população (20.000) e sitiar Famagusta por um ano. Depois de uma defesa corajosa por Veneziano comandante Marc Antonio Bragadin, capitula Famagusta ao comandante otomano Lala Mustafa, que primeiro dá passagem livre para os sitiados, mas quando ele vê quão poucos eles são, as ordens do esfola, desenho e aquartelamento de Bragadin e coloca os outros à morte.

Em anexação ao Império Otomano, a hierarquia Latina são expulsos ou convertidos ao Islã e da fé ortodoxa grega restaurado; no tempo, o Arcebispo como líder da Igreja Ortodoxa grega, torna-se seu representante para o Porte. Quando a Guerra da Independência Grega eclode em 1821, o Arcebispo de Chipre, Kyprianos, três bispos e centenas de líderes civis são executados.

1878-1960 período britânico

Sob a Convenção de 1878 Chipre, Grã-Bretanha assume administração da ilha, que permanece formalmente parte do Império Otomano até 1914, quando a Grã-Bretanha anexos Chipre, depois que o Império Otomano entra na Primeira Guerra Mundial ao lado da Alemanha. Em 1923, com o Tratado de Lausanne, Turquia renuncia a qualquer reivindicação de Chipre. Em 1925 Chipre é declarado uma colônia da coroa.

Em 1940 voluntários cipriotas servir em vários ramos das Forças Armadas britânicas em toda a Segunda Guerra Mundial. As esperanças de autodeterminação sendo concedidos a outros países no período pós-guerra são quebrados pelos britânicos que consideram a ilha estratégica vital. Uma luta armada de libertação, depois de todos os meios de assentamento pacífica do problema são exchausted, irrompe em 1955, que duram até 1959.

1960 REPÚBLICA DE CHIPRE

De acordo com o Tratado de Zurique-Londres, Chipre torna-se uma república independente em 16 de agosto de 1960. É um membro das Nações Unidas, o Conselho da Europa e da Comunidade, bem como o Movimento dos Países Não-Alinhados. De acordo com o Tratado acima, a Grã-Bretanha mantém nas duas ilhas Bases Soberano, (158,5 km ²) em Dhekelia e Akrotiri-Episkopi.

A Constituição de 1960 da República de Chipre prova impraticável em muitas de suas disposições, e isso torna impossível a sua boa execução. Quando em 1963, o Presidente da República propôs algumas alterações para facilitar o funcionamento do Estado, a comunidade turca respondeu com rebelião (dezembro 1963), os ministros turcos retiraram-se do Conselho de Ministros e os servidores civis turcos deixaram assistir seus escritórios enquanto a Turquia ameaçou invadir Chipre. Desde então, o objetivo da liderança cipriota turca, sob instruções do Governo turco, tem sido a divisão de Chipre e anexação pela Turquia.

Em julho de 1974, um golpe de Estado é encenado em Chipre pela junta militar, então no poder em Atenas, para a derrubada do presidente Makarios.

Em 20 de julho de 1974, a Turquia lançou uma invasão com 40 mil soldados contra Chipre indefesos.

Desde 1974, 37% da ilha está sob ocupação militar turca e 200.000 cipriotas gregos, 40% da população cipriota grega totais, foram forçados a deixar suas casas na área ocupada e se transformaram em refugiados. A invasão da Turquia e da ocupação de 37% do território da ilha, bem como a contínua violação dos direitos humanos fundamentais do povo de Chipre ter sido condenado por organismos internacionais, como a Assembléia Geral da ONU, o Movimento dos Não-alinhados, da Commonwealth e do Conselho da Europa.

Fonte: www.kypros.org

Chipre

Flutuando nas águas do Mediterrâneo europeu, mas apontando ansiosamente para as margens da Síria , Turquia e Líbano, Chipre é uma estranha mistura.

É uma mistura caleidoscópica: suas influências culturais são dominados pela Europa Ocidental, mas sua proximidade geográfica com a Ásia e África dá-lhe mais do que apenas um toque do Oriente. Muito cobiçado pelo continente Grécia e Turquia , esta pequena ilha tem seu próprio caráter definitivo e sedutora.

História

Situado no cruzamento marítimas do Mediterrâneo oriental da bacia, Chipre tem uma história rica e variada. Muitos invasores, colonos e imigrantes vieram aqui ao longo dos séculos, ea ilha tem visto gregos, romanos, bizantinos, Lusignan, genoveses, venezianos, otomanos, britânicos e turcos procuram tirar uma parte do Chipre para si.

Cipriotas, seja grego ou turco, têm orgulho de sua nação e sentir um forte senso de identidade nacional. A divisão de sua ilha, em 1974, é visto por muitos como um revés temporário e cipriotas olhar para o dia em Chipre será uma ilha unida mais uma vez.

Neolítico e Calcolítico

A primeira evidência de habitação humana em Chipre pode ser rastreada até o período Neolítico Aceramic em torno de 10, 000 aC, com a descoberta de artefatos feitos pelo homem no local de Akrotiri Aetokremnou, na península de Akrotiri, na costa sul de Chipre. Estas pessoas podem ter provocado a extinção dos hipopótamos pigmeus da era do Pleistoceno e elefante anão.

Por 8000 BC, animais domesticados, como bovinos, suínos, ovinos e caprinos foram introduzidos para o Chipre por agropasturalists do continente levantino. Este grupo estabeleceu as bases para o desenvolvimento da cultura distintamente cipriota melhor representado no assentamento neolítico Aceramic de Choirokoitia. Choirokoitia era uma aldeia fechada construída na encosta de uma colina, na parte sul da ilha, no 6 º milênio aC. Seus habitantes viviam em bem construídas casas redondas feitas de pedra, e produziu ferramentas de pedra e outros recipientes.

Outros assentamentos a partir deste período foram encontrados espalhados por todo Chipre e mostrar evidência de contato fora da ilha, como a importação de obsidiana da Anatólia (atual Turquia ). Há uma lacuna no registro arqueológico que data de quando Choirokoitia foi abandonada, os sinais próximos de atividade no site são vasos feitos de barro, que datam a partir do quinto milênio antes de Cristo.

O período Neolítico cerâmica viu um novo padrão de assentamento emergir; sua cultura material foi tipificado pelo site da Teppes Sotira perto da costa sul, que rendeu abstratamente pintadas artefatos de cerâmica. Cobre começou a ser usado no milênio 4 aC e inaugurou o período de Chalco-lítico.

