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Chupim

 

Molothrus bonariensis

Características

Todo preto, o macho distinguindo-se por ter um reflexo metálico azulado.

Habitat

Áreas descampadas ou clareiras, onde podem observar melhor as chances de suas ações predatórias.

Ocorrência

Todo o Brasil

Hábitos

Migratório, desaparecendo na época de inverno e reaparecendo no verão. É uma ave parasita, ou seja, tem o hábito de não fazer seu próprio ninho, preferindo por seus ovos no ninho de outras aves, para que estas criem seus filhotes. Por isto costuma-se às vezes usar seu nome como um adjetivo.

Dá-se o nome de Chupim a uma pessoa folgada, que deixa de fazer suas obrigações para que outros o façam. Sempre é visto aos bandos, que pousam sobre os gramados e ali vão andando procurando sementes e insetos. São poligâmicos por excelência.

Alimentação

Sementes e insetos. Os chopins, machos e fêmeas, costumam bicar a casca e chupar o conteúdo de ovos de outros pássaros.

Reprodução

Deposita seus ovos no ninho de outras aves - no Brasil, no ninho de 58 espécies (nem todas permitem o sucesso reprodutivo do invasor e em alguns casos não há estudos suficientes). Parece preferir os ninhos do benevolente tico-tico. Portanto, não chocam os ovos nem cuidam de seus filhotes.

A fêmea Chupim, depois de espionar os ninhos de suas vítimas e percebendo ser ainda cedo, consegue até adiar a sua postura, aguardando o exato momento de confundir suas vítimas. E, após depositar seu rebento na alcova alheia, sai de fininho à procura de novas parcerias amorosas.

É uma das espécies de pássaro com o maior período de postura, cerca de 3 meses ininterruptos. Os filhotes do Chupim são geralmente grandes, comparados aos de seus hospedeiros. Acidentalmente podem até esmagar seus irmãos adotivos.

Existe registro de um filhote de Chupim de 25g desenvolver com sucesso junto a um outro de lavadeira (Fluvicula sp.) de apenas 3g. O jovem Chupim compete com os demais filhotes na disputa pelo alimento, do espaço físico, chamam mais a atenção da mãe com o seu insistente resmungo pidão e uma grande e receptiva boca vermelha. São filhotes espaçosos, chorões, comilões, atabalhoados e enjoados.

Ameaças

Para que tudo não favorecesse somente ao Chupim, a mãe natureza mais uma vez selecionou mecanismos de compensação, ou parcialmente compensativos. Seus filhotes são mais suscetíveis a parasitas, como as larvas de berne de passarinhos. Porém, a derrubada da mata para a expansão agrícola facilita o aumento populacional do Chupim e conseqüentemente o parasitismo e a redução da população de outras aves, principalmente a do tico-tico.

Fonte: www.cobrap.org.br

Chupim

Tamanho

20cm

O macho adulto é preto-azulado, mas dependento da ilumição só se enxerga a cor negra. A fêmea é marrom-escura. Pode ser confundido com o pássaro-preto (Gnorimopsar chopi), mas este é maior e possui o bico mais alongado e fino. Difere das duas outras espécies do gênero Molothrus, a iraúna-grande (Molothrus oryzivorus) e do vira-bosta-picumã (Molothrus rufoaxillaris) por ser bem menor que o primeiro e um pouco maior que o segundo, que além de ser menor que o Chupim também apresenta a parte inferior das asas mais clara e uma mancha avermelada na base inferior das asas.

É provavelmente a ave mais odiada do Brasil, principalmente por causa de seus hábitos parasitas na reprodução, pois nunca cuida de seus próprios ovos, sempre os botando nos ninhos de outras aves para que elas criem seus filhotes. Já foram registrados ovos de Chupim em ninhos de mais de 170 espécies de aves, mas a ave mais tipicamente parasitada pelo Chupim é o pequeno tico-tico.

O filhote de Chupim é maior e mais apelativo que os irmãos adotivos, que geralmente perdem a competição pelo alimento e morrem. É revoltante assistir a pequena mãe tico-tico alimentando o filhote de Chupim, muito maior que ela mesma, sempre com fome e implorando por mais comida.

Em muitas regiões do Brasil é chamada de Chupim a pessoa que se aproveita dos outros indevidamente. Vive primariamente em formações campestres, as vezes em grupos de dezenas de indivíduos. Alimenta-se de insetos e sementes. O hábito de fuçar nas fezes do gado a procura de sementes mal digeridas lhe confere seu outo nome popular vira-bosta. Segue o gado para capturar os insetos por ele deslocados.

Aprende a comer em comedouros artificiais de aves, a catar migalhas em locais públicos e a seguir arados para capturar minhocas e outros pequenos animais. É considerado uma praga agrícola, especialmente em arrozais do sul do país.

Os machos se exibem para as fêmeas com vôos curtos nos quais cantam sem parar, arrepiam suas penas e batem as asas semi-abertas e também com apre- sentações que envolvem eriçar as penas, balançando-as rapidamente e vocalizar. Sua vocalização atinge frequências inaudíveis para os seres humanos.

Fonte: www.ib.unicamp.br

Chupim

Cambarazal, Campo, Cerradão, Cerrado, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Mata Seca.