Entre este era o mais notáveis realizações artísticas foi a produção de cruz em forma de figuras humanas feitas de picrolite, uma pedra cipriota local. Por volta de 2500 aC, uma nova onda de imigrantes, que se acredita ser de Anatólia, trouxeram consigo novas tecnologias e estilos, e começou a transição da ilha da Idade do Bronze.

A idade do bronze

Implementos de cobre progressivamente substituído o repertório pedra e levou ao desenvolvimento dos depósitos de cobre abundantes no Massif Troodos. No final da Idade do Bronze Inicial (2300 aC a 1950 aC), objetos de bronze foram lançados usando estanho importado. Os contatos com o mundo exterior não fosse poucos, mas os projetos de cerâmica imaginativas floresceu, atraindo visivelmente sobre a vida humana e animal e em torno das aldeias.

A Idade do Bronze (1950 aC a 1650 aC) marcou uma continuação essencial da cultura material do período anterior, com a reintrodução de cerâmica pintada em uma base regional. Assentamentos tendem a manter os montes e planícies, e os registros arqueológicos sugerem uma comunidade agrária.

A primeira evidência de mineração de cobre sustentado vem desde o início deste período, por sua extremidade, Chipre já tinha começado as suas relações comerciais com o Mar Egeu, no oeste da Ásia e Egito , como atestam as exportações da ilha de cerâmica.

A Idade do Bronze (1650 aC a 1050 aC) é considerado um dos períodos mais importantes no desenvolvimento cultural e histórica de Chipre. Comércio exterior extenso com o Egito e as ilhas do Mar Egeu caracterizou a época. Mais importante ainda, a escrita na forma de um script linear conhecido como Cypro-Minoan foi adaptado a partir de Creta . Jóias finas, esculturas de marfim e cerâmica delicada foram produzidos durante este tempo e, por volta de 1400 aC, houve um notável aumento na quantidade de cerâmica micênica importados do continente Grécia.

Durante a Idade do Bronze Final, novas cidades foram criadas em torno da costa, e comércio exterior, em recipientes de cerâmica e, mais tarde, lingotes de cobre, expandidos. Chipre desfrutado de um nível sem precedentes de prosperidade que foi acompanhado pelo movimento de mercadorias estrangeiras e pessoas na ilha.

Por volta de 1200 aC, os primeiros colonos de língua grega chegou como parte do Povos do Mar (marítimos agressivos), causando o rompimento de comunidades cipriotas existentes. Isto levou ao surgimento dos reinos cidade da Idade do Ferro.

Chipre arcaica e clássica

Os primeiros colonos gregos estabeleceram uma série de reinos cidade em Kourion, Pafos , Marion (agora Polis), Soloi, Lapithos, Tamassos e Salamina. Mais dois foram mais tarde estabelecido em Kition e Amathous. Estes reinos desfrutou de um período de progresso e de prosperidade crescente a partir de 750 aC a 475 aC, espetacularmente demonstrado pelos achados nas Tumbas Reais perto de Salamina. Estes túmulos suntuosos extensas continha exemplos de riqueza, e estreitamente alinhados descrição de Homero de sepultamentos micênicos na Ilíada.

Durante este tempo, Chipre foi governado sucessivamente por assírios, egípcios e persas como as fortunas desses vários impérios aumentava e diminuía.

Idade Clássica Chipre coincide com a do continente Grécia (475-325 aC), e durante este período arte cipriota ficou sob influência Sótão forte. Zenon de Kition, o fundador do movimento filosofia estóica, nasceu durante este tempo em Chipre.

Evagoras, rei de Salamina, manteve fortes ligações com o continente Helénica e influência grega estendida sobre a maior parte da ilha, apesar de hegemonia persa. No entanto, ele foi finalmente superada pelos persas em 381 aC e assassinado sete anos depois. Sua morte terminou eficazmente a Idade Clássica.

Helenística e romana

Depois de sua vitória sobre o último governante persa, Dario III, em Isos em 333 aC, Alexandre, o Grande, tomaram o controle da cidade reinos de Chipre e marcou o início de uma nova era. Embora essencialmente dando a autonomia reinos, ele refutou o seu direito de fazer moedas.

Quando Alexandre morreu em 323 aC, Chipre foi cedida à Ptolomeu I do Egito que ainda suprimiu a reinos da cidade, acabou fazendo com que o último rei de Salamina, Nikokreon, a cometer suicídio. 250 anos Chipre permaneceu como colônia de Ptolomeu, definhando sob o domínio de um governador geral nomeado.

Chipre foi anexada pelo Império Romano em expansão em 58 aC. Orador e escritor Cícero foi um dos procônsules primeiro Chipre. Apesar de ser brevemente dado a Cleópatra VII do Egito e, posteriormente, transferido de volta para o controle romano, Chipre apreciado cerca de 600 anos de relativa paz e prosperidade sob o domínio romano. Muitos edifícios públicos e estradas data a partir deste momento; notável entre eles estavam o teatro em Kourion, o ginásio colunata em Salamina eo Santuário de Apollon Ylatis.

Foi durante este período, em torno de 45 dC, que o cristianismo fez a sua aparição no início da ilha. Barnabé (que viria a ser São Barnabé; Varnavas Agios em grego), um nativo de Salamina, acompanhou o apóstolo Paulo pregou e em Chipre. Entre seus primeiros convertidos foi Sérgio Paulo, o procônsul romano.

Cristianismo floresceu na ilha e, pelo tempo de Constantino, o Grande, o paganismo tinha quase completamente sido suplantado em Chipre pelo cristianismo.

O Império Bizantino

Em 395, o Império Romano foi dividido. Sua variante oriental, o Império Bizantino, foi baseada em Constantinopla e manteve a hegemonia sobre Chipre. No entanto, Chipre manteve um grau considerável de autonomia eclesiástica de Constantinopla, em 488, o arcebispo foi concedido o direito de realizar um cetro em vez de um báculo de arcebispo, assim como a autoridade para escrever sua assinatura em tinta púrpura imperial. A prática continua até hoje.

A expansão do Islã no século 7 teve profundos efeitos sobre Chipre, com uma série de desastrosas incursões árabes a partir de 647 causando depredação grande e sofrimento. Salamina foi demitido e nunca se recuperou, Kourion diminuiu, e os colonos costeiras mudou do interior para fugir da guerra repetida e pilhagem.

Em 688, uma espécie de trégua foi chamado quando Justiniano II e do califa árabe Abd-al-Malik assinaram um acordo para o governo conjunto de Chipre. Esse acordo durou até 965, quando o imperador Nikiforos Fokas recuperou completamente Chipre para os bizantinos.

Lusignan genovês, e veneziana

Domínio bizantino poderiam muito bem ter continuado se não renegado governador Isaak Komninos decidiu proclamar-se imperador de Chipre, e em 1191 enfrentar o poder do rei Ricardo Coração de Leão cruzado de Inglaterra . Richard tomou posse de Chipre e posteriormente vendeu para os Cavaleiros Templários. Eles eram incapazes de pagar a manutenção e por sua vez o vendeu para o rei despojados de Jerusalém , Guy de Lusignan.

O novo francófona senhor de Chipre estabeleceu uma dinastia longa que trouxe sortes diferentes para a ilha. Ele convidou as famílias cristãs que perderam bens na Terra Santa para se instalarem no Chipre, e por algum tempo esses colonos envolveram-se nos assuntos dos territórios diminuídos que ainda pertenciam ao reino de Jerusalém . Isto provou ser uma pressão econômica em Chipre até o reino vizinho finalmente entrou em colapso com a queda de Acre ( Akko ), em 1291.

Por cem anos ou mais depois disso, Chipre desfrutou de um período de imensa riqueza e prosperidade, com atual-dia Famagusta (Magusa) o centro da atividade comercial incomparável e comércio. Muitos belos edifícios e igrejas foram concluídas durante este período, algumas das quais ainda são visíveis em Nicósia do Norte (Lefkosa), Bellapais (Beylerbeyi) e Famagusta. Prosperidade Chipre atingiu o seu apogeu no reinado de Pedro I (1359-1369 r), que montou uma cruzada sem sucesso, em 1365, que só conseguiu alcançar a demissão de Alexandria.

Nesse meio tempo, os gregos ortodoxos, embora nominalmente livres para praticar sua religião de forma independente, foram se tornando mais e mais inquieto à sua obrigação de prestar homenagem a um latino (católico romano) de administração eclesiástica-al. Muitos clérigos gregos retiraram-se para as montanhas e silenciosa e discretamente construídas igrejas simples e mosteiros. Eles decoraram suas construções com alguns dos melhores afrescos pintados sempre no mundo ortodoxo.

A sorte da Lusignan foram dar uma volta para o pior após a ascensão ao poder do filho de Pedro I e herdeiro, Pedro II. De olho riqueza de Chipre e posição estratégica como entreposto, Gênova e Veneza se acotovelavam para controle. Isso levou a Genoa apreensão Famagusta, que declarou para os próximos 100 anos. As fortunas de ambos Famagusta e Chipre própria diminuiu como resultado.

O último rei Lusignan foi James II (1460-1473 r). Ele conseguiu expulsar os genoveses de Famagusta e se casou com uma nobre veneziana, Caterina Cornaro, que sucedeu a Tiago, e tornou-se rainha de Chipre ea última personagem real da dinastia Lusignan. Sob pressão, ela cedeu Chipre para Veneza.

Os venezianos governou Chipre 1489-1571, mas o seu controle foi caracterizado pela indiferença e torpor. Corrupção e ineficiência marcou a administração, e do campesinato grego não se saíram melhor em seus novos senhores feudais do que sob o regime anterior. Enquanto isso, o Império Otomano estava se expandindo.

Em antecipação de ataque a partir do norte, os venezianos fortificada Lefkosia com imensos muros e fortificações construídas enormes ao redor de Famagusta. Nem medidas conteve o ataque Otomano e, em 1570, Lefkosia foi conquistado. Quase um ano depois, após um longo cerco, Famagusta foi tomada pelos otomanos.

O Império Otomano

Os otomanos recém-chegados suprimiu a Igreja latina e restaurou a hierarquia ortodoxa. O campesinato, que sofreram sob um sistema de arrendamento feudal, foram dadas terras. Os impostos foram inicialmente reduzida, mas posteriormente aumentado, muitas vezes de forma arbitrária, com o arcebispo ortodoxo responsável por sua coleção. Cerca de 20, 000 turcos foram liquidadas em Chipre após a sua captura, mas a ilha não foi alta nas prioridades dos sultões dominantes.

Corrupção, indolência e preguiça marcou o domínio otomano e de oposição era freqüentemente colocada por opressão. Em 1821, o arcebispo ortodoxo foi enforcado por suspeita de apoiar a revolução grega crescente no continente Grécia.

Domínio britânico

Otomano durou 300 anos, até que outra potência estrangeira procurou influência na região. Em 1878, a Turquia ea Grã-Bretanha assinaram um acordo pelo qual a Turquia iria manter a soberania da colônia enfraquecida, enquanto a Grã-Bretanha assumir a responsabilidade pela administração da ilha.

Objetivo da Grã-Bretanha foi a de garantir um posto estratégico no Oriente Médio , de onde poderiam monitorar os movimentos militares e comerciais no Levante e no Cáucaso. Como parte do acordo, a Grã-Bretanha iria proteger territórios asiáticos do sultão de ameaça a Rússia.

No entanto, em 1914, as partes estavam em guerra para a Grã-Bretanha assumiu a soberania absoluta de Chipre. Turquia é o reconhecimento da anexação de seu território não foi ratificado até o Tratado 1923 de Lausanne , em que ele também regularizados reivindicações territoriais com a recém-independente Grécia.

Controle britânico de Chipre foi inicialmente recebido por sua população principalmente grego, uma vez que foi assumido que a Grã-Bretanha finalmente trabalhar com os gregos para atingir enosis, ou união com a Grécia . Cipriotas turcos, porém, foram menos do que entusiasmado com a perspectiva. O britânico tinha oferecido para unir Chipre com a Grécia em 1915 na condição de que a Grécia cumpriu as suas obrigações do tratado para a Sérvia , quando foi atacado por Bulgária . O governo grego recusou a oferta e nunca foi repetido.