Muito parecida com a graúna, sendo um pouco menor e longilínea, sem o aspecto atarracado da última. O brilho metálico da plumagem negra do macho ajuda na identificação, evitando confusão também com o macho do carretão. As fêmeas são mais cinza escuro, sem brilho metálico.

Entre junho e setembro são muito gregárias, concentrando-se em pousos noturnos comunitários ou buscando alimentos em gramados e áreas campestres com capim baixo. Nessas concentrações, é possível observar os machos ameaçando-se mutuamente com seu característico comportamento de apontar o bico para cima e caminhar em direção ao oponente com as penas brilhando ao sol.

Esse período marca o início da reprodução, mas é após o acasalamento que inicia-se a fase pela qual a espécie é mais conhecida. As fêmeas começam a busca de ninhos de outras aves, onde irão depositar seus ovos, deixando o choco e criação dos filhotes por conta dos hospedeiros involuntários. Nada menos do que 55 espécies já foram listadas como hospedeiras, desde aves maiores até menores do que a maria-preta. Os ninhos tanto são tigelas abertas como estruturas fechadas de gravetos. Os ovos da maria-preta chocam com 11 ou 12 dias e os filhotes crescem rapidamente, a velocidade superior aos irmãos postiços. Com isso, falta alimento para os demais e só sobrevive o parasita.

Pode ser observada em toda a RPPN, em seus longos vôos de deslocamento ou pousadas em galhos expostos para tomar sol. As áreas central e norte são os locais mais comuns de observação, mas aparecem nos campos ralos surgidos nas margens dos corixos do sudoeste com a baixa das águas e nas praias do rio Cuiabá.

Fonte: www.avedomestica.com

Chupim

Molothrus bonariensis

Todo preto, o macho distingui-se pelo reflexo metálico azulado. È migratório, desaparecendo na época do inverno e reaparecendo no verão.

É uma ave parasita, ou seja, tem o hábito de não fazer seu próprio ninho, preferindo por seus ovos no ninho de outras aves para que estas criem seus filhotes.

Por isso, seu nome às vezes é usado como um adjetivo para designar uma pessoa folgada, aquela que deixa de fazer suas obrigações para que outros o façam.

Sempre é visto aos bandos, que pousam sobre os gramados e ali procuram sementes e insetos.

Fonte: www.sar8.org.br

Chupim

Um Chupim, Japu, Xexéu, Pássaro-preto ou Vira-bosta (Molothrus bonariensis) é todo preto, o macho distinguindo-se por ter um reflexo metálico azulado.

É migratório, desaparecendo na época de inverno e reaparecendo no verão. É uma ave parasita, ou seja, tem o hábito de não fazer seu próprio ninho, preferindo por seus ovos no ninho de outras aves, para que estas criem seus filhotes.

Por isto costuma-se às vezes usar seu nome como um adjetivo.

Dá-se o nome de Chupim a uma pessoa folgada, que deixa de fazer suas obrigações para que outros o façam. Sempre é visto aos bandos, que pousam sobre os gramados e ali vão andando procurando sementes e insetos.

Molothrus bonariensis

Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Icteridae
Nome científico: Molothrus bonariensis
Nome vulgar: Chupim
Categoria: não-consta

Das 5 espécies do gênero, apenas Molothrus badius não é parasita de ninhos. M. bonariensis e M. ater parasitam, respectivamente, cerca de 176 e 216 espécies de aves, pertencentes a várias famílias; suas distribuições geográficas estão em plena expansão. As outras duas, M. rufoaxillaris e M. aeneus parasitam principalmente espécies da mesma família, Icteridade. O parasitismo consiste na postura de ovos no ninho do hospedeiro, cuja fêmea encarrega-se de incubar os ovos e criar os filhotes "adotivos".

Alimentação

Insetos e sementes.

Nidificação

Esta espécie não constrói ninho e a fêmea põe 4 ou 5 ovos por postura, sendo 1 no ninho de cada hospedeiro. Porém, em ninhos de Mimus saturninus e Furnarius rufus, já foram encontrados 35 e 14 ovos de Chupim, respectivamente. Os ovos são de colorido uniforme e com a casca sem brilho, branco-esverdeados, vermelho-claros ou verdes, ou ainda com manchas e pintas, conforme a região geográfica. O tico-tico (Zonotrichia capensis) é muito parasitado e a adaptação vantajosa para o Chupim é a postura de seu ovo antes, ou no mesmo dia, daquela do primeiro ovo do hospedeiro.

Como o período de incubação do Chupim é de 11 ou 12 dias, um a menos do que o do tico-tico, seu filhote, que é bem maior, nasce antes. Desta forma, o filhote do Chupim pode eliminar do ninho seus companheiros tico-ticos ou receber mais alimento, tendo maior probabilidade de sobrevivência. Quando abandona o ninho o filhote Chupim é alimentado pelos pais adotivos por 15 dias, solicitando alimento no bico através de um chamado característico, abaixando o corpo e tremulando as asas.

Hábitat

Paisagens abertas como campos, pastos, parques e jardins.

Tamanho

20,0 cm

Fonte: flickr.com

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