Pro-Enosis tumultos em 1931, mas não foi até 1950 que o movimento enosis realmente começou a ganhar força. Energia foi gerada por um tenente-coronel cipriota, Grivas 'Digenis' Georgos, que fundou a Ethniki organosi tou Kypriakou Agona (EOKA; Organização Nacional de Luta cipriota).

Entre 1955 e 1958, EOKA lançou uma série de ataques disfarçados sobre a administração britânica e militar, e em qualquer outra pessoa que foi visto como sendo contra enosis. O britânico veio com várias propostas para casa regra limitado, mas todos foram rejeitados. Os cipriotas turcos minoritários 17% tornaram-se cada vez mais alarmados com a perspectiva de ser incorporados à força na Grécia.

Os respectivos governos em Grécia e Turquia começaram a ter um interesse ativo em desenvolvimentos em Chipre e, como cipriotas gregos pediram enosis, os cipriotas turcos exigiram ou retrocessão a Turquia , ou taksim (partição).

Em 1959, o grego cipriota ethnarch e líder religioso Arcebispo Makarios III e líder cipriota turco Faisal Küçük se reuniu em Zurique com líderes gregos e turcos, assim como representantes do governo britânico. Eles vieram a ratificar um plano previamente aprovado pela qual a independência seria concedida a Chipre, em condições que satisfaçam todos os lados.

Os britânicos estavam a reter duas bases e um Numbr de outras instalações militares, como parte do acordo. Chipre não entrar em uma união política ou econômica com a Turquia ou a Grécia , nem concordar em ser particionado. O poder político era para ser compartilhada de forma proporcional, embora com menos de 20% do total da população, os cipriotas turcos foram concedidos 30% de cargos no serviço público, 33% dos assentos na Câmara dos Representantes e 40% das posições no exército.

Ameaçadoramente, Grã-Bretanha, Turquia e Grécia estavam a ser nomeado como "poderes de fiador", que deu uma das três nações o direito de intervir nos assuntos de Chipre deveria ser acreditavam que os termos do acordo de independência estavam sendo violados de alguma forma.

A República de Chipre

O nascimento da nova República e independente de Chipre foi realizado em 16 de agosto de 1960. Transição de colônia a nação independente não era sem dores de crescimento, e violência esporádica e agitação continuou. A agitação culminou quando os cipriotas gregos propôs alterações ameaçando de partilha do poder arranjos, resultando na retirada cipriota turca do governo.

Violência sectária sério eclodiu em 1963, ainda mais dividindo as comunidades grega e turca. A ONU enviou uma força de paz para a ilha em 1964 para apoiar as tropas britânicas tripulação dividindo a chamada "Linha Verde" Lefkosia . Os cipriotas turcos se retiraram para guetos e enclaves, como forma de se proteger contra o assédio grego e agressão.

A Guerra Fria estava no seu auge e valor estratégico de Chipre como um posto de radar ouvir tornou-se de vital importância para os britânicos e os americanos militarmente mais fortes. Ambas as nações contou com Chipre, a fim de monitorar os testes nucleares de mísseis soviéticos na região central da Ásia . Os britânicos mantiveram uma guarnição da Força Aérea na base de Akrotiri, que incluiu um arsenal nuclear.

Arcebispo Makarios III, então presidente do Chipre, jogou um jogo cada vez mais arriscado de não-alinhamento político, enquanto procuram armas e apoio de nações comunistas, como a União Soviética e Tchecoslováquia.

Ele também apoiou secretamente chamadas adicionais para enosis com a Grécia . Como o partido comunista ganhou o apoio, a Turquia e os cipriotas turcos se tornou cada vez mais desconfortável com a idéia de um governo comunista-dominado possível em Chipre. Os americanos e seus aliados britânicos sentiram preocupação com a possibilidade de uma nova crise cubana - desta vez no Mediterrâneo.

As discussões sobre a possibilidade de separar as duas comunidades começaram a assumir um maior tempo. Em 1967, um golpe de Estado em Grécia instalada uma junta militar de direita. Suas relações com Chipre resfriado, enquanto os EUA cosied até os coronéis mais confortáveis em Atenas.

Por causa de suas muitas manobras diplomáticas com os soviéticos, Chipre Makarios "tornou-se uma opção cada vez menos desejável para os gregos e os americanos. Em julho de 1974, um golpe de estado patrocinado pela CIA e grego organizada teve lugar em Chipre, com a intenção de eliminar Makarios e instalar um governo mais pró-ocidental.

Em 15 de Julho, um destacamento da Guarda Nacional, liderada por oficiais do continente Grécia , lançou um golpe destinado a assassinar Makarios e estabelecer enosis. Eles devastou o palácio presidencial, mas Makarios escapou por pouco. Um membro EOKA anterior, Nikos Sampson, foi proclamado presidente de Chipre.

Cinco dias mais tarde, as forças turcas pousou no atual Kyrenia (Girne) para derrubar o governo de Sampson. Apesar da resistência vigorosa, os turcos tiveram sucesso em estabelecer uma cabeça de ponte em torno de Kyrenia e vinculá-lo com o setor turco do Norte Nicosia (Lefkosa).

Em 23 de julho de 1974, a Grécia junta 's caiu e foi substituído por um governo democrático sob Konstantinos Karamanlis. Ao mesmo tempo, Sampson foi substituído em Chipre por Glafkos Clerides, o presidente da Câmara dos Deputados.

Os três poderes fiador, Grã-Bretanha, Grécia e Turquia , como exigido pelo tratado, se reuniu para discussões em Genebra , mas não foi possível deter o avanço turco até 16 de agosto. Por esse tempo a Turquia controlava a 37% do norte da ilha. Em dezembro, Makarios voltou a retomar a presidência. Chipre foi dividido.

Taksim

A divisão de 1974 de Chipre continua a este dia. Enquanto a chegada do exército turco foi visto como uma dádiva de Deus por harried e assediado cipriotas turcos, foi visto como um enorme desastre pelos 200, 000 cipriotas gregos, que então viviam na terceira norte de Chipre.

Muitos foram apanhados no ataque e mataram, a maioria foram evacuados ou fugiram para o sul para o que restou da República de Chipre. Da mesma forma, cerca de 100, 000 cipriotas turcos da República do Chipre fugiram ou foram forçados evacuados, de Chipre do Norte.

O custo econômico para a ilha e falta de estabilidade provocada com a divisão, eo número de refugiados que isso causou, era enorme. A República agora truncado grega de Chipre foi privado de algumas das suas melhores terras, duas grandes cidades, a sua indústria de citros lucrativo e grande parte de sua infra-estrutura turística.

Enquanto a divisão forçada de Chipre serviu certos curto prazo fins militares e políticos, e cipriotas turcos receberam proteção da Turquia , o resultado final acabou por ser uma vitória de Pirro para os turcos. Makarios escapou de assassinato pelos golpistas, a junta militar desabou eo desejo de enosis dissipada, como Chipre tornou-se preocupado com seus problemas internos.

A declaração de uma República Turca do Norte de Chipre (RTNC; KKTC em turco) pelo presidente Rauf Denktas em 1983 foi reconhecida por nenhum outro país do que a Turquia . A Guerra Fria chegou ao fim em 1991, época em que metade da população de nativos cipriotas turcos fugiram da ilha para o Reino Unido, Canadá e Austrália.

Chipre hoje

Os cipriotas gregos rapidamente se reagruparam e colocar suas energias para reconstruir sua nação destruída. Dentro de poucos anos a economia estava em recuperação, e da República de Chipre continua a gozar de reconhecimento internacional como o único representante legítimo do Chipre.

A economia está crescendo: a Bolsa de Valores de Chipre inaugurado em meados de 1999 e, inicialmente absorvido grandes quantidades de fundos privados.

Mais tarde, a bolsa deu um mergulho de nariz e muitos cipriotas perdido grandes quantidades de dinheiro. O turismo é geralmente flutuante, apesar de 2002, uma tendência de queda provocou alguma preocupação na indústria.

Conhecido pela maioria dos estrangeiros simplesmente como "Chipre do Norte" e pelos gregos como os "territórios ocupados" (ta katehomena), o segmento norte de Chipre como um separado desafia a lógica entidade; apesar de sanções econômicas internacionais, continua a sobreviver e se desenvolver, apoiado em grande parte pelo seu cliente e nação patrocinador, Turquia.

As negociações para reunificar Chipre tenham ocorrido esporadicamente desde 1974, mas pouco terreno foi adquirida, com ambos os lados apresentam um ponto arraigada e intransigente de vista. A ONU tem mantido a paz ao longo da Linha Verde desde 1964, em 1974, ele foi chamado para patrulhar e monitorar a linha de cessar-fogo, agora chamado de Linha de Átila, a fronteira que percorre toda a extensão da ilha.

Quando Chipre e Turquia estavam buscando entrada para a UE, os líderes de ambos os do Sul e do Norte teve palestras três vezes por semana durante a primavera eo verão de 2002 que visa a reunificação, mas as negociações tornaram-se atolado na cópia fina. As primeiras mudanças reais nas relações entre as duas comunidades começaram em abril de 2003, após um anúncio surpresa por Rauf Denktas declarou uma decisão de "alterar de viagem 'e permitir que os cipriotas de ambos os lados para visitar as partes opostas da ilha, desde que voltou para casa pelo final do dia. Desde então, quatro postos foram abertos ao longo da fronteira, e horário de visita foi estendido para até três meses.

Durante este período, Kofi Annan, o secretário-geral, tentou intermediar um acordo que permitiria que um referendo sobre a reunificação, que foi rejeitada por uma grande maioria dos cipriotas gregos (quase 76%) e aprovada por mais de metade dos cipriotas turcos ( 65%). Enquanto a Turquia "o pedido de admissão na UE foi adiada em Janeiro de 2003, Chipre aplicação (com ou sem o Norte) foi aprovado ea República sul de Chipre só tornou-se parte da UE em Maio de 2004.

O mês de Abril seguinte, a 30 anos líder cipriota turco, Rauf Denktas, perdeu as eleições presidenciais para o seu primeiro-ministro Mehmet Ali Talat. Talat, um líder mais moderno e chefe do centro-esquerda Cumhuriyetçi Türk Partisi (CTP; Partido Republicano Turco), é um defensor da unificação e foi vocal em seu apoio a plano de Kofi Annan.

Chipre relacionamento com a Turquia também está a melhorar após o início das negociações formais sobre a Turquia é a admissão da UE, que começou em 2005 e está previsto para durar dez anos. Turquia é controversa entrada na UE baseia-se em várias condições, uma de que é a sua eventual reconhecimento da República de Chipre. Ele continua a ser visto como o problema de Chipre será resolvido depois disso.

Fonte: www.lonelyplanet.com

Chipre

Nome Oficial: República de Chipre
Capital: chamada de Nicósia (por nós), a capital do país é Lefcósia ou Lefkosia...
Religião: Cristianismo 93,3% (ortodoxos gregos 92%, maronitas 1,3%), outros 6,7% (1995).
Localização: Ilha no leste do Mar Mediterrâneo, Chipre está localizado no sul da Turquia.

Esta ilha está situada em uma região turística que é também um dos maiores centros de comércio marítimo do mundo: o extremo oriental do mar Mediterrâneo.

Área: 9,250 km² (161º maior)
População: 771,657 mil (2002)
Idiomas Oficiais: Grego, Turco e Inglês(como segunda língua)
Moeda: Libra Cipriota
Nacionalidade: Cipriota
Principal Cidade: Nicósia, Limassol, Larnaca
Características: planície de aluvião (litoral e central); cadeias montanhosas (Tróodos a SO, Kyrenia a N); planalto (S). Monte Olympus...
Patrimônios da humanidade: Sítio Arqueológico de Paphos; Igrejas e Monastérios Bizantinos dos Montes Tróodos.
Divisão administrativa: 6 distritos; entretanto no site do correio a divisão postal é de 5 distritos: Lefkosia (Nicosia), Lemesos (Limassol), Larnaka, Ammochostos (F/STA) e Pafos.
Bandeira: É branca e no centro podemos ver a silhueta da ilha, com dois ramos de oliva cruzados, os quais representam a esperança de paz e reconciliação entre as comunidades gregas e turcas...

Moeda (numismática): Nesta página podemos ver selos com o antigo sistema monetário "xelim - pêni", também: "piastre" (pi), "mils"...

Setor grego (Greek Cypriot area): libra cipriota (Cyprus Pounds ou Cypriot pound).

Código internacional ISO 4217: CYP.

Setor turco (Turkish Cypriot area): lira turca (Turkish Lira).

Código internacional ISO 4217: TRL.

É um país dividido... Chipre é palco de conflito entre a parte grega, ao sul, e a autoproclamada República Turca do Norte do Chipre (país reconhecido apenas pela Turquia).

Outros nomes: Chipre Turco - Turkish Cyprus - Chipre Turque - Tüekisch-Zypern.

Tentativas para a reunificação estabelecem-se em 1997.

Entretanto, o fracasso das anteriores não tem impedido o crescimento econômico da área greco-cipriota na década de 80. Embora menos próspera e prejudicada pelo isolamento diplomático, a economia do norte também tem crescido com a ajuda da Turquia.

História

Chipre é colonizado pelos micênicos no século XIV antes de Cristo e, posteriormente, dominado por assírios, egípcios e persas.

Em 58 a.C. é incorporado ao Império Romano e, em 395, ao Bizantino. Em 1191 é conquistado por Ricardo I, da Inglaterra, tornando-se base para as Cruzadas...

Entre os séculos XIII e XVI fica sob domínio de Gênova e Veneza (Itália), que utilizam a ilha no comércio com o Oriente até ela ser tomada, em 1571, pelo Império Turco-Otomano.

Em 1878, é permitido ao Reino Unido manter tropas na ilha para proteger a Turquia do expansionismo do Império Russo. Na I Guerra Mundial, quando os turco-otomanos se aliam aos alemães, a ilha é anexada pelos britânicos e declarada colônia em 1925.

No século XX surge a plataforma política que prega a Enosis, união greco-cipriota, e desencadeia, após a II Guerra Mundial, conflitos contra a dominação britânica e a minoria turca.

Horatio Herbert Kitchener foi o primeiro engenheiro a receber um título de nobreza, em 1871. Ele dimencionou Chipre

Fonte: www.girafamania.com.br

Chipre

Chipre, oficialmente República de Chipre, república (2005 pop est. 780 mil), 3.578 sq mi (9267 km ²), uma ilha no Mediterrâneo E mar, C.40 milhas (60 km) S da Turquia e milhas c.60 (100 km) W da Síria.

A capital e maior cidade é Nicósia.

Além da capital, outras cidades importantes são Famagusta , Larnaca e Limassol.

A ilha é dividida em um setor do norte cipriota, turco e um sul, setor cipriota grego.

A zona tampão fina ocupada pelas Nações Unidas em Chipre Forças separa os dois setores. Além disso, a Grã-Bretanha mantém a soberania sobre as duas bases militares, Akrotiri e Dhekelia , localizado na costa SW e SE, respectivamente.

História

As escavações revelaram a existência de uma cultura do Neolítico em Chipre, no período de 6000 aC a 3000 aC Contato com o Oriente Médio e, depois de 1500 aC, com a Grécia a civilização cipriota grandemente influenciado. Fenícios estabeleceram na ilha c.800 aC Chipre posteriormente caiu sob assírios, egípcios, e domínio persa. Alexandre, o Grande, conquistou-o em 333 aC, após o que a ilha tornou-se novamente uma dependência do Egito até a sua anexação por Roma em 58 aC Chipre antiga era um centro do culto de Afrodite.

Depois de 395 dC, Chipre foi governada pelos bizantinos, até 1191, quando Ricardo I da Inglaterra conquistou. Em 1192, Richard concedeu a ilha a Guy de Lusignan.

Em 1489, Chipre foi anexada por Veneza. Os turcos conquistaram em 1571. No Congresso de Berlim (1878) do Império Otomano colocado Chipre sob administração britânica, e em 1914, a Grã-Bretanha anexa-lo sem rodeios.

Sob o domínio britânico o movimento entre a população cipriota grega para união (enosis) com a Grécia foi uma fonte constante de tensão. Em 1955, um cipriota grego organização (EOKA), liderado pelo coronel George Grivas, lançou uma campanha de terrorismo generalizado. Tensão e terror montada, especialmente depois que as autoridades britânicas deportados (1956) Makarios III , o porta-voz dos nacionalistas cipriotas gregos.

O conflito foi agravado pelo apoio turco de demandas cipriotas turcos para divisão da ilha. Negociações (1955), entre a Grã-Bretanha, Grécia, Turquia e sobre o estatuto de Chipre quebrou completamente. Finalmente, em 1959, um acordo foi alcançado, que prevê a independência de Chipre, em 1960, e para os termos da constituição. Tratados impedido tanto enosis e partição. Makarios foi eleito presidente em 1959 e reeleito em 1968 e 1973.

Em 1961, Chipre aderiu à Comunidade das Nações e as Nações Unidas. Grande escala combates entre cipriotas gregos e turcos explodiu várias vezes na década de 1960, e uma força de paz da ONU foi enviada em 1965. Em março de 1970, houve um atentado contra a vida de Makarios por radicais cipriotas gregos.

O governo também era medo de um possível golpe liderado por Grivas, que favoreceu enosis. Cipriotas turcos exigiram o reconhecimento oficial de sua organização (que exerceu de fato o controle político nos 30 enclaves turcos) eo estacionamento de tropas turcas na ilha para compensar o influência do nacional cipriota guarda, que foi dominado por oficiais da Grécia. Cipriotas gregos interpretaram a proposta como valor de partição.

Atos de violência contra o governo aumentou e foram recebidos em 1973 por um esforço para suprimir os guerrilheiros pela força nacional de polícia (que tinha sido criado por Makarios para combater a guarda nacional). Grivas morreu em janeiro de 1974, e apesar de EOKA foi dividida entre a linha-dura e os moderados, que continuou a ser dominada por oficiais gregos.

Em 15 de julho de 1974, na sequência de um ataque policial em larga escala nacional sobre EOKA, o governo Makarios foi derrubado pelo guarda nacional. Nikos Sampson, um editor de jornal cipriota grego, acedeu à presidência e Makarios fugiu do país. Grécia e Turquia mobilizou suas forças armadas.

Citando a sua obrigação de proteger a comunidade cipriota turca, a Turquia invadiu (20 de julho) N Chipre, ocuparam mais de 30% da ilha, e desalojou cerca de 200.000 cipriotas gregos. A invasão precipitou a queda do regime militar em Atenas e também resultou na renúncia de Sampson. Ele foi substituído por Glafkos Clerides, o presidente cipriota grego conservadora da casa de representantes.

Um patrocinada pela ONU de cessar-fogo foi organizada em 22 de julho, ea Turquia foi permitido reter forças militares em áreas que havia capturado. Makarios foi devolvido ao cargo em dezembro de 1974. Em 1975, a ilha foi dividida em territórios gregos e turcos separados por uma zona tampão da ONU ocupada.

Makarios permaneceu presidente até sua morte, em 1977, e foi sucedido por Spyros Kyprianou (1977-1988). Em 1983, os cipriotas turcos declararam-se independentes do Estado cipriota, a República resultante turca de Chipre do Norte, com Rauf Denktash como presidente, foi reconhecida apenas pela Turquia. As negociações para acabar com a divisão do país continuou de forma intermitente e inconclusiva nas décadas subseqüentes.

George Vassiliou, um esquerdista, Clerides derrotado nas eleições presidenciais de 1988, mas Clerides foi eleito presidente em 1993 e novamente em 1998. Até o final de 1990, estimava-se que mais de metade da população do Chipre turco consistiu de colonos recentes da Turquia. Em 1998, Chipre iniciou conversações de adesão com a União Europeia (UE), um movimento que se opunha por cipriotas turcos, e Turquia insistem em uma solução política para a ilha antes de sua adesão à UE.

Denktash foi eleito para seu quarto mandato como presidente em 2000, mas perdeu Clerides sua candidatura para um terceiro mandato consecutivo em 2003, perdendo para Tassos Papadopoulos do Partido Democrata.

Em abril de 2003, de longa data restrições cipriotas turcos em viagens transfronteiriças foram aliviadas, eo sul grego pôs fim a uma proibição do comércio com o norte. A Organização das Nações Unidas patrocinaram novas negociações para reunificar a ilha, e um acordo estabelecendo uma federação foi atingido em 2004, mas não conseguiu ganhar a aprovação em um referendo em abril. Embora os eleitores cipriotas turcos aprovaram o acordo, a população grega rejeitou.

Turco aprovação do acordo, no entanto, resultou em muitas nações, incluindo S Chipre, acabando ou reduzindo o embargo econômico norte esteve sob desde a invasão turca.

Chipre aderiu à União Europeia em 2004, mas o norte foi excluído devido ao fracasso do referendo no sul. O governo cipriota turca posteriormente caiu, mas eleições (fevereiro de 2005) o governo voltou ao poder. Em abril, o primeiro-ministro Mehmet Ali Talat foi eleito para suceder Denktash como presidente cipriota turca.

Em fevereiro de 2008, Demetris Christofias , o AKEL candidato do partido (comunista), foi eleito presidente do Chipre, após um segundo turno; Papadopoulos foi eliminado na primeira rodada. Posteriormente, os cipriotas gregos e turcos concordaram em retomar as negociações de reunificação, que começou em setembro de 2008.

O lento progresso, no entanto, levou a insatisfação popular no norte, e um ano depois, o candidato nacionalista, Dervis ş Ero ğ lu, derrotou Talat para ganhar a presidência cipriota turca. Em junho de 2012, o governo anunciou planos para buscar empréstimos dos fundos de resgate da zona do euro por causa da exposição do país à economia grega.

Terra e Povo

Duas cadeias de montanhas atravessam a ilha de leste a oeste, o ponto mais alto é o Monte. Olimpo (6.406 pés / 1.953 m), no sudoeste. Entre as faixas está uma vasta planície, a principal região agrícola. Desde os anos 1970, diminuição das chuvas e aumento da população e crescimento econômico reduziram o abastecimento de água locais.

Mais de três quartos da população é grega, em geral residente no setor sul do país, e pertence à Igreja Ortodoxa Grega. Menos de 20% das pessoas são muçulmanos turcos, vivendo principalmente na região norte. As minorias religiosas incluem os maronitas e ortodoxos armênio. Além de grego e turco, Inglês também é amplamente falado.

Economia

Os produtos agrícolas incluem frutas cítricas, vegetais, grãos de cereais, batatas, azeitonas, e de algodão, além disso, o setor cresce grego frutas decíduos e uvas, do vinho e do lado turco, onde a agricultura é mais importante, cresce o tabaco e uvas de mesa. Aves, suínos, ovinos, caprinos, bovinos e alguns são levantadas.

A pesca é uma importante indústria do setor turco, e do lado grego tem uma economia industrial forte, que produz materiais de construção, têxteis, produtos químicos e de metal, madeira, papel, pedra, argila e produtos. Há também alimentos e processamento de bebidas, reparação naval, e refino de petróleo.

Os recursos minerais incluem o cobre, pirites, amianto, gesso e sal. O turismo é importante para ambas as áreas, serviços financeiros também são importantes no setor grego. O setor grego é muito mais próspero do que o lado turco, que é muito dependente da ajuda da Turquia.

As exportações incluem citrinos, batata, produtos farmacêuticos, roupas e cigarros do lado grego e cítricos, produtos lácteos, batatas e têxteis do lado turco. Ambos os lados importar bens de consumo, combustíveis, máquinas, equipamentos de transporte e alimentos. Os principais parceiros comerciais são a Grécia, Grã-Bretanha, França e Alemanha.

Governo

Chipre é governada sob a Constituição de 1960. O presidente de Chipre, que é tanto chefe de estado e chefe de governo, é eleito por voto popular para um mandato de cinco anos. A Câmara dos Representantes tem 80 lugares, 56 são atribuídos a cipriotas gregos e cipriotas turcos a 24, mas apenas os bancos gregos estão cheias. Os membros são eleitos por voto popular para mandatos de cinco anos. Administrativamente, Chipre está dividido em seis distritos.

A República auto-declarada Turca do Norte de Chipre (RTNC) é governada por uma constituição adoptada em 1985, mas a TRNC é reconhecida apenas pela Turquia. A RTCN tem o seu próprio presidente eleito, o primeiro-ministro, e do armário. A Assembleia da RTNC unicameral da República tem 50 membros, que são eleitos por voto popular para mandatos de cinco anos.

Bibliografia

Veja GF Hill, História de Chipre (4 vol, 1940-1952.); V. Karageorghis, Chipre antiga (1982); JS Joseph, Chipre: Conflito étnico e Importância Internacional (1985); I. Robertson, Chipre (1987).

Fonte: www.infoplease.com

Chipre

Chipre tem uma forte presença no mediterrâneo oriental baseada numa tradição ilustre que emergiu com os primeiros povoados Neolíticos e continuou através de vários períodos da antiguidade - dos significativos período Bizantino e Idade Média com grande impacto na formação do seu futuro; do período Otomano; da transição do colonialismo britânico até aos tempos contemporâneos com Chipre membro da União Europeia na nova, alargada e promissora Europa dos 27 estados Membros.

Chipre, assim como a Grécia e Roma, é justificadamente considerado o berço da civilização europeia. Com o passar do tempo a Europa, emergente da civilização greco-romana, amadureceu e traçou novas avenidas influenciando Chipre de uma forma positiva e indelével.

Disso são testemunho a arquitetura, monumentos e as obras de arte oriundas das tradições e cultura criadas ou inspiradas por Francos e Venezianos na Ilha de Chipre.

Com o fundir da Idade Média nos tempos modernos e a transformação gradual do mundo há algo que permanece constante no caso de Chipre. As grandes potências da época procuram em Chipre uma base ou colônia devido à sua importante posição estratégica.

Gradualmente, Chipre emerge da sua Idade Média para se tornar um estado contemporâneo influenciado, desta vez, por uma das grandes potências mundiais da época, O Império Britânico.

Chipre
Chipre Vista do Espaço

Os britânicos assumem o controlo de Chipre em 1878 no seguimento de um acordo entre a Grã- Bretanha e os Otomanos que, anteriormente, conquistaram Chipre aos Venezianos mantendo a ilha como as águas paradas do Império Otomano desde os finais do Século XVI.

Os sistemas legal e administrativo aplicado pela Grã- Bretanha em Chipre constituiram as fundações dos sistemas legal e administrativo atualmente em vigor.

O tempo passou depressa e Chipre tornou-se um estado moderno e independente, membro da União Europeia participando com naturalidade naquela que, na antiguidade e enquanto parte do mundo grego, ajudou a despertar evoluindo, também, pelo legado da europa na forma da civilização europeia e acquis communautarie.

Fonte: cultura.maiadigital.pt

Chipre

História

Cipriotas gregos e turcos partes muitos costumes, mas manter identidades distintas baseadas na religião, idioma e laços estreitos com seus respectivos pátrias.

Grego é falado predominantemente no sul, turco no norte. Inglês é amplamente utilizado.

Chipre tem um sistema bem desenvolvido de ensino primário e secundário. A maioria dos cipriotas ganhar a sua educação superior em grego, turco, universidades britânicas ou norte-americana. Faculdades particulares e apoiados pelo estado universidades têm sido desenvolvidos por ambas as comunidades turca e grega.

Cultura cipriota é a mais antiga do Mediterrâneo. Por 3700 aC, a ilha era bem habitada, uma encruzilhada entre o Oriente eo Ocidente. A ilha caiu sucessivamente sob assírios, egípcios, persas, gregos, e da dominação romana. Durante 800 anos, a partir de 364 dC, Chipre foi governado por Bizâncio.

Após a posse breve por Richard Coração de Leão durante as Cruzadas, a ilha passou ao controle franco no final do século 12. Ele foi cedido à República de Veneza em 1489 e conquistada pelos turcos otomanos em 1571. Os otomanos aplicado o sistema millet a Chipre, o que permitiu que as autoridades religiosas para governar suas próprias minorias não-muçulmanas. Este sistema reforçou a posição da Igreja Ortodoxa e da coesão da população de etnia grega.

A maioria dos turcos que se instalaram na ilha durante os três séculos de domínio otomano permaneceu quando o controle de Chipre - embora não a soberania - foi cedida à Grã-Bretanha em 1878. Muitos, no entanto, deixou para a Turquia durante a década de 1920. A ilha foi anexada formalmente pelo Reino Unido em 1914, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial e tornou-se uma colônia da coroa em 1925.

Chipre ganhou a sua independência do Reino Unido em 1960, depois de uma campanha anti-britânica pelo cipriota grego EOKA (Organização Nacional de cipriota Fighters), um grupo guerrilheiro que desejava a união política com a Grécia, ou enosis. Arcebispo Makarios, um líder carismático religioso e político, foi eleito presidente.

Pouco depois da fundação da república, as diferenças surgiram graves entre as duas comunidades sobre a aplicação e interpretação da Constituição. Os cipriotas gregos argumentaram que os complexos mecanismos introduzidos para proteger os interesses cipriotas turcos eram obstáculos para um governo eficiente.

Em novembro de 1963, o presidente Makarios avançou uma série de emendas constitucionais destinadas a eliminar algumas dessas disposições especiais. Os cipriotas turcos contra tais mudanças. O confronto solicitado combates entre as comunidades generalizada em dezembro de 1963, após o que a participação cipriota turca no governo central cessou.

Tropas da ONU foram desdobrados na ilha em 1964. Na sequência de outro surto de violência entre as comunidades em 1967-68, uma administração cipriota turca provisório foi formado.

Em julho de 1974, a junta militar em Atenas patrocinou um golpe liderado por extremistas cipriotas gregos hostis ao Makarios para suas supostas inclinações pró-comunistas e por seu abandono percebido de enosis. Turquia, citando o Tratado de Garantia 1960, interveio militarmente para proteger os cipriotas turcos.

Em uma ofensiva em duas etapas, as tropas turcas tomaram o controle de 38% da ilha. Muitos cipriotas gregos fugiram para o sul, enquanto muitos cipriotas turcos fugiram para o norte. Desde então, a parte sul do país tem estado sob o controle do Governo de Chipre ea parte norte sob um governo turco-cipriota autônomo apoiado pela presença de tropas turcas.

Em 1983, proclamou-se que a administração da "República Turca do Norte de Chipre", reconhecida apenas pela Turquia. As forças de paz da ONU a manter uma zona tampão entre os dois lados. Com exceção de manifestações ocasionais ou incidentes raros entre soldados na zona tampão, não houve conflitos violentos desde 1974 até agosto de 1996, quando violentos confrontos resultaram na morte de dois manifestantes e tensão encaminhado.

Há pouco movimento de pessoas e essencialmente sem movimento de bens ou serviços entre as duas partes da ilha. Esforços para reunir a ilha sob uma estrutura federal continuam, no entanto, sob os auspícios das Nações Unidas.

Fonte: www.worldrover.com

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